Autor Tópico: 6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita  (Lida 369 vezes)

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Rhyan

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6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita
« Online: 04 de Novembro de 2014, 22:11:22 »
6 EVIDÊNCIAS DE QUE O PT É UM PARTIDO DE DIREITA
As origens intelectuais do partido vem do socialismo uspiano, mas teria o PT dado uma guinada à direita?




por Diogo Costa  4 de novembro de 2014

O comentário que mais escutei de colegas europeus que acompanhavam as eleições brasileiras foi: “mas então o PT é de direita?”. Eles não chegaram a essa conclusão tanto por um exame do conteúdo programático, mas por reação ao espírito populista que moveu a campanha do partido. Dentro do contexto europeu e do americano, a retórica petista se encaixa mais facilmente na boca da direita estridente do que na da esquerda sofisticada. Aqui vão seis evidências.

1. O PT antagoniza a elite urbana



O mapa acima representa a distribuição geográfica dos votos na eleição para o Parlamento Europeu desse ano. As regiões em vermelho votaram majoritariamente em partidos de esquerda e as em azul, em partidos de direita. Dá para identificar Londres, Paris, Berlim, Roma, Viena. As grandes cidades aparecem como ilhas vermelhas de esquerdismo no mar azul direitista. Assim como a esquerda europeia, Aécio Neves venceu na maioria das capitais. E, assim como a direita europeia, o PT animou comícios disparando frases de efeito contra o esnobismo da elite urbana.

Também na política americana, a população dos estados ricos do nordeste dos Estados Unidos em geral votam nos Democratas enquanto os estados pobres do sul votam nos Republicanos. Até a atitude anti-nordestina de alguns eleitores do PSDB lembra o anti-sulismo da esquerda americana. Durante o governo Bush e, mais recentemente, com o avanço republicano no congresso, foi o “deep south”, do Texas à Florida, que foi tratado como chiclete na sola do progresso humano. Em reação, a direita populista desenhava a imagem de uma esquerda urbana alienada da população. Durante a pré campanha presidencial de 2004, o anúncio de um grupo republicano insultava o Democrata Howard Dean de “bebedor de latte, comedor de sushi, motorista de Volvo, leitor de New York Times, usuário de piercing e amante de Hollywood”. Ainda bem que não existe “coxinha” nos EUA.

2. O PT estimula a ofensiva contra a grande imprensa



Os laboratórios dos departamentos de psicologia têm confirmado empiricamente algo que seus avós já sabiam de coração: uma declaração parece mais verídica quando expressa em forma de rima. “O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”, entoavam os presentes durante o discurso de vitória de Dilma. Talvez repetindo-se o mantra nos faça esquecer que esse povo dá à Globo o título de campeã de audiência noite após noite. Também os ataques físicos contra a sede da Abril às vésperas das eleições mostram que, para alguns segmentos da esquerda petista, a melhor resposta à crítica verbal é a destruição física. A direita populista do mundo desenvolvido evita a torpeza de esvaziar rimas e latas de lixo em cima da grande mídia, mas também não esconde seu ódio a “mainstream media”. Um levantamento do Gallup indica que, nos Estados Unidos, conservadores e republicanos mostram o menor grau de confiança na grande mídia. No ano passado, manifestantes de direita anglofônica se reuniram na frente dos maiores canais de comunicação para fazer a “Marcha Contra a Grande Mídia”. Nas palavras da liderança do movimento, “é um ataque contra a credibilidade da grande mídia, uma tentativa de orientar a audiência para longe de suas mentiras em direção a fontes de mídia alternativa”. No Brasil, o PT também tem orientado a audiência em direção a outros canais de comunicação fazendo contribuições diretas a parceiros de comunicação selecionados.

