Autor Tópico: Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.  (Lida 18525 vezes)

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Online Lorentz

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #200 Online: 14 de Fevereiro de 2016, 16:17:04 »
Um amigo veio me falar da prova/evidência de alienígenas do passado na suméria e no... Egito.
Não pesquiso o assunto e não sei refutar. Agradeço se alguém quiser discutir.

A primeira questão seria que na suméria já conheciam todos os planetas do sistema solar, suas órbitas, etc.
O que achei foi um site ufologista o seguinte:
Citar
Eles tinham escritos específicos sobre o sistema solar, o que nos leva a crer na possibilidade de que os Sumérios conheciam todos os planetas do nosso sistema, sua ordem correta ao redor do sol, bem como seu tamanho e talvez até a cor de cada um. Eles chamavam Urano e Netuno de planetas gêmeos. Observe na figura abaixo


http://www.ufotvonline.com.br/arquivo-noticias/6-ciencia/18-os-sumerios-e-o-12-planeta.html


A outra é tudo o que ensinado na escola está errado, e que pesquisadores teriam demonstrado, por estratos geológicos e tal (Geotecton, help!!) que a grande esfinge teria sido construída não há poucos milhares de anos, mas há centenas de milhares.
 O que achei foi o seguinte:

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Cientistas mostram evidências geológicas: a grande Esfinge foi cerca de 800.000 anos atrás
http://www.semprequestione.com/2015/10/cientistas-mostram-evidencias.html#.VsBvrXUViko

Desculpem se já foram discutidas essas alegações nesse tópico.


Quando eu vi eu desconfiei que isso tinha relação com Zacharia Sitchin, e eu estava certo, pois o autor recomenda ler os livros dele no final do texto.

Eu vi uma vez um vídeo onde são refutadas várias alegações do Sitchin sobre os sumérios e demais civilizações antigas:

<a href="https://www.youtube.com/v/j9w-i5oZqaQ" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/j9w-i5oZqaQ</a>
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Offline Dr. Manhattan

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #201 Online: 14 de Fevereiro de 2016, 16:44:02 »
Sobre a esfinge, tenho uma dúvida que não tem nada a ver com alienígenas: vi um documentário em que foram apresentadas algumas "evidências" de que de fato ela seria mais antiga do que se pensa (mas Muito menos antiga que 800.000 anos). Uma hipótese apresentada no documentário era a de que ela originalmente representava uma divindade na forma de um leopardo ou leão, e que mais tarde um faraó resolveu mandar esculpir seu rosto na estátua, o que explicaria as proporções estranhas dela. Alguém sabe mais sobre isso?
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Alan Watts

Offline Gigaview

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #202 Online: 14 de Fevereiro de 2016, 17:51:27 »
Sobre a esfinge, tenho uma dúvida que não tem nada a ver com alienígenas: vi um documentário em que foram apresentadas algumas "evidências" de que de fato ela seria mais antiga do que se pensa (mas Muito menos antiga que 800.000 anos). Uma hipótese apresentada no documentário era a de que ela originalmente representava uma divindade na forma de um leopardo ou leão, e que mais tarde um faraó resolveu mandar esculpir seu rosto na estátua, o que explicaria as proporções estranhas dela. Alguém sabe mais sobre isso?

Sim.

http://www.robertschoch.com/sphinxcontent.html


Offline Geotecton

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #203 Online: 14 de Fevereiro de 2016, 23:18:01 »
Um amigo veio me falar da prova/evidência de alienígenas do passado na suméria e no... Egito.
Não pesquiso o assunto e não sei refutar. Agradeço se alguém quiser discutir.

