Autor Tópico: Se Deus não existe, tudo é permitido  (Lida 47494 vezes)

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #100 Online: 15 de Outubro de 2014, 03:25:58 »


Sem contar que tem a questão da empatia - um sentimento fundamental para convivência pessoal, você consegue se relacionar com a experiência alheia, então muitas vezes causar sofrimento ao outro vai lhe trazer aflição, enquanto trazer algo positivo vai lhe fazer um pouco mais feliz
O problema é que muitas pessoas entendem o conceito de empatia pela metade, empatia não significa somente se colocar na mesma situação experimentada pelo outro, mas também perceber e experimentar esta situação da mesma forma como o outro a percebe e experimenta.

Por exemplo, para um masoquista, ser levemente dominado, torturado e "humilhado" pelo seu parceiro durante o ato sexual, traz prazer e satisfação. Para uma pessoa "normal" entender isso, não basta simplesmente se colocar na mesma situação experimentada pelo masoquista, pois se ela fazer isso com sua própria interpretação de mundo, ela provavelmente ira sentir-se desconfortável com a situação, e não experimentará o mesmo que experimenta o masoquista. Logo, para perceber e experimentar o que o outro percebe e experimenta, é preciso além de se colocar na situação por ele experimentada, também adotar uma interpretação sobre esta situação, semelhante a deste outro que se pretende ter empatia.

Abraços!
Se fosse assim não se poderia ter empatia por fêmeas quando machos.
Tradução é um conceito empregado em psicoterapia, mais especificamente em Programação Neurolinguística (Bandler & Grinder), a partir da modelagem da terapia de família da consagrada doutora Virginia Satir.

Parte-se da premissa que cada pessoa possui um modelo de mundo próprio e único, uma interpretação única e própria da realidade (Korzybski, Vaihinger entre outros.). Para "A" entender como "B" se sente em determinada situação a qual "A" não esta inclinada a experimenta-la como "B" a experimenta, "A" terá que encontrar um equivalente em seu próprio modelo de mundo (em sua interpretação da realidade e experiências vividas até então), experimentado em outras situações, e transportar para a experiência vivida por "B" (Satir).

Por exemplo, uma pessoa "A" que tenha fobia de água, poderá emular entendimento-empatia para com uma pessoa "B", que tenha fobia de lugares fechados da seguinte forma: A pessoa "A" se coloca na situação de "B" enfrentando lugares fechados, incluindo a sensação que "A" tem com a água, como equivalente a sensação que "B" experimenta quando esta em lugares fechados, construindo desta forma a empatia, que seria "A" sentir o que "B" sente, quando "A" se imagina experimentando a mesma situação experimentada por "B".

Por exemplo, para um masoquista, ser levemente dominado, torturado e "humilhado" pelo seu parceiro durante o ato sexual, traz prazer e satisfação. Para uma pessoa "normal" entender isso, não basta simplesmente se colocar na mesma situação experimentada pelo masoquista, pois se ela fazer isso com sua própria interpretação de mundo, ela provavelmente ira sentir-se desconfortável com a situação, e não experimentará o mesmo que experimenta o masoquista.

E isso acaba com a máxima cristã: "fazei aos outros aquilo que gostaríeis que fizessem por vós".  :twisted:
A maioria dos sistemas filosófico-religiosos apresentam uma parte incompleta do conceito de empatia, assim como está na doutrina cristã, está também na budista, na muçulmana e etc. No confucionismo por exemplo é dito algo como "não fazer aos outros o que não gostaria que fosse feito a ti".

A falha lógica ai está em presumir que os seres humanos são exatamente iguais na forma como interpretam o mundo a sua volta. Se não me engano, o antropólogo e especialista em teorias sistêmicas Gregory Bateson rebateu muito bem esta premissa com o seguinte pensamento (parafraseado): "O que eu gostaria que fosse feito a mim nem sempre é o que os outros gostariam que fosse feito a eles, e o que os outros não desejam para eles, nem sempre é indesejado para mim".

Abraços!
Vou colocar a coisa mais claramente. Empatia não é uma coisa a ser pretendida, empatia é uma identificação com o outro que ocorre como uma função do sistema. Assim como você não faz seu sistema querer ver um filme preferido, nem faz seu fígado parar de funcionar, você não faz seu sistema ter empatia por alguém.
Isso é uma falsa analogia, a empatia é uma sensação, e o fígado é um órgão do corpo, as mesmas regras que se aplicam a um não se aplicam ao outro.
E o armazenamento/liberação de glicogênio (hepático) é um processo. E o cérebro é um órgão. E as sensações são processos deste órgão. E...

E?

Meu jovem...


Nossas sensações podem serem manipuladas-modificadas através da forma como interpretamos o mundo a nossa volta. Uma pessoa pode deixar de sentir pavor de lugares fechados, se modificar suas expectativas e associações em respeito a forma como vivência experiências em lugares fechados (Isso é comprovado em tratamentos de fobias). Da mesma forma, uma pessoa que num primeiro momento não consegue sentir empatia por um certo indivíduo, pode conseguir sentir esta empatia que deseja, caso modifique a forma como ela interpreta a realidade (espelhando a forma como o outro a interpreta) ao se colocar na experiencia vivida pelo o outro, com a qual se deseja construir a empatia.

Abraços!
O "objeto" aqui, que é teu pressuposto primário absoluto, "atende" pelo contextualmente aqui intrigante nome de...  "pessoa". O seu grande problema nessa sua fantasia é colocar tal "objeto" como imutável, em destaque no maquinarismo em que "é a mesma pessoa que sente por outra agora". Mas "a pessoa" é só o como funciona a máquina. Uma máquina complexa pode ter modos vários de funcionamento, e a "pessoa" será outra em cada um deles. Não pode mais haver empatia se quem a "sente" não é mais quem "não sentia antes". Tal é tua contradição por tua crença na alma imaterial.





Vou colocar a coisa mais claramente. Empatia não é uma coisa a ser pretendida, empatia é uma identificação com o outro que ocorre como uma função do sistema. Assim como você não faz seu sistema querer ver um filme preferido, nem faz seu fígado parar de funcionar, você não faz seu sistema ter empatia por alguém.
Isso é uma falsa analogia, a empatia é uma sensação, e o fígado é um órgão do corpo, as mesmas regras que se aplicam a um não se aplicam ao outro.

Nossas sensações podem serem manipuladas-modificadas através da forma como interpretamos o mundo a nossa volta. Uma pessoa pode deixar de sentir pavor de lugares fechados, se modificar suas expectativas e associações em respeito a forma como vivência experiências em lugares fechados (Isso é comprovado em tratamentos de fobias). Da mesma forma, uma pessoa que num primeiro momento não consegue sentir empatia por um certo indivíduo, pode conseguir sentir esta empatia que deseja, caso modifique a forma como ela interpreta a realidade (espelhando a forma como o outro a interpreta) ao se colocar na experiencia vivida pelo o outro, com a qual se deseja construir a empatia.

Abraços!
O imbróglio todo tem seu nascedouro aqui, com uma petição de princípio



Sem contar que tem a questão da empatia - um sentimento fundamental para convivência pessoal, você consegue se relacionar com a experiência alheia, então muitas vezes causar sofrimento ao outro vai lhe trazer aflição, enquanto trazer algo positivo vai lhe fazer um pouco mais feliz
O problema é que muitas pessoas entendem o conceito de empatia pela metade, empatia não significa somente se colocar na mesma situação experimentada pelo outro, mas também perceber e experimentar esta situação da mesma forma como o outro a percebe e experimenta.

