Autor Tópico: III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?  (Lida 4639 vezes)

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Offline JJ

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #50 Online: 08 de Outubro de 2016, 16:34:33 »
É  bem decepcionante que num Clube Cético  tenhamos que ficar lidando constantemente com falácias, ainda mais uma tão básica como a  ad hominem.



« Última modificação: 08 de Outubro de 2016, 16:43:53 por JJ »

Offline JJ

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #51 Online: 08 de Outubro de 2016, 16:36:02 »

Argumentum ad hominem


Argumentum ad hominem (latim, argumento contra a pessoa) é uma falácia identificada quando alguém procura negar uma proposição com uma crítica ao seu autor e não ao seu conteúdo.[1][2][3] Um argumentum ad hominem é uma forte arma retórica, apesar de não possuir bases lógicas.

A falácia ocorre porque conclui sobre o valor da proposição sem examinar seu conteúdo, o que é absurdo.

O argumento contra a pessoa é uma das falácias caracterizadas pelo elemento da irrelevância, por concluir sobre o valor de uma proposição através da introdução, dentro do contexto da discussão, de um elemento que não tem relevância para isso, que neste caso é um juízo sobre o autor da proposição.

Pode ser agrupado também entre as  falácias que usam o estratagema do desvio de atenção, ao levar o foco da discussão para um elemento externo a ela, que são as considerações pessoais sobre o autor da proposição.


https://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_hominem


« Última modificação: 08 de Outubro de 2016, 16:39:05 por JJ »

Offline Gauss

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #52 Online: 08 de Outubro de 2016, 16:58:20 »

É uma falácia de ataque a fonte sim, e/ou  Ad hominem,  pois  com relação ao texto do El País você  atacou  explicitamente a pessoa,  e com relação  ao texto da Carta Capital  implicitamente você  está  atacando o Moniz Bandeira.


Você não está analisando  os argumentos e as proposições dos textos.   Você está preferindo a via mais fácil   (mas falaciosa)  que é  atacar os autores.
Yanukovich afirma que neonazistas governam a Ucrânia, mas eu já posteia aqui o partido que governa o país e seu primeiro-ministro(que é JUDEU!). Como que eles são neonazis?

Partido:
https://en.wikipedia.org/wiki/Petro_Poroshenko_Bloc_%22Solidarity%22

Primeiro-Ministro:
https://en.wikipedia.org/wiki/Volodymyr_Groysman

15/02/2014 00:00


Moniz Bandeira aponta aliança entre ONGs ocidentais e neonazistas na Ucrânia


Os Estados Unidos e a União Europeia estão dispostos a se aliar não importa com quem desde que isso enfraqueça a Rússia, diz o historiador.


Os protestos de rua que vem sacudindo a Ucrânia nas últimas semanas são resultado, em grande medida, de uma articulação bizarra entre ongs e fundações norte-americanas e europeias e o partido neonazista Svoboda, liderado por Oleg Tiagnibog. Os Estados Unidos e a União Europeia estão dispostos a se aliar não importa com quem desde que isso enfraqueça a Rússia e permita a instalação de tropas da OTAN na Ucrânia. Esse é o pano de fundo desses protestos. A avaliação é do cientista político e historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira, autor, entre outras obras, de A Segunda Guerra Fria – Geopolítica e Dimensão Estratégica dos Estados Unidos (Editora Civilização Brasileira), onde examina o papel dos Estados Unidos na eclosão e o desenvolvimento de recentes rebeliões na Eurásia, na África do Norte e no Oriente Médio.
 

 
Para Moniz Bandeira, os recentes acontecimentos que convulsionaram vários países no Oriente Médio, na Eurásia e norte da África devem ser entendidos no contexto da estratégia de “full spectrum dominance” (dominação de espectro total) que os EUA continuam implementando contra a presença da Rússia e da China naquelas regiões. Em entrevista à Carta Maior, Moniz Bandeira analisa a situação da Ucrânia e identifica os grupos que, segundo ele, estão apoiando e promovendo as manifestações:


"ONGs, tais como Open Society Foundations [OSF], Vidrodzhenya (Reviver), Freedom House, Poland-America-Ukraine Cooperation Initiative e outras, finaciadas pelos Estados Unidos, através da USAID, National Endowment for Democracy e CIA, bem como fundações alemãs. Foram elas que promoveram a denominada Revolução Laranja, que derrubou o governo de Leonid Kuchma (1994-2005)". [1]


"Os chamados ativistas, que instigam e lideram as demonstrações pro-Ocidente, pertencem, em larga medida, a comandos do Svoboda e de outras tendências neo-nazis, levados de Lviv (Lwow, Lemberg) para Kiev e manifestam claramente tendências xenófobas, racistas, anti-semitas e contra a Rússia".[2]
[...]