A primeira questão seria que na suméria já conheciam todos os planetas do sistema solar, suas órbitas, etc.
O que achei foi um site ufologista o seguinte:
Citar
Eles tinham escritos específicos sobre o sistema solar, o que nos leva a crer na possibilidade de que os Sumérios conheciam todos os planetas do nosso sistema, sua ordem correta ao redor do sol, bem como seu tamanho e talvez até a cor de cada um. Eles chamavam Urano e Netuno de planetas gêmeos. Observe na figura abaixo


http://www.ufotvonline.com.br/arquivo-noticias/6-ciencia/18-os-sumerios-e-o-12-planeta.html

Há extensa bibliografia mostrando que os sumérios tinham um conhecimento avançado de uranografia, incluindo a posição de alguns dos grandes planetas. Mas não há nenhuma evidência de que eles conheciam os planetas além da órbita de Saturno, especialmente Plutão. E muito menos que sabiam o tamanho e a "cor" (sic!) deles.

Fonte desprezível, conhecimento limitado e interpretação fantasiosa.


A outra é tudo o que ensinado na escola está errado, e que pesquisadores teriam demonstrado, por estratos geológicos e tal (Geotecton, help!!) que a grande esfinge teria sido construída não há poucos milhares de anos, mas há centenas de milhares.
 O que achei foi o seguinte:

Citar
Cientistas mostram evidências geológicas: a grande Esfinge foi cerca de 800.000 anos atrás
http://www.semprequestione.com/2015/10/cientistas-mostram-evidencias.html#.VsBvrXUViko
[...]

Caro João da Ega.

Li o artigo dos dois pesquisadores ucranianos. Eles concluíram que a esfinge tem mais de 800.000 anos por causa da associação litológica no entorno da área da esfinge e de algumas estruturas nas rochas que a compõe, que eles associaram a mudanças no nível do mar no início do Pleistoceno.

E achei inacreditável a conclusão deles. Não porque os dados geológicos da área não estejam corretos mas sim porque eles creem que primeiro a esfinge foi construída e então sobre ela agiram as variações pleistocênicas do nível do mar, com os respectivos avanços e recuos da linha de costa, bem como das modificações geoquímicas e sedimentares costeiras.

A esfinge foi construída em situ sobre rochas sedimentares clasto-químicas (arenitos e calcários) cuja idade é justamente do pleistoceno. As estruturas que aparecem nela estavam lá antes dela ser construída, ou seja, são das próprias rochas quando estas ainda eram sedimentos inconsolidados.

Em uma analogia limitada. A conclusão deles foi como se alguém fosse a um prédio com placas de granito na fachada, pegasse algumas e fizesse a datação delas e aí afirmasse que o prédio tem a idade daquelas placas.
« Última modificação: 14 de Fevereiro de 2016, 23:56:23 por Geotecton »
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Offline João da Ega

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #204 Online: 15 de Fevereiro de 2016, 10:00:09 »

Caro João da Ega.

Li o artigo dos dois pesquisadores ucranianos. Eles concluíram que a esfinge tem mais de 800.000 anos por causa da associação litológica no entorno da área da esfinge e de algumas estruturas nas rochas que a compõe, que eles associaram a mudanças no nível do mar no início do Pleistoceno.

E achei inacreditável a conclusão deles. Não porque os dados geológicos da área não estejam corretos mas sim porque eles creem que primeiro a esfinge foi construída e então sobre ela agiram as variações pleistocênicas do nível do mar, com os respectivos avanços e recuos da linha de costa, bem como das modificações geoquímicas e sedimentares costeiras.

A esfinge foi construída em situ sobre rochas sedimentares clasto-químicas (arenitos e calcários) cuja idade é justamente do pleistoceno. As estruturas que aparecem nela estavam lá antes dela ser construída, ou seja, são das próprias rochas quando estas ainda eram sedimentos inconsolidados.

Em uma analogia limitada. A conclusão deles foi como se alguém fosse a um prédio com placas de granito na fachada, pegasse algumas e fizesse a datação delas e aí afirmasse que o prédio tem a idade daquelas placas.

Obrigado, Geotecton.