Por exemplo, para um masoquista, ser levemente dominado, torturado e "humilhado" pelo seu parceiro durante o ato sexual, traz prazer e satisfação. Para uma pessoa "normal" entender isso, não basta simplesmente se colocar na mesma situação experimentada pelo masoquista, pois se ela fazer isso com sua própria interpretação de mundo, ela provavelmente ira sentir-se desconfortável com a situação, e não experimentará o mesmo que experimenta o masoquista. Logo, para perceber e experimentar o que o outro percebe e experimenta, é preciso além de se colocar na situação por ele experimentada, também adotar uma interpretação sobre esta situação, semelhante a deste outro que se pretende ter empatia.

Abraços!
o negritado acima suscita como fato algo que é hipotético da sua cabeça.
Esta acusação se baseia no que? No fato de eu não ter apresentado referências? (Sendo que eu apresentei), pelo que eu saiba até o momento foi você que não apresentou referência alguma para sustentar seus achismos (diferente de mim, que apresentei inúmeros nomes de estudiosos consagrados em relação ao estudo do comportamento humano:  Bandler, Grinder, Satir, Bateson, entre muitos outros, que dão sustentação as alegações feitas por mim até o momento).

Você deveria olhar a sua conduta antes de fazer acusações em relações a conduta do outro, não só pelo fato de você não ter apresentado referência alguma que comprove que que seus argumentos aqui apresentados são mais do que achismos hipotéticos retirados de sua cabecinha oca, mas principalmente pelo fato de de ser de seu feitio entrar em tópicos para dar pitacos com alegações absurdas sem qualquer embasamento ou referência. o que faz deste teu discurso hipócrita, que flutua de um lado para o outro conforme as circunstâncias, extremamente auto-contraditório.

Porque é que você não sustenta suas opiniões com referências antes de cobrar do outro esta conduta?

Esta insistência em cobrar/condenar do/no outro justamente o que falta em si mesmo me parece um tanto hipócrita e auto-contraditório.

E já que você tocou no ponto da falta de embasamento/referência insinuando que minha opinião não passa de uma hipótese subjetiva residindo apenas na minha cabeça, (apesar de eu já ter provado ser falsa esta sua outra falaciosa acusação) aqui vai mais uma definição que vai justamente de encontro ao que eu tenho dito: "O estado de empatia, ou de entendimento empático, consiste em perceber corretamente o marco de referência interno do outro com os significados e componentes emocionais que contém (...) como se fosse a outra pessoa, em outras palavras, colocar-se no lugar do outro [e] sentir a dor ou o prazer do outro como ele o sente, e perceber suas causas como ele a percebe(...)" (Wiki, Empatia, Conceito.)
É verborrafia demais que já o jovem despeja e torna-se por demais volumosa a tarefa de ajudá-lo. Mas o Cientista te estenderá a mão mais uma vez.

A brincadeirinha acadêmica da religião do referencismo não se aplica ao mundo real, meu jovem. Ainda vais, vivendo o suficiente, aprender isso, de uma forma ou outra, adaptando-se ou não, melhor ou pior. Mas não poderás fugir. Aprenderás (no mínimo, que existe, e que é brutalmente gritante) a diferença entre fazer e ensinar. Os que fazem, no mundo, não usam "referências", usam fatos. Porque não há uma só referência que seja independente de referências para referenciar o que quer que seja. Seguindo na cadeia, você sai das pessoas, palavras e livros e alcança a natureza, o mundo real. Suas (dos que fazem, como o Cientista, que já atravessou toda esta cadeia  ...e já até "caminhou na superfície de estrelas"...  ...que bobagem...  hahahahahahahha) referências são só, então, os fatos. Autoridades, seus gurus adorados, meu jovem, precisam apresentar as referências deles para dizerem alguma coisa a alguém como o Cientista. Portanto, tão tolo és tu a acreditar que faz algum lindo trabalho trazendo teus mentores à discussão. Vê-se que com o sergiomgbr não terás entrada com tais artifícios, também. Se queres mostrar algo, traga evidências, fatos. Seus mestres não nos interessam.
« Última modificação: 15 de Outubro de 2014, 03:30:35 por Cientista »

Offline Criaturo

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #101 Online: 19 de Novembro de 2014, 20:00:40 »
Qual a razão que leva um ateu a seguir um padrão moral, já que não acredita que há uma moral absoluta?
Porque a Moral sempre é imposta por outrem. O que o obriga a seguí-la?
Faz sentido não cometer um delito pensando na punição. Mas não faz sentido deixar de colar numa prova quando se tem certeza que não vai ser flagrado; sonegar no IR, etc. Se tem certeza que não há punição, e tem ciência de que moral é apenas uma convenção humana, por que se submeter, mesmo sendo prejudicado? Não faz sentido.
Se Deus não existe, tudo é permitido.

livre arbítrio e moralidade são excludentes :vergonha: :vergonha:
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

Amo sofia mas, ela parece fugir de mim, de tão longe faz o meu amor platônico.

Offline Criaturo

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #102 Online: 28 de Novembro de 2014, 10:21:42 »
a questão é, de onde vem o sentimento que devemos seguir uma moral, seria  da observação pratica que um padrão social preserva melhor a espécie?
Porem se moral é relativa também não existe um modelo padrão "correto" a ser seguido, qualquer moral possui o mesmo direito que a outra.
Mas se se não ha uma moral mundial padrão a ser seguida porque milenarmente a maioria concorda em seguir o padrão religioso supostamente atribuídos a uma suposta moral divina:
Não mataras
Não roubaras
Não darás falso testemunhos

isso não seria apenas um instinto natural apontando para a Moral Divina ? :hein:
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

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Offline Sergiomgbr

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #103 Online: 28 de Novembro de 2014, 10:32:41 »
a questão é, de onde vem o sentimento que devemos seguir uma moral, seria  da observação pratica que um padrão social preserva melhor a espécie?
Porem se moral é relativa também não existe um modelo padrão "correto" a ser seguido, qualquer moral possui o mesmo direito que a outra.
Mas se se não ha uma moral mundial padrão a ser seguida porque milenarmente a maioria concorda em seguir o padrão religioso supostamente atribuídos a uma suposta moral divina:
Não mataras
Não roubaras
Não darás falso testemunhos

isso não seria apenas um instinto natural apontando para a Moral Divina ? :hein:
Toda moral relativamente unânime sempre é antes de mais nada um contrato social implícito.

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #104 Online: 28 de Novembro de 2014, 15:39:22 »
a questão é, de onde vem o sentimento que devemos seguir uma moral, seria  da observação pratica que um padrão social preserva melhor a espécie?
Porem se moral é relativa também não existe um modelo padrão "correto" a ser seguido, qualquer moral possui o mesmo direito que a outra.
Mas se se não ha uma moral mundial padrão a ser seguida porque milenarmente a maioria concorda em seguir o padrão religioso supostamente atribuídos a uma suposta moral divina:
Não mataras
Não roubaras
Não darás falso testemunhos

isso não seria apenas um instinto natural apontando para a Moral Divina ? :hein:
Toda moral relativamente unânime sempre é antes de mais nada um contrato social implícito.

