Autor Tópico: Evolução humana: notícias, textos, e vídeos interessantes  (Lida 8160 vezes)

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Offline Sergiomgbr

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Re:Evolução humana: notícias, textos, e vídeos interessantes
« Resposta #75 Online: 03 de Janeiro de 2020, 22:55:03 »
Hummm, isso tá mais pra tu quoque do tipo, ah é? Se você acha isso assim assim então eu acho disso que você acha assim assado...

Até onde eu sei eu não sei.


Offline Sergiomgbr

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Re:Evolução humana: notícias, textos, e vídeos interessantes
« Resposta #77 Online: 03 de Janeiro de 2020, 22:59:11 »
O que eu disse, da forma como eu disse não cabe nenhum mimimi. O que caberia acrescentar?
Até onde eu sei eu não sei.

Offline Sergiomgbr

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Re:Evolução humana: notícias, textos, e vídeos interessantes
« Resposta #78 Online: 03 de Janeiro de 2020, 23:50:46 »
Você não acredita em evolução biológica ou o que?

A diferença genética entre sapiens e arcaicos nos genes relacionados à essas síndromes não deve ser vista como relevante, é mentira do Capeta, ou o que? Como você lida com haver até síndromes "inversas" com efeitos também inversos, e síndrome mais "sapienesca" nesse espectro ter correlação com maior amicabilidade, habilidade verbal, e até em algum grau diferenças fisionômicas, enquanto a síndrome inversa, os efeitos inversos?






Algo anterior a esses estudos genéticos em particular:

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CARTA:Domestication and Human Evolution - Robert Franciscus: Craniofacial Feminization in Evolution

Robert Franciscus (Univ of Iowa) explains that anatomically modern humans are recognized in the fossil record primarily by retraction and diminution of the facial skeleton compared to pre-modern “archaic” humans.  He then describes a promising model for the advent of facial diminution, which suggests that anatomically modern humans represent a ‘self-domesticated’ species where selection for increased social tolerance led to growth and developmental alterations producing craniofacial “feminization,” which itself results in a phenotypic signal of reduced aggressiveness. Recorded on 10/10/2014. Series: "CARTA - Center for Academic Research and Training in Anthropogeny" [Science] [Show ID: 28897]










CARTA: Domestication and Human Evolution - Richard Wrangham: Did Homo sapiens Self-Domesticate?

In this talk Richard Wrangham (Harvard Univ) puts forth the theory that Homo sapiens are, in fact, a self-domesticated species.  He defines “self-domestication” as the evolution of a reduced propensity for reactive aggression (compared to an immediate ancestor), without the active involvement of another species.  He then shows that communal sanctions practiced by hunter-gatherers, which depend on proactive aggression, provide a leading candidate mechanism selecting against high levels of reactive aggression.  He therefore proposes that human self-domestication is an ironic consequence of a particularly well-developed facility for proactive aggression, and concludes that humans did indeed self-domesticate, providing a critical underpinning for inter-individual tolerance and cooperation.
Hiperamigabilidade, uma assunção  que remete a idéia de comparação intervivos.
Até onde eu sei eu não sei.

Offline Sergiomgbr

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Re:Evolução humana: notícias, textos, e vídeos interessantes
« Resposta #79 Online: 04 de Janeiro de 2020, 00:00:41 »
Um monte de terminologias de caráter conotativo.

 Feminizacão facial...
Até onde eu sei eu não sei.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Evolução humana: notícias, textos, e vídeos interessantes
« Resposta #80 Online: 04 de Janeiro de 2020, 01:10:56 »
Assunção baseada em seu desconhecimento.

A face, assim como outras partes da anatomia além dos genitais (cuja variação é mais definidamente binária, tirando "hermafroditismo" excepcional), terá variação que cai num espectro masculino-feminino.

Isso é puramente objetivo, você tira medidas diversas de crânios, joga num programa para fazer redução de dimensões, e a tendência geral será de se separar crânios (ou outras partes) masculinos e femininos.

Coincide dos ancestrais dos humanos (desde antes de sapiens, até os sapiens nem-tão-modernos) serem também mais másculas nesse espectro.





Plots of principal components of PCA in cranial base. A: Shape space, B: Form space.

https://www.researchgate.net/publication/260762013_Sex_determination_by_three-dimensional_geometric_morphometrics_of_the_palate_and_cranial_base






Tendências a feminização recente:








Desde Homo sapiens arcaico ou Homo erectus/rhodesiensis/heidelbergensis avançado:











Hiperamigabilidade, uma assunção  que remete a idéia de comparação intervivos.

Deve ser trolagem. É muita cara-de-pau falar isso quando tantas vezes já desmereceu outras coisas por serem alegadamente "relativismo pós-moderno."