[1]Revolução Laranja:
https://en.wikipedia.org/wiki/Orange_Revolution
Um protesto contra as reais acusações de corrupção e fraudes eleitorais são neonazis?


[2]Os partidos e grupos que lideraram o Euromaidan não eram neonazis, com exceção do Svoboda,que parece ser mais um daqueles partidos populistas de extrema-direita que floresceram na Europa.
O Svoboda não faz parte do governo atual, comandado pelo neonazista judeu:
https://en.wikipedia.org/wiki/Groysman_government


No final, é mais um texto  com teor anti-americano que os adeptos desta ideologia querem acreditar.
« Última modificação: 08 de Outubro de 2016, 17:07:54 por Gauss »
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Offline JJ

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #53 Online: 08 de Outubro de 2016, 17:08:21 »

Yanukovich afirma que neonazistas governam a Ucrânia, mas eu já posteia aqui o partido que governa o país e seu primeiro-ministro(que é JUDEU!). Como que eles são neonazis?



Se o cara é ou não algum judeu eu não sei ,  mas  quanto a ser possível existir judeus neonazistas:


O neonazismo judeu (sim, isso existe!)

Publicado em 18/02/2016 por LP

A crescente onda de violência de grupos racistas judeus dentro e fora de Israel tem trazido à luz um pouco do submundo dessas organizações. A coisa veio à tona em 2014, quando um protesto contra a guerra em Tel Aviv foi atacado violentamente por um grande número de jovens. Dentre os atacantes, alguns jovens que ostentavam camisetas com símbolos neonazistas. Um deles ostentava o logotipo “Good night left side”, um símbolo utilizado por neonazis europeus, substituindo a cruz solar (símbolo nazista) pela estrela de Davi (símbolo judeu).


As imagens levaram o CEO do Instituto de Prevenção do Ódio Online (uma ONG dedicada a combater o anti-semitismo), Andre Oboler, a investigar o caso. Oboler descobriu que grupos de judeus de Israel, EUA e Austrália (especialmente os ligados ao sionismo) tem estreitas relações através da Internet com grupos neonazistas europeus. O que os une: o ódio e a violência contra os muçulmanos.


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 140715-israeli-neo-nazis gnls


No fim de  2014, o YNetNews Magazine investigou um grupo ultranacionalista, o Lehava. Um de seus repórteres se infiltrou no grupo por dois meses e meio e presenciou várias “patrulhas” armadas em busca de casais “mistos” com o objetivo de não permitir, pela intimidação ou pela violência, que não judeus tenham qualquer relação com judeus, especialmente as mulheres.


O Lehava (LeMeniat Hitbolelut B’eretz HaKodesh – Prevenção de Assimilação na Terra Santa) são um grupo racista de ultra-direita que afirma lutar contra a “assimilação” dos judeus pelos gentios (não-judeus). Fazem parte do movimento Kahanista e, como tal, defendem a segregação dos gentios em Israel e costumam organizar ataques a árabes e cristãos pelas ruas de Tel Aviv e outras cidades de Israel.


Os Kahanistas são os seguidores das ideias de Meir Kahane, um político e rabino ortodoxo propagador do racismo e defensor da expulsão ou aniquilação dos árabes de toda a Palestina.


Nos EUA, Kahane criou a JDL (Jewish Defense League – Liga de defesa judaica) e o Kach, em Israel, mas seus seguidores criaram várias outras organizações, como o Otzma Yehudit, o Kahane Chai, o Terror Against Terror e o próprio Lehava.