Questiono se padrões morais são relativos e pessoais, por que ha uma maioria mundial em  consenso com a moral religiosa ja citada ?
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #105 Online: 28 de Novembro de 2014, 15:49:28 »
a questão é, de onde vem o sentimento que devemos seguir uma moral, seria  da observação pratica que um padrão social preserva melhor a espécie?
Porem se moral é relativa também não existe um modelo padrão "correto" a ser seguido, qualquer moral possui o mesmo direito que a outra.
Mas se se não ha uma moral mundial padrão a ser seguida porque milenarmente a maioria concorda em seguir o padrão religioso supostamente atribuídos a uma suposta moral divina:
Não mataras
Não roubaras
Não darás falso testemunhos

isso não seria apenas um instinto natural apontando para a Moral Divina ? :hein:
Toda moral relativamente unânime sempre é antes de mais nada um contrato social implícito.

Questiono se padrões morais são relativos e pessoais, por que ha uma maioria mundial em  consenso com a moral religiosa ja citada ?
Porque esses exemplos de moral, dita religiosa, reitero, são nada maismente que  contratos sociais.

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #106 Online: 28 de Novembro de 2014, 20:54:56 »
a questão é, de onde vem o sentimento que devemos seguir uma moral, seria  da observação pratica que um padrão social preserva melhor a espécie?
Porem se moral é relativa também não existe um modelo padrão "correto" a ser seguido, qualquer moral possui o mesmo direito que a outra.
Mas se se não ha uma moral mundial padrão a ser seguida porque milenarmente a maioria concorda em seguir o padrão religioso supostamente atribuídos a uma suposta moral divina:
Não mataras
Não roubaras
Não darás falso testemunhos

isso não seria apenas um instinto natural apontando para a Moral Divina ? :hein:
Toda moral relativamente unânime sempre é antes de mais nada um contrato social implícito.

Questiono se padrões morais são relativos e pessoais, por que ha uma maioria mundial em  consenso com a moral religiosa ja citada ?
Porque esses exemplos de moral, dita religiosa, reitero, são nada maismente que  contratos sociais.

questiono como é possível um consenso moral padrão mundial , entre pessoas e culturas e religiões e crenças diferentes ?
não existe um contrato social  implicando em  um padrão  moral a ser seguido mundialmente, no entanto ha um consenso comum  em que todos devem seguir a moral religiosa mosaica dos mandamento divinos ja citados.
prevaleceria neste caso o padrão moral Divino, adotado como sendo o correto pela maioria mundial ?
« Última modificação: 28 de Novembro de 2014, 21:08:02 por Criaturo »
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #107 Online: 28 de Novembro de 2014, 21:21:08 »
a questão é, de onde vem o sentimento que devemos seguir uma moral, seria  da observação pratica que um padrão social preserva melhor a espécie?
Porem se moral é relativa também não existe um modelo padrão "correto" a ser seguido, qualquer moral possui o mesmo direito que a outra.
Mas se se não ha uma moral mundial padrão a ser seguida porque milenarmente a maioria concorda em seguir o padrão religioso supostamente atribuídos a uma suposta moral divina:
Não mataras
Não roubaras
Não darás falso testemunhos

isso não seria apenas um instinto natural apontando para a Moral Divina ? :hein:
Toda moral relativamente unânime sempre é antes de mais nada um contrato social implícito.

Questiono se padrões morais são relativos e pessoais, por que ha uma maioria mundial em  consenso com a moral religiosa ja citada ?
Porque esses exemplos de moral, dita religiosa, reitero, são nada maismente que  contratos sociais.

questiono como é possível um consenso moral padrão mundial , entre pessoas e culturas e religiões e crenças diferentes ?
não existe um contrato social  implicando em  um padrão  moral a ser seguido mundialmente,
Como não?

Não roubarás O que que você faz se eu  pego uma sua carteira com dinheiro no seu bolso? Não pega de volta? E se tiver que visar algo de alguém depois, não vai roubar com  mais justificativas quem te roubou antes? Então o contrato social é; não roubarei para que não seja justificado que me roubem.

Não matarás Se alguém matar um ente querido seu, não vai matar o autor do assassinato? Ainda não? Mas e se ele se não for morto, e continuar matando não seria aconselhável ainda assim matá-lo? Não ainda? Então, e se alguém te aponta uma arma pra você na iminência de te matar e você tendo uma arma não mata primeiro? Então o contrato social é; não matarei para que não se justifique que me matem.

Não darás falso testemunhos? Questão de credibilidade. Pois então, já leste o conto do malandro chamado Zé que mentia que estava se afogando na praia? Todo dia o malandro falava pros amigos, socorro ,to morrendo, me ajuuuuuuuuuuudem, e os amigos iam e o acudiam e sempre era mentira do Zé, mas um dia era verdade mesmo, mas os amigos acharam que era brincadeira,  daí, cê já viu, né?... morréu. Então, o contrato social é; Deixa de ser besta, Zé, não minta, Zé.
« Última modificação: 28 de Novembro de 2014, 21:26:07 por sergiomgbr »

Offline El Elyon

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #108 Online: 28 de Novembro de 2014, 21:31:51 »
Citar
questiono como é possível um consenso moral padrão mundial , entre pessoas e culturas e religiões e crenças diferentes ?

Simples, não é.

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não existe um contrato social  implicando em  um padrão  moral a ser seguido mundialmente, no entanto ha um consenso comum  em que todos devem seguir a moral religiosa mosaica dos mandamento divinos ja citados.

Não exatamente - embora as duas maiores religiões do globo sejam monoteísmos étnicos centrados nas figura de Moisés (Musa), Abraão (Ibrahim) e Jesus (Isa) - e no caso de uma delas, Maomé (Muhammad), não existe um consenso exato entra quais mandamentos existem e quais deles devem ser seguidos - sem contar que no caso Cristianismo, uma boa porção dos seus seguidores nominais seguem mais um "deísmo moralista terapêutico" do que o que seria tradicionalmente identificado como Cristianismo.

Ainda sim - existem ao redor de 3 bilhões de não-Cristãos e não-Muçulmanos, que não parecem concordar em muitos pontos com o ethos abraamico.

Citar
prevaleceria neste caso o padrão moral Divino, adotado como sendo o correto pela maioria mundial ?

Bem, qual dos padrões morais alegadamente vindos de alguma fonte divina? São tantos.  :)
"As long as the Colossus stands, Rome will stand, when the Colossus falls, Rome will also fall, when Rome falls, so falls the world."

São Beda.

Offline Criaturo

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #109 Online: 28 de Novembro de 2014, 21:47:54 »
a questão é, de onde vem o sentimento que devemos seguir uma moral, seria  da observação pratica que um padrão social preserva melhor a espécie?
Porem se moral é relativa também não existe um modelo padrão "correto" a ser seguido, qualquer moral possui o mesmo direito que a outra.
Mas se se não ha uma moral mundial padrão a ser seguida porque milenarmente a maioria concorda em seguir o padrão religioso supostamente atribuídos a uma suposta moral divina:
Não mataras
Não roubaras
Não darás falso testemunhos

isso não seria apenas um instinto natural apontando para a Moral Divina ? :hein:
Toda moral relativamente unânime sempre é antes de mais nada um contrato social implícito.

Questiono se padrões morais são relativos e pessoais, por que ha uma maioria mundial em  consenso com a moral religiosa ja citada ?
Porque esses exemplos de moral, dita religiosa, reitero, são nada maismente que  contratos sociais.

questiono como é possível um consenso moral padrão mundial , entre pessoas e culturas e religiões e crenças diferentes ?
não existe um contrato social  implicando em  um padrão  moral a ser seguido mundialmente,
Como não?