Online Cinzu

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Re:Evolução humana: notícias, textos, e vídeos interessantes
« Resposta #81 Online: 23 de Janeiro de 2020, 09:22:17 »
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Conheça os tubarões que evoluíram para ‘caminhar’ com as nadadeiras



Depois de um estudo que levou 12 anos, uma equipe de pesquisadores conseguiu catalogar quatro novas espécies de “tubarões ambulantes”, tubarão que evoluíram para “caminhar” com as nadadeiras. São animais pequenos, que medem aproximadamente 1 metro, não apresentando qualquer ameaça para as pessoas. As novas espécies foram localizadas no norte da Austrália e Nova Guiné.

Os novos tipos de tubarões não possuem nada relacionado com aquela imagem assustadora e dominante, passada principalmente pelos filmes de Hollywood. O que chama atenção nestes animais é a capacidade absurda que possuem para resistir em ambientes inapropriados, que possuem pouco oxigênio.

Entenda a pesquisa
O estudo foi publicado na Marine and Freshwater Research, descrevendo as novas espécies junto com as já existentes entre os tubarões ambulantes. São animais que vivem no continente da Oceania. O estudo serviu para colocar uma nova linha da evolução entre a árvore genealógica dos tubarões, que surgiram há 400 milhões de anos.

O gênero Hemiscyllium

As novas descobertas foram classificadas junto ao gênero Hemiscyllium, que já contava com cinco membros. Para isso, os pesquisadores realizaram análises genéticas, pegando partes dos tecidos destes animais, que foram captados vivos durante os estudos. As análises do DNA mitocondrial foram importantes para identificar situações específicas.

Os resultados comprovaram que estes quatro animais recém encontrados possuem composição semelhante aos já pertencentes ao grupo dos Hemiscyllium. A biólogo Christine Dudgeon, da Universidade de Queensland, na Austrália, acredita que estas espécies tenham evoluído a partir do momento em que tubarões se afastaram dos locais onde costumavam viver.

As características dos tubarões ambulantes

Quem não entende muito de animais marinhos, pode ficar assustado com os tubarões ambulantes, mas eles são praticamente inofensivos. São de tamanho médio e utilizam as suas nadadeiras para andar na terra, embora o verdadeiro lar deles seja o mar. Com as barbatanas, podem andar de maneira quadrúpede.
O gênero Hemiscyllium
As novas descobertas foram classificadas junto ao gênero Hemiscyllium, que já contava com cinco membros. Para isso, os pesquisadores realizaram análises genéticas, pegando partes dos tecidos destes animais, que foram captados vivos durante os estudos. As análises do DNA mitocondrial foram importantes para identificar situações específicas.

Os resultados comprovaram que estes quatro animais recém encontrados possuem composição semelhante aos já pertencentes ao grupo dos Hemiscyllium. A biólogo Christine Dudgeon, da Universidade de Queensland, na Austrália, acredita que estas espécies tenham evoluído a partir do momento em que tubarões se afastaram dos locais onde costumavam viver.

As características dos tubarões ambulantes
Quem não entende muito de animais marinhos, pode ficar assustado com os tubarões ambulantes, mas eles são praticamente inofensivos. São de tamanho médio e utilizam as suas nadadeiras para andar na terra, embora o verdadeiro lar deles seja o mar. Com as barbatanas, podem andar de maneira quadrúpede.


Onde surgiram estes tubarões?

Estes animais podem ter começado a evoluir durante o período cretáceo tardio, que vai de 66 milhões até 100 milhões de anos atrás. Com tanto tempo e devido ao tamanho dos oceanos, é complicado definir um local para dizer que foi lá onde estas espécies se desenvolveram. É difícil até mesmo elencar os motivos que levaram a isto.

“Pode ser desafiador identificar as forças que impulsionam a especiação em ambientes marinhos para organismos capazes de dispersão generalizada, porque suas distribuições contemporâneas frequentemente desmentem os processos históricos responsáveis​​pela diversificação inicial”, diz um dos trechos do artigo.

Existe uma preocupação quanto ao lugar em que estes tubarões vivem. No artigo, os autores citaram que seria preciso garantir a proteção destes animais marinhos. Embora os tubarões ambulantes tenham evoluído há poucos milhões de anos, a sobrevivência deles depende da preservação do ambiente em que estão inseridos.

Os resultados da pesquisa foram relatados na revista Marine and Freshwater Research.

https://socientifica.com.br/2020/01/22/tubaroes-que-evoluiram-para-caminhar/
« Última modificação: 23 de Janeiro de 2020, 09:24:45 por Cinzu »
"Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar"

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Evolução humana: notícias, textos, e vídeos interessantes
« Resposta #82 Online: 23 de Janeiro de 2020, 16:07:46 »
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https://en.wikipedia.org/wiki/Ebu_gogo

The Ebu Gogo are a group of human-like creatures that appear in the mythology of Flores, Indonesia.[1] In the Nage language of central Flores, ebu means "grandmother" and gogo means "he who eats anything". The Nage people of Flores describe the Ebu Gogo as walkers and fast runners around 1.5 m tall. They reportedly had wide and flat noses, broad faces with large mouths and hairy bodies. The females also had "long, pendulous breasts".[2] They were said to have murmured in what was assumed to be their own language and could reportedly repeat what was said to them in a parrot-like fashion.[3]

[...]