Todas essas organizações foram condenadas ou estão sendo acusadas de incitação à violência, racismo e até terrorismo. Militantes do Lehava, por exemplo, incendiaram uma escola em Jerusalém;


A JDL é um caso à parte. Considerada uma organização terrorista pelo FBI desde 1985, foi considerada a segunda organização terrorista mais ativa nos EUA. Tem inúmeras ações dentro e fora do país. Já tentaram explodir uma bomba em Culver City, Califórnia, já agrediram jornalistas franceses, assassinaram  Alex Odeh (diretor regional do Comitê Anti-Discriminação Árabe-Americano) com uma carta-bomba, mesmo método usado por eles para assassinar Patricia Wilkerson, da ProWest. A JDL também está envolvida com extorsão e com lavagem de dinheiro.


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Mas será possível um nazismo judeu?

À primeira vista, o termo neonazismo associado ao ao judaísmo parecem uma contradição absurda. Pra entender isso, é preciso resgatar um pouco a origem e o que representou o nazismo na História.


O Nazismo foi a expressão alemã do fascismo. Apesar de sua maior expressão na Itália, o fascismo teve expressão em vários países, como o Salazarismo e o Integralismo Lusitano em Portugal, o Franquismo e a Falange Tradicionalista na Espanha, o Integralismo no Brasil, as Falanges Libanesas e um monte de outras organizações com nomes parecidos com “falanges”, “camisas” (camisas-pardas, camisas-negras, camisas-cáqui, camisas-verdes, camisas-cinzentas, camisas-azuis e por aí vai).

Todas essas organizações tinham características comuns:

Culto ao tradicionalismo, expresso tanto na retórica quanto na simbologia, com a escolha de ícones ancestrais, sejam romanos, celtas, gregos ou do oriente médio. Os nazistas usavam a Cruz Celta, a Suástica (Mesopotâmia) e a águia (Roma). Os fascistas italianos usavam o Fascio Romano. Todos usavam a Saudação Romana (esticar o braço com a palma para baixo ou para frente), só pra lembrar alguns exemplos;

Militarização, principalmente dos jovens, tanto na utilização de uniformes militares quanto na formação de milícias que eram usados para ataques violentos a qualquer um que discorde deles;

Ódio às minorias, sejam raciais, religiosas, sexuais ou qualquer outra desculpa pra odiar;

Anti-comunismo, estendendo-se ao combate violento a qualquer vertente socialista, desde os anarquistas até os comunistas, incluindo social-democratas;

Proibição da auto-organização dos trabalhadores, fechando sindicatos livres e criando sindicatos vinculados ao Estado. Fechando os partidos operários. Perseguindo ou cooptando todas as lideranças dos trabalhadores;

Conciliação de classes, com adesão predominante da classe média;

Moralismo, impondo uma ética idealizada, cultuando a disciplina, a subordinação ao líder, a aceitação e outros valores religiosos;
Ultranacionalismo, a partir de conceitos de Nação e Pátria idealizados e, geralmente, falsos. Xenofobia.


No fascismo alemão, o nazismo, o ódio não era apenas aos judeus, mas também aos homossexuais, negros, ciganos, eslavos, árabes, pacifistas, comunistas, doentes mentais, deficiente físicos e até minorias religiosas, como testemunhas de Jeová.

Com o fim da segunda guerra, o termo “neonazismo” passou a designar grupos ou gangues inspiradas nos valores do fascismo. Assim, temos grandes e genéricos movimentos neonazis (como Stormfront e White Power), partidos (como o NPD – Partido Nacional-Democrático da Alemanha, o Partido-Nacional Bolchevique, o Aurora Dourada da Grécia, o Partido Nacional Britânico, o Partido Nazista Americano e bizarro Partido Verde Nazista Liberal, dos EUA) e grupos nacionais (como a Ku Klux Klan, Phineas Priesthood, The Heritage Front e vários outros.


O Brasil não escapa da lista: Carecas do ABC, Carecas do Subúrbio, Carecas do Brasil, White Power, Partido Nacionalista Revolucionário Brasileiro (PNRB), Ação Integralista Brasileira, Frente Integralista Brasileira, Soberanos da Revolução e outros grupelhos. Recentemente o PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro) participou da organização do Congresso de Fundação da Frente Nacionalista, mais uma tentativa de unificar os neonazistas.

O que diferencia os grupos é o foco do seu ódio (alguns são os negros, alguns são os judeus, alguns são qualquer um que não seja cristão e por aí vai), mas as características citadas continuam presentes.