Não roubarás O que que você faz se eu  pego uma sua carteira com dinheiro no seu bolso? Não pega de volta? E se tiver que visar algo de alguém depois, não vai roubar com  mais justificativas quem te roubou antes? Então o contrato social é; não roubarei para que não seja justificado que me roubem.

Não matarás Se alguém matar um ente querido seu, não vai matar o autor do assassinato? Ainda não? Mas e se ele se não for morto, e continuar matando não seria aconselhável ainda assim matá-lo? Não ainda? Então, e se alguém te aponta uma arma pra você na iminência de te matar e você tendo uma arma não mata primeiro? Então o contrato social é; não matarei para que não se justifique que me matem.

Não darás falso testemunhos? Questão de credibilidade. Pois então, já leste o conto do malandro chamado Zé que mentia que estava se afogando na praia? Todo dia o malandro falava pros amigos, socorro ,to morrendo, me ajuuuuuuuuuuudem, e os amigos iam e o acudiam e sempre era mentira do Zé, mas um dia era verdade mesmo, mas os amigos acharam que era brincadeira,  daí, cê já viu, né?... morréu. Então, o contrato social é; Deixa de ser besta, Zé, não minta, Zé.

teoricamente devo registrar um BO e  agradecer a Deus por continuar vivo.
Meu lema é "viva e deixe viver" indivíduos que ameaçam as vidas alheias devem ser isolados da sociedade e reeducados devidamente para no futuro reconquistarem o direito ao convívio social.

Sergio disse: "Então o contrato social é; não matarei para que não se justifique que me matem." esse contrato social pertence apenas a lei de talião instituída por Moisés a 4000 anos atras, ou seja ja foi abolida pelo consenso mundial e também por Jesus em prol do perdão em detrimento da vingança.

Quanto a mentira instintivamente sabemos que é imoral e na pratica colhemos os seus maus resultados.

A questão permanece " se todos concordam mundialmente que mentir é errado ou imoral"  e esta regra não faz  parte de nenhum contrato social mundial , significa que naturalmente o ser humano foi agraciado divinamente com um senso moral.

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Offline Criaturo

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #110 Online: 28 de Novembro de 2014, 21:56:28 »
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questiono como é possível um consenso moral padrão mundial , entre pessoas e culturas e religiões e crenças diferentes ?

Simples, não é.

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não existe um contrato social  implicando em  um padrão  moral a ser seguido mundialmente, no entanto ha um consenso comum  em que todos devem seguir a moral religiosa mosaica dos mandamento divinos ja citados.

Não exatamente - embora as duas maiores religiões do globo sejam monoteísmos étnicos centrados nas figura de Moisés (Musa), Abraão (Ibrahim) e Jesus (Isa) - e no caso de uma delas, Maomé (Muhammad), não existe um consenso exato entra quais mandamentos existem e quais deles devem ser seguidos - sem contar que no caso Cristianismo, uma boa porção dos seus seguidores nominais seguem mais um "deísmo moralista terapêutico" do que o que seria tradicionalmente identificado como Cristianismo.

Ainda sim - existem ao redor de 3 bilhões de não-Cristãos e não-Muçulmanos, que não parecem concordar em muitos pontos com o ethos abraamico.

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prevaleceria neste caso o padrão moral Divino, adotado como sendo o correto pela maioria mundial ?

Bem, qual dos padrões morais alegadamente vindos de alguma fonte divina? São tantos.  :)

 ELYON, boa noite!

refiro me a moralidade religiosa padrão mundial:
Não roubaras, mataras,cobiçaras, levantar falsos testemunhos.

ou seja esta moral pode ser atribuída ao Divino ja que todos independente de crenças e descrenças a discernem como regras morais a serem seguidas.
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

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Offline Sergiomgbr

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #111 Online: 28 de Novembro de 2014, 22:38:32 »
a questão é, de onde vem o sentimento que devemos seguir uma moral, seria  da observação pratica que um padrão social preserva melhor a espécie?
Porem se moral é relativa também não existe um modelo padrão "correto" a ser seguido, qualquer moral possui o mesmo direito que a outra.
Mas se se não ha uma moral mundial padrão a ser seguida porque milenarmente a maioria concorda em seguir o padrão religioso supostamente atribuídos a uma suposta moral divina:
Não mataras
Não roubaras
Não darás falso testemunhos

isso não seria apenas um instinto natural apontando para a Moral Divina ? :hein:
Toda moral relativamente unânime sempre é antes de mais nada um contrato social implícito.

Questiono se padrões morais são relativos e pessoais, por que ha uma maioria mundial em  consenso com a moral religiosa ja citada ?
Porque esses exemplos de moral, dita religiosa, reitero, são nada maismente que  contratos sociais.

questiono como é possível um consenso moral padrão mundial , entre pessoas e culturas e religiões e crenças diferentes ?
não existe um contrato social  implicando em  um padrão  moral a ser seguido mundialmente,
Como não?

Não roubarás O que que você faz se eu  pego uma sua carteira com dinheiro no seu bolso? Não pega de volta? E se tiver que visar algo de alguém depois, não vai roubar com  mais justificativas quem te roubou antes? Então o contrato social é; não roubarei para que não seja justificado que me roubem.

Não matarás Se alguém matar um ente querido seu, não vai matar o autor do assassinato? Ainda não? Mas e se ele se não for morto, e continuar matando, não seria aconselhável ainda assim matá-lo? Não ainda? Então, e se alguém te aponta uma arma pra você na iminência de te matar e você tendo uma arma, não mata primeiro? Então o contrato social é; não matarei para que não se justifique que me matem.

Não darás falso testemunhos? Questão de credibilidade. Pois então, já leste o conto do malandro chamado Zé que mentia que estava se afogando na praia? Todo dia o malandro falava pros amigos, socorro, tô morrendo, me ajuuuuuuuuuuudem, e os amigos iam e o acudiam e sempre era mentira do Zé, mas um dia era verdade mesmo, mas os amigos acharam que era brincadeira,  daí, cê já viu, né?... morréu. Então, o contrato social é; Deixa de ser besta, Zé, não minta, Zé.

teoricamente devo registrar um BO e  agradecer a Deus por continuar vivo.
Meu lema é "viva e deixe viver" indivíduos que ameaçam as vidas alheias devem ser isolados da sociedade e reeducados devidamente para no futuro reconquistarem o direito ao convívio social.

Sergio disse: "Então o contrato social é; não matarei para que não se justifique que me matem." esse contrato social pertence apenas a lei de talião instituída por Moisés a 4000 anos atras, ou seja ja foi abolida pelo consenso mundial e também por Jesus em prol do perdão em detrimento da vingança.
Não, mesmo! Nada foi abolido (porque a Lei de Talião é apenas um pacto social em forma bruta), e sim,  esse contrato social de " não matarás" apenas é ornado como moral e poetizado. Não se mata por que o medo mortal de ser morto, ou ser execrado por matar outrem aliado à vã esperança pilatiana de que há uma Ordem que cuida disso por nós, é grandemente disseminado no mundo.


Quanto a mentira instintivamente sabemos que é imoral e na pratica colhemos os seus maus resultados.

