Autor Tópico: Analisando o "Perigo Islâmico"  (Lida 23022 vezes)

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Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #75 Online: 13 de Setembro de 2015, 19:56:14 »
Gabarito,  você disse que tem pena das muçulmanas, que elas apanham, generalizando.

É obvio que algumas apanham. A sua pergunta sobre se eu não acredito que nenhuma mulher apanha é tentativa de jogar uma cortina de fumaça na sua observação generalizadora de que as muçulmanas são dignas de pena.

E elas não são, sob a perspectiva do humanismo ocidental?

Geotecton, não generalize, seja mais específico. A muçulmana da Arábia vive diferente da muçulmana do Irã que vive diferente do que da do Afeganistão que vive diferente do que das francesas e assim por diante.

Isto é óbvio, especialmente se você comparar com as que estão na França, porque nesta o humanismo ocidental é a base da lei geral.

Mas todas as mulheres muçulmanas são oprimidas pela mesma lei religiosa, a Charia, em especial nas relações familiares. Quando o país é uma teocracia ou usa como base legal a religião, a opressão sai do ambiente familiar e se espraia por toda a sociedade.

Não,  não.  Os muçulmanos variam em obediência às escrituras. Variam muito.

Offline Geotecton

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #76 Online: 13 de Setembro de 2015, 19:58:14 »
Quer que eu busque taxas de homicídios de mulheres em países muçulmanos e não muçulmanos pra você comparar? Quero ver de quem você sentirá mais pena!
Isto, busque.

Mas seja coerente ao menos uma vez neste tópico e mostre e compare as estatísticas de mulheres assassinadas que ocorreram por causa de textos religiosos e não por causas outras, como crimes passionais e latrocínio.
Desculpe Geo, você sabe que isso é impossível.  Não tem com saber a motivação de cada morte de mulheres.

Então ficamos com as informações anedóticas e com o que sabemos do contexto de cada civilização.

Neste caso, a opressão às mulheres impostas pelo islamismo hoje é muito maior que o cristianismo, por exemplo.
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Offline Geotecton

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #77 Online: 13 de Setembro de 2015, 20:03:30 »
Gabarito,  você disse que tem pena das muçulmanas, que elas apanham, generalizando.

É obvio que algumas apanham. A sua pergunta sobre se eu não acredito que nenhuma mulher apanha é tentativa de jogar uma cortina de fumaça na sua observação generalizadora de que as muçulmanas são dignas de pena.

E elas não são, sob a perspectiva do humanismo ocidental?

Geotecton, não generalize, seja mais específico. A muçulmana da Arábia vive diferente da muçulmana do Irã que vive diferente do que da do Afeganistão que vive diferente do que das francesas e assim por diante.

Isto é óbvio, especialmente se você comparar com as que estão na França, porque nesta o humanismo ocidental é a base da lei geral.

Mas todas as mulheres muçulmanas são oprimidas pela mesma lei religiosa, a Charia, em especial nas relações familiares. Quando o país é uma teocracia ou usa como base legal a religião, a opressão sai do ambiente familiar e se espraia por toda a sociedade.

Não,  não.  Os muçulmanos variam em obediência às escrituras. Variam muito.

Então eu suponho que nos países teocráticos (legislados com base na Charia), as mulheres não tem problemas, certo?
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Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #78 Online: 13 de Setembro de 2015, 20:59:57 »
Quer que eu busque taxas de homicídios de mulheres em países muçulmanos e não muçulmanos pra você comparar? Quero ver de quem você sentirá mais pena!
Isto, busque.

Mas seja coerente ao menos uma vez neste tópico e mostre e compare as estatísticas de mulheres assassinadas que ocorreram por causa de textos religiosos e não por causas outras, como crimes passionais e latrocínio.
Desculpe Geo, você sabe que isso é impossível.  Não tem com saber a motivação de cada morte de mulheres.

Então ficamos com as informações anedóticas e com o que sabemos do contexto de cada civilização.

Neste caso, a opressão às mulheres impostas pelo islamismo hoje é muito maior que o cristianismo, por exemplo.

A taxa de homicídios de mulheres sem contar com a motivação é um indicio poderoso de como são tratadas.

Soa tão esquisito: as mulheres muçulmanas são mais maltratadas mas menos assassinadas. Estranho, né?

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #79 Online: 13 de Setembro de 2015, 21:08:27 »
Gabarito,  você disse que tem pena das muçulmanas, que elas apanham, generalizando.