Bom, nesse contexto, fica claro que o Lehava e os kahanistas (JDL, TNT e afins) são, de fato, organizações que se encaixam no neonazismo. A diferença é ao invés de o Povo Escolhido ser o “ariano”, é o judeu. O ódio e a violência permanecem.



https://livrepensamento.com/2016/02/18/o-neonazismo-judeu-sim-isso-existe/



Offline Gauss

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #54 Online: 08 de Outubro de 2016, 17:14:54 »
Esses "neonazistas" parecem ser algum  grupo ultra-sionista que usa tática semelhante aos nazis. O primeiro-ministro atual de Israel deve gostar muito deles.


Mas o partido de Groysman não é neonazi e não é apoiado pelos neonazis. Yanukovich está errado.
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Offline Buckaroo Banzai

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #55 Online: 15 de Outubro de 2016, 21:27:23 »
Se a Coréia do Norte dispara um míssil nuclear na Rússia, os russos sabem que veio da Coréia do Norte e não dos EUA?

Offline Lorentz

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #56 Online: 15 de Outubro de 2016, 21:31:16 »
Se a Coréia do Norte dispara um míssil nuclear na Rússia, os russos sabem que veio da Coréia do Norte e não dos EUA?

Saberão. Basta ver se a ogiva explodiu ou não.
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Offline Geotecton

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #57 Online: 15 de Outubro de 2016, 21:44:11 »
Se a Coréia do Norte dispara um míssil nuclear na Rússia, os russos sabem que veio da Coréia do Norte e não dos EUA?

Sim, pela trajetória e pelas características do míssil.
Foto USGS

Offline Buckaroo Banzai

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #58 Online: 16 de Outubro de 2016, 16:12:15 »
"Características do míssil"? Quanto tempo se tem para analisá-las?

E a trajetória, será sempre algo evidente, que não pode ser mascarado, nem que com um lançamento um pouco mais complicado a partir de algum ponto mais favorável a esse "false flag"?

Offline Gigaview

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #59 Online: 17 de Outubro de 2016, 19:37:18 »
Se a Coréia do Norte dispara um míssil nuclear na Rússia, os russos sabem que veio da Coréia do Norte e não dos EUA?

Porque eles usam bons binóculos. O ideal seria um layered defense system para cada lado, somente assim iriam concluir que não vale a pena apertar o botão.



...ou algo similar ao Brilliant Pebbles, que depende  de uma verba de US$ 1 bi para ser colocado em atividade nos EUA.

Citar
Developed twenty years ago, Brilliant Pebbles is a space-based missile
defense system that was designed to consist of 1,000 small satellites in
low-Earth orbit, capable of destroying as many as 200 nuclear warheads.
Weighing only 45 kilograms, each Brilliant Pebble platform would detect,
track and intercept hostile missiles within its field of view. Sensors on the
Brilliant Pebble would detect and locate the origin of a ballistic missile(s)
launch and immediately begin tracking it. Each Pebble platform would
know the location of all the other Pebbles, and calculate which was in
the optimal position to intercept a given missile—and that Pebble would
engage the missile, informing the rest of the constellation of this action.
Thus, no potentially vulnerable central, single-point failure command post
would be needed in order to attain high effectiveness.
The Pebbles would follow the entire path of attacking missiles, employing
this battle management approach. Intercepts could occur in the boost
phase, as the missile was rising from its launch pad, or later as the warhead
was in midcourse flight in space, or as it was re-entering the atmosphere
and approaching the target during the terminal phase. Thus, the Brilliant
Pebbles constellation was actually a layered defense affording multiple opportunities
for missile/warhead interception and destruction in all three
phases of a missile/warhead’s flight.
http://www.ifpa.org/pdf/FAQ-bmd.pdf
Não passei no teste da MENSA mas completei o 2o. Grau.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #60 Online: 17 de Outubro de 2016, 20:35:01 »
Será que os russos têm toda essa forênsica e capacidade de avaliação a partir de dados de satélites e etc?  :hein:



http://www.forbes.com/sites/lorenthompson/2015/03/20/the-u-s-has-no-defense-against-a-russian-nuclear-attack-really/



Citar
http://large.stanford.edu/courses/2012/ph241/omar1/

Nuclear Forensics and Attribution
...