Instintivamente sabemos apenas que o que não mata engorda, a mentirinha glabra só espera uma oportunidade para crescer, só não cresce de um estirão por causa do contrato social.



A questão permanece " se todos concordam mundialmente que mentir é errado ou imoral"  e esta regra não faz  parte de nenhum contrato social mundial , significa que naturalmente o ser humano foi agraciado divinamente com um senso moral.
Senso moral esse que é apenas um subterfúgio da vigília para se sonhar acordado? Será que nos sonhos as coisas são tão mais reais?
« Última modificação: 29 de Novembro de 2014, 16:03:02 por sergiomgbr »

Offline Cientista

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #112 Online: 29 de Novembro de 2014, 01:04:08 »
Ah, sim...   Esse é um daqueles tópicos em que o jovem Skep, "mui sorrateiramente" com tentativa de apoio na ostensiva festivalesquice, supostamente (cridamente) ofuscante da capacidade dos olhos dos que enxergam ver, de adominiar o Cientista, esquivou-se de respondê-lo...  Sim...

Meu caro sergiomgbr, pela lida rápida que fiz, o Criaturo aí não carece de exemplificações, mas de entender (e ACEITAR) a dura realidade de que o que evolui se adapta às exigências evolutivas. Ele está tentando contrapor a resposta à ela mesma, andando num autocírculo, como fazem todas as mentes mágicas, a exemplo típico do nosso caro jovem Skep, na digníssima condição de referência mestra.

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #113 Online: 29 de Novembro de 2014, 03:04:25 »
Se formos tomar como prova de que eu ou você se esquiva de responder o outro, todo tópico em que um de nós abandonou o debate (por motivos diversos)*, então eu posso devolver na mesma moeda a sua acusação, de que você Cientista, em inúmeros tópicos, limitado pela tua inferior capacidade retórica, sentindo-se seus argumentos esgotados e completamente refutados, sem poder se defender, furtivamente esquivou-se de admitir a sua derrota no debate, fugindo com o rabo entre as pernas sem dar maiores explicações.

*No meu caso é a impaciência de responder sua prolixa verborragia sem fim, que toma quase metade de todo debate em uma única postagem. Não é para qualquer um se dá ao trabalho de ler parte por parte e responde-las ponto por ponto né, vamos combinar, paciência tem limite, e a minha geralmente chega ao limite em debates como este aqui com você, ou com o seu pupilo sergiombr (que além do mais está precisando de umas aulinhas, pois é cada coisa que sai nos posts deste pupilo, que da até tristeza de ler.  :enjoo:).
« Última modificação: 29 de Novembro de 2014, 03:11:29 por Skeptikós »
"Che non men che saper dubbiar m'aggrada."
"E, não menos que saber, duvidar me agrada."

Dante, Inferno, XI, 93; cit. p/ Montaigne, Os ensaios, Uma seleção, I, XXV, p. 93; org. de M. A. Screech, trad. de Rosa Freire D'aguiar

Offline Criaturo

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #114 Online: 29 de Novembro de 2014, 08:41:19 »
a questão é, de onde vem o sentimento que devemos seguir uma moral, seria  da observação pratica que um padrão social preserva melhor a espécie?
Porem se moral é relativa também não existe um modelo padrão "correto" a ser seguido, qualquer moral possui o mesmo direito que a outra.
Mas se se não ha uma moral mundial padrão a ser seguida porque milenarmente a maioria concorda em seguir o padrão religioso supostamente atribuídos a uma suposta moral divina:
Não mataras
Não roubaras
Não darás falso testemunhos

isso não seria apenas um instinto natural apontando para a Moral Divina ? :hein:
Toda moral relativamente unânime sempre é antes de mais nada um contrato social implícito.

Questiono se padrões morais são relativos e pessoais, por que ha uma maioria mundial em  consenso com a moral religiosa ja citada ?
Porque esses exemplos de moral, dita religiosa, reitero, são nada maismente que  contratos sociais.

questiono como é possível um consenso moral padrão mundial , entre pessoas e culturas e religiões e crenças diferentes ?
não existe um contrato social  implicando em  um padrão  moral a ser seguido mundialmente,
Como não?

Não roubarás O que que você faz se eu  pego uma sua carteira com dinheiro no seu bolso? Não pega de volta? E se tiver que visar algo de alguém depois, não vai roubar com  mais justificativas quem te roubou antes? Então o contrato social é; não roubarei para que não seja justificado que me roubem.

Não matarás Se alguém matar um ente querido seu, não vai matar o autor do assassinato? Ainda não? Mas e se ele se não for morto, e continuar matando não seria aconselhável ainda assim matá-lo? Não ainda? Então, e se alguém te aponta uma arma pra você na iminência de te matar e você tendo uma arma não mata primeiro? Então o contrato social é; não matarei para que não se justifique que me matem.

Não darás falso testemunhos? Questão de credibilidade. Pois então, já leste o conto do malandro chamado Zé que mentia que estava se afogando na praia? Todo dia o malandro falava pros amigos, socorro ,to morrendo, me ajuuuuuuuuuuudem, e os amigos iam e o acudiam e sempre era mentira do Zé, mas um dia era verdade mesmo, mas os amigos acharam que era brincadeira,  daí, cê já viu, né?... morréu. Então, o contrato social é; Deixa de ser besta, Zé, não minta, Zé.

teoricamente devo registrar um BO e  agradecer a Deus por continuar vivo.
Meu lema é "viva e deixe viver" indivíduos que ameaçam as vidas alheias devem ser isolados da sociedade e reeducados devidamente para no futuro reconquistarem o direito ao convívio social.

Sergio disse: "Então o contrato social é; não matarei para que não se justifique que me matem." esse contrato social pertence apenas a lei de talião instituída por Moisés a 4000 anos atras, ou seja ja foi abolida pelo consenso mundial e também por Jesus em prol do perdão em detrimento da vingança.
Não, mesmo! Nada foi abolido porque a Lei de Talião é apenas o pacto social em forma bruta, e sim,  esse contrato social de " não matarás" apenas é ornado como moral e poetizado. Não se mata por que o medo mortal de ser morto, ou ser execrado por matar outrem aliado à vã esperança pilatiana que há uma Ordem que cuida disso por nós é grandemente disseminada no mundo.


Quanto a mentira instintivamente sabemos que é imoral e na pratica colhemos os seus maus resultados.

Instintivamente sabemos apenas que o que não mata engorda, a mentirinha glabra só espera uma oportunidade para crescer, só não cresce de um estirão por causa do contrato social.



A questão permanece " se todos concordam mundialmente que mentir é errado ou imoral"  e esta regra não faz  parte de nenhum contrato social mundial , significa que naturalmente o ser humano foi agraciado divinamente com um senso moral.
Senso moral esse que é apenas um subterfúgio da vigília para se sonhar acordado? Será que nos sonhos as coisas são tão mais reais?

Sergio disse: Instintivamente sabemos apenas que o que não mata engorda, a mentirinha glabra só espera uma oportunidade para crescer, só não cresce de um estirão por causa do contrato social.


isso seria o instinto dos irracionais apenas visando a sobrevivência, a mentira é  naturalmente advertida pelo nosso senso moral e não por um contrato social  inexistente

Sergio disse: Não se mata por que o medo mortal de ser morto, ou ser execrado por matar outrem aliado à vã esperança pilatiana que há uma Ordem que cuida disso por nós é grandemente disseminada no mundo.