Quando você fala que leu o artigo dos pesquisadores, isso é literalmente, né? leu o próprio artigo "científico", certo?
porque no texto cujo link postei o que eu entendi é que eles concluíram que a idade da construção da esfinge seria de 800 milanos se baseando em ondulações própria na esfinge, e não no terreno onde ela esta construída (se o argumento for datar a idade do prédio a partir do terreno, é um argumento muito pueril, risível até).

Citar
Estudiosos ucranianos focaram no terreno ondulado da Esfinge que exibe um misterioso padrão. Cientistas ortodoxos oferecem explicações para esse recurso e se baseiam no efeito abrasivo do vento e areia, as ondulações foram formadas porque as camadas mais duras de rocha são melhores em resistir às erosões enquanto as camadas mais macias teriam sido mais afetadas. No entanto, como observaram Manichev e Parkhomenko, este argumento não explica por que a parte frontal da cabeça da Esfinge não tem tais características.
O que eu entendi é que há ondulações na esfinge que eles reputam à inundações antigas, que atingiram a base da esfinge, mas não sua cabeça:
Citar
a observação destas cavidades na Grande Esfinge fizeram os cientistas ucranianos pensarem que este grande monumento poderia ter sido afetado pelo processo referido acima no contexto de imersão em grandes massas de água, e não a inundações regulares do Nilo
.

Mesmo que limitada, se a analogia com o granito na fachada do prédio estiver correta com o que os pesquisadores concluíram, rapaz, esse estudo é uma piada, não deveria nem mesmo ser levado a sério mesmo. Esse artigo foi publicado numa revista peer review?

Outra coisa que me faz duvidar desse estudo é que pesquisando no google sobre o nome dos pesquisadores, a maioria das páginas é de sites sensacionalista/conspiracionistas (pelo menos em português).
"Nunca devemos admitir como causa daquilo que não compreendemos algo que entendemos menos ainda." Marquês de Sade

Offline Geotecton

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #205 Online: 15 de Fevereiro de 2016, 10:35:54 »

Caro João da Ega.

Li o artigo dos dois pesquisadores ucranianos. Eles concluíram que a esfinge tem mais de 800.000 anos por causa da associação litológica no entorno da área da esfinge e de algumas estruturas nas rochas que a compõe, que eles associaram a mudanças no nível do mar no início do Pleistoceno.

E achei inacreditável a conclusão deles. Não porque os dados geológicos da área não estejam corretos mas sim porque eles creem que primeiro a esfinge foi construída e então sobre ela agiram as variações pleistocênicas do nível do mar, com os respectivos avanços e recuos da linha de costa, bem como das modificações geoquímicas e sedimentares costeiras.

A esfinge foi construída em situ sobre rochas sedimentares clasto-químicas (arenitos e calcários) cuja idade é justamente do pleistoceno. As estruturas que aparecem nela estavam lá antes dela ser construída, ou seja, são das próprias rochas quando estas ainda eram sedimentos inconsolidados.

Em uma analogia limitada. A conclusão deles foi como se alguém fosse a um prédio com placas de granito na fachada, pegasse algumas e fizesse a datação delas e aí afirmasse que o prédio tem a idade daquelas placas.

Obrigado, Geotecton.

Quando você fala que leu o artigo dos pesquisadores, isso é literalmente, né? leu o próprio artigo "científico", certo?
porque no texto cujo link postei o que eu entendi é que eles concluíram que a idade da construção da esfinge seria de 800 milanos se baseando em ondulações própria na esfinge, e não no terreno onde ela esta construída (se o argumento for datar a idade do prédio a partir do terreno, é um argumento muito pueril, risível até).