The legends relating to the Ebu Gogo were traditionally attributed to monkeys, according to the journal Nature.[4]

The Nage people believe that the Ebu Gogo were alive at the time of the arrival of Portuguese trading ships in the 17th century, and some hold that they survived as recently as the 20th century, but are now no longer seen. The Ebu Gogo are believed to have been hunted to extinction by the human inhabitants of Flores. They believe that the extermination, which culminated around seven generations ago, was undertaken because the Ebu Gogo stole food from human dwellings, and kidnapped children.[5]

An article in New Scientist gives the following account of folklore on Flores surrounding the Ebu Gogo: in the 18th century, villagers gave the Ebu Gogo a gift of palm fiber to make clothes, and once the Ebu Gogo took the fiber into their cave, the villagers threw in a firebrand (a burning stick or log) set it alight, killing all of the occupants (one pair may have fled into the forest).[6][7]

There are also legends about the Ebu Gogo kidnapping human children, hoping to learn from them how to cook. The children always easily outwit the Ebu Gogo in the tales.[8]

[...]

Speculated connection to Homo floresiensis
The discovery of the remains of a meter-tall hominin on Flores Homo floresiensis, alive perhaps as recently as 13,000 years ago (though a 2016 study suggests 50,000 years),[9] has inspired more literal interpretations of the Ebu Gogo stories. Anthropologist Gregory Forth, Professor of Anthropology at the University of Alberta, Canada has stated that "wildman" myths are prevalent in Southeast Asia and has investigated their linguistic and ritual roots, speculating that H. floresiensis may be evidence that the folktales of Ebu Gogo and similar creatures such as the Orang Pendek on Sumatra may be cultural memories rooted in fact.[citation needed]



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http://johnhawks.net/weblog/fossils/flores/forth_2005_ebu_gogo.html

[...]

Is the ebu gogo actually a preserved memory of relict populations of Homo floresiensis? Forth balances the aspects of the legend that are shared with other legendary creatures, such as "bigfoot", with the fact that such stories are often too quickly dismissed as mere fantasy:

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However much ebu gogo might recall Homo floresiensis (or vice versa), it is therefore clear that the first figure equally resembles characters that are generally considered to belong to myth and fantasy. (Another fantastic attribute of ebu gogo is their reputed proclivity to swallow things whole, including rice mortars, puppy dogs and piglets.) ... Certainly there are problems in interpreting ebu gogo as directly reflecting local memories of Homo floresiensis. Yet whatever the derivation of the Nage representation, ebu gogo really do seem different from the various categories of spirits that Nage describe with equal credulity -- and to that extent, I believe the possibility [that they represent a real animal] should be taken seriously. As noted, Nage themselves distinguish ebu gogo from "spirits" (a general category contextually designated as nitu) and they do so explicitly with reference to the hairy creature's lack of extraordinary powers -- for example, the ability to disappear, change shape, transform into animals, and so on (Forth 2005:15).

For Forth, the assumption that ebu gogo is "just another myth" is tantamount to assuming that "small-scale, non-Western societies are incapable of distinguishing empirical categories, the objects of ordinary intuition, from fantastic images dictated by religious tradition" (ibid.).

As for myself, I'm not sure I would go so far. Speaking as a native Midwesterner, there are a lot of stories that people tell about the old days that clearly are not literally true, but also lack supernatural elements. It is one thing to tell stories about Pecos Bill, who clearly had superhuman powers (harnessing a tornado, for example), and another to tell stories about how distant relatives interacted with the Indians during pioneer days. Clearly the latter happened, but the details can't be assumed to be true representations of the facts, even if they are accepted as valid family (or community) history. This is for stories that are scarcely 120 years old, and have passed through 3 or 4 sets of ears. The recovery of events from a longer time period in Flores may well retain a quality of truth. But the picking and choosing by anthropologists of those parts that correspond to a skeleton, and the discarding of parts that do not correspond (e.g., breasts so long that they are slung over the shoulders, lack of tool use) or the disregard to elements in conflict in differen accounts (e.g., some versions have "long arms and fingers", others do not) is not a valid way to approach the study of folklore. Forth does an excellent job of pointing out these consistencies and contradictions, and makes the ebu gogo story a very interesting one as a result.

[...]





Dabundamentários de algumas redes de TV em decadência exageram o potencial de realidade desse vínculo misturando ficção aos fatos:

https://medium.com/@heldergusso/n%C3%A3o-acredite-em-nada-do-que-v%C3%AA-a-falsifica%C3%A7%C3%A3o-dos-document%C3%A1rios-televisivos-a7d57c6a28b7


 

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