Conclusion

In the case of a nuclear attack, attribution will be an urgent priority; however, it is a complicated and time-consuming process, and there are many obstacles to amassing and sustaining the requisite capabilities. Today only one Constant Phoenix plane is in operation, and radiochemistry and nuclear chemistry appear to be losing popularity as fields of work. [6] Finally, effective comparison of seized samples to known signatures necessitates a complete international database of nuclear explosives, which does not yet exist. [2]



Citar
http://www.sciencemag.org/news/2016/03/surprise-nuclear-strike-heres-how-well-figure-out-who-did-it

... a new network of sensors that would collect data during a surprise nuclear strike. The Mighty Saber simulation was a sobering acknowledgment of many experts’ belief that an attack on U.S. soil is more likely than ever—yet tracing responsibility would be far harder than it was during the Cold War, when the chief threat was annihilation by the Soviet Union.

“The scenario has changed,” says Thomas Cartledge, a nuclear engineer with the U.S. Defense Threat Reduction Agency (DTRA) in Fort Belvoir, Virginia. “Now, if you see a mushroom cloud go off in New York City, you won’t know who did it, or what kind of weapon they used.”Possibilities include a warhead diverted from the U.S. arsenal or smuggled into the country by terrorists, or a bomb delivered by an enemy state such as North Korea, which has threatened to nuke the White House.

...



...

Although postdetonation forensics may well finger a bomb design, that knowledge by itself wouldn’t always unmask the perp. A gun-triggered uranium bomb, for example, could be fashioned by any of a number of terrorist outfits with modest technological expertise, such as the Islamic State group, providing they can lay their hands on several kilograms of highly enriched uranium. That’s “where intel comes in,” Hall says. But to have any chance of unraveling the details of a nuclear attack, investigators have to lay the scientific groundwork—while hoping it will never be needed.


Offline Geotecton

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #61 Online: 17 de Outubro de 2016, 21:07:42 »
"Características do míssil"? Quanto tempo se tem para analisá-las?

E a trajetória, será sempre algo evidente, que não pode ser mascarado, nem que com um lançamento um pouco mais complicado a partir de algum ponto mais favorável a esse "false flag"?

A minha resposta pressupõe que o suposto míssil norte-coreano seria do tipo MRBM, ou seja, um balístico de médio alcance (cerca de 3.500 km). Este tipo é facilmente detectável na fase de lançamento, tanto pela Rússia como pelo EUA (este em especial), pela enorme quantidade de sensores que eles dispõe, particularmente os radares terrestres do tipo OTH e os radares e detectores de infravermelho em satélites.
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Offline Buckaroo Banzai

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #62 Online: 18 de Outubro de 2016, 14:01:17 »
<a href="https://www.youtube.com/v/zjBtYYW1Y4E" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/zjBtYYW1Y4E</a>

Offline Jack Carver

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #63 Online: 18 de Outubro de 2016, 23:43:56 »
<a href="https://www.youtube.com/v/3WHvJZgC5jg" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/3WHvJZgC5jg</a>
O Brasil é um país de sabotadores profissionais.

“Dêem-me controle sobre o dinheiro de uma nação e não me importa quem faz as suas leis. - Mayer Amschel Rothschild

Offline JJ

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #64 Online: 20 de Outubro de 2016, 09:35:58 »


Pensando nas  consequências de uma possível guerra nuclear resolvi dar uma pesquisada sobre o tal do inverno nuclear, o qual  eu achava que teria sido algo meio exagerado,  mas parece que a coisa é  realmente séria:



“Profetas do desastre”: meio ambiente e a guerra fria no discurso científico sobre o
inverno nuclear na década de 1980



Roger Domenech Colacios1


No ano de 1983 um grupo de cinco cientistas dos Estados Unidos da América (EUA): Richard P. Turco, O. B. Toon, T. P. Ackerman, J. Pollack e C. Sagan; sob a sigla TTAPS, divulgaram uma pesquisa sobre as consequências atmosféricas a longo prazo de explosões nucleares  ² . Este estudo, mais conhecido como Inverno Nuclear, foi desenvolvido pela equipe desde 1971 quando Sagan e Pollack participaram de uma missão da NASA (Agência espacial estadunidense) que enviou uma sonda até Marte e encontraram o planeta encoberto por uma nuvem de poeira que durou por aproximadamente três meses. Intrigados em descobrir como nosso planeta reagiria a tal evento passaram os anos seguintes procurando recriá-lo utilizando computadores.


