Autor Tópico: A ciência do sucesso  (Lida 6984 vezes)

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Offline Adriano

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Re: A ciência do sucesso
« Resposta #50 Online: 09 de Novembro de 2010, 22:01:16 »
O sucesso não exclui. Pelo que eu expus o fracasso seria das pessoas que não conseguem ser bem sucedidas em fazer grandes contribuições para toda a sociedade.
[...]

Temos então duas castas: A dos bem sucedidos que é composta por 0,001% a 0,100% da população mundial e a dos mal sucedidos (fracassados?) que é composta por 99,900% a 99,999% da população mundial.
Cada brasileiro que votou de acordo com minhas convicções já é, para mim, um sucesso na sua condição de cidadania  :P

Não sou exigente para com a cognição das pessoas, sei que tem os gênios e superdotados e sei que tem os com menor capacidade capacidade cognitiva. Não nivelo por cima e por isso considero os gênios apenas modelos de sucesso. Pelo menos para a minha estruturação cognitiva. É algo subjetivo e pessoal meu, apenas minha opinião.
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Offline Adriano

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Re: A ciência do sucesso
« Resposta #51 Online: 10 de Novembro de 2010, 06:35:31 »
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Jeffrey Rubin: As raízes do sucesso do Brasil

As raízes do sucesso do Brasil

2/11/2010, Jeffrey W. Rubin*, Huffington Post – The Roots of Brazil’s Success

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu e disseminado pelo Castor Filho

A importante e sólida vitória de Dilma Rousseff nas eleições presidenciais do domingo passado confirma a exemplar trajetória do Brasil, a partir da ditadura militar dos anos 1970s, até se converter na pujante democracia que é hoje. Exportações em expansão, eleições disputadas com plena transparência, e índices entusiasmantes de redução da pobreza, o Brasil continua a dar passos importantes no caminho de tornar-se potência mundial. E domingo o Brasil elegeu uma mulher, ex-combatente da resistência à ditadura e membro do Partido dos Trabalhadores, de tendências de esquerda. Tudo isso faz do Brasil moderno uma história de desenvolvimento bem sucedido em plena era da globalização, pleno de conteúdo político e de importantes lições históricas.

Um hemisfério com mais países com trajetória semelhante à do Brasil pode alterar todo o mapa geopolítico do mundo. A América Latina está demonstrando que democracia e respeito crescente aos direitos humanos podem conviver em harmonia com crescimento econômico – se houver projeto para incluir os mais pobres e as minorias. Nasce aí um projeto de desenvolvimento com características seculares e de não-violência, que pode ganhar impulso global.

Se esse projeto tiver de nascer e prosperar sem a dominação dos EUA, mas com os EUA como base complementar de poder político e cooperação econômica ao sul do canal do Panamá, então o projeto de modernidade secular pode ser resgatado do controle histórico que EUA e a Europa sempre tiveram sobre ele. De fato, ao promover a União das Nações Latino-Americanas (Unasul) e ao oferecer suporte econômico para os vizinhos Bolívia e Paraguai, o presidente Lula, que ainda governa, já deu passos significativos naquela direção, com o que o país já está plenamente qualificado para ocupar lugar no Conselho de Segurança da ONU.

(…) Vários analistas lembram que é preciso tempo para aprofundar reformas que, afinal, reduzam a desigualdade, melhorem a educação e controlem a destruição do meio ambiente. Mas só o crescimento econômico já ajudou a melhorar os padrões de vida dos mais pobres e liberou o governo propriamente político para, afinal, começar a cuidar dos problemas de raiz. Resultado disso, economistas, políticos e especialistas em política latino-americana e brasileira nos EUA já começam a projetar para o futuro os sucessos que o Brasil já alcançou. Vários têm partido da experiência bem-sucedida no Brasil, para extrair dessa experiência a lição de que a globalização pode ser dirigida – por tecnocratas democraticamente empenhados e comprometidos com governos democráticos – para que produza, ao mesmo tempo, ganhos mensuráveis nos lucros das exportações e estabilidade eleitoral.

Mas seria ingenuidade supor que alguma economia crescerá por muito tempo antes da próxima crise econômica. E tampouco se deve imaginar que algum novo sistema democrático tem décadas de tempo para reduzir a miséria e a violência antes do próximo levante, da próxima onda de violência, ou da próxima intervenção militar suposta necessária para impor a ordem. Por isso é tão importante entender as origens do sucesso do Brasil, para que se construam políticas que permitam que as reformas econômica e política sejam reformas sustentáveis.

O Brasil é hoje uma história de sucesso na América Latina por várias razões que raramente se avaliam adequadamente.