Citar
Estudiosos ucranianos focaram no terreno ondulado da Esfinge que exibe um misterioso padrão. Cientistas ortodoxos oferecem explicações para esse recurso e se baseiam no efeito abrasivo do vento e areia, as ondulações foram formadas porque as camadas mais duras de rocha são melhores em resistir às erosões enquanto as camadas mais macias teriam sido mais afetadas. No entanto, como observaram Manichev e Parkhomenko, este argumento não explica por que a parte frontal da cabeça da Esfinge não tem tais características.
O que eu entendi é que há ondulações na esfinge que eles reputam à inundações antigas, que atingiram a base da esfinge, mas não sua cabeça:
Citar
a observação destas cavidades na Grande Esfinge fizeram os cientistas ucranianos pensarem que este grande monumento poderia ter sido afetado pelo processo referido acima no contexto de imersão em grandes massas de água, e não a inundações regulares do Nilo
.

Mesmo que limitada, se a analogia com o granito na fachada do prédio estiver correta com o que os pesquisadores concluíram, rapaz, esse estudo é uma piada, não deveria nem mesmo ser levado a sério mesmo. Esse artigo foi publicado numa revista peer review?

Outra coisa que me faz duvidar desse estudo é que pesquisando no google sobre o nome dos pesquisadores, a maioria das páginas é de sites sensacionalista/conspiracionistas (pelo menos em português).

Infelizmente é um artigo.

Depois eu posto link.
Foto USGS

Offline Gigaview

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #206 Online: 19 de Fevereiro de 2016, 01:26:45 »
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Dogon shame

Did ancient gods from the Sirius star system visit an African tribe 5,000 years ago? New evidence deals a devastating blow to what was considered to be the best case for extraterrestrial visitation.


Philip Coppens

The story that the Dogon, a tribe in Mali, West Africa, had possessed in their antiquity extraordinary knowledge of the star system Sirius achieved worldwide publicity in 1976 through Robert Temple’s extraordinary book The Sirius Mystery. It was compellingly argued and became one of the most influential books of the 1970s ‘ancient astronauts’ genre.

Sirius is the brightest star in the sky, a star that became the marker of an important ancient Egyptian calendar, and a star that is said to be at the centre of beliefs held by the Freemasons. According to some cultures, Sirius is where the forefathers of the human race might have originated.
Temple claimed that the Dogon knew about two smaller stars that are closely related to Sirius – Sirius B and Sirius C. The mystery was how they had obtained this knowledge, as these companion stars cannot be seen by the unaided eye. Temple’s solution referred to legends of a mythical creature, the god Oannes, who might have been an extraterrestrial, described as descending to Earth from the stars to bring civilising wisdom to the Dogon forefathers.

In 1998, Temple republished the book with the subtitle “new scientific evidence of alien contact 5,000 years ago.” The book’s reputation was first dented in 1999, when Lynn Picknett and Clive Prince published The Stargate Conspiracy, in which they allege that Temple’s thinking had been heavily influenced by his mentor, Arthur M. Young. Young was a fervent believer in “the Council of Nine,” a mysterious group of channelled entities that claim to be the nine creator gods of ancient Egypt. ‘The Nine’ became part of the UFO and New Age mythology and many claim to be in contact with them. ‘The Nine’ also claim to be extraterrestrial beings from the star Sirius. In 1952, Young was one of nine people present during the “first contact” with the ‘Council’, an event initiated by Andrija Puharich, the man who brought Israeli spoonbender Uri Geller to America.

In 1965, Arthur Young gave Robert Temple a French article on the secret star lore of the Dogon, an article written by two French anthropologists Marcel Griaule and Germaine Dieterlen. In 1966, Temple – then aged 21 – became Secretary of Young’s Foundation for the Study of Consciousness. In 1967, Temple began work on the thesis that became The Sirius Mystery. As Picknett and Prince have been able to show, Temple’s arguments are often based on erroneous readings of encyclopædia entries and misrepresentations of ancient Egyptian mythology. They conclude that Temple was very keen to please his mentor, who believed in extraterrestrial beings from Sirius.

