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O Islam representa ou deseja afetar a civilização ocidental?

Não, o Islam é uma religião de paz.
Sim, como todas as religiões.
Nenhuma religião pode representar um risco à civilização
Muito mais que outras religiões. A radicalização de um percentual relevante de muçulmanos espalhados pelo mundo cria literalmente dezenas de milhões de radicais que na melhor das hipóteses, serão apenas massa de manobra
O problema é político não religioso.
Mesmo tendo o apoio dos islâmicos mais abastados, a radicalização é fruto da pobreza e da exploração que os países muçulmanos sofrem há uma centena de anos
Sim. No Islam política e religião se confundem. Tentar separar uma da outra no caso do Islam é apenas diversionismo sem cunho prático.

Autor Tópico: Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado  (Lida 21862 vezes)

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Offline Moro

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #25 Online: 18 de Janeiro de 2015, 22:44:40 »
Uma porcaria?  E isso só reforça o ponto.
“If an ideology is peaceful, we will see its extremists and literalists as the most peaceful people on earth, that's called common sense.”

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Offline Moro

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #26 Online: 19 de Janeiro de 2015, 01:33:13 »
Bom,  Reza Aslan para mim é o melhor debatedor islâmico,  muito inteligente, para nosso gostinho humilhou a fox ao vivo duas vezes.. Vejam a posição dele sobre Hebdo

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Offline Fabrício

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #27 Online: 19 de Janeiro de 2015, 07:54:52 »
Bom,  Reza Aslan para mim é o melhor debatedor islâmico,  muito inteligente, para nosso gostinho humilhou a fox ao vivo duas vezes.. Vejam a posição dele sobre Hebdo


Culpa as vitimas na cara dura. E um muçulmando dizendo que a França não respeita o multiculturalismo é brincadeira... pena que os franceses não sejam tão tolerantes quanto os países islâmicos.
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Offline Diegojaf

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #28 Online: 19 de Janeiro de 2015, 10:20:27 »
E como ta o Afeganistão hoje, depois que o governo extremista foi convidado a se retirar pelos americanos?

O Afeganistão não é um país como os outros. Em primeiro lugar, suas linhas de fronteira foram determinadas de maneira artificial pelos países colonialistas. Em segundo, graças a essa criação artificial, o povo ali não compartilha o conceito de nação, fundamental para a criação de um país.

Os habitantes da região eram nômades, e formavam tribos que não tinham nenhum vínculo oficial com outras tribos, não existia o conceito de pátria.

O que ocorreu no oriente médio foi que eles criaram diversos países de maneira a atender interesses coloniais, esperando que algo estranho a eles como democracia ou demais valores ocidentais fossem assimilados. Mas o Islã não compartilha destes ideais porque o Corão é um livro completo de política.

Eu tive uma palestra com o prof. Danny Zahreddine sobre guerras assimétricas e a primavera árabe, e um dos meus questionamentos foi exatamente  sobre constitucionalismo nos países árabes e por quanto tempo os regimes totalitários iriam perdurar, no que ele me respondeu que em primeiro lugar, parte-se do pressuposto que a população árabe (lembrando, não a islâmica, a árabe), não tem necessariamente o interesse em se ocidentalizar e até que essa ideia de separação de Estado e religião seja assimilado, vai demorar um tempo.

Como exemplos de países onde isso ocorreu e ainda ocorre gradativamente, ele deu a Malásia, a Indonésia e o Irã.
"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto." - Rui Barbosa

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Offline Eremita

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #29 Online: 19 de Janeiro de 2015, 11:14:45 »
Mas me deixa surpreso ver tantas respostas muito boas que não levam o fator prático e a realidade percebida em consideração.
Se por fator prático, você quer dizer o "tá, mas o que a gente faz com o islamismo":

Nos países onde islamismo é uma minoria imigrante (França, GB): não "pedir" imigração, preocupar-se em integrar quaisquer imigrantes que decidam ficar no país e punir comportamento inadequado. Não sou a favor de expulsar quem prega Shariah por causa da liberdade de expressão, mas é também uma possibilidade.

Nos países onde islamismo é uma minoria nativa (Índia, Rússia) ou que pendem para o laicismo mesmo tendo maioria islâmica (Turquia): reforça laicismo, pune comportamento inadequado.

Países com Shariah: aí complica. Se a população sob o mesmo quer viver na bosta, é problema deles; se não querem, que se revoltem contra a mesma. A influência externa, ao meu ver, deve ser no máximo disponibilizando meios de comunicação e propaganda, nunca militar.

