Autor Tópico: NOVO, apoio claro ao Livre Mercado, um novo partido  (Lida 10832 vezes)

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Offline JJ

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Re:NOVO, apoio claro ao Livre Mercado, um novo partido
« Resposta #175 Online: 15 de Abril de 2018, 07:47:20 »


O NOVO também não  é explicitamente  liberal no campo social (e em certos pontos sequer é implicitamente),  eles enfatizam o liberalismo econômico,  e  evitam falar sobre liberdades no campo social.


Nesse ponto eles são espertos, pois mesmo que haja algum integrante importante do NOVO que concorde com o liberalismo amplo que inclua o social, eles  sabem que não é uma boa ideia ficar propagandeando isso.  Pois também sabem, assim com o MBL sabe,  que isso pode atrapalhar a conquista do poder.



Offline Gauss

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Re:NOVO, apoio claro ao Livre Mercado, um novo partido
« Resposta #176 Online: 26 de Abril de 2018, 19:16:09 »
É impossível renovar a política do Brasil. Chegamos ao último estágio da Cleptocracia: a ditadura dos ladrões. Agora o Novo não pode mais ter a liberdade de escolher os seus candidatos da forma que quiser.

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TSE exclui processo seletivo prévio do Novo

O TSE decidiu hoje excluir do estatuto do Partido Novo as comissões prévias de seleção de candidatos para as eleições.

O relator Jorge Mussi, acompanhado dos demais ministros, disse que a livre escolha de candidatos de um partido deve passar pelo crivo das convenções partidárias.

Caso contrário, acrescentou Mussi, pode representar “grave risco de escolha antidemocrática”, diante da possibilidade do estabelecimento de “requisitos arbitrários e não previstos na legislação eleitoral”.
https://www.oantagonista.com/brasil/tse-exclui-processo-seletivo-previo-novo/https://www.oantagonista.com/brasil/tse-exclui-processo-seletivo-previo-novo/


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Interferência indevida do TSE no Partido Novo

Como publicamos, o TSE decidiu hoje excluir do estatuto do Partido Novo as comissões prévias de seleção de candidatos para as eleições.

Por que cargas d’água um tribunal tem de interferir na forma de escolha de candidatos de um partido?

É mais uma prova de que Justiça Eleitoral é uma jabuticaba bem azeda.
https://www.oantagonista.com/brasil/interferencia-indevida-tse-no-partido-novo/

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Novo divulga nota sobre decisão do TSE

O Partido Novo divulgou uma nota sobre a decisão de hoje do TSE que trata do processo seletivo para a escolha de candidatos.

A legenda disse que as comissões prévias de seleção continuarão sendo “um dos critérios utilizados pelos diretórios para conferir seu apoio aos pré-candidatos”.

Como registramos pela manhã, os ministros entenderam que essa metodologia pode representar “grave risco de escolha antidemocrática”, e definiram como obrigatório que esses candidatos passem pelo crivo das convenções partidárias.
https://www.oantagonista.com/brasil/novo-divulga-nota-sobre-decisao-tse/
Citação de: Gauss
Bolsonaro é um falastrão conservador e ignorante. Atualmente teria 8% das intenções de votos, ou seja, é o Enéas 2.0. As possibilidades desse ser chegar a presidência são baixíssimas, ele só faz muito barulho mesmo, nada mais que isso. Não tem nenhum apoio popular forte, somente de adolescentes desinformados e velhos com memória curta que acham que a ditadura foi boa só porque "tinha menos crime". Teria que acontecer uma merda muito grande para ele chegar lá.

Offline Lorentz

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Re:NOVO, apoio claro ao Livre Mercado, um novo partido
« Resposta #177 Online: 26 de Abril de 2018, 20:13:39 »


O NOVO também não  é explicitamente  liberal no campo social (e em certos pontos sequer é implicitamente),  eles enfatizam o liberalismo econômico,  e  evitam falar sobre liberdades no campo social.


Pode ser mais específico no que você considera uma liberdade no campo social?