Primeiro, a transição até a democracia, no Brasil, foi acompanhada por inúmeros e importantes movimentos de base, em vários casos, movimentos de ativismo radical. Aquele ativismo modelou a Constituição aprovada em 1988, que garante a descentralização de recursos e a participação dos movimentos sociais na construção das políticas. Amplos movimentos feministas, pela preservação do meio ambiente, pela distribuição de terras, pela agricultura familiar, de defesa das minorias homoafetivas, e os movimentos de favelas nos centros urbanos, que se espalharam pelo Brasil nos anos 1980s e 1990s também ajudaram a modelar profundamente o modo como os cidadãos brasileiros se foram democratizando e redemocratizando – como que para mostrar também a eles mesmos que a discussão política se fazia nas ruas, tanto quanto nas instituições formais, e que era preciso agir simultaneamente nas duas frentes.

Segundo, a transição brasileira para a democracia foi “gradual”, iniciada ainda no período em que os militares permaneciam no poder, pela emergência de um novo partido político, o Partido dos Trabalhadores (PT). Muito significativamente, o PT autodefiniu-se como partido de esquerda radical, mas que, já de início, rejeitou o leninismo e o comando político de URSS e de Cuba. Desde o nascimento, o PT deu destaque às práticas democráticas – assembleias, debate e discussão antes de qualquer decisão partidária – na organização interna e nas arenas políticas municipais, estaduais e nacionais.

Terceiro, no plano econômico, a democracia brasileira foi fortalecida pelos governos do presidente Lula, que, ao mesmo tempo em que promoveu o desenvolvimento da infraestrutura, da indústria e da produção agrícola para exportação, também promoveu a produção de etanol e de petróleo, que tornou o país autossuficiente em termos de energia. Os governos centrais sempre tiveram papel crucial no planejamento da economia e dos investimentos desde os anos 1930s, quando teve início a industrialização e o país buscou maior autonomia econômica, como resposta à recessão mundial.

Essa presença do Estado na economia várias vezes produziu benefícios de longo prazo, embora com alguns revezes. Durante a ditadura militar, os generais promoveram a infraestrutura e parcerias entre o Estado, o setor privado e investidores estrangeiros. Essas intervenções do Estado brasileiro na economia levaram aos anos chamados “do milagre brasileiro”, mas que conheceram também os picos mais baixos da autoestima, da autovisão da “grandeza do Brasil”, quando o país passou a depender de petróleo importado e de empréstimos externos. Na direção oposta à dos governos que os antecederam, os governo Lula responderam com a autossuficiência energética e com o pagamento de tudo que o país devia ao Fundo Monetário Internacional, FMI.

Todos os democratas devem saber ver que, na bem-sucedida história recente do Brasil, a mobilização dos movimentos sociais e a proeminência de um partido de esquerda, com visão social, tiveram papel de destaque, desde os anos da ditadura, antes da chamada “democratização”, ao longo de quase 30 anos de eleições.

Também merece destaque o ativismo social e o desenvolvimento de um partido que nasceu das ruas para as instituições, e de posições anticapitalistas para a aceitação de mecanismos de mercado, sem exigir que todos os demais partidos fizessem o mesmo. A democracia brasileira ainda é marcada por tensões entre as soluções políticas e como avançar na direção do equilíbrio econômico sustentado sem perder de vista as metas de bem-estar social.

Os democratas também devem saber ver que o planejamento econômico do governo, no qual o Estado tem papel crucial no que tenha a ver com investimento e propriedade, produziu resultados benéficos, tanto no plano econômico quanto no plano político. Planejamento de longo prazo, compromisso e expertise em planificação do Estado assentaram as bases do ‘boom’ econômico de hoje. Esse processo sofreu uma interrupção nos governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, professor com tendências marxistas que, contudo, nos anos 1990s abraçou teorias de livre mercado e privatizou vários setores da economia brasileira.

O processo pode, agora, sofrer outra inflexão, uma vez que a presidenta eleita Rousseff busca parceiros no setor do petróleo para financiar seus ambiciosos projetos educacionais e ambientais. Como já se viu acontecer com as mobilizações populares e a radicalização de um partido político, que abraçou ideias da esquerda, mas não as velhas soluções da esquerda, os brasileiros têm agora boa chance de prosseguir na construção de um ‘modelo’ que mistura políticas econômicas de diferentes tipos e mantém a tensão entre o setor privado e o setor estatal, que não perde o poder de iniciativa.

Nessa tensão, precisamente, está a força da democracia brasileira. E daí se podem extrair importantes lições para o futuro. A inclusão de cidadãos – pobres, mulheres, indígenas, negros, classe média, setor privado – mediante diferentes modalidades de participação política e produção econômica aprofundou e fortaleceu a democracia brasileira. Esses cidadãos agora integrados, por sua vez, esperam que venham as reformas que lhes dará melhores condições imediatas de vida, mas que de nenhum modo brotariam nem só das eleições nem só dos mercados separadamente.