Não se mata pela razão natural  de estarmos indo contra a existência, salvo os que ainda não possuem esta razão.
ha os que confiam em uma  tendencia impondo a ordem natural das coisas e os que confiam nos eleitos para manter tal ordem.

Sergio disse: Senso moral esse que é apenas um subterfúgio da vigília para se sonhar acordado? Será que nos sonhos as coisas são tão mais reais?
o sentimento nato de um padrão moral social é tão real quanto um orgasmo vivenciado em sonhos
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

Amo sofia mas, ela parece fugir de mim, de tão longe faz o meu amor platônico.

Offline Criaturo

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #115 Online: 29 de Novembro de 2014, 08:57:12 »
Ah, sim...   Esse é um daqueles tópicos em que o jovem Skep, "mui sorrateiramente" com tentativa de apoio na ostensiva festivalesquice, supostamente (cridamente) ofuscante da capacidade dos olhos dos que enxergam ver, de adominiar o Cientista, esquivou-se de respondê-lo...  Sim...

Meu caro sergiomgbr, pela lida rápida que fiz, o Criaturo aí não carece de exemplificações, mas de entender (e ACEITAR) a dura realidade de que o que evolui se adapta às exigências evolutivas. Ele está tentando contrapor a resposta à ela mesma, andando num autocírculo, como fazem todas as mentes mágicas, a exemplo típico do nosso caro jovem Skep, na digníssima condição de referência mestra.

A realidade e o senso moral são relativos a evolução da consciência do ser.

a imposição em ter que se adaptar as fôrmas de "exigência evolutivas" implica em uma ordem  estabelecida ao acaso, formando seres inteligentes e complexos ?
« Última modificação: 29 de Novembro de 2014, 09:10:53 por Criaturo »
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

Amo sofia mas, ela parece fugir de mim, de tão longe faz o meu amor platônico.

Offline Sergiomgbr

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #116 Online: 29 de Novembro de 2014, 10:57:50 »
a questão é, de onde vem o sentimento que devemos seguir uma moral, seria  da observação pratica que um padrão social preserva melhor a espécie?
Porem se moral é relativa também não existe um modelo padrão "correto" a ser seguido, qualquer moral possui o mesmo direito que a outra.
Mas se se não ha uma moral mundial padrão a ser seguida porque milenarmente a maioria concorda em seguir o padrão religioso supostamente atribuídos a uma suposta moral divina:
Não mataras
Não roubaras
Não darás falso testemunhos

isso não seria apenas um instinto natural apontando para a Moral Divina ? :hein:
Toda moral relativamente unânime sempre é antes de mais nada um contrato social implícito.

Questiono se padrões morais são relativos e pessoais, por que ha uma maioria mundial em  consenso com a moral religiosa ja citada ?
Porque esses exemplos de moral, dita religiosa, reitero, são nada maismente que  contratos sociais.

questiono como é possível um consenso moral padrão mundial , entre pessoas e culturas e religiões e crenças diferentes ?
não existe um contrato social  implicando em  um padrão  moral a ser seguido mundialmente,
Como não?

Não roubarás O que que você faz se eu  pego uma sua carteira com dinheiro no seu bolso? Não pega de volta? E se tiver que visar algo de alguém depois, não vai roubar com  mais justificativas quem te roubou antes? Então o contrato social é; não roubarei para que não seja justificado que me roubem.

Não matarás Se alguém matar um ente querido seu, não vai matar o autor do assassinato? Ainda não? Mas e se ele se não for morto, e continuar matando não seria aconselhável ainda assim matá-lo? Não ainda? Então, e se alguém te aponta uma arma pra você na iminência de te matar e você tendo uma arma não mata primeiro? Então o contrato social é; não matarei para que não se justifique que me matem.

Não darás falso testemunhos? Questão de credibilidade. Pois então, já leste o conto do malandro chamado Zé que mentia que estava se afogando na praia? Todo dia o malandro falava pros amigos, socorro ,to morrendo, me ajuuuuuuuuuuudem, e os amigos iam e o acudiam e sempre era mentira do Zé, mas um dia era verdade mesmo, mas os amigos acharam que era brincadeira,  daí, cê já viu, né?... morréu. Então, o contrato social é; Deixa de ser besta, Zé, não minta, Zé.

teoricamente devo registrar um BO e  agradecer a Deus por continuar vivo.
Meu lema é "viva e deixe viver" indivíduos que ameaçam as vidas alheias devem ser isolados da sociedade e reeducados devidamente para no futuro reconquistarem o direito ao convívio social.

Sergio disse: "Então o contrato social é; não matarei para que não se justifique que me matem." esse contrato social pertence apenas a lei de talião instituída por Moisés a 4000 anos atras, ou seja ja foi abolida pelo consenso mundial e também por Jesus em prol do perdão em detrimento da vingança.
Não, mesmo! Nada foi abolido porque a Lei de Talião é apenas o pacto social em forma bruta, e sim,  esse contrato social de " não matarás" apenas é ornado como moral e poetizado. Não se mata por que o medo mortal de ser morto, ou ser execrado por matar outrem aliado à vã esperança pilatiana que há uma Ordem que cuida disso por nós é grandemente disseminada no mundo.


Quanto a mentira instintivamente sabemos que é imoral e na pratica colhemos os seus maus resultados.

Instintivamente sabemos apenas que o que não mata engorda, a mentirinha glabra só espera uma oportunidade para crescer, só não cresce de um estirão por causa do contrato social.



A questão permanece " se todos concordam mundialmente que mentir é errado ou imoral"  e esta regra não faz  parte de nenhum contrato social mundial , significa que naturalmente o ser humano foi agraciado divinamente com um senso moral.
Senso moral esse que é apenas um subterfúgio da vigília para se sonhar acordado? Será que nos sonhos as coisas são tão mais reais?

Sergio disse: Instintivamente sabemos apenas que o que não mata engorda, a mentirinha glabra só espera uma oportunidade para crescer, só não cresce de um estirão por causa do contrato social.


isso seria o instinto dos irracionais apenas visando a sobrevivência, a mentira é  naturalmente advertida pelo nosso senso moral e não por um contrato social  inexistente

Sergio disse: Não se mata por que o medo mortal de ser morto, ou ser execrado por matar outrem aliado à vã esperança pilatiana que há uma Ordem que cuida disso por nós é grandemente disseminada no mundo.

Não se mata pela razão natural  de estarmos indo contra a existência, salvo os que ainda não possuem esta razão.
ha os que confiam em uma  tendencia impondo a ordem natural das coisas e os que confiam nos eleitos para manter tal ordem.

Sergio disse: Senso moral esse que é apenas um subterfúgio da vigília para se sonhar acordado? Será que nos sonhos as coisas são tão mais reais?
o sentimento nato de um padrão moral social é tão real quanto um orgasmo vivenciado em sonhos
Sim tão real quanto a própria construção da lembrança do sonho, assim como a lembrança prazerosa de que em sonhos se voa ou se é um gigante.

A hipótese de uma moral universal imanente de impossíveis seres mágicos oníricos, tão bela quanto delirante, só emerge de muito sangue suor e lágrimas por instintos naturais os mais selvagens e estúpidos refreados por inevitáveis longas e penosas convivências entre bestas fera da ferocidade mais inominável apenas eventualmente pela força das circunstâncias, e o nome dessa força das circunstâncias é um só, um breve clamor por arrego, um armistício temporário entre ácidos e venenos chamado contrato social.