O novo fala a todo momento que quer devolver ao cidadão o protagonismo da vida. Que o sujeito é livre para fazer suas escolhas. Que respeita uma decisão na câmara para liberar o aborto e as drogas. A única questão é que pessoalmente o Amoedo é contra o aborto que não seja em casos de risco ou estupro, e contra as drogas.

Ele por exemplo não foi contra a exposição das imagens pedófilas e do homem nu, só dizendo que não levaria seus filhos e que deveria ter controle de faixa etária. Os minions chamam ele até hoje de comunista por causa disso, pois na cabeça deles o presidente deveria proibir pessoalmente esse tipo de coisa, não entendendo como as leis ou educação familiar funcionam.

Querem um paizão.
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Offline JJ

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Re:NOVO, apoio claro ao Livre Mercado, um novo partido
« Resposta #178 Online: 27 de Abril de 2018, 08:21:00 »


O NOVO também não  é explicitamente  liberal no campo social (e em certos pontos sequer é implicitamente),  eles enfatizam o liberalismo econômico,  e  evitam falar sobre liberdades no campo social.


Pode ser mais específico no que você considera uma liberdade no campo social?



Um exemplo significativo é a liberdade  de produzir, comercializar e consumir outras drogas além da  droga  álcool ,  a qual  faz a felicidade de milhões e milhões de drogados no Brasil e no mundo.



Offline Gauss

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Re:NOVO, apoio claro ao Livre Mercado, um novo partido
« Resposta #179 Online: 28 de Abril de 2018, 00:14:53 »


O NOVO também não  é explicitamente  liberal no campo social (e em certos pontos sequer é implicitamente),  eles enfatizam o liberalismo econômico,  e  evitam falar sobre liberdades no campo social.


Pode ser mais específico no que você considera uma liberdade no campo social?



Um exemplo significativo é a liberdade  de produzir, comercializar e consumir outras drogas além da  droga  álcool ,  a qual  faz a felicidade de milhões e milhões de drogados no Brasil e no mundo.
Os filiados são livres para decidir sobre isso em votações. Assim como o tema aborto e eutanásia.
Citação de: Gauss
Bolsonaro é um falastrão conservador e ignorante. Atualmente teria 8% das intenções de votos, ou seja, é o Enéas 2.0. As possibilidades desse ser chegar a presidência são baixíssimas, ele só faz muito barulho mesmo, nada mais que isso. Não tem nenhum apoio popular forte, somente de adolescentes desinformados e velhos com memória curta que acham que a ditadura foi boa só porque "tinha menos crime". Teria que acontecer uma merda muito grande para ele chegar lá.

Offline Lorentz

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Re:NOVO, apoio claro ao Livre Mercado, um novo partido
« Resposta #180 Online: 28 de Abril de 2018, 01:15:52 »


O NOVO também não  é explicitamente  liberal no campo social (e em certos pontos sequer é implicitamente),  eles enfatizam o liberalismo econômico,  e  evitam falar sobre liberdades no campo social.


Pode ser mais específico no que você considera uma liberdade no campo social?



Um exemplo significativo é a liberdade  de produzir, comercializar e consumir outras drogas além da  droga  álcool ,  a qual  faz a felicidade de milhões e milhões de drogados no Brasil e no mundo.




Você consegue pelo menos ter a sensibilidade de entender a complexidade do tema? Mesmo que os membros do Novo sejam favoráveis, é muito difícil defender isso abertamente. Não é uma pauta urgente, desvia atenção para o que interessa no momento, gera impopularidade desnecessária e dá munição para os adversários.
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Offline JJ

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Re:NOVO, apoio claro ao Livre Mercado, um novo partido
« Resposta #181 Online: 28 de Abril de 2018, 08:53:49 »


O NOVO também não  é explicitamente  liberal no campo social (e em certos pontos sequer é implicitamente),  eles enfatizam o liberalismo econômico,  e  evitam falar sobre liberdades no campo social.


