Autor Tópico: Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.  (Lida 44847 vezes)

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Offline Mr. Mustard

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #150 Online: 04 de Setembro de 2014, 09:32:15 »
Não creio que a intenção destas civilizações muito antigas fosse deixar legados às civilizações do porvir (nós). As construções megalíticas apenas sobreviveram ao tempo.

O avanço tecnológico pode ser barrado (e esquecido) devido a grandes cataclismas devastadores. Uma guerra nuclear em tempos modernos, de ordem mundial, pode ser o nosso fim e também o fim da nossa atual tecnologia.

Caberia aos sobreviventes, se houver, iniciar tudo deste o mais remoto início.

Não sei se é verdade, mas certa vez perguntaram a Einstein, sendo ele um gênio da Física, como seria a 3ª Guerra Mundial. Ele pensou, pensou e respondeu: “Como será a 3ª Guerra Mundial eu não sei, mas a 4ª certamente será de arco-e-flecha.”

Oras bolas Metraton, mas isto não faz muito sentido, veja:

a) Um cataclismo deixaria inúmeras evidências, e mesmo que nuclear, não deixaria uma pirâmide de pé ou se deixaria, restaria muito pouco;
b) Não possível crer que uma construção como a Esfinge, por exemplo, permaneceria de pé após um cataclismo, visto que se trata de uma construção com ângulos frágeis;
c) Seria muito conveniente, por uma questão de localização geográfica, apenas "algumas" construções permanecessem intactas ou com pouquíssimos danos;
d) Também seria muito conveniente um êxodo total para outra região, onde o tal cataclismo afetasse somente a civilização avançada e não as construções;
e) E por se falar em civilização avançada, eles estavam exatamente na hora errada e no lugar errado, longe das construções intencionalmente para preservar um quebra-cabeças futuro?

Olha, existem muitas falhas (creio eu) no argumento de civilização avançada. Há questões geográficas que não batem, até mesmo vestígios de um cataclismo que pudessem sustentar a preservação de uma ou outra construção da maneira tão espetacular que elas hoje se encontram.


Offline Brienne of Tarth

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #151 Online: 04 de Setembro de 2014, 12:02:35 »
GNOSE

Offline Contini

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #152 Online: 04 de Setembro de 2014, 13:48:43 »
Como fizeram para transportar os monólitos de 60 t pelo rio?

Em barcos?
http://www.todooceu.com/detalhamento/superficie_terra.htm
Durante as cheias do Nilo?
http://www.egitoantigo.net/necropole-de-gize.html
Bah!!

Essas teorias não parecem boas para mim, não acredito nelas.

Muito mais provável que tenha sido através de uma tecnologia desconhecida de uma civilização avançadíssima que não deixou nenhuma evidencia de sua existência! 

Voces céticos tem a mente fechada e não conseguem ver o complô mundial para esconder esses fatos, alem de seguirem cegamente uma comunidade de cientistas que estão acomodados e tem medo de seguir outras hipóteses...   ::)

A resposta deve ser alguma coisa nesse rumo
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Offline Brienne of Tarth

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #153 Online: 04 de Setembro de 2014, 14:32:31 »
 :histeria: :histeria: :histeria:
GNOSE

Offline Metatron

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #154 Online: 05 de Setembro de 2014, 10:10:56 »
Ok. Tudo o que eu tinha para dizer, acredito que já disse. Não quero me tornar repetitivo...

Abraços a todos e agradeço uma vez mais pelo interessante debate!

"Faça amor, não faça a guerra."

Offline Mr. Mustard

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #155 Online: 05 de Setembro de 2014, 10:57:17 »
Ok. Tudo o que eu tinha para dizer, acredito que já disse. Não quero me tornar repetitivo...
Abraços a todos e agradeço uma vez mais pelo interessante debate!

Ué... Mas fica aquela coisa: "Eu já disse o que eu acho, ponto final",
Isto não seria necessariamente um debate, mas se você não quer continuar, tudo bem.

Offline Contini

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #156 Online: 05 de Setembro de 2014, 21:06:14 »
Ok. Tudo o que eu tinha para dizer, acredito que já disse. Não quero me tornar repetitivo...
Abraços a todos e agradeço uma vez mais pelo interessante debate!

Ué... Mas fica aquela coisa: "Eu já disse o que eu acho, ponto final",
Isto não seria necessariamente um debate, mas se você não quer continuar, tudo bem.