O Afeganistão não é um país como os outros. Em primeiro lugar, suas linhas de fronteira foram determinadas de maneira artificial pelos países colonialistas.
Tá, concordo contigo que a falta de unidade étnica e cultural em uma sociedade que leva a religião a sério crie problemas; mas se você parar pra pensar, qualquer fronteira é um bom tanto artificial - vide o interior do Rio Grande do Sul, o Uruguai e a Mesopotâmia Argentina como exemplo.
Latebra optima insania est.

Offline Diegojaf

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #30 Online: 19 de Janeiro de 2015, 11:23:55 »
Tá, concordo contigo que a falta de unidade étnica e cultural em uma sociedade que leva a religião a sério crie problemas; mas se você parar pra pensar, qualquer fronteira é um bom tanto artificial - vide o interior do Rio Grande do Sul, o Uruguai e a Mesopotâmia Argentina como exemplo.

Sim, mas quem estava lá não eram tribos nômades... ênfase no "nômades".

E de um dia para o outro, alguém diz a eles: "A partir de agora vocês moram aqui. Pisar ali do outro lado é guerra, porque deste lado quem manda é ciclano (Inglaterra) e deste outro, manda a beltrano (Rússia) e a única razão de sua existência é evitar que esses dois países entrem em conflito direto. Ah, e vocês têm que escolher alguém pra representar todos os seus habitantes.

Agora, lutem!!!"

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Offline Eremita

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #31 Online: 19 de Janeiro de 2015, 11:30:32 »
ênfase no "nômades".
OK, eu perdi isso na primeira leitura do seu post. Bem focado, concordo.
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Offline Agnoscetico

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #32 Online: 19 de Janeiro de 2015, 18:17:52 »
Eu nao marquei nenhuma opção. Achou faltou mais opções - tem como alterar as votações topico depois de postado?

Poderia ter opção "O Islam como MAIS um instrumento contra o mundo civilizado"

Offline Pagão

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #33 Online: 23 de Janeiro de 2015, 17:42:22 »
O Afeganistão não é um país como os outros. Em primeiro lugar, suas linhas de fronteira foram determinadas de maneira artificial pelos países colonialistas.
Tá, concordo contigo que a falta de unidade étnica e cultural em uma sociedade que leva a religião a sério crie problemas; mas se você parar pra pensar, qualquer fronteira é um bom tanto artificial - vide o interior do Rio Grande do Sul, o Uruguai e a Mesopotâmia Argentina como exemplo.

Não há verdadeiramente fronteiras "naturais" mas sempre fronteiras políticas.... A busca das fronteiras "naturais" por um país foi sempre um pretexto para o expansionismo desse país e mais nada...
Nenhuma argumentação racional exerce efeitos racionais sobre um indivíduo que não deseje adotar uma atitude racional. - K.Popper

Offline Agnoscetico

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #34 Online: 23 de Janeiro de 2015, 18:48:07 »
Tá, concordo contigo que a falta de unidade étnica e cultural em uma sociedade que leva a religião a sério crie problemas; mas se você parar pra pensar, qualquer fronteira é um bom tanto artificial - vide o interior do Rio Grande do Sul, o Uruguai e a Mesopotâmia Argentina como exemplo.

Sim, mas quem estava lá não eram tribos nômades... ênfase no "nômades".

E de um dia para o outro, alguém diz a eles: "A partir de agora vocês moram aqui. Pisar ali do outro lado é guerra, porque deste lado quem manda é ciclano (Inglaterra) e deste outro, manda a beltrano (Rússia) e a única razão de sua existência é evitar que esses dois países entrem em conflito direto. Ah, e vocês têm que escolher alguém pra representar todos os seus habitantes.

Agora, lutem!!!"

Isso lembra o caso dos ciganos, que ainda se pratica certo nomadismo.

E falando em ciganos (que não eram mouros e ainda viviam em paises de na União Europeia) o tratamento que eles receberam do Governo de Sarkozy foi tão "democratico" e respeitoso com outras etnias; mas fazer charge sobre Sarkozy resultou em demissão de um chargista dessa tal de Charles Hebdo. Aliás os ciganos mereciam um congresso de Ciganofobia.