É obvio que algumas apanham. A sua pergunta sobre se eu não acredito que nenhuma mulher apanha é tentativa de jogar uma cortina de fumaça na sua observação generalizadora de que as muçulmanas são dignas de pena.

E elas não são, sob a perspectiva do humanismo ocidental?

Geotecton, não generalize, seja mais específico. A muçulmana da Arábia vive diferente da muçulmana do Irã que vive diferente do que da do Afeganistão que vive diferente do que das francesas e assim por diante.

Isto é óbvio, especialmente se você comparar com as que estão na França, porque nesta o humanismo ocidental é a base da lei geral.

Mas todas as mulheres muçulmanas são oprimidas pela mesma lei religiosa, a Charia, em especial nas relações familiares. Quando o país é uma teocracia ou usa como base legal a religião, a opressão sai do ambiente familiar e se espraia por toda a sociedade.

Não,  não.  Os muçulmanos variam em obediência às escrituras. Variam muito.

Então eu suponho que nos países teocráticos (legislados com base na Charia), as mulheres não tem problemas, certo?

Claro que tem. Eu também prefiro liberdade total, óbvio. Mas é falsa essa idéia que as mulheres são mais maltratadas que as outras.

Offline Sergiomgbr

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #80 Online: 13 de Setembro de 2015, 21:17:47 »

A taxa de homicídios de mulheres sem contar com a motivação é um indicio poderoso de como são tratadas.


Ah, sim, assim como o é a taxa de homicídios de títeres, quando o titereiro é bonzinho.

Offline Sergiomgbr

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #81 Online: 13 de Setembro de 2015, 21:20:40 »


Soa tão esquisito: as mulheres muçulmanas são mais maltratadas mas menos assassinadas. Estranho, né?
Pois é, já que eu tenho uma mulher pra espancar e humilhar que sentido tem matá-la?

Offline Gabarito

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #82 Online: 13 de Setembro de 2015, 21:22:11 »
A taxa de homicídios de mulheres sem contar com a motivação é um indicio poderoso de como são tratadas.

Soa tão esquisito: as mulheres muçulmanas são mais maltratadas mas menos assassinadas. Estranho, né?

O tema aqui é a religião muçulmana agredindo as mulheres.
A religião muçulmana apedrejando as mulheres.
A religião muçulmana estimulando e apoiando os maridos a baterem em suas mulheres.
A religião muçulmana instituindo que é legítimo bater nas mulheres em nome dela, dos preceitos dessa religião.

Isso é inegável.

Se mulheres são agredidas em outros países, por outros motivos, devido a outras culturas (Japão, por exemplo, como até já foi citado) isso TAMBÉM é um problema, mas não é o tema desse debate. Esse debate aponta e acusa e denuncia que em plena civilização moderna, mulheres são vítimas de agressões EM NOME de uma religião violenta (já que aceita, apoia e justifica tais agressões).

Se você quiser mostrar números de assassinatos e agressões de mulheres em outros países, sob outras culturas, por motivos diversos, siga em frente. Eu também condeno essas agressões e assassinatos.

Vá lá, abra um tópico e aponte que o ciúme é a causa da morte de muitas mulheres. Isso é errado.
Vá lá, abra um tópico e aponte que a bebida/alcoolismo é a causa da morte de muitas mulheres. Isso é errado e eu também serei um soldado para combater esse abuso.

Mas aqui nós estamos apontando e denunciando que a religião islâmica defende a agressão de mulheres, faz com que seus seguidores apedrejem até a morte mulheres adúlteras, apoia maridos a baterem em suas esposas, desrespeitam direitos básicos à vida e à dignidade das mulheres muçulmanas.

Isso é inaceitável!

Ponto.

Não se pode defender tal princípio e atitude.
Religião que defende essa barbárie (REPETINDO EM CAIXA ALTA, BARBÁRIE) é religião dos tempos em que não existia civilização.

Mas existem outras mortes e agressões a mulheres, é claro.
O que não é honesto é desviar o debate para esse outro assunto, diverso do atual, para encobrir esses fatos que estão agora sob a luz da análise.

Abra um tópico e aponte os diversos motivos de morte de mulheres.
Existem muitos motivos e infelizmente muitas mulheres morrem todos os dias. Somos todos contra isso também.

Tu quoque não apaga o fato concreto: maridos são autorizados a bater em esposas.

Offline Entropia

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #83 Online: 13 de Setembro de 2015, 21:24:58 »
A taxa de homicídios de mulheres sem contar com a motivação é um indicio poderoso de como são tratadas.