Faça como a maioria do pessoal seguidor de pseudociências e afins.
Tenta de novo mais pra frente, quando o pessoal começar a esquecer o assunto e tiver gente nova  para voce postar suas crenças.  :ok:
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Offline Geotecton

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #157 Online: 07 de Setembro de 2014, 12:34:30 »
Quanto ao uso de pedras e não de algum material tecnologicamente avançado, não sei dizer o porquê. Já ouvi dizer que as pedras eram fabricadas (geopolímeros), o que por si só já é algo fascinante.
Você "ouviu dizer"? Que pitoresco!

Foi de algum especialista (geólogo)? Se a resposta for "sim", peça para ele apresentar o artigo para que eu possa analisa-lo.

E, apenas por curiosidade, como você distingue uma rocha de um "geopolímero" (sic)?
Geopolímeros

Caro Metatron

Chegastes a ler e entender os dois links que postastes em relação a este segmento do assunto que estamos discutindo, qual seja, a composição mineralógica e petrológica dos blocos das pirâmides egípcias?

Parece que não!

Então tentarei lhe esclarecer, explicando de forma didática.

Das fontes realmente científicas que eu apurei, todas mencionam que os blocos são constituídos de granitos e variantes mineralogicamente similares, ou seja, apresentam cristais bem formados e de granulação ao menos média de quartzo, micas (geralmente biotita), feldspatos (principalmente microclina e plagioclásio) e anfibólio (hornblenda); dispostos em uma estrutura principalmente do tipo granoblástica. Visualmente isto pode ser assim apresentado, em escala de fotografia de secção delgada:

http://uploaddeimagens.com.br/imagens/microfotografia_de_granito-jpg


Mas, segundo você, há "pesquisadores" que afirmam que os blocos das pirâmides são de "geopolímeros". Para suportar a sua crença você forneceu dois links, sendo que o primeiro (infra) link foi para mostrar o que são "geopolímeros". Pois muito bem, eis o que a sua fonte afirma sobre "geopolímeros":

Citação de: engenhariacivil.wordpress.com
O termo geopolímero foi introduzido por Davidovits para representar polimeros de origem mineral resultantes da investigação geoquímica. O processo de geopolímerização envolve uma reacção química que se produz num meio altamente alcalino onde certos minerais como a sílica e a alumina irão reagir criando polimeros com ligações do tipo Si-O-Al-O.

A composição química dos geopolímeros é similar à dos zeólitos embora demonstre possuir uma microestrutura amorfa. Os zeólitos são um conjunto de alumino-silicatos cristalinos hidratados de metais alcalinos. A sua estrutura química é essencialmente constituída por tetraedros de silica e alumina ligados entre eles por iões de oxigénio. Os zeólitos encontram-se na Natureza quando, por exemplo, existe a deposição de cinzas vulcânicas em meio líquido com elevada alcalinade ou quando há inundações de depósitos de cinzas vulcânicas por águas com elevada alcalinidade (água com elevado teor de sódio sob a forma de carbonato ou bicarbonato).

O processo de endurecimento e de ganho de resistência ainda se encontra sob investigação. O mecanismo de geopolímerização consiste na dissolução, transporte ou orientação e policondensação ocorrendo através de uma reacção exotérmica. O material de origem do geopolímero contém um elevado teor de sílica e alumina e é activado por um líquido de elevada alcalinidade.

O produto final é um material polimérico que se encontra num estado amorfo e possui excelentes propriedades em termos de resistência mecânica e durabilidade. A qualidade do geopolímero depende essencialmente da natureza do material de origem. Caso sejam produtos obtidos por calcinação, como por exemplo o metacaulino (caulino calcinado) ou cinzas volantes, o geoplímero possuirá boas características de resistência quando comparados com outro produtos de origem não calcinados, com o caulino. O activador (substância alcalina) pode ser simples ou composto. A diferença reside no facto de se utilizar um activador constituído por uma única substância ou por várias.

De todo o texto quero destacar este trecho, especialmente o excerto em negrito

Citação de: engenhariacivil.wordpress.com
O termo geopolímero foi introduzido por Davidovits para representar polimeros de origem mineral resultantes da investigação geoquímica. O processo de geopolímerização envolve uma reacção química que se produz num meio altamente alcalino onde certos minerais como a sílica e a alumina irão reagir criando polimeros com ligações do tipo Si-O-Al-O.