Though Temple’s work was challenged, at its core lay the original anthropological study of the Dogon by Griaule and Dieterlen, who describe the secret knowledge of Sirius B and Sirius C in their own book The Pale Fox. But now, in another recent publication – Ancient Mysteries by Peter James and Nick Thorpe – this “mystery” is also uncloaked as a hoax or a lie perpetrated by Griaule.

 To recapitulate: Griaule claimed to have been initiated into the secret mysteries of the male Dogon, during which they allegedly told him of Sirius (sigu tolo in their language) and its two invisible companions. In the 1930s, when their research was carried out, Sirius B was known to have existed, even though it was only photographed in 1970. It was very unlikely that the Dogon had learned of this star’s existence from Westerners prior to the visit by Griaule and Dieterlen.

Griaule and Dieterlen first described their findings in an article published in French in 1950, but they included no comment about how extraordinary the Dogon knowledge of the ‘invisible companions’ was. This step was taken by others, particularly Temple, in the Sixties and Seventies. To quote Ancient Mysteries: “While Temple, following Griaule, assumes that to polo is the invisible star Sirius B, the Dogon themselves, as reported by Griaule, say something quite different.” To quote the Dogon: “When Digitaria (to polo) is close to Sirius, the latter becomes brighter; when it is at its most distant from Sirius, Digitaria gives off a twinkling effect, suggesting several stars to the observer.” This description of a very visible effect causes James and Thorpe to wonder – as anyone reading this should do – whether to polo is therefore an ordinary star near Sirius, not an invisible companion, as Griaule and Temple suggest.

The biggest challenge to Griaule, however, came from anthropologist Walter Van Beek. He points out that Griaule and Dieterlen stand alone in their claims about the Dogon secret knowledge. No other anthropologist supports their opinions. In 1991, Van Beek led a team of anthropologists to Mali and declared that they found absolutely no trace of the detailed Sirius lore reported by the French anthropologists. James and Thorpe understate the problem when they say “this is very worrying.” Griaule claimed that about 15 per cent of the Dogon tribe possessed this secret knowledge, but Van Beek could find no trace of it in the decade he spent with the Dogon. Van Beek actually spoke to some of Griaule’s original informants; he noted that “though they do speak about sigu tolo [interpreted by Griaule as their name for Sirius itself], they disagree completely with each other as to which star is meant; for some, it is an invisible star that should rise to announce the sigu [festival], for another it is Venus that, through a different position, appears as sigu tolo. All agree, however, that they learned about the star from Griaule.” Van Beek states that this creates a major problem for Griaule’s claims.

Although he was an anthropologist, Griaule was keenly interested in astronomy and had studied it in Paris. As James and Thorpe point out, he took star maps along with him on his field trips as a way of prompting his informants to divulge their knowledge of the stars. Griaule himself was aware of the discovery of Sirius B and in the 1920s – before he visited the Dogon – there were also unconfirmed sightings of Sirius C.
The Dogon were well aware of the brightest star in the sky but, as Van Beek learned, they do not call it sigu tolo, as Griaule claimed, but dana tolo. To quote James and Thorpe: “As for Sirius B, only Griaule’s informants had ever heard of it.” Was Griaule told by his informants what he wanted to believe; did he misinterpret the Dogon responses to his questions? Either way, the original purity of the Dogon-Sirius story is itself a myth as it is highly likely that Griaule contaminated their knowledge with his own.

With this, the Dogon mystery comes crashing down. For more then 20 years, The Sirius Mystery has influenced speculation about the possibility that our ‘forefathers’ came from the stars. In his 1998 revised edition, Temple was quick to point out the new discussions in scientific circles about the possible existence of Sirius C, which seemed to make Griaule’s claims even more spectacular and accurate. But it is apparent that Temple was not aware of Van Beek’s devastating research.