3. O PT usa nacionalismo contra a abertura internacional



O grupo que representa ceticismo à integração continental dentro do parlamento europeu é constituído pelos partidos da direita nacionalista de cada estado membro. Mais à direita, desalinhados, encontram-se os partidos da direita populista acusados de oposição xenófoba, como a Frente Nacional da França, a Aurora Dourada da Grécia e o Jobbik da Grécia. Lá a direita é contra a União Europeia; aqui ela é contra a ALCA. O orgulho de uma política externa que “fala grosso” com as grandes potências sublima a vergonha de um governo que trocou o avanço na integração econômica internacional pelo recuo protecionista dos últimos anos. Lá é a direita populista que quer fechar as fronteiras europeias. Aqui foi o governo petista do Acre que pediu ao Ministério da Justiça o fechamento de fronteira no início desse ano, amparado no precedente estabelecido pelo governo federal que em 2012 suspendeu a entrada de imigrantes por 60 dias. E imigrantes que conseguiram entrar no país em busca de oportunidades foram submissos a um tratamento que chocariam até o mais red neck policial do Arizona.O governo do PT manteve por meses imigrantes, em sua maioria refugiados haitianos, em regime de confinamento com condições sub-suínas. Até 2500 imigrantes chegaram a ficar mantidos em um galpão com 10 latrinas. João Paulo Charleaux, da ONG Conectas, esteve no local e descreveu a situação dos imigrantes: “Os haitianos passam a noite empilhados uns sobre os outros, sob um calor escaldante, acomodados em pedaços de espuma que algum dia foram pequenos colchonetes, no meio de sacolas, sapatos e outros pertences pessoais. A área onde estão as latrinas está alagada por uma água fétida, não se vê sabão para lavar as mãos e quase todos com os que conversamos se queixam de dor abdominal e diarreia. Muitos passam meses nessa condição”.

4. O discurso do PT mantém vivo o medo

Imagem: (https://twitter.com/LulapeloBrasil/status/524322595135430656)

Em 2010, os comediantes Jon Stewart e Stephen Colbert, âncoras de programas noturnos do Comedy Central, decidiram organizar manifestações em Washington DC a fim de esfriar os ânimos polarizadores da política americana. Jon Stewart, representando a esquerda razoável, liderou a “Manifestação Para Restaurar a Sanidade”. Em contrapartida, Stephen Colbert, que encarna a persona da direita americana, criou a “Manifestação para Manter Vivo o Medo”. Durante a campanha brasileira, quem personificou essa direita histérica foi o PT. O partido não tirou o dedo do botão de pânico durante toda a campanha. Desde o vídeo dos Fantasmas do Passado até as ameaças de fim do Bolsa Família, a campanha do PT tocou direto na amígdala do eleitor, naquele núcleo cerebral chamado por aí de “cérebro de lagarto” que responde ao medo e à raiva mais primitiva no ser humano. Lula citou na sua conta de Twitter que “A eleição de Aécio Neves significa o genocídio da juventude negra.” A página oficial da Dilma compartilhou uma imagem do prato vazio que estaria na mesa do pobre na volta de um governo do PSDB. Não tinha nem calango para alimentar o cérebro de lagarto.

5. O PT distribui privilégios para grandes empresas



Se o PT não consegue a confiança do mercado, não é por falta de estender a mão. O governo Dilma elaborou 35 pacotes econômicos para favorecer empresas escolhidas. Apenas em subsídios fiscais, o governo deu mais de R$100 bilhões só em 2014. Durante os debates Dilma ostentou que, no seu governo, o BNDES tem participação em 753 das mil maiores empresas do país. Durante o governo Dilma, o BNDES recebeu R$324 bilhões do Tesouro Nacional. Os R$190 bilhões desembolsados pelo BNDES em 2013 superaram em um ano todo a despesa do Bolsa Família desde sua formalização em 2003. Esse dirigismo corporativista, em que se amplia a proporção de decisões econômicas nas mãos da burocracia, que constrói parcerias entre o estado e os detentores dos meios de produção, está historicamente associado aos regimes fascistas, por mais que as rimas universitárias sugiram o contrário.

6. O PT usa retórica moralista contra adversários



Desde a morte de Amy Winehouse o Facebook não via tanta especulação escandalizada sobre os hábitos pessoais de uma pessoa pública como recebeu a vida de Aécio Neves durante a campanha. A desconstrução moral da sua imagem passou por fotos manipuladas (como a imagem acima) denunciando sua promiscuidade até a insinuação de Dilma em debate, quando nos lembrou que nunca dirigiu sob “efeito de álcool ou drogas.” Até rappers de comício e humoristas de jornal que se dizem contra a guerra as drogas não resistiram fazer trocadilhos com a palavra “pó” ao falar de Aécio. Esse filhote de Charlie Sheen com Courtney Love parece fabricação de um conservador social americano como Pat Robertson, que pedia o impeachment de Bill Clinton nos anos 1990 por ter transformado o salão oval da Casa Branca num “cercadinho para a liberdade sexual típica de um filho dos anos 1960″. Por outro lado o ex-presidente Fernando Henrique talvez tenha se tornado a mais alta voz na América Latina no combate a guerra às drogas. Talvez o tom moralista explique um pouco o fato do PT não ter conquistado o voto jovem esse ano.