A composição química dos geopolímeros é similar à dos zeólitos embora demonstre possuir uma microestrutura amorfa. Os zeólitos são um conjunto de alumino-silicatos cristalinos hidratados de metais alcalinos. A sua estrutura química é essencialmente constituída por tetraedros de silica e alumina ligados entre eles por iões de oxigénio. Os zeólitos encontram-se na Natureza quando, por exemplo, existe a deposição de cinzas vulcânicas em meio líquido com elevada alcalinade ou quando há inundações de depósitos de cinzas vulcânicas por águas com elevada alcalinidade (água com elevado teor de sódio sob a forma de carbonato ou bicarbonato).
[...]

Neste caso, o conjunto seria monominerálico (só um mineral), sob a forma de cristais de granulação muito fina, dispostos em uma estrutura do tipo nematoblástica. Visualmente, o geopolímero supra seria similar a isto, em escala de fotografia de secção delgada:

http://uploaddeimagens.com.br/imagens/zeolita_em_obsidiana-jpg


Então, meu caro Metatron, se os blocos das pirâmides são "geopolímeros" certamente não são semelhantes aos do link que você postou. E "não", os blocos não são "geopolímeros" porque neles podem ser observadas feições que apenas as rochas e os seus minerais apresentam, tais como maclas, estruturas de crescimento intersticial e de re-solubilizações, entre outras.

Mas, mesmo sem dar suporte para a sua interpretação, o primeiro link ainda tem respeitabilidade. O mesmo não pode ser dito do segundo, que apresenta, inclusive, "conclusões" que se opõe ao primeiro link postado por você, especialmente neste trecho:

Citar
[...]
A composição das pedras das pirâmides é “bem mais complexa do que aquelas das pedras das pedreiras” de Toura e de Maadi, de onde teriam sido extraídos os elementos da pirâmide de Gizé. As pedras das pirâmides seriam geopolímeros, ressaltou a revista, citando os trabalhos de Gilles Hug, do Escritório Nacional de Estudos e de Pesquisas Aeroespaciais (Onera), e Michel Barsoum, da Universidade de Drexel, na Filadélfia (EUA).
[...]

A composição dos "geopolímeros" do primeiro link é bem menos complexa em termos de variação da mineralogia, de texturas e de estruturas do que as rochas dos blocos.


Citar
“As pedras das pirâmides do Egito podem ter sido fabricadas a partir de pedras sintéticas coladas como asfalto, estimaram cientistas na revista francesa “Science et Vie”.

A composição das pedras das pirâmides é “bem mais complexa do que aquelas das pedras das pedreiras” de Toura e de Maadi, de onde teriam sido extraídos os elementos da pirâmide de Gizé. As pedras das pirâmides seriam geopolímeros, ressaltou a revista, citando os trabalhos de Gilles Hug, do Escritório Nacional de Estudos e de Pesquisas Aeroespaciais (Onera), e Michel Barsoum, da Universidade de Drexel, na Filadélfia (EUA).

Segundo os exames de raios X realizados por esses especialistas, “alguns microconstituintes dessas pedras apresentam traços de uma reação química rápida que não permitiram uma cristalização natural (…), uma reação inexplicável se considerarmos pedras talhadas, mas perfeitamente compreensível se pensarmos que as pedras foram coladas como asfalto”, acrescentou.

Diferentes técnicas de microscópio eletrônico mostraram que “os espectros de difração das pedras das pirâmides diferem nitidamente daqueles das pedras de pedreiras”, continuou a “Science et Vie”.

Para um outro especialista, o químico Joseph Davidovits, que defende há 30 anos a tese do asfalto de geopolímero para a edificação dos túmulos dos faraós, blocos de calcário natural reconstituído teriam sido colados no local.

Eles podem ter sido formados com “entre 93% e 97% de elementos de calcário natural e entre 3% e 7% de material de ligação”, como argila caolinítica, um silicoaluminato que se desagrega na água e ao qual teria sido adicionada cal apagada, explicou a revista.

Um quarto cientista, o físico Guy Dumortier, das Faculdades Universitárias Notre-Dame de la Paix de Namur (Bélgica), também defendeu, na “Science et Vie”, a teoria da pedra aglomerada. De fato, ele detectou um teor bem mais elevado do que o natural de flúor, silício, magnésio e sódio.