Pode ser mais específico no que você considera uma liberdade no campo social?



Um exemplo significativo é a liberdade  de produzir, comercializar e consumir outras drogas além da  droga  álcool ,  a qual  faz a felicidade de milhões e milhões de drogados no Brasil e no mundo.




Você consegue pelo menos ter a sensibilidade de entender a complexidade do tema? Mesmo que os membros do Novo sejam favoráveis, é muito difícil defender isso abertamente. Não é uma pauta urgente, desvia atenção para o que interessa no momento, gera impopularidade desnecessária e dá munição para os adversários.


Justamente por isso que eu já comentei que eles são espertos ao não ficarem propagandeando isso.



Offline Buckaroo Banzai

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Re:NOVO, apoio claro ao Livre Mercado, um novo partido
« Resposta #182 Online: 06 de Outubro de 2018, 17:02:37 »
Vocês têm a impressão de que, de forma algo similar a 2016, em que os petistas e vermelhos abandonaram essa cor e mesmo tentaram ocultar ao máximo as siglas nos materiais de campanha, há hoje um certo "desvio rumo ao laranja" nas identidades visuais de modo geral? :hein:



























É algum um viés de observação meu (há de seleção nas imagens, já que procurava por exemplos), ou há mesmo um desvio?



O PT em si até usa o termo "novo" e um deles faz uma inserção de um pseudo-logotipo!

Offline JJ

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Re:NOVO, apoio claro ao Livre Mercado, um novo partido
« Resposta #183 Online: 06 de Junho de 2019, 12:59:02 »

Velhas práticas do Novo


Brasil  06.06.19 09:28



Deputados do Novo aderiram às velhas práticas do Congresso Nacional.

Lucas Gonzalez, diz a Folha de S. Paulo, gastou cerca de 18 mil reais por mês em despesas com a cota parlamentar, tanto quando a média dos deputados do DEM.



Alexis Fonteyne embolsa o auxílio-moradia e já gastou 28 mil reais em bilhetes aéreos, inclusive para assessores.



https://www.oantagonista.com/brasil/velhas-praticas-do-novo/




Offline Cinzu

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Re:NOVO, apoio claro ao Livre Mercado, um novo partido
« Resposta #184 Online: 06 de Junho de 2019, 17:13:58 »
Vocês têm a impressão de que, de forma algo similar a 2016, em que os petistas e vermelhos abandonaram essa cor e mesmo tentaram ocultar ao máximo as siglas nos materiais de campanha, há hoje um certo "desvio rumo ao laranja" nas identidades visuais de modo geral? :hein:


É algum um viés de observação meu (há de seleção nas imagens, já que procurava por exemplos), ou há mesmo um desvio?



O PT em si até usa o termo "novo" e um deles faz uma inserção de um pseudo-logotipo!



« Última modificação: 06 de Junho de 2019, 17:16:22 por Cinzu »
"Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar"

Offline Cinzu

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Re:NOVO, apoio claro ao Livre Mercado, um novo partido
« Resposta #185 Online: 11 de Junho de 2019, 19:31:42 »
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"Como o Partido Novo virou o queridinho do presidente Bolsonaro"


"As últimas semanas fizeram o partido Novo se sentir 'querido' pelo Planalto. O ministro da Economia, Paulo Guedes, recebeu a bancada de deputados federais do Novo dia 30, em Brasília. Um dia antes, os parlamentares da legenda haviam participado de um café da manhã com o presidente Jair Bolsonaro (PSL) - e caminharam com ele até o Congresso Nacional.

O Planalto não é o único a dar moral para o partido. Dia 28, um dos deputados federais do Novo, Paulo Ganime (RJ), esteve em um seleto grupo de parlamentares convocados pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para discutir com Guedes sugestões para melhorar as contas públicas.

Os eventos reforçam o status que o Novo conquistou em Brasília, mesmo sendo a primeira experiência do partido no Congresso Nacional e com a legenda detendo uma bancada de apenas oito deputados federais, e sem senadores.