Conclusão

Podemos concluir então que o PT é de direita? Não, creio que não. As origens intelectuais do partido vem do socialismo uspiano e sua mobilização popular está enraizada no sindicalismo da CUT. Ocorre que, enquanto nos Estados Unidos e na Europa o populismo virou coisa da direita, na América Latina é a esquerda que vive com o populismo na garganta. Esquerda e direita têm aplicações limitadas a certos contextos; uma bandeira que recebe o nome de esquerda hoje pode estar sendo hasteada no mastro da direita antes do fim do dia. O motivo do PT causar estranheza na esquerda europeia é a adesão populista menos presente no PSDB, que, por sua vez, tem sua origem inspirada na esquerda europeia até no nome.

Podemos concluir, no entanto, que, nesse momento da política brasileira, a divisão esquerda-direita tem menos capacidade descritiva que a divisão populismo-individualismo. Essa divisão é importante porque não se escapa do populismo de esquerda reagindo com o populismo de direita. O andítodo à loucura coletiva não é a loucura coletiva oposicionista – é pensar por conta própria. Talvez o Brasil também esteja precisando de uma Manifestação da Sanidade para acalmar os direitistas que pedem intervenção militar e os esquerdistas que pedem controle da imprensa.


Diogo Costa
Mestre em Ciência Política pela Columbia University de Nova York e doutorando em Economia Política no King's College de Londres.

Fonte: http://spotniks.com/6-evidencias-que-o-pt-e-um-partido-de-direita/
« Última modificação: 04 de Novembro de 2014, 22:18:06 por Libertário »

Offline JJ

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Re:6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita
« Resposta #1 Online: 09 de Maio de 2019, 10:54:44 »
A esquerda precisa superar o PT


 6 DE MAIO DE 2016


No ocaso de seu governo, Dilma Rousseff produziu o que a imprensa chamou de “pacote de bondades” para a esquerda. Destravou a reforma agrária e o Minha Casa Minha Vida Entidades, destinou novas áreas a comunidades quilombolas, liberou recursos para a promoção da igualdade racial e assinou decreto que permite o uso do nome social em crachás por servidores LGBT. Para o campo progressista brasileiro, essas medidas deveriam deixar uma única lição: é hora de superar o PT.

No tempo comandado pelo PT, o Planalto realizou muitos feitos importantes, sendo o mais relevante deles alçar o combate à miséria e à pobreza à condição de central na disputa política. Depois que o governo comandado pelos petistas retirou o Brasil do mapa da fome das Nações Unidas, é improvável que outra sigla consiga chegar ao Palácio do Planalto (pelo voto) sem apontar soluções para nossas profundas desigualdades sociais e regionais.

Paralelamente, o PT produziu uma quantidade significativa de decepções. A corrupção, expressa no “mensalão” e escancarada pela Operação Lava Jato, é a maior delas, mas não se pode esquecer que o partido abriu mão de uma série de reformas estruturais, referendou a política de encarceramento em massa vigente e implantou um modelo de desenvolvimento que, além de alienante, não reconhece óbvios limites sociais e ambientais.

No que diz respeito a sua base social, o governo do PT também produziu danos profundos. Como reconheceu o próprio Lula em fevereiro de 2015, quando a sigla completou 35 anos, o PT “deixou de ser um partido das bases para se tornar um partido de gabinetes”.

O abandono da disputa ideológica abriu caminho para o conservadorismo que hoje perpassa os mais diversos estratos da sociedade e o resultado desta transformação produziu um vácuo na esquerda. Assim, hoje, as bases esquerdistas se encontram desestruturadas.