“Sem querer desagradar os egiptólogos, a utilização de geopolímero para a construção de pirâmides é mais verossímil”, assegurou.  (http://tecnocientista.info/hype.asp?cod=3782)

Por fim, eu procurei pelos artigos mencionados no texto supra (reproduzido na íntegra, por você) e não achei nenhum deles em revistas científicas, que chegasse às conclusões de que seriam "geopolímeros". Você poderia apresentá-los?
« Última modificação: 17 de Setembro de 2014, 00:26:11 por Geotecton »
Foto USGS

Offline Contini

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #158 Online: 10 de Setembro de 2014, 16:50:26 »
Bazinga!!!
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Offline Gigaview

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #159 Online: 13 de Setembro de 2014, 16:36:53 »
Brandolini's Bullshit Asymmetry Principle: "The amount of effort necessary to refute bullshit is an order of magnitude bigger than to produce it".

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #160 Online: 28 de Setembro de 2014, 02:29:52 »

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The Mangbetu people had a distinctive look and this was partly due to their elongated heads. At birth the heads of babies’ were tightly wrapped with cloth in order to give their heads the elongated look. The custom of skull elongation called by the natives Lipombo, was a status symbol among the Mangbetu ruling classes, it denoted majesty, beauty, power and higher intelligence. Deformation usually begins just a month after birth for the next couple of years until the desired shape has been reached or the child rejects the apparatus.

The practice began dying out in the 1950s with the arrival of more Europeans and westernization. It was also outlawed by the Belgian government, who ruled over colonial Congo.

http://rarehistoricalphotos.com/elongated-head-ideal-beauty-among-mangbetu-people-1930/
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Offline Gigaview

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #161 Online: 28 de Setembro de 2014, 02:32:14 »
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Offline Gigaview

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #163 Online: 28 de Setembro de 2014, 09:40:21 »
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Paracas Elongated Skulls New DNA Tests Reveal Shocking Information

http://guardianlv.com/2014/04/paracas-elongated-skulls-new-dna-info-reveal-shocking-information/#cPt9WjLBxgbDcWco.99

A new test performed on the Paracas Elongated Skulls has shown some shocking information about their DNA. Paracas, Peru is located in the Inca Region on the southern coast of the country and it is home to ground breaking discoveries such as the one back in 1928 by Julio Tello where a colossal graveyard was discovered that containing many tombs that were filled up with the remnants of individuals who had strange elongated skulls. Those bones are now known as the famed Paracas Skulls.

The new DNA examination performed on some of the three thousand year old skulls revealed shocking information that they might not have even come from known human beings at all but instead from a totally new human or possibly even alien species, explained one of the Paracas Museum subordinate directors, Brian Foerster.

Foerster, who has a touring agency as well in Peru and has penned nearly a dozen books on prehistoric history, explained that he found a geneticist that tested and also verified numerous different skull sections and discovered that the skulls have some sort of modified DNA which fails to match up with any identified genetic DNA material in GenBank. That is an open categorization database which contains every single piece of all recognized genetic records in the entire world.

The anonymous geneticist explained to Foerster that the DNA had mitochondrial DNA with various types of mutations that were totally unfamiliar in any primate, human or otherwise known to date. But if a couple of the fragments he was able to gather DNA sequencing from the sample actually show that these transformations they are dealing with is some sort of a new humanoid creature, it will be extremely distant from Neanderthals, Homo sapiens and Denisovans. In fact it is not known if it will even be able to fit on the evolutionary tree as it is known at the present.

However Foerster explains that the geneticist who stated all this, does hired work for the United States Government from time to time. He explained the geneticist wants to go public with his amazing findings but not just yet. Before he does so, he wants to be absolutely sure all the tests come back with his theory proven conclusively.

It has always been believed that the skulls were an elongated shaped due to some sort of cranial malformation, where the heads were forced to be flattened out so they would grow in the odd shapes, but Foerster does not think so with the skulls of Paracas.

He says that from doctors he has talked to, they have told him it is possible to change the shape of a skull but not increase the size. A skull is genetically programmed to already have a specific volume and that cannot be changed.

There are still a lot of tests to be done to verify what the skulls DNA is, but genetic studies cost much money. With the aid of attracted individuals over the past two years, Foerster has been able to raise nearly $7,100 in order to begin the first of the DNA testing, but a complete genome examination to authenticate the theory would cost over $100,000, so he is hopeful that other geneticists might be willing to donate both their time and equipment for the goodness of all humanity.