Será que vai acontecer o mesmo com islamicos?
« Última modificação: 23 de Janeiro de 2015, 18:50:11 por Agnoscetico »

Offline Pasteur

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #35 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 01:43:15 »

Citar
Muslim true/false

Winning hearts and minds -- the Bush administration, foreign policy wonks, even the U.S. military agree that this is the key to any victory over global terrorism. Yet our public diplomacy program has made little progress on improving America's image. Few seem to recognize that American ignorance of Islam and Muslims has been the fatal flaw.

How much do Americans know about the views and beliefs of Muslims around the world? According to polls, not much. Perhaps not surprising, the majority of Americans (66%) admit to having at least some prejudice against Muslims; one in five say they have "a great deal" of prejudice. Almost half do not believe American Muslims are "loyal" to this country, and one in four do not want a Muslim as a neighbor.

Why should such anti-Muslim bias concern us? First, it undermines the war on terrorism: Situations are misdiagnosed, root causes are misidentified and bad prescriptions do more harm than good. Second, it makes our public diplomacy sound like double-talk. U.S. diplomats are trying to convince Muslims around the world that the United States respects them and that the war on terrorism is not out to destroy Islam. Their task is made infinitely more difficult by the frequent airing of anti-Muslim sentiment on right-wing call-in radio, which is then heard around the world on the Internet.

Finally, public ignorance weakens our democracy at election time. Instead of a well-informed citizenry choosing our representatives, we are rendered vulnerable to manipulative fear tactics. We need look no further than the political attacks on Barack Obama. Any implied connection to Islam -- attending a Muslim school in Indonesia, the middle name Hussein -- is wielded to suggest that he is unfit for the presidency and used as fuel for baseless rumors.

Anti-Muslim sentiment fuels misinformation, and is fueled by it -- misinformation that is squarely contradicted by evidence.

Starting in 2001, the research firm Gallup embarked on the largest, most comprehensive survey of its kind, spending more than six years polling a population that represented more than 90% of the world's 1.3 billion Muslims. The results showed plainly that much of the conventional wisdom about Muslims -- views touted by U.S. policymakers and pundits] and accepted by voters --is simply false


For instance, Gallup found that 72% of Americans disagreed with this statement: "The majority of those living in Muslim countries thought men and women should have equal rights." In fact, majorities in even some of the most conservative Muslim societies directly refute this assessment: 73% of Saudis, 89% of Iranians and 94% of Indonesians say that men and women should have equal legal rights. Majorities of Muslim men and women in dozens of countries around the world also believe that a woman should have the right to work outside the home at any job for which she is qualified (88% in Indonesia, 72% in Egypt and even 78% in Saudi Arabia), and to vote without interference from family members (87% in Indonesia, 91% in Egypt, 98% in Lebanon).

What about Muslim sympathy for terrorism? Many charge that Islam encourages violence more than other faiths, but studies show that Muslims around the world are at least as likely as Americans to condemn attacks on civilians. Polls show that 6% of the American public thinks attacks in which civilians are targets are "completely justified." In Saudi Arabia, this figure is 4%. In Lebanon and Iran, it's 2%.

Moreover, it's politics, not piety, that drives the small minority -- just 7% -- of Muslims to anti-Americanism at the level of condoning the attacks of 9/11. Looking across majority-Muslim countries, Gallup found no statistical difference in self-reported religiosity between those who sympathized with the attackers and those who did not. When respondents in select countries were asked in an open-ended question to explain their views of 9/11, those who condemned it cited humanitarian as well as religious reasons. For example, 20% of Kuwaitis who called the attacks "completely unjustified" explained this position by saying that terrorism was against the teachings of Islam. A respondent in Indonesia went so far as to quote a direct verse from the Koran prohibiting killing innocents. On the other hand, not a single respondent who condoned the attacks used the Koran as justification. Instead, they relied on political rationalizations, calling the U.S. an imperialist power or accusing it of wanting to control the world.

If most Muslims truly reject terrorism, why does it continue to flourish in Muslim lands? What these results indicate is that terrorism is much like other violent crime. Violent crimes occur throughout U.S. cities, but that is no indication of Americans' general acceptance of murder or assault. Likewise, continued terrorist violence is not proof that Muslims tolerate it. Indeed, they are its primary victims.

Still, the typical American cannot be blamed for these misperceptions. Media-content analyses show that the majority of U.S. TV news coverage of Islam is sharply negative. Americans are bombarded every day with news stories about Muslims and majority-Muslim countries in which vocal extremists, not evidence, drive perceptions.

