Autor Tópico: Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil  (Lida 5037 vezes)

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Offline Lucks

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #25 Online: 08 de Janeiro de 2013, 16:50:25 »
Vejo esse avanço como uma morte de uma estrela.
Primeiro expande ao máximo e depois se consome...

O problema fica para os planetas que estão na zona de expansão, ou seja... nós!

Humor-negro-ateu-nerd!
:)

Offline JohnnyRivers

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #26 Online: 08 de Janeiro de 2013, 16:56:34 »
Vejo esse avanço como uma morte de uma estrela.
Primeiro expande ao máximo e depois se consome...

O problema fica para os planetas que estão na zona de expansão, ou seja... nós!

Humor-negro-ateu-nerd!

Nem precisa ser ateu pra pensar assim.. :lol:

O Brasil se divide em 22% de evangélicos e 78% de pactuantes com o demônio (prováveis filhos dele).

"Que homem é um homem que não torna o mundo melhor?"

"What do we need? Where do we go when we get where we don't know?
  Why should we doubt the virgin white of fallen snow when faith's our shelter from the cold?"
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Offline JohnnyRivers

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #28 Online: 09 de Janeiro de 2013, 00:11:24 »
Os católicos de modo geral têm pacto com o cão?

(na visão evangélica)

Lógico que falei brincando....em partes. Esqueci do segundo smiley.







"Que homem é um homem que não torna o mundo melhor?"

"What do we need? Where do we go when we get where we don't know?
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Offline Buckaroo Banzai

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #29 Online: 09 de Janeiro de 2013, 00:23:57 »
Mas poderia ser mesmo, sei lá. Por exemplo poderiam falar que cultuar santos é na prática cultuar demônios "disfarçados". Acho que já ouvi falarem isso de candomblé/santeria/macumba, onde isso é de certa forma mais "verídico". Acho que santos no catolicismo puro acusam só de ser uma forma de politeísmo.

Offline Hold the Door

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #30 Online: 09 de Janeiro de 2013, 00:28:16 »
Mas poderia ser mesmo, sei lá. Por exemplo poderiam falar que cultuar santos é na prática cultuar demônios "disfarçados". Acho que já ouvi falarem isso de candomblé/santeria/macumba, onde isso é de certa forma mais "verídico". Acho que santos no catolicismo puro acusam só de ser uma forma de politeísmo.

Já vi vários neopentecostais falando que a ICAR desvirtuou a verdadeira igreja de Cristo e os papas são representantes da Besta e, portanto, quem segue a ICAR está condenado ao inferno.
Hold the door! Hold the door! Ho the door! Ho d-door! Ho door! Hodoor! Hodor! Hodor! Hodor... Hodor...

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #31 Online: 09 de Janeiro de 2013, 00:30:36 »
Que estão condenados ao inferno acho que já cansei de ouvir. :biglol:

Dos papas serem representantes da Besta eu acho que ainda não tinha ouvido. Mais comum é ver católicos mesmo especulando se o papa é  ou será o "anti-papa".

Offline Gaúcho

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #32 Online: 09 de Janeiro de 2013, 01:59:17 »
Dessa vez eu concordo com os evangélicos: o papa é o representante de um monte de besta. :P
"— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras." Sérgio Moro

Offline Fernando Silva

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #33 Online: 05 de Setembro de 2019, 09:45:56 »
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Música sacra afro-brasileira enfrenta resistência de alunos evangélicos na Escola de Música da UFRJ

Professores contam que polêmica inclui obras de compositores como Villa-Lobos e Francisco Mignone

Leonardo Lichote  05/09/2019

 RIO - Andrea Adour, professora de Canto da Escola de Música da UFRJ, propõe o estudo das "Toadas de Xangô" de Guerra Peixe para sua turma. Um aluno, evangélico, reage:

— E se eu receber alguma entidade?

Andrea explica que o universidade não é um espaço de rito, de prática religiosa, e que aquela música entra ali como arte, vista de uma perspectiva laica, de conhecimento. O aluno entende e aceita cantar a peça —  e outras de caráter sacro de matriz afrobrasileira apresentadas ao longo do curso.

Conflitos do tipo têm sido comuns ali — nem sempre, porém, com a mesma contemporização. Professores e alunos da Escola de Música contam que o estudo do repertório sacro hoje enfrenta esse desafio — há alunos que se manifestam e marcam resistência na própria sala de aula e outros que simplesmente trancam matrícula em determinadas disciplinas para evitar se deparar com um repertório que seja contra suas convicções religiosas (procurados pela reportagem, nenhum desses estudantes quis ser entrevistado).

— É comum alunos de formação religiosa mais fechada questionarem, se recusarem a cantar, quando apresentamos alguma obra que usa termos de origem afro, referindo-se a entidades como Oxalá, Oxum — conta Valéria Matos, professora de Regência Coral da UFRJ.