Nos mandatos de Lula, a estratégia de levar os conflitos sociais para dentro do governo fez CUT, MST e UNE serem colocados para dormir e perderem boa parte da significância que tinham anteriormente.

Com Dilma, a relação passou a ser de hostilidade aberta. Alguns casos são simbólicos, como a entrega do Ministério das Cidades ao Partido Progressista (antítese de seu próprio nome) e, depois, para o PSD, em um cenário de déficit habitacional crescente e a entrega do Ministério da Agricultura à ruralista Kátia Abreu.

Além do governo, o PT também desprezou o campo progressista. Em 2013, a chegada do pastor Marco Feliciano (PSC-SP), para quem os africanos são amaldiçoados, à presidência da Comissão de Direitos Humanos só foi possível pois a bancada petista não priorizou a comissão, como fez por anos.

Na última década e meia, as tentativas de aglutinar as bases progressistas em torno do PT só foram realizadas em período eleitorais, como os de 2010 e 2014. Muito pouco.

Quando estava segura no cargo, logo após sua reeleição, Dilma optou pelo estelionato eleitoral e, às vésperas do Ano Novo de 2015, soltou duas medidas provisórias de um ajuste fiscal de fato necessário, mas que pelo mérito e pela falta de diálogo foi percebido como responsável por afetar sobretudo os trabalhadores.

Diante do avanço do processo de impeachment, a busca pelas bases foi refeita, em torno do #nãovaitergolpe. A campanha naufragou e, na hora da derrocada, o governo produziu sua “guinada progressista”. Por trás dela, há uma estratégia de três pontos para manter o PT como partido hegemônico na esquerda.

Por um lado, busca-se marcar a diferença para o projeto neoliberal-conservador que foi derrotado nas urnas e chegará ao poder por meio de Michel Temer. Por outro, fomenta-se a narrativa da direita golpeando a esquerda, e com o PT como sinônimo de esquerda, não parte dela. Por fim, a intenção é aglutinar o campo progressista novamente ao redor do PT para o próximo ciclo eleitoral, que terá início imediatamente após a chegada de Temer ao Planalto.


A partir do afastamento de Dilma, a esquerda precisará escolher um de dois caminhos. O primeiro é seguir orbitando ao redor do PT e de seus feitos positivos. Em um cenário no qual as vozes petistas capazes de fazer a autocrítica do partido estão fora das posições de liderança, essa alternativa parece ser um abraço de afogados.

O segundo caminho é o da renovação, que rejeite o antipetismo histérico, respeite os feitos do PT, faça as muitas autocríticas necessárias e passe por uma constatação bastante simples: a esquerda não votou em Dilma Rousseff para ter duas semanas de governo progressista e não pode se contentar com isso.



No cenário posto, a esquerda precisa rechaçar a fama de perdulária (é possível, como o petista Fernando Haddad vem demonstrando em São Paulo) e entender a necessidade de fazer o Estado caber dentro do Orçamento.

É isso o que capacitará o Estado para interferir quando necessário, em especial na defesa dos direitos humanos e no estabelecimento de políticas redistributivas. 

Em março de 2015, em entrevista a CartaCapital, o professor da USP Lincoln Secco fez um diagnóstico interessante. “O PT é a esquerda que o Brasil conseguiu ter”, disse ele. Está claro que, daqui para frente, o programa petista não é mais suficiente.



https://www.cartacapital.com.br/politica/a-esquerda-precisa-superar-o-pt/


Offline Sergiomgbr

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Re:6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita
« Resposta #2 Online: 09 de Maio de 2019, 11:36:17 »
Todo partido que ainda não rompeu com o estado de direito nem cometeu crimes é de direita.Uma coisa de complexa compreensão mas um fato 

Offline Buckaroo Banzai

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Re:6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita
« Resposta #3 Online: 09 de Maio de 2019, 11:39:23 »
Esquerda = bandidagem, simples assim.

Balbúrdia é a porta de entrada para a bandidagem. Espero que a polícia desça o cacete nos doutrinadores marxistas e fedelhos terroristas fazendo protestos.

Offline Sergiomgbr

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Re:6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita
« Resposta #4 Online: 09 de Maio de 2019, 11:55:15 »
Não necessariamente só por que cometeu crimes é de esquerda. Apenas que uma instituição criminosa já não é mais de direita, só pra constar.