He states that he just wants to find out who these people really were. He knows that the findings from this will be enormous, no matter what the final results turn out to be. Paracas, Peru may end up being home to a species of humanoid that does not even fit on the evolutionary tree as it is now known. All because of the bones known as the famed Paracas Skulls.



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Calm down, the Paracas skulls are not from alien beings.
http://www.peruthisweek.com/blogs-calm-down-the-paracas-skulls-are-not-from-alien-beings-102258


Yesterday, I wrote an article about a set of genetic tests done on a sample from one of the famous elongated Paracas skulls, which are 3,000 years old and were found in southern Peru. The basic news was this: some genetic tests had found DNA in the skulls that was reportedly previously “unknown in any human, primate, or animal known so far.” The implication, helped by the distinctly B-movie “alien” appearance of the skulls, was that the skulls must contain extraterrestrial DNA. Scientists and archaeologists generally believe that the skulls’ strange appearance is the result of intentional deformation practiced by the Paracas culture.

I saw this story floating around in the paranormal blogosphere for a few days before I decided to report on it. I ignored it, frankly, until it was picked up by Yahoo! and the International Business Times, as well as a few smaller news sources around the world. So I wrote a short article, mostly because it was a silly story that was fun to write about after a morning of writing about human trafficking and illegal gold mining.

But I find this story really, really irritating. Don’t get me wrong, it’s not the alien part of this story that bothers me. I believe in the possibility of aliens. More than anything, it bothers me that established news sites apparently failed to do even cursory research on the background of the story before publishing it.

Let’s start with a quick talk about aliens. In an infinite universe, it seems foolhardy— even arrogant— to completely dismiss the idea of extraterrestrial life. There are so many galaxies, so many planets, so many suns; across the neverending expanse of space, one suspects that there must be another group of intelligent beings somewhere.

But suspect is the key word there. We have no credible evidence for the existence of alien civilizations. As Carl Sagan said, “Extraordinary claims require extraordinary evidence.” And claiming that the Paracas skulls are possibly alien is certainly extraordinary. So let’s look at the evidence— does it measure up?

Well, the short answer is no. First, consider the source: the preliminary results of genetic testing were announced by Brien Foerster, who is the assistant director of the Paracas History Museum.

That’s a pretty impressive title, and I’ll admit that it threw me. That title implies formal archaeological, curatorial, or history credentials, maybe a body of peer-reviewed research projects. That title implies that he has serious academic credibility, and that we should listen to his announcements about his areas of expertise.

None of this is true. Some pretty basic Google research turns up some facts about Foerster that cast his announcement in an entirely different light.

First, his academic credentials: by cobbling information together from the webpage of his company Hidden Inca Tours and his official Facebook page, it appears that he has a Bachelor of Science from the University of Victoria, in British Columbia, Canada. Foerster doesn’t offer any further information about his educational background, including his exact field of undergraduate study. I was unable to find any evidence of an advanced degree.

Foerster’s company, Hidden Inca Tours, is a travel agency that specializes in taking travelers on paranormal tours around the world, but focuses on Peru and the surrounding region. Foerster has also written a number of books on archaeology, including one called “The Enigma of Cranial Deformation: Elongated Skulls of the Ancients,” which he wrote with David Hatcher Childress. Vanderbilt University archaeologist Charles E. Orser once called Childress “one of the most flagrant violators of basic archaeological reasoning.”

So what about his role as assistant director at the Paracas History Museum? How did a paranormal tour operator get that job?

Well, first, the Paracas History Museum is a private museum. It’s owned by one Juan Navarro, who is also its director. Navarro is also listed on the Hidden Inca Tours webpage as a member of “Our Team of Experts.” I was unable to find any mention of academic credentials earned by Navarro, either.

My preoccupation with academic credentials is not meant to downplay the immense wisdom and experience possessed by many people who do not have undergraduate or post-grad degrees. Being smart does not require a college degree. Heck, it doesn’t require any kind of education at all; it’s an innate quality.

However, scientific expertise is not an innate quality. It is something that is gained through years of study and research, both of which are usually completed in an institution that awards successful students degrees upon graduation.

To be fair, I don’t have any special academic credentials that make me an expert in archaeology or genetics. But I’m not arguing that the data is flawed— we haven’t seen the full data, and I’m not qualified to speak on that— but I am arguing that a number of features of the announcement should warn us not to take Foerster’s announcement at face value.