A reputação da sigla já havia chamado a atenção nos primeiros meses do ano, principalmente por conta da defesa da reforma da Previdência feita pelos seus integrantes, e a passagem do tempo indicou que a imagem destacada não era "fogo de palha".

Partido Novo: aliado de Bolsonaro

O Novo é, ao lado do PSL, o partido que mais vota de maneira favorável às propostas do governo federal na Câmara, segundo levantamento do jornal O Estado de S. Paulo.

A única ocasião em que os deputados do partido "desagradaram" o governo foi em uma votação que derrubou um decreto do vice- presidente General Mourão sobre a ampliação do sigilo de documentos. Na ocasião, até mesmo membros do PSL votaram contra o Palácio do Planalto, e uma das interpretações da época era de que a negativa era uma retaliação a Mourão, que ocupava interinamente a chefia do Executivo.

"O Novo votou junto com o governo até mesmo no controverso episódio de convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, em 15 de maio. A alegação do partido foi a de que Weintraub poderia prestar esclarecimentos em uma comissão da Câmara, sem envolver a totalidade dos membros da casa.

A adesão à proposta econômica do governo Bolsonaro é a principal razão que dá ao Novo a condição de "queridinho". O partido tem em seu programa bandeiras liberais, como a redução do tamanho do estado na economia, que se encaixam com precisão com o defendido pelo ministro Paulo Guedes - e não encontram tanto eco em outros deputados que, em tese, são da base aliada. O próprio presidente Bolsonaro, nos tempos de deputado federal, tinha discurso estatizante e era um opositor ferrenho da reforma da Previdência.

Outro aspecto que reduz a rejeição ao Novo é o fato de o partido não se envolver em "guerras ideológicas" tratadas como prioritárias por parte do governo e da bancada do PSL. Um exemplo da diferença veio durante votação da medida provisória que possibilita ao INSS fazer um 'pente-fino' em benefícios. Na votação, parlamentares ligados à bancada evangélica, muitos deles do PSL, protestavam por conta do uso, no texto da lei, da palavra "gênero" para designar o sexo de bebês. O impasse quase travou a votação e, por pouco, não levou à falta de análise da medida, o que prejudicaria o governo.

O deputado Tiago Mitraud (Novo-MG) protestou em suas redes sociais: "Em votação que está entrando na madrugada para não perdermos o prazo de MPs, ficamos meia hora discutindo se o termo gênero poderia ser usado para identificar o sexo de uma criança. Boa parte da base do governo quase permitiu cair a sessão para não deixar a palavra 'gênero' ser usada. É a primeira vez que esse fundamentalismo que tanto receio deu as caras no Plenário. Espero que não tenha a palavra 'gênero' na PEC da Previdência, porque parece que tem gente que estaria disposta a deixar de votar pelo bem do Brasil para permitir suas convicções religiosas falarem mais alto"."

"Apoio "in-con-di-cio-nal", mas "sem idolatria"

Líder do Novo na Câmara, Marcel van Hattem (RS) participou dos atos favoráveis em defesa do governo Bolsonaro realizados dia 26 de maio. Em Porto Alegre, num discurso enfático, o deputado disse que o partido dá apoio "in-con-di-cio-nal" às políticas dos ministros Paulo Guedes e Sérgio Moro (Economia).

O parlamentar, entretanto, não usou a mesma palavra para falar do presidente Bolsonaro. Ao contrário, reforçou que seu partido tem uma postura independente em relação ao Palácio do Planalto e rechaçou a "idolatria" em torno de políticos. Van Hattem também se apressou em mostrar que o Novo não endossa sugestões como fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF) - as bandeiras mais radicais haviam sido levantadas por defensores de Bolsonaro e levaram a rachas dentro da direita, fazendo com que segmentos não participassem das manifestações do dia 26.