O estudante Paulo Maria, 19 anos, negro e evangélico, identifica racismo na reação à música sacra de temática afrobrasileira: 'Quando canto peças que se referem a religiões afrobrasileiras, canto como artista. Mas essa situação faz parte da História brasileira. O negro foi feito escravo, a cultura afro foi jogada de lado pelos europeus' Foto: Guito Moreto / Agência O Globo

A relação de músicas que provocam reações passa por obras de compositores como Francisco Mignone e Villa-Lobos.

— Tivemos polêmica com "Cânticos de Obaluayê", de Francisco Mignone, "Abalogun", de Waldemar Henrique, "Xangô", de Villa- Lobos. E até com músicas que não falam de orixás, mas que têm palavras como "macumba", como é o caso de "Estrela é lua nova", de Villa-Lobos — lista Andrea, que coordena o Africanias, grupo de pesquisa de repertório brasileiro, com ênfase nas influências negra e indígena.
https://oglobo.globo.com/cultura/musica/musica-sacra-afro-brasileira-enfrenta-resistencia-de-alunos-evangelicos-na-escola-de-musica-da-ufrj-23906215

Offline Pedro Reis

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #34 Online: 05 de Setembro de 2019, 10:57:49 »
Estão idiotizando o Brasil.

Pior é o "bonde de Cristo". Traficantes que se converteram e agora perseguem praticantes da macumba.

Online Sergiomgbr

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #35 Online: 05 de Setembro de 2019, 15:29:13 »
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Música sacra afro-brasileira enfrenta resistência de alunos evangélicos na Escola de Música da UFRJ

Professores contam que polêmica inclui obras de compositores como Villa-Lobos e Francisco Mignone

Leonardo Lichote  05/09/2019

 RIO - Andrea Adour, professora de Canto da Escola de Música da UFRJ, propõe o estudo das "Toadas de Xangô" de Guerra Peixe para sua turma. Um aluno, evangélico, reage:

— E se eu receber alguma entidade?

Andrea explica que o universidade não é um espaço de rito, de prática religiosa, e que aquela música entra ali como arte, vista de uma perspectiva laica, de conhecimento. O aluno entende e aceita cantar a peça —  e outras de caráter sacro de matriz afrobrasileira apresentadas ao longo do curso.

Conflitos do tipo têm sido comuns ali — nem sempre, porém, com a mesma contemporização. Professores e alunos da Escola de Música contam que o estudo do repertório sacro hoje enfrenta esse desafio — há alunos que se manifestam e marcam resistência na própria sala de aula e outros que simplesmente trancam matrícula em determinadas disciplinas para evitar se deparar com um repertório que seja contra suas convicções religiosas (procurados pela reportagem, nenhum desses estudantes quis ser entrevistado).

— É comum alunos de formação religiosa mais fechada questionarem, se recusarem a cantar, quando apresentamos alguma obra que usa termos de origem afro, referindo-se a entidades como Oxalá, Oxum — conta Valéria Matos, professora de Regência Coral da UFRJ.

O estudante Paulo Maria, 19 anos, negro e evangélico, identifica racismo na reação à música sacra de temática afrobrasileira: 'Quando canto peças que se referem a religiões afrobrasileiras, canto como artista. Mas essa situação faz parte da História brasileira. O negro foi feito escravo, a cultura afro foi jogada de lado pelos europeus' Foto: Guito Moreto / Agência O Globo

A relação de músicas que provocam reações passa por obras de compositores como Francisco Mignone e Villa-Lobos.

— Tivemos polêmica com "Cânticos de Obaluayê", de Francisco Mignone, "Abalogun", de Waldemar Henrique, "Xangô", de Villa- Lobos. E até com músicas que não falam de orixás, mas que têm palavras como "macumba", como é o caso de "Estrela é lua nova", de Villa-Lobos — lista Andrea, que coordena o Africanias, grupo de pesquisa de repertório brasileiro, com ênfase nas influências negra e indígena.
https://oglobo.globo.com/cultura/musica/musica-sacra-afro-brasileira-enfrenta-resistencia-de-alunos-evangelicos-na-escola-de-musica-da-ufrj-23906215
O que fica evidente nessa questão é o quanto todo mundo que age ou se expressa enviesadamente por causa de alguma ideologia se torna racionalmente capenga, mas a expressão maior dessa condição não são os alunos que tem reservas quanto as músicas que não estão em conformidade com suas convicções(e nesse ponto até justificados, já que muita gente torce o nariz para o compositor Wagner por causa do Nazismo, por exemplo), mas a associação equivocada dessas com racismo pelo rapaz evangélico negro, isso sim, uma tremenda forçação de barra.
Até onde eu sei eu não sei.

Offline Gigaview

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #36 Online: 05 de Setembro de 2019, 21:06:30 »
Engraçado o medinho evangélico de receber uma entidade de origem africana...

Os evangélicos precisaram aceitar as entidades do candomblé/umbanda/etc para atrair fiéis combatendo-as espetacularmente nos cultos e na tv.