That brings us to the strange nature of the announcement. Foerster announced the results personally, via internet, rather than through a scientifically reputable source.

There are a number of problems with the way he announced the preliminary results. Speaking to Discovery.com, science promoter and skeptic Sharon Hill said “This is an unconventional way of making ‘groundbreaking’ claims.”

Hill added “It’s not supported by a university, but by private funding. The initial findings were released in this unprofessional way (via Facebook, websites and an Internet radio interview) obviously because Foerster and the other researchers think this is very exciting news.”

Exciting news is one thing, but scientific credibility is another. “Science doesn’t work by social media,” said Hill. “Peer review is a critical part of science and the Paracas skulls proponents have taken a shortcut that completely undermines their credibility. Appealing to the public’s interest in this cultural practice we see as bizarre — skull deformation —instead of publishing the data for peer-review examination is not going to be acceptable to the scientific community.”

There’s also the matter of the testing itself. According to Foerster, the geneticist who discovered the allegedly never-before-seen DNA, wants to remain anonymous. If that’s not a red flag for the credibility of your research, I don’t know what is.

The final nail in this story’s coffin, for me, was the revelation that Foerster had appeared on the popular History Channel program “Ancient Aliens” multiple times. In yesterday’s article, I said that the scientific and archaeological communities generally regard “Ancient Aliens” as inaccurate.

“Inaccurate.” That was an understatement.

Archaeologist Keith Fitzpatrick-Matthews has this to say about “Ancient Aliens”:

“I find it incredible and frightening that a worldwide distributed television channel that bills itself as ‘The History Channel’ can broadcast such rubbish as Ancient Aliens. If it were an entertainment programme, I’d have fewer worries (although it would still make me cross); it is the implied authority of the channel (‘The History Channel’, not just any old ‘History Channel’) that makes the broadcast of this series so potentially damaging […] A channel that is making claims for its authoritative status, which offers educational resources, has a responsibility not to mislead its viewers (no doubt its executives think of them as ‘customers’). That responsibility is one that all makers and broadcasters of supposedly factual television have, but one that few of them take seriously: the responsibility to check facts.”

Foerster has not said explicitly that he believes the skulls are alien. In a YouTube interview, he said “My intent simply is to find the truth as to who these people were.”

That’s a noble goal. But if you really want to find out who the people of the Paracas culture were, speak to some archaeologists. Make your research transparent and available to the public. Have your data reviewed for journals with stringent requirements and high standards. Don’t use an historical oddity as a cheap hook for your tour company, or to sell books. If your goal is to help enrich humanity’s knowledge of our ancient past, then share your information with us instead of releasing only selected snippets of admittedly preliminary results. Otherwise, we have no reason to believe you.
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Offline Brienne of Tarth

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #164 Online: 29 de Setembro de 2014, 11:41:47 »
E aí ficam os sequelados que nem eu que não acreditam em aliens construtores de pirâmides, preferindo acreditar em coisas como cheia do Nilo, barcos, essas coisas de maluco... :stunned:
GNOSE

Offline Lion

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #165 Online: 13 de Novembro de 2014, 19:53:27 »
20% são mensagens de outra forma de vida??? Realmente, esses símbolos são misteriosos!  ::)

<a href="https://www.youtube.com/v/-gHTkw7D1yU" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/-gHTkw7D1yU</a>

Offline homemcinza

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #166 Online: 04 de Dezembro de 2014, 19:43:07 »
aos entendidos de física e engenharia, o que acham dessa?

<a href="https://www.youtube.com/v/kCx03ezFCfI" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/kCx03ezFCfI</a>
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Offline Gigaview

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #167 Online: 04 de Dezembro de 2014, 23:38:57 »
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aos entendidos de física e engenharia, o que acham dessa?

Parece que tudo faz sentido, mas...

(1) A construção da Grande Pirâmide foi consequência de um processo de aprendizado de uma engenharia de construção de pirâmides. Quero dizer que a tecnologia utilizada não foi desenvolvida para uma pirâmide específica mas decorre de experimentações certas e erradas que aconteceram ao longo de séculos em muitas outras pirâmides de tamanhos variados. Evidentemente, algumas tecnologias  possivelmente foram desenvolvidas para lidar com problemas e características específicas mas a engenharia de construção parece ser essencialmente a mesma.