Rather than allow extremists on either side to dictate how we discuss Islam and the West, we need to listen carefully to the voices of ordinary people. Our victory in the war on terrorism depends on it.

John L. Esposito is an Islamic studies professor at Georgetown University. Dalia Mogahed is executive director of the Center for Muslim Studies at Gallup. They co-wrote "Who Speaks for Islam? What a Billion Muslims Really Think."

http://www.latimes.com/la-oe-esposito2apr02-story.html

« Última modificação: 24 de Fevereiro de 2015, 01:57:31 por Pasteur »

Offline Pasteur

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #36 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 07:34:29 »
Foram 50 mil entrevistas em 6 anos em 35 nações!


Offline Moro

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #37 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 11:05:42 »
Pasteur uma dica não pegue esses resumos que são feitos de acordo com o gosto do freguês. Pegue o material todo e leia. Estou na rua mas vou postar aqui o completo da pew
“If an ideology is peaceful, we will see its extremists and literalists as the most peaceful people on earth, that's called common sense.”

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Offline Moro

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #38 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 11:07:39 »
E o completo da pew bate bem com os fatos e visões dos intelectuais islâmicos que citei.
“If an ideology is peaceful, we will see its extremists and literalists as the most peaceful people on earth, that's called common sense.”

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Offline Pasteur

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #39 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 11:16:58 »
O material todo é um livro chamado  "Who Speaks for Islam? What a Billion Muslims Really Think."

Pew? Prefiro Gallup.

Offline Moro

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #40 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 11:19:55 »
Ok mas
1 use a pesquisa completa
2 saiba o que é a pew que fez também um livro e entrevistou ainda mais gente
3 tenha em mente o que você quer refutar e aceitar . Esta perdido.
4 leve e m consideração ou refute o que os intelectuais e importantes personalidades do mundo muçulmano estão falando o que você parece ignorar
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Offline Pasteur

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #41 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 12:00:46 »
Ok mas
1 use a pesquisa completa

Esse resumo não diz absolutamente nada pra você?

2 saiba o que é a pew que fez também um livro e entrevistou ainda mais gente

Interessante. Sabe o nome do livro, quantas nações e quanta gente foi entrevistada e em quanto tempo?

3 tenha em mente o que você quer refutar e aceitar . Esta perdido.

Se você tem essa certeza de que estou perdido, quem sou eu para duvidar?

4 leve e m consideração ou refute o que os intelectuais e importantes personalidades do mundo muçulmano estão falando o que você parece ignorar

O que me interessava saber mais imediatamente era sobre a magnitude do radicalismo religioso islâmico e o Gallup já me deu uma boa ideia..

Offline Moro

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #42 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 13:23:48 »
Sim o resumo não diz nada. Vai de acordo com o cherry picking do freguês. O resto te respondo depois
“If an ideology is peaceful, we will see its extremists and literalists as the most peaceful people on earth, that's called common sense.”

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Offline Pasteur

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #43 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 18:06:11 »
Muito bom esse comentário de um desconhecido sobre o livro acima, coincide com várias opiniões minhas e mais: diz que muitas pessoas que apoiaram 11/09 citaram argumentos políticos e não religiosos. Na Indonésia nem um citou o Alcorão para justificar 11/09. O cara é bom. Vale a pena ler.


Citação de: Chameleon X
This book totally annihilates the Islamophobia propaganda narrative about what Muslims all around the world most desire, what they are really thinking, and what are the true values that underpin their societies. The short answer on just about all points is that they are not nearly so different from everyone else as we imagine them to be. There is no conspiracy, no grand master plan, and most certainly no religious imperative or desire for terrorism or aggressive violence by Muslims. In fact, the only statistic in the entire book that can be twisted into a potential negative against Muslims is the only statistic quoted (so far) by those rating the book with one or two stars: 7% of Muslims surveyed (the "politically radicalized") believe that attacks in which civilians are targets are "completely justified" (it was actually 4% in Saudi Arabia and only 2% in both Lebanon and Iran). Unfortunately, these reviewers left out some very important information to qualify this statistic. I will address this statistic, along with other arguments against the conclusions of the book, below.