Estimulados por seu contexto histórico, no qual a Guerra Fria levavam os blocos antagônicos – por um lado os EUA e por outro a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) – à uma escalada armamentista em torno dos mísseis nucleares, os cientistas do TTAPS fizeram simulações nas quais as explosões nucleares, em caso de um ataque entre as superpotências, provocariam uma nuvem de poeira que encobriria a atmosfera em moldes semelhantes ao que encontraram em Marte. Porém, com efeitos mais devastadores e de implicações diretas a sobrevivência humana sobre o planeta.



-------------------------



O artigo está em PDF e pode ser baixado neste link:


http://www.snh2013.anpuh.org/resources/anais/27/1370961550_ARQUIVO_Profetasdodesastre_Anpuh2013-TextoFinal__RogerD.Colacios_.pdf   





« Última modificação: 20 de Outubro de 2016, 09:40:42 por JJ »

Offline JJ

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #65 Online: 20 de Outubro de 2016, 09:59:53 »
E este outro do mesmo autor:


O Inverno Nuclear: ciência, medo e guerra fria nos anos 1980


Roger Domenech Colacios


Resumo: Em meio a Guerra Fria, em um contexto marcado pela coexistência de duas nações (EUA e URSS) armadas com bombas nucleares, o perigo iminente era um conflito direto entre ambas e a utilização deste arsenal em alvos estratégicos em todo o planeta. Os resultados seriam catastróficos. Neste sentido, um grupo de cientistas liderados pelo astrofísico da NASA, Carl Sagan, elaboraram uma série de estudos no ano de 1983 sobre os possíveis efeitos para o planeta no período pós-guerra nuclear, considerando que haveriam sobreviventes às explosões. O relatório, publicado na revista Science Magazine, cunhou o termo “Inverno  Nuclear”, no qual as mudanças climáticas que seriam causadas pela hecatombe nuclear, tornariam inviáveis num prazo de dois anos qualquer resquício de vida no planeta. Como parte da pesquisa de doutorado sobre mudanças climáticas no período de 1970 a 2005. O objetivo aqui é compreender a relação entre o contexto histórico e o discurso científico do grupo de Carl Sagan, marcando pela presença do medo, gerado pela ideologia dos EUA e do ocidente de forma geral, como uma arma contra o comunismo e estratégia de segurança nacional. A metodologia de análise é baseada na chamada Science Studies, tendo os trabalhos de Bruno Latour como diretriz teórica.


Palavras-Chave: Inverno Nuclear, Ciência, Guerra Fria, Futuro, Armas Nucleares.



http://www.cih.uem.br/anais/2011/trabalhos/96.pdf




Offline JJ

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #66 Online: 20 de Outubro de 2016, 18:34:16 »
Desmantelada última grande bomba atômica dos EUA


Graça Andrade Ramos, RTP 25 Out, 2011, 20:01 / atualizado em 26 Out, 2011, 14:23 | Mundo


Desmantelada última grande bomba atômica dos EUAA última B53 pesava 4,500 quilos e tão grande como uma carrinha. Era lançada através de bombardeiros B52 | AFP


Com nove megatoneladas, a B53 é a última das grandes bombas atómicas dos Estados Unidos. Pesa 4,500 quilos e é do tamanho de uma carrinha. Foi construída para destruir construções subterrâneas e era transportada por aviões B52.


Especialistas nucleares do estado do Texas vão esta terça-feira desarmar a maior, mais poderosa e mais antiga bomba do arsenal americano da era da Guerra Fria.


A última das bombas B-53 - construídas há 50 anos, em 1962, o ano da Crise dos Mísseis com Cuba - será desmontada na usina Pantex, próxima da cidade de Amarillo, o único local nos Estados Unidos onde atualmente se constroem, mantêm e desarmam armas atómicas.
Uma bomba destas é considerada neutralizada no momento em que os cerca de 136 quilos de explosivos nela contidos forem separados do material nuclear, urânio. Todos os materiais e componentes da bomba serão depois processados, o que inclui desinfecção, reciclagem e armazenagem. Para já o urânio será temporariamente armazenado nas instalações da Pantex.