(2) O uso de recursos hídricos sofisticados não aparece em registro algum indicando que nem foi ao menos tentado e nem é cogitado como hipótese arqueológica. Diversas inscrições de diferentes épocas, por outro lado,  ilustram o uso de processos, ferramentas e o transporte os blocos de pedra com uso de força humana.

<a href="https://www.youtube.com/v/xA_3BK0l6KM" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/xA_3BK0l6KM</a>

(3) A infraestrutura de recursos hídricos necessária à construção da pirâmide me parece tão grandiosa quanto à própria pirâmide. Ela requer domínio da construção de canais abertos, sistemas de impermeabilização e princípios de hidráulica desconhecidos na época.

(4) Essa infraestrutura de canais e construções de suporte teriam deixado evidências até os dias atuais, o que não acontece.

A melhor explicação que conheço é a proposta do engenheiro civil Jean-Pierre Houdin (http://en.wikipedia.org/wiki/Jean-Pierre_Houdin):


<a href="https://www.youtube.com/v/lasCXujNPfs&amp;list=PLf_5zbxiQ4cL42b9vyvGRugPP3eLYmbsq&amp;index=1" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/lasCXujNPfs&amp;list=PLf_5zbxiQ4cL42b9vyvGRugPP3eLYmbsq&amp;index=1</a>

<a href="https://www.youtube.com/v/YTgxGJfXRQ0&amp;list=PLf_5zbxiQ4cL42b9vyvGRugPP3eLYmbsq&amp;index=2" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/YTgxGJfXRQ0&amp;list=PLf_5zbxiQ4cL42b9vyvGRugPP3eLYmbsq&amp;index=2</a>

<a href="https://www.youtube.com/v/3NCK99mQUxw&amp;index=3&amp;list=PLf_5zbxiQ4cL42b9vyvGRugPP3eLYmbsq" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/3NCK99mQUxw&amp;index=3&amp;list=PLf_5zbxiQ4cL42b9vyvGRugPP3eLYmbsq</a>
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Offline homemcinza

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #168 Online: 05 de Dezembro de 2014, 17:58:25 »
Sim, eu já conhecia a teoria do Houdin.
E acho ela mais plausível e responde a muita ponta solta. Postei esta outra pois um amigo sugeriu.

Agora o vídeo que você postou...os caras teorizam ter havido Gigantes nas construções das pirâmides? Só por causa dos desenhos...
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Offline Geotecton

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #169 Online: 05 de Dezembro de 2014, 18:22:03 »
Sim, eu já conhecia a teoria do Houdin.
E acho ela mais plausível e responde a muita ponta solta. Postei esta outra pois um amigo sugeriu.

Agora o vídeo que você postou...os caras teorizam ter havido Gigantes nas construções das pirâmides? Só por causa dos desenhos...

E, neste caso, "gigantes" significam pessoas?

Se "sim', com qual altura?
Foto USGS

Offline homemcinza

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #170 Online: 06 de Dezembro de 2014, 00:59:35 »
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E, neste caso, "gigantes" significam pessoas?

Se "sim', com qual altura?

acho que se basearam nestas imagens pra afirmar isso:



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Offline Gigaview

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #171 Online: 06 de Dezembro de 2014, 04:32:28 »
Vamos aos fatos:

(1) Existem sarcófagos gigantes.

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O sarcófago de Merneptah, um faraó que viveu há 3.200 anos, tinha 4 metros de comprimento.
http://www.livescience.com/25282-largest-egyptian-sarcophagus.html

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Archaeologist Lyla Pinch Brock at work reconstructing a giant outer sarcophagus box belonging to Egyptian pharaoh Merneptah.







(2) Existem evidências físicas que comprovam os desenhos que relacionam gigantes com a construção das pirâmides.

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(3) É possível estimar o tamanho dos gigantes comparando-os com outros elementos conhecidos.

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(4) Gigantes construíram as pirâmides.

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Vamos examinar esses fatos sobre esta perspectiva: Os antigos egípcios usavam o tamanho para representar importância relativa de pessoas, objetos e animais. E isso sempre aconteceu em todas as épocas e em todas as culturas. Alguns exemplos de "gigantes" não egípicios.








Os  sarcófagos gigantes podem ser explicados da mesma forma. No caso de Merneptah, existe um encapsulamento de sarcófagos que os egiptólogos explicam utilizando referências aos Livro dos Mortos. O faraó tinha estatura normal.