"BUT 7% OF MUSLIMS WORLDWIDE SUPPORT ATTACKS TARGETING CIVILIANS"

Unfortunately for those trying to conclude how many terrorists there are based on this statistic, 6% of the American public believes exactly the same thing, which is statistically identical to the 7% of the worldwide Muslim population. That would make quite a lot of American terrorists! But what is more alarming is that only 46% of Americans think that "bombing and other attacks intentionally aimed at civilians" are "never justified", while 24% believe these attacks are "often or sometimes justified" (p. 95). By contrast, 74-86% of Muslims (depending on the country) believe that such attacks are "never justified", which is statistically significant in being far more morally superior to the American public.

What the reviewers quoting this statistic will also not tell you is that the "politically radicalized" 7% are statistically no more religious than the general Muslim population, contrary to the cliché argument that religion is the motive for radicalization. Also, the "politically radicalized" are statistically much more likely to believe that "moving towards democracy will help Arab/Muslim societies progress" (50% vs. 35% for the non-radicalized), contrary to the cliché argument that politically radicalized Muslims are motivated to implement some sort of authoritarian "sharia law" rather than democracy. And, finally, what the negative reviewers will also not tell you is that "what does distinguish the politically radicalized from others is their perception of the West's politics [against Muslim countries], not its culture." (p. 98). For example, here is one quote I found particularly interesting: "...not a single respondent in Indonesia who condones the attacks of 9/11 cites the Quran for justification. Instead, this group's responses are markedly secular and worldly. For example, one Indonesian respondent says, "The U.S. government is too controlling toward other countries, seems like colonizing." (p. 73).

I address other arguments against the book below:

UNDISCLOSED QUESTION WORDING OR STATISTICS?

Wrong. Contrary to what other reviewers say, the questions or the fully quoted key phrases in the question are almost always included in the book itself, and the statistics are relatively complete. If you want more detail on the exact question wording or the full statistics, then go to the Gallup web site: [...] (per the sticker on the front cover of the book). Along with other information on this site, make sure to click the "Research" word in the rectangle of links to the right of the page for PDF links on the book. After I skimmed through this detail, absolutely nothing I saw contradicted any conclusions in the book, but feel free to check for yourself. There is also an email address listed to email the researchers directly for even more detail.

UNSCIENTIFIC RESEARCH METHODOLOGY?

Wrong again. The standard and well respected Gallup methodology was outlined in two appendices to the book, as well as on their web site. This included the most reliable random interviewing techniques available, extremely low non-response bias (contrary to their expectations), rigorous independent analysis and interview standardization, and statistically valid survey coverage of 90% of the world's Muslims 15 yrs. of age and older at a confidence level of only +/- 2.5% on the questions. As the book says in the intro. (p. xi), this is "the largest, most comprehensive study of contemporary Muslims every done." You are simply spitting into the wind if you think you can challenge Gallup on facts or methodology with its mountain of overwhelmingly conclusive data gathered according to its decades-tested and highly reputable standard methodologies.

"BUT MUSLIMS ARE VIOLENT AND MOST TERRORISTS ARE MUSLIM"

I save this biggest argument for last. As everyone "knows", most Muslims are terrorists, so the Gallup survey must be flawed somehow even though we can't say just how yet. One could always parrot the old "stealth jihad" or "taqiyya" arguments of Robert Spencer, Pamela Geller and other hatemongering bigots. In other words, perhaps all the survey respondents were under a secret religious duty to hide their true intentions of a worldwide global jihad conspiracy until some secret leader gives the green light to a billion+ Muslims to attack in a gluttony of terrorist frenzy (perhaps coordinated via the secret Muslim Internet that the CIA is too stupid to find). Or, to be less loony, one could simply point to a string of isolated crimes committed by "Muslims" to make the points about "violent Muslims" and "violent Islam", as various anti-Islam hate sites do as their primary modus operandi in their effort to create the illusion of statistical relevance via gross generalizations. People are killing people everywhere. Crimes are everywhere, especially in the active war zones predominantly cited by the anti-Islam bigots. They are bigots because they attribute only religious motives to violence, while completely ignoring the political and economic motives that truly motivate and finance ongoing violence. To attribute these acts to a religion or to the practice of a religion is laughable, especially when religion denounces such behavior. No religion commands or condones murder. If someone thinks that the Quran does, then prove it by showing me the kill order. I have laid down this challenge multiple times on public forums, and not one person has even remotely succeeded so far.