Faça uma experiência, pegue um bando de homens de várias nacionalidades com culturas diferentes e os meta num local onde tenham que lutar por abrigo e comida e veja a história dos conflitos da humanidade se repetir em câmera acelerada. Ou não se contente com o mínimo, crie indivíduos completamente sem contato com qualquer cultura humana separados entre si desde o nascimento até a puberdade e depois os coloque em comunidade na mesma situação anterior de conflito por alimento e abrigo e se certifique da verdadeira face do ser humano.

Offline Criaturo

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #117 Online: 29 de Novembro de 2014, 13:52:33 »
Sergio

Sim tão real quanto a própria construção da lembrança do sonho, assim como a lembrança prazerosa de que em sonhos se voa ou se é um gigante.

da mesma forma não podemos sentir prazer  pelos alimentos do passado, a realidade relativa ao nível da consciência que a vivencia no momento.

A hipótese de uma moral universal imanente de impossíveis seres mágicos oníricos, tão bela quanto delirante, só emerge de muito sangue suor e lágrimas por instintos naturais os mais selvagens e estúpidos refreados por inevitáveis longas e penosas convivências entre bestas fera da ferocidade mais inominável apenas eventualmente pela força das circunstâncias, e o nome dessa força das circunstâncias é um só, um breve clamor por arrego, um armistício temporário entre ácidos e venenos chamado contrato social.

o ser humano também deveria ser considerado magico ja que não sabemos em essência, de onde vem e para onde vão!
no caso esse seu contrato social seria o que jesus na pratica ensinou mais aprofundadamente "fazei aos outros apenas o que gostariam que eles lhe fizessem",mas alem da razão que procura manter a sobrevivência da especie, independente do consenso moral pre estabelecido( o seu contrato social) , não podemos negar que ha no ser humano uma consciência apontando para uma moral a ser seguida.

Faça uma experiência, pegue um bando de homens de várias nacionalidades com culturas diferentes e os meta num local onde tenham que lutar por abrigo e comida e veja a história dos conflitos da humanidade se repetir em câmera acelerada.

um reality show !
Sim a ignorância  natural e relativa aos seres , provoca conflito de interesses que forçosamente molda as personalidades.

Ou não se contente com o mínimo, crie indivíduos completamente sem contato com qualquer cultura humana separados entre si desde o nascimento até a puberdade e depois os coloque em comunidade na mesma situação anterior de conflito por alimento e abrigo e se certifique da verdadeira face do ser humano.
na época do descobrimento,os índios conheceram bem a bestialidade proporcionada pela cultura da civilização humana que agora se desculpa no dia 19 de abril.
Mas nesta situação apareceria neles a intuição de um ser divino, nascido da observação de sonhos com mortos, dos premunitórios, da visão espiritual e até da natural beleza da vida.
observe que a ideia da existência de um Deus, não resume-se apenas a carência humana, mas tambem de observações e experiências vivenciadas por ela.
« Última modificação: 29 de Novembro de 2014, 13:58:54 por Criaturo »
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

Amo sofia mas, ela parece fugir de mim, de tão longe faz o meu amor platônico.

Offline Sergiomgbr

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #118 Online: 29 de Novembro de 2014, 14:23:03 »
Sergio

Sim tão real quanto a própria construção da lembrança do sonho, assim como a lembrança prazerosa de que em sonhos se voa ou se é um gigante.

da mesma forma não podemos sentir prazer  pelos alimentos do passado, a realidade relativa ao nível da consciência que a vivencia no momento.

Na verdade, o prazer que se experimenta em saborear uma iguaria para além do alívio venal de alguma demanda biológica urgente nunca é uma experiência totalmente instantânea(eventualmente apenas uma fração ínfima dela) e sim um somatório de lembranças complexas em várias situações ao longo da vida, nem sempre indissociadas do óbvio sentido da gustação em si.

Offline Criaturo

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #119 Online: 29 de Novembro de 2014, 15:01:01 »
Sergio

Sim tão real quanto a própria construção da lembrança do sonho, assim como a lembrança prazerosa de que em sonhos se voa ou se é um gigante.

da mesma forma não podemos sentir prazer  pelos alimentos do passado, a realidade relativa ao nível da consciência que a vivencia no momento.

Na verdade, o prazer que se experimenta em saborear uma iguaria para além do alívio venal de alguma demanda biológica urgente nunca é uma experiência totalmente instantânea(eventualmente apenas uma fração ínfima dela) e sim um somatório de lembranças complexas em várias situações ao longo da vida, nem sempre indissociadas do óbvio sentido da gustação em si.
um  reality "MasterChef", ninguém merece
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

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Offline Sergiomgbr

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #120 Online: 29 de Novembro de 2014, 16:05:07 »
Sergio

Sim tão real quanto a própria construção da lembrança do sonho, assim como a lembrança prazerosa de que em sonhos se voa ou se é um gigante.

da mesma forma não podemos sentir prazer  pelos alimentos do passado, a realidade relativa ao nível da consciência que a vivencia no momento.

Na verdade, o prazer que se experimenta em saborear uma iguaria para além do alívio venal de alguma demanda biológica urgente nunca é uma experiência totalmente instantânea(eventualmente apenas uma fração ínfima dela) e sim um somatório de lembranças complexas em várias situações ao longo da vida, nem sempre indissociadas do óbvio sentido da gustação em si.
um  reality "MasterChef", ninguém merece
Tô assistindo. Eu acho que a Cecília ou a Elisa levam e desconfio que aquele Mohamed é um "escada" do programa.

Offline Criaturo

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #121 Online: 29 de Novembro de 2014, 17:00:08 »
preferia estar "experimentando" as receitas
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

Amo sofia mas, ela parece fugir de mim, de tão longe faz o meu amor platônico.

Offline Pagão

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #122 Online: 29 de Novembro de 2014, 19:09:34 »
"Se Deus não existe tudo é permitido."

Esta frase torna evidente que Deus (Javé e outros semelhantes) foi inventado precisamente para impedir que tudo fosse permitido... Torna perfeitamente claro que é uma invenção humana para fins de convivência social...
Ou seja: não percebo como é pode ser usado como evidência da existência concreta de Javé... É ao contrário... Ou não?
Nenhuma argumentação racional exerce efeitos racionais sobre um indivíduo que não deseje adotar uma atitude racional. - K.Popper

Offline Cientista

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #123 Online: 29 de Novembro de 2014, 20:41:10 »
AAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHA...

Que infezulinice aguda é essa, meu caro jovem Skep?!

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!

Cadê sua jovial boa divertância que experimentas com o vetusto Cientista?!

Cadê os onipresentes "abraços"?!

HAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHA...

Mas... tem tempo ruim não...  Vamos lá que o Cientista tá sidivirtindo muito com tudo isso! E tem até propostas de soluções para o mal estar do jovem!


Se formos tomar como prova de que eu ou você se esquiva de responder o outro,
Aqui é a questão! O Cientista não se esquiva de nada! O Jovem Skep sim! E como o jovem escreveu a palavrita mágica -- "prova" --, vamos a ela!

O Cientista, unicamente, não responde porque não pode se dedicar toda a vida a se divertir aqui com o jovem e com a garotada. Em todos os casos em que ele não retornou, nada ficou que não fosse atendido anteriormente, sendo as respostas puras divertidas repetições dos mesmos esclarecimentos. Já, o jovem...   hahahahahahahahaha

Então, a proposta do Cientista!

