Autor Tópico: A Segunda Falsidade do Criacionismo  (Lida 761 vezes)

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Offline biscoito1r

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A Segunda Falsidade do Criacionismo
« Online: 20 de Agosto de 2010, 21:15:21 »
Depois do incrível sucesso da tradução da primeira falsidade, agora vem a segunda. Se alguém quiser ajudar eu agradeço. Esse parece que vai ser mais difícil de traduzir pois há mais informação ainda no vídeo.
http://darwinwasright.homestead.com/2ndFFoC.html
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Offline biscoito1r

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Re: A Segunda Falsidade do Criacionismo
« Resposta #1 Online: 24 de Agosto de 2010, 22:04:45 »
Comecei a tradução, o texto é muito bom, se alguém quiser ajudar na tradução e/ou correção eu agradeço.
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A Segunda Falsidade do Criacionismo:

Escrituras são a “Palavra de Deus”.
[/b]

A segunda falsidade do criacionismo é a crença de que escrituras sagradas foram escritas por um deus ao invés de autores humanos. Quando crentes argumentam sobre as diversas coisas que contradizem sua religião, eles geralmente nos desafiam a decidir a quem nós iremos acreditar: A firmada “palavra” de Deus ou a palavra dos homens ? Como se a investigação humana não tivesse a menor chance contra a autoridade na qual eles imaginam sua doutrina ser. Mas quando eles dizem “homens”, eles estão falando da ciência. E quando eles referem a “palavra de Deus”, eles estão falando sobre mitos escritos sobre Deus por homens.

Se há realmente um criador inteligente e resoluto, logo teria de ser ele quem construiu o registro fóssil que revela a historia evolucionária, e ele tem que ser aquele que concebeu os padrões genéticos que também seguem este mesmo caminho, e também tem que ter sido ele que adicionou outras linhas de evidencias que apontam exclusivamente para a conclusão evolucionária com detalhes brilhantes. Por qual outro motivo essas coisas existiriam ? É como se ele estivesse tentando nos dizer algo! Homens não poderiam ter criado tais coisas. Mas homens podem contar estórias, grandes mentiras de fato. E foram homens que escreveram todas as escrituras fingindo falar por Deus.

Cada uma das supostas doutrinas “sagradas” de qualquer religião descrevem a si mesmas como tendo sido escritas por homens, não deus; homens que foram “movidos por” ou inspirados pelos seus deuses favoritos, ou talvez tomaram ditados de anjos, mas eles foram escritos por imperfeitos mortais de pouca imaginação; não por anjos, e certamente não por deuses.

Se houvesse realmente um deus verdadeiro, este seria um singular composto de todos os deuses de todas as religiões, um hiper-galático super-gênio, e a entidade suprema de todo o cosmos. Se um ser de tal magnitude escrevesse um livro, logo haveria apenas um documento; um livro de Deus. Ele seria dominante em todo o mundo sem predecessor ou paralelos ou alternativas em qualquer língua, porque meros autores humanos não poderiam competir com ele. E você não precisaria de fé para acreditar nele, porque este seria consistente com todas as evidencias e seria demonstravelmente verdadeiro, revelando uma moral profunda e uma sabedoria além da capacidade humana contemporânea. Ele inspiraria constantemente uma união de crenças comuns para todo leitor. Se Deus o escrevesse, nós não poderíamos esperar nada além. Mas o que vemos é exatamente o oposto de tal coisa.

Ao invés de uma religião  levando a uma verdade supremo, nós temos várias diferentes religiões sem nenhuma origem comum, todas constantemente se despedaçando a denominações ainda mais divididas, procurando verdades conflitantes, e cada uma afirmando orientação divina apesar de suas divergências progressivas em todas as direções.

O Torá judeu, os gospels cristãos, o Alcorão islamico, os Kitab-i-Aqdas de Bahá’u’lláh, os Vedas hindus, os Avestas de  Zarathustra, o Adi-Granth  dos siques, os Bhagavad-Gita dos Mahabaratas, o Livro de Mormon, e o livro de Urantia são todos declarados como sendo “verdade absoluta” e a “palavra revelada” do “unico verdadeiro” deus, e crentes de cada uma delas dizem que as outras são falsas. A única probabilidade lógica é de que eles são - no minimo até certo ponto.

Nenhuma destas contém qualquer vantagem sobre as outras. Nenhuma dessas possui qualquer apoio evidente, e nenhuma destas são historicamente verificaveis.

“Eu sou Dr. Paul Maier, professor de história antiga da Universidade de Western Michigan.

... Eu não estou dizendo que agora eu provei que a Biblia é autoritária, é históricamente correta. Claro que não. Você ainda terá de ter fé.”
[/i]

Todas elas requerem fé, e apologéticos também, porque elas também contém inconscistencias, absurdos, e noções primitivas uma vez tidas como verdadeiras mas já foram provadas como falsas. Então eles não podem afirmar-las como evidencias de sabedoria divina. Muitas delas promovem atrocidades horriveis no lugar de moralidade, e muitas afirmam ser validadas por profecias agora completas - onde cada uma pode conter professias no gal falharam em vir como previstas.

« Última modificação: 24 de Agosto de 2010, 22:36:23 por biscoito1r »
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