Soa tão esquisito: as mulheres muçulmanas são mais maltratadas mas menos assassinadas. Estranho, né?

Nao, nao é estranho. Porque a ideia é fazer as mulheres serem submissas, restringir os seus direitos. Imagine que uma mulher, de acordo com a cultura, nao deve em hipotese alguma deixar o lar e deve se dedicar exclusivamente a ele, além de ser completamente submissa ao marido. Embora isso seja opressao, a mulher nao está sujeita aos perigos que sofreria se fosse livre para sair de casa, o que inclui assassinatos, além de que, como é conhecido em sociedades patriarcais, o marido também deve estar disposto a proteger sua esposa e filhos.

E só pra clarear, eu nao estou dizendo que isso é o que de fato acontece em todo o isla, mas só pra dizer que nao existe algo estranho nisso.

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #84 Online: 13 de Setembro de 2015, 21:37:21 »
Gabarito, não é honesto você dizer que tem pena das muçulmanas. Pode dizer que tem pena das muçulmanas que apanham porque um texto religioso ridículo autorizam os homens a baterem nelas e alguns deles o seguem.

Uma coisa é ter um texto ridículo mandando fazer. Outra coisa é obedecer.

Por favor, seja mais específico da próxima vez.

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #85 Online: 13 de Setembro de 2015, 21:40:32 »
Entropia, tem lógica o que você disse, mas seria bom pesquisar mais sobre as diversos estilos de vidas das mulheres muçulmanas para não cair na armadilha da generalização.

Offline Gabarito

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #86 Online: 13 de Setembro de 2015, 21:41:55 »
Gabarito, não é honesto você dizer que tem pena das muçulmanas. Pode dizer que tem pena das muçulmanas que apanham porque um texto religioso ridículo autorizam os homens a baterem nelas e alguns deles o seguem.

Uma coisa é ter um texto ridículo mandando fazer. Outra coisa é obedecer.

Por favor, seja mais específico da próxima vez.

Está bem, Pasteur, aceito sua crítica.
Eu não fui claro ao me referir à pena que sentia pelas mulheres muçulmanas.
Eu queria dizer que tenho pena daquelas que estão sob o jugo de maridos seguidores radicais da lei.
Mas eu também disse que sei que muitas são felizes nas suas vidas, mais até do que muitas ocidentais, livres e ateias. Eu sei disso.

Toda generalização carrega erro nos seus postulados (menos essa frase, para não cair num paradoxo :)).

Sei que há muitas pessoas felizes e realizadas vivendo sob o véu do islamismo. Sei disso.

Sigamos.
 :ok:

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #87 Online: 13 de Setembro de 2015, 21:43:30 »
 :ok:

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #88 Online: 16 de Setembro de 2015, 17:10:42 »
Citar
EUA: Estudante de 14 anos é detido por construir relógio confundido com bomba

Após repercussão nacional, Obama convidou Ahmed Mohamed para levar invento à Casa Branca; Marck Zuckerberg também declarou apoio ao estudante

O estudante Ahmed Mohamed, morador de Irving (Texas), saiu da escola algemado após um relógio que construiu em casa ter sido confundido com uma bomba na segunda-feira (14/09). Ahmed, que tem 14 anos e começou a estudar na MacArthur High School há apenas poucas semanas, costumava construir aparelhos por conta própria, como rádios e alto-falantes com Bluetooth.

No último domingo (13/09), Ahmed resolveu fazer um relógio digital em casa e mostrar a seus professores no dia seguinte. Segundo o estudante, seu professor de engenharia recomendou que Ahmed não mostrasse o aparelho a nenhum outro docente. Ahmed afirmou que sua professora de inglês confiscou o relógio e, pouco depois, ele foi retirado da sala pelo diretor.

“Eles me levaram para uma sala com cinco policiais onde me interrogaram e vasculharam as minhas coisas. Pegaram o meu tablet e minha invenção”, disse Ahmed. “Eles disseram, ‘Você tentou fazer uma bomba?’ Eu disse que não, que estava tentando fazer um relógio”.


Ahmed disse que foi levado à delegacia algemado e teve as suas digitais registradas.

O caso repercutiu pelos Estados Unidos e causou indignação nas redes sociais, inclusive com acusações de racismo. Nesta quarta-feira (16/09), o chefe de polícia local declarou que nenhuma queixa seria prestada contra Ahmed.