Criaram fantasmas para dominar os fiéis através do medo.
Brandolini's Bullshit Asymmetry Principle: "The amount of effort necessary to refute bullshit is an order of magnitude bigger than to produce it".

Offline Marciano

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #37 Online: 05 de Setembro de 2019, 23:19:06 »
Estão idiotizando o Brasil.

Pior é o "bonde de Cristo". Traficantes que se converteram e agora perseguem praticantes da macumba.

Ainda não entendi o porquê de posts antigos estarem sendo revisitados.

That being said, esse negócio de traficantes convertidos é bizarro, mas é real...
𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔

Offline Metatron

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #38 Online: 06 de Setembro de 2019, 07:55:47 »
Criaram fantasmas para dominar os fiéis através do medo.

Estamos vivendo a fase das religiões da subserviência: "Vontade de Deus", "Porque Deus quis", "Se Deus quiser"...
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Offline Geotecton

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #39 Online: 06 de Setembro de 2019, 09:16:01 »
Criaram fantasmas para dominar os fiéis através do medo.

Estamos vivendo a fase das religiões da subserviência: "Vontade de Deus", "Porque Deus quis", "Se Deus quiser"...

E qual foi a religião - e em que época - que não houve a subserviência perante uma divindade?
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Offline Andarilho-terrestre

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #40 Online: 06 de Setembro de 2019, 10:21:38 »
Engraçado o medinho evangélico de receber uma entidade de origem africana...

Os evangélicos precisaram aceitar as entidades do candomblé/umbanda/etc para atrair fiéis combatendo-as espetacularmente nos cultos e na tv.

Criaram fantasmas para dominar os fiéis através do medo.


Offline Gigaview

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #41 Online: 06 de Setembro de 2019, 11:15:53 »
Os evangélicos precisam do demônio, tanto quanto precisam de Deus. Sem o capeta todos estariam "salvos".

Logo pastores e igrejas existem por causa do demônio e Deus na sua onisciência sabe disso e com toda a sua onipotência não faz nada porque na sua infinita sabedoria reconhece que sem o capeta, até para ele, a existência seria eternamente monótona.
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Offline Metatron

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #42 Online: 06 de Setembro de 2019, 19:17:15 »
E qual foi a religião - e em que época - que não houve a subserviência perante uma divindade?

As primeiras manifestações religiosas foram as da religião do medo. Medo dos fenômenos naturais, das doenças, das pragas. Para tudo o que não se sabia explicar havia um deus.

Sacrificavam-se virgens e recém-nascidos para aplacar a ira dos deuses.

Depois vieram e se estabeleceram as religiões da subserviência, como citei acima. Com o desenvolvimento do conhecimento humano, já não se sacrifica mais. Porém, não se pode de forma alguma contestar seus dogmas, tem-se que aceitá-los calados sob pena do fogo eterno. (= subserviência)

Felizmente, agora, estamos entrando na era das religiões do espírito, onde não se submete mais e não se teme mais a nada e a ninguém.
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Offline Gigaview

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #43 Online: 06 de Setembro de 2019, 19:43:46 »
Citar
Felizmente, agora, estamos entrando na era das religiões do espírito, onde não se submete mais e não se teme mais a nada e a ninguém.

Bullshit. Continua a mesma gororoba. Os mesmos medos de sempre estão presentes apesar de todo papo furado. Só mudou a forma de se auto-iludir.
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Offline Gorducho

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #44 Online: 06 de Setembro de 2019, 19:44:40 »
Felizmente, agora, estamos entrando na era das religiões do espírito, onde não se submete mais e não se teme mais a nada e a ninguém.
:? Quais :?:
Tem estatísticas :?:
Pois que nem Islão — a religião que + cresce até onde eu saiba;
nem o Cristianismo Evangélico — a religião que + cresce na Latinoamerica e acredito que hoje seja a predominante na America;
se enquadram nesta S/Proposição
:?: :?: :?:
« Última modificação: 06 de Setembro de 2019, 19:55:00 por Gorducho »

Offline Fenrir

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Re:Um outro ponto de vista sobre a expansão evangélica no Brasil
« Resposta #45 Online: 06 de Setembro de 2019, 20:42:41 »
Dane-se esse evangelismo.
Tenho preconceito, conceito e posconceito contra.
Minha repulsa por eles é recíproca a repulsa deles por gente como eu.
E mando um dedo do meio para JC, para o deus mimadinho deles e para aquele desperdicio de papel pomposo que eles fingem que leem, fingem que entendem e gostam de citar como se fosse o suprasumo da sapiência.

"Heaven and Earth are not benevolent; They treat the myriad of creatures as straw dogs"
― Laozi

"No testimony is sufficient to establish a miracle, unless the testimony be of such a kind, that its falsehood would be more miraculous, than the fact, which it endeavors to establish"
― David Hume

“Never argue with an idiot. They will drag you down to their level and beat you with experience.”
― Mark Twain

 

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