Com a destruição desta bomba, o programa de desmantelamento fica concluído um ano antes do previsto, segundo o Departamento para a Administração da Energia e Segurança Nuclear dos Estados Unidos da América. O seu diretor, Thomas D'Agostino, considerou que "o mundo será um lugar mais seguro após a desmontagem desta arma".


Potência compensava falta de precisão


De cor cinza, 4.500 km de peso e do tamanho de uma carrinha, a bomba tinha poder para apagar da face da Terra uma zona metropolitana inteira ao ser lançada de um bombardeiro B-52. De nove megatoneladas de potência foi concebida para destruir instalações profundas.


Em comparação, a bomba que destruiu a cidade japonesa de Hiroshima, no fim da Segunda Guerra Mundial, era cerca de 600 vezes menos potente que a B53.


O desmantelamento desta bomba é "significativo por se tratar da última deste tipo de armas multimegatónicas, que as potências nucleares construíram durante a Guerra Fria", disse Hans Kirstensen, diretor do projeto de informação nuclear da Federação de Cientistas dos Estados Unidos, à AFP.

"A grande potência das bombas compensava a sua falta de precisão. Atualmente, as bombas são  mais pequenas mas muito mais precisas, reduzindo os efeitos colaterais", acrescentou Kirstensen. Com a destruição da última B53, a bomba mais poderosa à face do planeta é a B83, de apenas 1.2 megatoneladas.


Muitas das B53 foram desmanteladas nos anos 80, mas o número significarivo foi mantido nos arsenais até 1997.
Esta era, pelo menos oficialmente, a última das grandes bombas do arsenal dos EUA. Construída com meios e tecnologia mais antiga e por engenheiros já reformados ou falecidos, foi agora necessário construir uma linha especial para a desmontar.


A Pantex deverá continuar a cumprir um importante papel em projetos similares a este à medida que velhas armas forem retiradas do arsenal nuclear norte-americano.



http://www.rtp.pt/noticias/mundo/desmantelada-ultima-grande-bomba-atomica-dos-eua_n492513



« Última modificação: 20 de Outubro de 2016, 18:57:40 por JJ »

Offline JJ

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #67 Online: 20 de Outubro de 2016, 18:39:02 »
No outro tópico eu comentei sobre a W-53  de 9 MT, esta é a mesma bomba só que aqui ela esta denominada como B-53.  Esta era uma bomba bastante poderosa, mas pela informação do texto  ela  não existe mais no arsenal americano.


Não tenho informações sobre se recentemente  fizeram  outra bomba nova poderosa como essa, e que esteja operacional no arsenal americano.   Na época do texto (2011) a informação é de que a mais poderosa (do arsenal americano) é a B-83 de 1.2 MT.


Esta bomba tinha 9 megatons e isso já era uma grande potência explosiva,  mas para quem não sabe, a mais poderosa bomba já testada foi a Tzar   cuja potência foi  informada pelos seus construtores  como sendo de 50 megatons, mas foi calculada pelos americanos com tendo liberado 57 megatons.    Seja 50 ou 57, ela foi uma  bruta duma bomba.  Mas era muito grande para ser transportada por um míssil.  Na época ela serviu mais como comprovação da capacidade tecnológica de se construir uma mega bomba, e também como propaganda na guerra fria.






« Última modificação: 21 de Outubro de 2016, 10:04:27 por JJ »

Offline Gauss

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #68 Online: 20 de Outubro de 2016, 18:49:21 »
Os EUA estão fazendo sua parte no tratado de não-proliferação. E o Príncipe da Paz?
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Offline JJ

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #69 Online: 20 de Outubro de 2016, 18:51:54 »
Os EUA estão fazendo sua parte no tratado de não-proliferação. E o Príncipe da Paz?


Um só faz se o outro fizer.

E acho que neste caso tem a ver com tratados de redução de arsenal (e não com de não proliferação).  O de não proliferação é para os retardatários, que não fizeram a bomba enquanto poderiam.
« Última modificação: 20 de Outubro de 2016, 18:58:40 por JJ »

Offline JJ

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #70 Online: 20 de Outubro de 2016, 18:56:09 »
Os EUA estão fazendo sua parte no tratado de não-proliferação. E o Príncipe da Paz?



E príncipe da paz é o bonitão  que  gasta  11x  mais em armas.