"Em entrevista à Gazeta do Povo, o deputado disse que a "unidade" da bancada federal do partido é um dos pontos que explica a relevância que o Novo tem adquirido ao longo deste primeiro semestre de legislatura. "Temos uma bancada em que todos remam para o mesmo lado. Parte disso ocorre também porque todos passamos por um processo seletivo, foi realizada uma triagem dentro do partido. E aí temos um grande compromisso comum nas pautas da área econômica, como os princípios de livre mercado e a defesa da reforma da Previdência", apontou.

As divergências que existem dentro da bancada, segundo Van Hattem, ficam para o campo dos costumes. Ele mesmo se apresenta como defensor de pautas comportamentais mais ligadas ao espectro conservador, como o combate ao aborto e à liberação das drogas, que não são defendidas pela totalidade de seus colegas. O Novo abrigou, no ano passado, parte dos integrantes do Movimento Livres, que estavam no PSL mas deixaram a legenda após a chegada de Jair Bolsonaro - a discordância do grupo com o presidente da República se dá, entre outros pontos, justamente por temas do universo comportamental.

Costumes à parte, Van Hattem enumera um aspecto que, segundo ele, diferencia o Novo do PSL: o fato de que parte dos membros do partido de Bolsonaro "têm ligações com corporações", e isso, para o líder da sigla, reduz o compromisso de alguns deles na defesa da reforma da Previdência.

Um deputado do PSL, Charlles Evangelista (MG), apresentou uma emenda à proposta de reforma que indica o pagamento de aposentadoria especial aos oficiais de justiça, sugestão que contraria os membros do Novo.

Em outra mostra do descompasso entre PSL e Novo no campo do liberalismo, membros do partido de Bolsonaro têm pedido ao presidente que mantenha o trecho da lei aprovada pelo Congresso que obriga as companhias aéreas a garantirem uma bagagem grátis aos passageiros, enquanto o Novo é favorável ao veto. O presidente sinalizou que deve vetar trecho da MP que obriga as empresas de aviação a despachar bagagens gratuitamente.

"O projeto de Bolsonaro não é o nosso"

Presidente do Novo, João Amoêdo opina que o alinhamento entre o partido e a gestão Bolsonaro não vai até a página dois: "O projeto de Bolsonaro não é o nosso. Nas pautas prioritárias temos muita identidade, por isso estamos apoiando. Mas há grande diferença quanto ao estilo e à execução".

Amoêdo descarta a possibilidade de o Novo integrar formalmente o governo, como por exemplo ocupando um ministério, e também diz que o mote da "independência" deve prosseguir na atuação parlamentar da legenda.

Para ele, outro aspecto que tem dado destaque ao partido é a aplicação do discurso "anti-mordomias" que a sigla utilizou durante o período eleitoral. "Estamos fazendo, na prática, uma política diferente, o que acaba chamando a atenção", ressaltou.

A eleição de 2018 foi a primeira nos níveis federal e estadual que o Novo participou. O partido elegeu, além dos oito deputados federais, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, 11 deputados estaduais e um distrital. Amoêdo concorreu à Presidência e ficou na quinta colocação.

Ciúme "pacificado"

A ascensão do Novo no início da legislatura despertou críticas entre opositores do governo Bolsonaro e também dentro do PSL. Os adversários do Planalto criticavam o viés de novidade apresentado pelo partido; segundo eles, as propostas da legenda não são inovadoras, estão apenas com novas roupagens.

Já os membros do PSL contestavam um suposto tratamento especial que o Novo detinha. Os deputados apontavam privilégios no diálogo que os membros do Novo tinham com a cúpula do Palácio do Planalto.

Deputados do PSL que conversaram com a Gazeta do Povo disseram que, nos dias atuais, o quadro se modificou - e que a bandeira branca foi levantada."

Bolsominions durante eleições: Partido Novo globalistas socialistas fabianos isentões! Novo PSDB esquerdalha que vai se aliar a esquerda e fuder o país!! Não vamos eleger ninguém desse partido patrocinado pelo George Soros!

Após eleições: com 1/10 dos deputados, partido Novo consegue mais apoio ao presidente do que o próprio PSL.
"Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar"

 

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