Para que haja reformas sustentáveis no mundo em desenvolvimento é indispensável que haja ativo movimento social e adesão total aos procedimentos democráticos, planejamento estatal da economia e respeito aos compromissos dos negócios e dos mercados. A presidenta Rousseff muito bem fará se continuar a desafiar as ortodoxias políticas e as ortodoxias econômicas, ao mesmo tempo em que continua a promover cada vez mais igualdade e mais inclusão social, no que pode vir a ser uma primeira história de sucesso social econômico e global, no planeta.

*Jeffrey W. Rubin é Professor de História Latino-americana e Pesquisa, no Instituto de Cultura, Religião e Negócios Globais da Boston University, onde dirige o Projeto “Reformas Sustentáveis”.
Um texto que relacionado a minha visão política de sucesso. Demonstra também a minha visão "poliana" sobre a política.
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Offline Buckaroo Banzai

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Re: A ciência do sucesso
« Resposta #52 Online: 10 de Novembro de 2010, 11:27:58 »
Então diante do que você expôs Adriano eu pergunto:

O sucesso é tão importante assim ao ponto de dividir nossa sociedade em duas classes, a dos bem-sucedidos e a dos mal-sucedidos?

Essa divisão se justifica?

A existência do conceito "sucesso" inerentemente faz isso, a menos que o parâmetro para "sucesso" seja próximo de 0, e todos sejam bem sucedidos.

Offline Adriano

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Re: A ciência do sucesso
« Resposta #53 Online: 10 de Novembro de 2010, 19:23:56 »
Então diante do que você expôs Adriano eu pergunto:

O sucesso é tão importante assim ao ponto de dividir nossa sociedade em duas classes, a dos bem-sucedidos e a dos mal-sucedidos?

Essa divisão se justifica?

A existência do conceito "sucesso" inerentemente faz isso, a menos que o parâmetro para "sucesso" seja próximo de 0, e todos sejam bem sucedidos.
É só utilizar a comparação biológica de que todas as espécies atuais são igualmente bem sucedidas evolutivamente por estarem vivas e não extintas e aplicar aos indivíduos. Todas as pessoas que estão vivas, segundo Dawkins, ganharam um grande prêmio na loteria, que é o prêmio do nascimento e de existir como ser humano. Ou fazer como Sagan na metáfora do pálido ponto azul e dizer que nós não somos nada diante do universo. Pronto, iguala a todos!  :lol:

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Offline Adriano

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Re: A ciência do sucesso
« Resposta #54 Online: 11 de Novembro de 2010, 06:49:02 »
Citação de: Dawkins
O êxito desses adultos em sobreviver e se reproduzir influencia a sobrevivência, no reservatório gênico, daqueles genes que fizeram diferença para o sucesso ou o fracasso. E isso é seleção natural.
Comentando sobre a embriologia, Dawkins cita o sucesso individual do organismo e a sua influência no sucesso do reservatório gênico. Interessante notar que apesar de desenvolver o conceito de gene egoísta, o autor também trabalha com o de gene altruísta. O que muda é a perspectiva da espécie ou a perspectiva dos individuos que colaboram entre si para a melhoria da espécie.

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Offline -Huxley-

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Re: A ciência do sucesso
« Resposta #55 Online: 12 de Novembro de 2010, 18:52:35 »
Esse conceito de sucesso do Adriano me dá arrepios.

Se ser uma pessoa bem sucedida no trabalho de contribuir para a toda a sociedade é suficiente para considerá-la um sucesso, então a infelicidade é totalmente compatível com o sucesso. Quantas pessoas não tem aquilo que consideram um ótimo trabalho, mas o gasto de tempo despedido com ele o obriga a ignorar a família e os amigos? Quantas pessoas perdem a saúde por causa do trabalho? Ou pagam alguém para tomar conta dos filhos?

Sucesso é conseguir resultados felizes perseguindo os seus próprios objetivos, não os dos outros. Na vida, é necessário haver um equilíbrio entre os benefícios do trabalho e do lazer. Se uma pessoa tem pavor ao processo necessário para realizar grandes façanhas (embora até goste da ideia de ser respeitado por isso), é muito melhor para ela morrer feliz no anonimato.

Offline Adriano

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Re: A ciência do sucesso
« Resposta #56 Online: 12 de Novembro de 2010, 19:04:41 »
Você não me entendeu. Não coloquei uma contradição entre o sucesso subjetivo e pessoal com o sucesso validado socialmente e históricamente, como nos casos de genialidade. Normalmente é a interação entre esta inteligência intrapessoal e outros tipos de inteligência que perfazem essa condição mais geral de sucesso.