O presidente norte-americano, Barack Obama, demonstrou apoio ao estudante nesta quarta-feira através do Twitter. “Relógio legal, Ahmed. Quer trazê-lo para a Casa Branca? Nós deveríamos inspirar mais garotos como você a gostar de ciência. É o que torna a América incrível”, diz a mensagem.

President Obama

Cool clock, Ahmed. Want to bring it to the White House? We should inspire more kids like you to like science. It's what makes America great.
13: 58 - 16 set 2015

Marck Zuckerberg, criador do Facebook, postou também nesta quarta-feira em seu perfil pessoal que “ter a habilidade e a ambição de consturir algo legal deveria levar a aplausos, não à prisão. O futuro pertence a pessoas como Ahmed”. A mensagem diz ainda que se o estudante quiser visitar o Facebook, Zuckerberg ficará feliz em recebê-lo.

Fonte

Citar



Fico feliz com as palavras dos presidentes dos EUA e do Facebook e também pela indignação nas redes sociais.
« Última modificação: 16 de Setembro de 2015, 17:37:10 por Pasteur »

Offline Lorentz

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #89 Online: 16 de Setembro de 2015, 17:23:04 »
Citar
Segundo o estudante, seu professor de engenharia recomendou que Ahmed não mostrasse o aparelho a nenhum outro docente. Ahmed afirmou que sua professora de inglês confiscou o relógio e, pouco depois, ele foi retirado da sala pelo diretor

Olha aí! Mais um motivo para criticar a área de Humanas:hihi:
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Pasteur

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #90 Online: 17 de Setembro de 2015, 14:53:20 »
<a href="https://www.youtube.com/v/20Zzyf67e7Q" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/20Zzyf67e7Q</a>

 :medo:

Offline André Luiz

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #91 Online: 18 de Setembro de 2015, 17:22:27 »

Offline Hold the Door

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #92 Online: 24 de Setembro de 2015, 02:01:53 »
Tem várias coisas estranhas nessa história do garoto.

Ele diz que "inventou um relógio", mas uma análise da foto do circuito mostra que é um relógio comercial de 1986. Ele apenas tirou da carcaça original e colocou em um estojo de lápis em forma de maleta vendida na Amazon. Para fazer isso não é necessária nenhuma habilidade eletrônica, apenas saber fazer uns furos em acrílico e apertar uns parafusos. Ou seja, ele está sendo, no mínimo, desonesto na sua afirmação.

Se a intenção era mostrar o circuito interno, então por que ele escolheu uma maleta opaca, quando o mesmo modelo em acrílico transparente era vendido no mesmo link?

Segundo o depoimento da professora, o relógio fazia barulho, por isso ela o notou. Esse é um relógio que só funciona ligado na tomada e o som que produz é do alarme. A bateria só serve como back up, para manter a programação na memória. Então, isso significa que ao invés de manter o relógio desligado dentro da mochila onde não seria notado, como foi recomendado pelo professor de engenharia, ele ligou o relógio na tomada e programou o alarme para tocar durante a aula de inglês. Por qual motivo ele fez isso, chamando a atenção da professora?
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Offline Diegojaf

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #93 Online: 24 de Setembro de 2015, 06:23:34 »
Tem várias coisas estranhas nessa história do garoto.

Ele diz que "inventou um relógio", mas uma análise da foto do circuito mostra que é um relógio comercial de 1986. Ele apenas tirou da carcaça original e colocou em um estojo de lápis em forma de maleta vendida na Amazon. Para fazer isso não é necessária nenhuma habilidade eletrônica, apenas saber fazer uns furos em acrílico e apertar uns parafusos. Ou seja, ele está sendo, no mínimo, desonesto na sua afirmação.

Se a intenção era mostrar o circuito interno, então por que ele escolheu uma maleta opaca, quando o mesmo modelo em acrílico transparente era vendido no mesmo link?

Segundo o depoimento da professora, o relógio fazia barulho, por isso ela o notou. Esse é um relógio que só funciona ligado na tomada e o som que produz é do alarme. A bateria só serve como back up, para manter a programação na memória. Então, isso significa que ao invés de manter o relógio desligado dentro da mochila onde não seria notado, como foi recomendado pelo professor de engenharia, ele ligou o relógio na tomada e programou o alarme para tocar durante a aula de inglês. Por qual motivo ele fez isso, chamando a atenção da professora?

Você sabe que copiou na íntegra a "análise " de um site conspiracionista americano que foi replicado em vários outros blogs do mesmo estilo, certo?
"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto." - Rui Barbosa

http://umzumbipordia.blogspot.com - Porque a natureza te odeia e a epidemia zumbi é só a cereja no topo do delicioso sundae de horror que é a vida.