Para provar quem aqui se esquiva de quem, coloquemos aqui agora alguns dos pontos esquivantes de cada um que cada um entenda como nevrálgicos.

Começando o Cientista a parte dele...

Aqui mesmo nesse exato tópico, o jovem não atendeu à solicitação logo ali atrás, na resposta redondinha 100 a encabeçar o topo da página 5  (que ainda pode ser onde essa postagem fique...), do Cientista de que apontasse qual seria a tal suposta "falsa analogia" entre o que o jovem chama de "regras da(s) sensação(ões)" e o que contracomparou como "regras do fígado (ou de órgãos quaisquer)". De fato, precisa desenvolver qual sustentação autônoma teriam as "sensações" para que as referidas "regras" não fossem do cérebro e "sim" das "sensações" (próprias elas...  hahahahahah). Realmente, no caso comparado do fígado, trazido pelo nosso caro sergiomgr, até ele atua como regente dessas regras 'sensacionais' (hahahahaha). O fígado causa muitas sensações incômodas em seus estados de morbidez, em cirrose, hepatites sintomáticas, sobrecargas intoxicantes... Muito bem, o que mais importa é, também em resposta vindicativa a outro tópico por aí em que o Cientista referiu-se a esse aqui, e para o qual o jovem apresentou nada além da "resposta" de sua fuga reflexa, certamente sabedor que é do fato de que já se pode monitorar atividades cerebrais associadas ao que se chama de sensações, como faria para monitorar as sensações de alguém na poltrona de testes colocando as sondas na esquina próxima onde as sensações teriam ido dar uma voltinha com sua regras próprias sempre solidárias? Responda aqui. Volte ali (é ali atrás, aqui mesmo), responda. Aliás, já podia ter feito isso em lugar dessa postagem que cito agora e na qual despendeu seu precioso tempo só na inútil tentativa de detratar o Cientista (e o sergiomgbr, que sempre tem que ser falaciosamente arrastado junto ao Cientista pelo jovem em cada desses ataques...  hahahahah).


todo tópico em que um de nós abandonou o debate (por motivos diversos)*, então eu posso devolver na mesma moeda a sua acusação,
Não pode porque você nunca faz cobranças específicas ao Cientista, como o Cientista faz ao jovem. Tudo que o jovem diz é: "deixou o tópico sem resposta". Aqui está a chance. Diga qual questão que puseste ao Cientista que ele deixou de responder, ou que respondeu insatisfatoriamente. DIGA! hahahahahahahhaahhaha...


de que você Cientista, em inúmeros tópicos, limitado pela tua inferior capacidade retórica,
Hahahahahahhahahahahahahahahaha...  E o jovem sempre se afundando publimcamente, tirando do Cientista a diversão de fazê-lo! Puxa, meu caro jovem Skep... Deixa alguma coisinha sobrar para o Cientista chutar...  hahahahahahahahahah

Que dizer que o negócio aqui é "capacidade retórica"???!!!  E nós não já víamos, grande Cientista?!  hahahahahahahaha...


sentindo-se seus argumentos esgotados e completamente refutados, sem poder se defender, furtivamente esquivou-se de admitir a sua derrota no debate, fugindo com o rabo entre as pernas sem dar maiores explicações.

Sua chance está aqui de mostrar...  três itens específicos, de cada vez. Não desfaça tudo em despejos aqui. O Cientista não está podendo se dedicar tanto. Pegue as quesões principais das quais "o Cientista fugiu" e traga aqui.

Obs.: nada disto revoga a possibilidade de que o Cientista venha ainda a responder aqueles tópicos. É muito divertido fazer! Quando há tempo sobrando para isso.


*No meu caso é a impaciência de responder sua prolixa verborragia sem fim,
Que bom para o jovem, que tem tempo bastante para ficar aqui dia após dia, dias inteiros. O Cientista não pode (e, tanto assim nem quereria, que nem a diversão daqui vale tanto assim...  hahahahahaah). O motivo do Cientista é falta de tempo mesmo e porque já respondeu tudo, de fato.


que toma quase metade de todo debate em uma única postagem. Não é para qualquer um se dá ao trabalho de ler parte por parte e responde-las ponto por ponto né,
Mesmo o Cientista, quando toma a tarefa aqui de o fazer, faz assim. Qual a dificuldade? Só se for por fugir. hahahahahahahahaha...


vamos combinar, paciência tem limite, e a minha geralmente chega ao limite em debates como este aqui com você,
Jovem, você já repetiu isso várias vezes... Não perdeu a paciência de repetir tanto o mesmo subterfúgio?! Oh my...  O Cientista se diverte, mas até isso já dá no saco...    hahahahahahahahaha...


ou com o seu pupilo sergiombr (que além do mais está precisando de umas aulinhas, pois é cada coisa que sai nos posts deste pupilo, que da até tristeza de ler.  :enjoo:).
Eu tô vendo por aí o sergiomgbr massacrando o jovem Skep. Mas, entenda uma coisa, meu jovem: o sergio é o sergio; o Cientista, o Cientista. São independentes.








Ah, sim...   Esse é um daqueles tópicos em que o jovem Skep, "mui sorrateiramente" com tentativa de apoio na ostensiva festivalesquice, supostamente (cridamente) ofuscante da capacidade dos olhos dos que enxergam ver, de adominiar o Cientista, esquivou-se de respondê-lo...  Sim...

Meu caro sergiomgbr, pela lida rápida que fiz, o Criaturo aí não carece de exemplificações, mas de entender (e ACEITAR) a dura realidade de que o que evolui se adapta às exigências evolutivas. Ele está tentando contrapor a resposta à ela mesma, andando num autocírculo, como fazem todas as mentes mágicas, a exemplo típico do nosso caro jovem Skep, na digníssima condição de referência mestra.

A realidade e o senso moral são relativos a evolução da consciência do ser.
Não. Realidade não é relativa a nada. Senso moral é relativo a outro senso moral. "Evolução da consciência do ser" é muito indefinido aqui. O que quer tentar dizer com isso?


a imposição em ter que se adaptar as fôrmas de "exigência evolutivas" implica em uma ordem  estabelecida ao acaso, formando seres inteligentes e complexos ?
Não. (Inteligência, tomada como subgrandeza de complexidade) Complexidade é uma grandeza constante e se distribui; não "surge do nada/acaso". Faça a pergunta certa. Tente melhorá-la.

Offline Criaturo

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Re:Se Deus não existe, tudo é permitido
« Resposta #124 Online: 30 de Novembro de 2014, 18:08:20 »
"Se Deus não existe tudo é permitido."

Esta frase torna evidente que Deus (Javé e outros semelhantes) foi inventado precisamente para impedir que tudo fosse permitido... Torna perfeitamente claro que é uma invenção humana para fins de convivência social...
Ou seja: não percebo como é pode ser usado como evidência da existência concreta de Javé... É ao contrário... Ou não?
desde o principio Deus é usado como um ferramenta politica e o deus dos exércitos de  Moisés é um bom exemplo disso,mas o Deus cristão de Jesus isentou-se da politica humana aproximando mais do instinto natural da  moral divina.
questiono se independentemente  da cultura humana, se ha ou não uma natural consciência dentro de nós apontando para a moral divina a ser seguida ?
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

Amo sofia mas, ela parece fugir de mim, de tão longe faz o meu amor platônico.

 

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