A teoria das inteligências múltiplas aborda bem os diversos tipos possíveis de sucesso, que seriam as áreas onde uma valorização do indivíduo é considerado inteligência devido o destaque em áreas valorizas socialmente.


 
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Offline Mr."A"

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Re: A ciência do sucesso
« Resposta #57 Online: 16 de Novembro de 2010, 14:24:11 »
A pseudociência do sucesso.
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Offline Mr."A"

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Re: A ciência do sucesso
« Resposta #58 Online: 16 de Novembro de 2010, 14:29:39 »
Fiquei bastante curioso sobre essa história de "universidades respeitadas" lecionarem essa tal de PNL como componente curricular. Quais são essas universidades? É no Brasil? Em que cursos ela é lecionada? Qual o diploma de quem ministra essas disciplinas? Tem barema específico? Quais são os pontos da seleção?

Me dá mesmo essa curiosidade, pois no mundo da lingüística, o cocneito de "neurolingüística" nada tem a ver com o que traz essa PNL. Em quase quatro anos atuando na área, nunca ouvi falar disso.
« Última modificação: 16 de Novembro de 2010, 14:36:41 por Acolon »
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Offline Mr. Mustard

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Re: A ciência do sucesso
« Resposta #59 Online: 16 de Novembro de 2010, 14:48:04 »
Eu nem sei por onde começar sobre esta história de "Ciência do Sucesso".

Na minha opinião, não servimos para nada, somos (e continuamos sendo) um resultado evolutivo que utiliza sua inteligência consciente na transformação de recursos naturais.

Há quem diga que a descoberta do fogo é um sucesso.
Há quem diga que o Justin Bieber é um sucesso.

O primeiro serve para mil coisas.
O segundo não serve para nada, exceto para entreterimento.

Mas aí caimos naquele conversa de coletividade... Bah... Tô fora. É um assunto micro demais... Sucesso pode ser se tornar um monge budista, ou pode ser se tornar um Executivo de sucesso, ou... ou... ou...

Pessoal demais.

Offline Adriano

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Re: A ciência do sucesso
« Resposta #60 Online: 16 de Novembro de 2010, 22:03:31 »
Eu na verdade entendo muito mais do fracasso, principalmente do fracasso econômico e acadêmico. Por isso acredito que minha realidade existencial influência muito o meu modo de pensar político. O aspecto em que me considero como um indivíduo de sucesso é o de utilizar muito bem a internet para o meu aprendizado autodidata, fazendo com que eu tenha até uma certa ojeriza com o mundo acadêmico, principalmente por não me ser acessível da maneira que eu gostaria.

Com a internet sou livre para aprender o que realmente gosto e me ajudou no interpessoal também) e principalmente para aprender sobre a própria internet, que gosto tanto também     :mestre:
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Offline Sergiomgbr

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Re:A ciência do sucesso
« Resposta #61 Online: 13 de Janeiro de 2019, 22:00:17 »
Livros de auto ajuda se propõem ser um gatilho para iniciar algo de impactante e decisivo na vida de alguém, mas o fato é que qualquer coisa pode ser esse gatilho, desde uma fábula de Esopo até um choque de 220 volts.

Offline JJ

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Re:A ciência do sucesso
« Resposta #62 Online: 13 de Janeiro de 2019, 22:27:03 »
Livros de auto ajuda se propõem ser um gatilho para iniciar algo de impactante e decisivo na vida de alguém, mas o fato é que qualquer coisa pode ser esse gatilho, desde uma fábula de Esopo até um choque de 220 volts.


No caso do choque a voltagem pode até ser  220 volts, mas é bom que tenha uma boa resistência, de modo que a amperagem seja pequena, e que de preferência o caminho da corrente não passe pelo coração. Caso contrário o resultado poderá ser caixão.



Offline Sergiomgbr

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Re:A ciência do sucesso
« Resposta #63 Online: 14 de Janeiro de 2019, 01:17:07 »
Seria deveras impactante e decisivo, né?

Offline JJ

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Re:A ciência do sucesso
« Resposta #64 Online: 14 de Janeiro de 2019, 08:30:18 »
Seria deveras impactante e decisivo, né?


Depende da intensidade da corrente, e do caminho que ela percorre no corpo.

Offline Sergiomgbr

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Re:A ciência do sucesso
« Resposta #65 Online: 14 de Janeiro de 2019, 12:32:02 »
Sim, morrer seria a impactação máxima e decisiva. Seria sim!

 

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