Offline homemcinza

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Re:6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita
« Resposta #5 Online: 09 de Maio de 2019, 13:51:42 »
Todo partido que ainda não rompeu com o estado de direito nem cometeu crimes é de direita.Uma coisa de complexa compreensão mas um fato

Ou seja, não há partidos de direita.  :histeria:
Olavo tem ração!

Offline Sergiomgbr

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Re:6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita
« Resposta #6 Online: 09 de Maio de 2019, 14:40:47 »
Obviamente, não cometer crimes utopicamente. Crimes ocasionais são deslizes, não contam como crimes institucionais. Há crimes e crimes.

Offline homemcinza

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Re:6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita
« Resposta #7 Online: 09 de Maio de 2019, 14:52:22 »
Obviamente. Ou como se poderia defender os safados de nossa preferência e ainda dormir com a consciência tranquila sem criarmos justificativas injustificaveis para tal?  :ok:
Olavo tem ração!

Offline Sergiomgbr

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Re:6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita
« Resposta #8 Online: 09 de Maio de 2019, 15:04:48 »
Crimes no terreno da política são realmente uma grande mazela da sociedade, notadamente a corrupção que as vezes pode nascer de uma boa intenção. E na área pública, principalmente é as vezes justificável. Atropelar certos trâmites burocráticos por um bem maior, por exemplo, mas não se caracterizando em algo realmente lesivo.

As vezes é mais humano passar por cima de alguma legalidade, mas isso, que se caracteriza em corrupção, e há inclusive artigos cientificos atestando isso, entorpece o cérebro, de tal forma que a pessoa vai se tornando mais e mais corrupta e não percebe isso e vai sempre achando um excesso cada vez maior perfeitamente normal, e isso dificilmente tem retorno.
« Última modificação: 09 de Maio de 2019, 15:07:05 por Sergiomgbr »

Offline Cinzu

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Re:6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita
« Resposta #9 Online: 09 de Maio de 2019, 15:21:36 »
Obviamente, não cometer crimes utopicamente. Crimes ocasionais são deslizes, não contam como crimes institucionais. Há crimes e crimes.

Quais seriam exemplos de crimes institucionais cometidos por partidos políticos no Brasil?
"Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar"

Offline Sergiomgbr

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Re:6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita
« Resposta #10 Online: 09 de Maio de 2019, 15:25:59 »
Obviamente, não cometer crimes utopicamente. Crimes ocasionais são deslizes, não contam como crimes institucionais. Há crimes e crimes.

Quais seriam exemplos de crimes institucionais cometidos por partidos políticos no Brasil?
Todos. Mas crimes de partido político dificilmente são delineáveis, a idéia é crime de filiado de partido  relacionado ao exercício da função, objetivamente falando.
« Última modificação: 09 de Maio de 2019, 15:32:36 por Sergiomgbr »

Offline Pedro Reis

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Re:6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita
« Resposta #11 Online: 10 de Maio de 2019, 02:49:26 »
Todo partido que ainda não rompeu com o estado de direito nem cometeu crimes é de direita.Uma coisa de complexa compreensão mas um fato 

Agora fiquei curioso. Você poderia nos dar o nome de um partido de direita?

Offline Sergiomgbr

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Re:6 Evidências de que o PT é um Partido de Direita
« Resposta #12 Online: 10 de Maio de 2019, 05:18:15 »
Todo partido que ainda não rompeu com o estado de direito nem cometeu crimes é de direita.Uma coisa de complexa compreensão mas um fato 

Agora fiquei curioso. Você poderia nos dar o nome de um partido de direita?
Não há objetivamente uma direita, o que há e algo que se pretende antagônico ao estado pleno de direito, se autodenominando esquerda disso. Esse antagonista ai do estado pleno de direita bem poderia se autodenoninar direita, e ai, por conseguinte o estado pleno de direito seria esquerda. A esquerda por querwr ser a esquerda é que torna qualquer coisa que pretende se opor como sendo uma  direita. No final são definições arbitrárias uma ocorrendo em função da outra.
« Última modificação: 10 de Maio de 2019, 05:23:47 por Sergiomgbr »

 

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