Offline Fabrício

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #94 Online: 24 de Setembro de 2015, 06:38:37 »
Mesmo que o relógio do moleque não seja lá grande coisa, algema-lo e levar pra delegacia foi um exagero evidente. E preconceituoso.
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Offline Geotecton

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #95 Online: 24 de Setembro de 2015, 08:50:13 »
Tem várias coisas estranhas nessa história do garoto.

Ele diz que "inventou um relógio", mas uma análise da foto do circuito mostra que é um relógio comercial de 1986. Ele apenas tirou da carcaça original e colocou em um estojo de lápis em forma de maleta vendida na Amazon. Para fazer isso não é necessária nenhuma habilidade eletrônica, apenas saber fazer uns furos em acrílico e apertar uns parafusos. Ou seja, ele está sendo, no mínimo, desonesto na sua afirmação.

Se a intenção era mostrar o circuito interno, então por que ele escolheu uma maleta opaca, quando o mesmo modelo em acrílico transparente era vendido no mesmo link?

Segundo o depoimento da professora, o relógio fazia barulho, por isso ela o notou. Esse é um relógio que só funciona ligado na tomada e o som que produz é do alarme. A bateria só serve como back up, para manter a programação na memória. Então, isso significa que ao invés de manter o relógio desligado dentro da mochila onde não seria notado, como foi recomendado pelo professor de engenharia, ele ligou o relógio na tomada e programou o alarme para tocar durante a aula de inglês. Por qual motivo ele fez isso, chamando a atenção da professora?

Você sabe que copiou na íntegra a "análise " de um site conspiracionista americano que foi replicado em vários outros blogs do mesmo estilo, certo?

E qual é este site?
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Offline Hold the Door

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #96 Online: 24 de Setembro de 2015, 14:25:26 »
Você sabe que copiou na íntegra a "análise " de um site conspiracionista americano que foi replicado em vários outros blogs do mesmo estilo, certo?

Não, não sei.

A única coisa que eu li foi um artigo mostrando tecnicamente que o circuito não foi feito por ele, mas era de um relógio comercial de 1986, inclusive com foto do anúncio do tal relógio e um link para o estojo que ele comprou na Amazon. O texto também discutia a paranóia americana com atentados desde 11 de setembro e sobre como o caso foi considerado uma hoax bomb, não uma bomba de verdade, o que é completamente não conspiracionista, mas não entrei nessa parte.

O resto é conclusão minha, por exemplo, ao me perguntar por que alguém iria colocar a suposta invenção que era pra mostrar pra todo mundo em um invólucro opaco e ao entrar no link do Amazon e perceber que havia o mesmo modelo em acrílico transparente.

E a conclusão de que ele deveria ter ligado o relógio na tomada e programado pra despertar durante a aula foi baseado no depoimento da professora que ouviu o relógio fazendo barulho durante a aula e o fato, para quem é da época e conhece esse tipo de relógio, de que eles não funcionavam fora da tomada, com a bateria apenas servindo para manter a programação de hora deles.

Se algum site conspiracionista chegou a mesma conclusão é porque é óbvia, mas isso não muda o fato de que o garoto trapaceou quando disse que inventou ou criou o relógio, nem responde aos outros questionamentos feitos.
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Offline Barata Tenno

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #97 Online: 24 de Setembro de 2015, 16:46:43 »
Ele comprou um relógio de 1986, desmontou e colocou numa caixa de lápis ou montou um relógio do mesmo modelo de um de 1986? Porque no segundo caso ainda é uma coisa bem legal pra um moleque de 14 anos.

Outra coisa, um professor da escola ja tinha analisado o relógio. Esses professores nnao conversam entre si? Um não poderia ter dito pro outro que não era uma bomba antes de chamarem a polícia?

Outra, menor de idade sendo alguemado e interrogado sem a presença dos pais e de advogados. Tantos erros nisso....
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Offline Sergiomgbr

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #98 Online: 24 de Setembro de 2015, 16:55:40 »
Para o pobrizim do mininim parecer bonzim ele não precisa apenas sê-lo, ele tem que parecer sê-lo...

Offline Hold the Door

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Re:Analisando o "Perigo Islâmico"
« Resposta #99 Online: 24 de Setembro de 2015, 20:35:19 »
Ele desmontou um relógio de 1986 e colocou em uma caixa de lápis.
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