From the findings of Van Beek and the authors of Ancient Mysteries, it is clear that Griaule himself was responsible for the creation of a modern myth; one which, in retrospect, has created such an industry and near-religious belief that the scope and intensity of it can hardly be fathomed. Nigel Appleby – whose book Hall of the Gods was withdrawn from publication – has admitted to being tremendously influenced by Temple’s Sirius Mystery. He has written of Temple’s belief that present-day authorities are unwilling to set aside the blinkers of orthodoxy, unable to admit the validity of anything that lies outside their field or that offers a challenge to the status quo. Appleby also believes there exists a modern arrogance that cannot countenance the idea that ancient civilisations might have been scientifically superior.

But it seems that Griaule, a scientist, wanted to attribute to earlier civilisations more knowledge than they actually possessed. Credulous scholars, like Young and Temple, were taken in and through them a whole generation has swallowed the false mythology of aliens from “the Dark Sirius Companion.”


http://philipcoppens.com/dogonshame.html

Mais informações aqui: http://www.ceticismoaberto.com/fortianismo/2192/os-dogon-e-o-mistrio-de-srio que oferece a seguinte conclusão a respeito do caso Dogon:

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Podemos resumir o estado atual do que é considerado por muitos como a evidencia mais sólida da visita de seres do espaço exterior à Terra em um passado remoto nos seguintes pontos:

Nenhum dos "extraordinários" conhecimentos astronômicos que esses visitantes alienígenas deixaram ao povo Dogon era desconhecido da astronomia moderna antes que seus mitos fossem registrados nos anos trinta e quarenta. Nisto se incluem vários erros óbvios, que parece muito pouco provável que tenham vindo de uma civilização tecnologicamente avançada.

Não existe nenhum registro prévio aos anos trinta e quarenta desse extraordinário saber astronômico.

A evidência material a respeito desse extraordinário saber é ambígua e sujeita a interpretações arbitrárias, como o famoso "ovo do mundo", transformado em um "diagrama orbital".

Existem explicações alternativas verossímeis, como a de Carl Sagan, baseada em processos de assimilação cultural que já foram observados entre outras culturas.

Mais importante todavia: toda a lenda do saber secreto sobre Sírio do povo Dogon se baseia em uma única fonte (Griaule), e as afirmações dessa única fonte não puderam ser confirmadas por outros investigadores trabalhando sobre o mesmo terreno. Dito de outra forma, não houve uma verificação independente dos dados.

Os dados e os métodos empregados pela fonte original foram questionados e criticados.

E não é só uma questão dos dados originais não terem sido verificados independentemente: a investigação de Walter van Beek aponta evidências contra a idéia de que alguma vez existiu entre o povo Dogon um estranho, detalhado e preciso conhecimento astronômico, fora das possibilidades reais de uma sociedade pré-tecnológica.
« Última modificação: 19 de Fevereiro de 2016, 01:33:48 por Gigaview »

Offline Gigaview

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #207 Online: 03 de Abril de 2016, 23:58:18 »
Annunaki debunked

Ancient Aliens: “In the ancient texts of Sumeria we have descriptions of these being descending from the sky called the Annunaki. The term Annunaki means ‘those who from the heavens came.” This is entirely wrong. The word Annunaki means “princely seed” or “princely blood”. The idea is that the Annunaki were direct creations of Anu, who was regarded as the father and king of the gods. -


See more at: http://ancientaliensdebunked.com/references-and-transcripts/anunnaki/#sthash.njPRtAXG.dpuf


<a href="https://www.youtube.com/v/nbBvYxx1ODc#t=38" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/nbBvYxx1ODc#t=38</a>

Offline Gigaview

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Re:Alienígenas do Passado - Tópico de refutações.
« Resposta #208 Online: 18 de Janeiro de 2017, 21:43:54 »
Ao contrário do que se afirma por aí, nenhuma explosão nuclear ocorreu em Mohenjo-daro no passado.

http://rationalwiki.org/wiki/Mohenjo-daro

 

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