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The mummy of Merneptah was encased in a series of four sarcophagi, set one within the other. After his tomb was robbed, more than 3,000 years ago, he was reburied elsewhere and his two outer sarcophagi boxes were broken up.
Credit: General Antiquites Egyptiennes du Musee du Caire: The Royal Mummies Le Caire, 1912, public domain

Em (2) existe distorção dos fatos e bad archeology. Na verdade, o que se afirma ser "pias gigantes" são na verdade "banheiras normais" para várias pessoas normais se banharem em conjunto.

O dedo mumificado pode ser fraude, mas também pode ter pertencido a um gigante verdadeiro da época pois gigantes existem, o que não temos evidências é de uma população de gigantes construtora de pirâmides.







« Última modificação: 06 de Dezembro de 2014, 11:47:43 por Gigaview »
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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #172 Online: 07 de Dezembro de 2014, 17:23:33 »
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aos entendidos de física e engenharia, o que acham dessa?

Parece que tudo faz sentido, mas...

(1) A construção da Grande Pirâmide foi consequência de um processo de aprendizado de uma engenharia de construção de pirâmides. Quero dizer que a tecnologia utilizada não foi desenvolvida para uma pirâmide específica mas decorre de experimentações certas e erradas que aconteceram ao longo de séculos em muitas outras pirâmides de tamanhos variados. Evidentemente, algumas tecnologias  possivelmente foram desenvolvidas para lidar com problemas e características específicas mas a engenharia de construção parece ser essencialmente a mesma.

(2) O uso de recursos hídricos sofisticados não aparece em registro algum indicando que nem foi ao menos tentado e nem é cogitado como hipótese arqueológica. Diversas inscrições de diferentes épocas, por outro lado,  ilustram o uso de processos, ferramentas e o transporte os blocos de pedra com uso de força humana.

...

(3) A infraestrutura de recursos hídricos necessária à construção da pirâmide me parece tão grandiosa quanto à própria pirâmide. Ela requer domínio da construção de canais abertos, sistemas de impermeabilização e princípios de hidráulica desconhecidos na época.

(4) Essa infraestrutura de canais e construções de suporte teriam deixado evidências até os dias atuais, o que não acontece.

A melhor explicação que conheço é a proposta do engenheiro civil Jean-Pierre Houdin (http://en.wikipedia.org/wiki/Jean-Pierre_Houdin):


...


Boa análise, eu já tinha visto o vídeo do sistema hídrico, mas conhecia o Houdin. Muito bom. Assiti o 1o, vou assistir os outros vídeos.  :ok:
Qualquer sistema de pensamento pode ser racional, pois basta que as suas conclusões não contrariem as suas premissas.

Mas isto não significa que este sistema de pensamento tenha correspondência com a realidade objetiva, sendo este o motivo pelo qual o conhecimento científico ser reconhecido como a única forma do homem estudar, explicar e compreender a Natureza.

Offline Agnoscetico

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #173 Online: 07 de Dezembro de 2014, 19:50:09 »
A teoria de COMO a Grande Pirâmide foi construída é boa, mas não explica QUEM a fez, nem quanto tempo levou para fazê-la.

Não importa quem a fez, o importante é em quanto tempo a fez. Qualquer que seja a técnica empregada, levaria SÉCULOS para terminá-la - o que eu acredito não seria interessante para nenhum faraó que desejasse utilizá-la como túmulo.

Eu pessoalmente NÃO acredito que tenham sido extraterrestres, mas sim uma civilização ANTERIOR à egípcia, com um conhecimento tecnológico tão ou mais avançado que a nossa atual civilização. Os egípcios apenas desfrutaram de Gisé, tentaram imitá-la com um certo sucesso (aprenderam com isso a talhar grandes monumentos em pedra) e só.

Tanto é assim, que não há um único papiro que relate a construção de Gisé, o que por si só já é um absurdo.

E a quantidade de pessoas usadas na mão-de-obra não diminuiria o tempo de construção?

Offline Zeichner

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #174 Online: 29 de Dezembro de 2014, 21:56:13 »
Sobre os "gigantes"nas imagens, temos como explicação a hierarquia de informação por contraste através do tamanho. Pessoas mais importantes ou objetos eram desenhados/esculpidos maiores,como forma de destacar no meio da composição.

As obras no passado era narrativas visuais, principalmente, e não reproduções pura e simples da realidade. Inferir existir gigantes é não conhecer milhares de anos de história da Arte onde a hiearquia de tamanho na composição foi largamente utilizado.


 

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