Offline Gauss

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #71 Online: 20 de Outubro de 2016, 19:04:47 »
Príncipe da Paz é quem quer a paz e união entre os povos e ganhou nestes tempos o prêmio mais importante para quem quer isto. O Prêmio Hugo Chávez da Paz.


Não, não. Rússia e EUA são signatários do tratado de não proliferação. Somente ainda não aderiram completamente, mas assinaram e ratificaram.


https://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_N%C3%A3o_Prolifera%C3%A7%C3%A3o_de_Armas_Nucleares
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Offline JJ

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #72 Online: 23 de Outubro de 2016, 11:01:36 »
 



JORNALISTA DESESPERADO ALERTA O MUNDO - O FIM JÁ COMEÇOU (41)

Offline JJ

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #73 Online: 23 de Outubro de 2016, 11:37:58 »

Jornalista alemão expõe campanha contra a Rússia na imprensa ocidental


Jornalista alemão expõe campanha contra a Rússia na imprensa ocidental
QUI, 29/01/2015 - 17:08
Sugerido por Assis Ribeiro

Do Contexto Livre

Jornalista alemão: "Mentimos para convencer da necessidade de guerra contra Rússia"



O jornalista e ex-assessor do Governo Federal da Alemanha, Udo Ulfkotte revelou seu envolvimento no chamado "jornalismo negro", confessando que teve que mentir repetidamente. O destacado jornalista expõe a campanha anti-russa na imprensa ocidental.


"Ele mentiu, traiu, recebendo propina e escondendo a verdade do público", diz o jornalista em seu livro "Gekaufte Journalisten" ("Os jornalistas comprados"), enfatizando que "o que eu estava fazendo não era jornalismo, mas propaganda". Para Ulfkotte, o auge da campanha anti-russa na imprensa ocidental, começou há um ano, sob a liderança da CIA, conforme registrado pelo portal Sputnikbig. Em sua opinião, a cobertura da mídia ocidental dos eventos na Ucrânia é um exemplo claro de manipulação da opinião pública. "É nojento!", Diz Udo.


"Se observarmos de fora o trabalho das redações dos principais meios de comunicação, como 'Frankfurter Rundschau', 'Der Spiegel', dá a sensação de que os editores e jornalistas são insensíveis ao som com capacetes virtuais repetido incessantemente "A guerra contra a Rússia! A guerra contra a Rússia!". Ulfkotte não tem nenhuma dúvida de que, sob a orientação dos serviços especiais o "Der Spiegel" publicou que o Boeing malaio foi abatido sobre a Ucrânia por um míssil russo sem apresentar qualquer prova. Lembrem-se de que esta desinformação era um pretexto para a imposição de sanções ocidentais contra a Rússia, que de fato, "era uma declaração de guerra econômica em grande escala, que depois foi suplementado com preços artificialmente baixos do petróleo e uma depreciação orquestrada do rublo". O principal objetivo do livro é a explicação para o fato de que "os jornalistas mentiram para seus leitores para convencê-los da necessidade de guerra contra a Rússia." Udo diz estar farto desse nível de manipulação que próprio de "república das bananas". O jornalista denuncia que todas as notícias de televisão e os principais jornais e revistas que fomentam a opinião no Ocidente, estão sendo manipulados e distorcidos pelos Estados Unidos.



http://www.contextolivre.com.br/2015/01/jornalista-alemao-mentimos-para....

http://actualidad.rt.com/actualidad/164542-periodista-aleman-ulfkotte-me...


https://jornalggn.com.br/noticia/jornalista-alemao-expoe-campanha-contra-a-russia-na-imprensa-ocidental
« Última modificação: 23 de Outubro de 2016, 11:40:40 por JJ »

Offline Geotecton

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Re:III Guerra Mundial:o que poderia causá-la ?
« Resposta #74 Online: 23 de Outubro de 2016, 12:20:22 »
Toda as semanas eu acompanho vários jornais eletrônicos e alguns impressos da mídia em geral. Os únicos que mencionam com alguma frequência "preparativos para uma grande guerra", "guerra mundial iminente", "guerra nuclear geral" e similares são as que estão sob comando do governo russo, ou seja, do FDPutin. Nos principais jornais do EUA eu não leio isto com frequência.
Foto USGS

 

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