Unfortunately, these generalizations against Muslims are categorically false according to the most reliable research sources on the planet. For example, as the book points out, "every major suicide-terrorist campaign - more than 95% of all the incidents - has had as its central objective to compel a democratic state to withdraw [from the occupation of foreign territory]" (p. 77). This purely political motivation is corroborated by a quote of the same research in an October 2010 Foreign Policy Magazine article that I was already aware of: "More than 95 percent of all suicide attacks are in response to foreign occupation, according to extensive research that we conducted at the University of Chicago's Project on Security and Terrorism, where we examined every one of the over 2,200 suicide attacks across the world from 1980 to the present day." Even the famous Declaration of War on America by Ossama bin Laden in 1998 was motivated entirely by the universal political argument of self-defense against occupation (this latter word mentioned again and again in OBL's short one page declaration), not by a religious kill order against Christians and Jews. This outrageous twisting of political ethics is not all that different from the oxymoronic terrorist ethics of "pre-emptive self-defense", as espoused by U.S. foreign policy to "shock and awe" the "enemy".

What is even more astounding is that the "most terrorists are Muslim" cliché is not just false, but nothing more than utter propaganda. According to the official U.S. statistics on terrorism from the FBI, only 6% of all terrorist attacks in the U.S. from 1980-2005 have been committed by Muslims (and that includes 9/11). And almost all of these were done by "lone wolf" criminals, NOT terrorist groups (per a 2010 report from the Rand Corporation, a highly reputable and broadly respected U.S. think tank). Jews, by the way, accounted for 7% -- more than Muslims! Moreover, according to the official European statistics on terrorism from Europol - again, THE most official source on that region's terrorism - only 0.4% of all terrorist attacks in Europe over many years have been committed by Muslims (and that includes failed/thwarted attacks). Taken together, Muslims as a group are statistically no more likely than other groups in democratic countries to commit terrorism.

Finally, how many U.S. civilians have been killed by Muslim terrorists since 9/11, almost 11 YEARS later? ZERO. Yes, you heard that right -- ZERO. In case you want to bring up Fort Hood, this was an attack on U.S. military personnel -- not civilians -- by a traumatized psychiatrist acting 100% alone, and who was "deeply disturbed" mentally according to his psychiatrist colleagues. And why was he so disturbed, by the way? Because his religion gave him the kill order? Wrong again. Because he had to treat U.S. soldier patients who confided to him atrocities they committed against Muslims, and he was not allowed to disclose those atrocities to the authorities.

You can find the links to all three of these independent government and think tank sources (FBI, Europol, and Rand Corporation) -- and a whole lot more -- via the loonwatch.com web site articles discussing this compelling and irrefutable research.

At the end of the day, we are all just a bunch of propaganda pawns. It's just that some of us are not willing to be duped, so we search out the facts, such as those in this invaluable book. Unfortunately, many of us want to be duped, since the lie of externalizing all evil via demonization of some "Other" not like us - even to the point of egregiously violating sacred Constitutional liberties - is much more comforting to our worldview.

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #44 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 20:08:57 »
Citar
This report examines the social and political views of Muslims around the world. It is based on public opinion surveys conducted by the Pew Research Center between 2008 and 2012 in a total of 39 countries and territories on three continents: Africa, Asia and Europe. Together, the surveys involved more than 38,000 face-to-face interviews in 80-plus languages and dialects, covering every country that has more than 10 million Muslims except for a handful (including China, India, Saudi Arabia and Syria) where political sensitivities or security concerns prevented opinion research among Muslims.

http://www.pewforum.org/files/2013/04/worlds-muslims-religion-politics-society-full-report.pdf
“If an ideology is peaceful, we will see its extremists and literalists as the most peaceful people on earth, that's called common sense.”

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #45 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 20:09:57 »
E.. quem é ChamelonX? Quais são as credenciais dele? Não percebe que ele responde a pontos que ninguém defende como "muçulmanos são terroristas".. ele fez algum livro, é islâmico?


Como vai refutar Aslam, Feisal, Maajib, Aaylan, Kristoff entre outros?
« Última modificação: 24 de Fevereiro de 2015, 20:16:12 por Bahadur »
“If an ideology is peaceful, we will see its extremists and literalists as the most peaceful people on earth, that's called common sense.”

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #46 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 21:16:24 »
E.. quem é ChamelonX? Quais são as credenciais dele? Não percebe que ele responde a pontos que ninguém defende como "muçulmanos são terroristas".. ele fez algum livro, é islâmico?

Não importa quem ele é, mas sim o que ele diz. Alguns acham realmente que muçulmano é sinônimo de terrorista vide comentários dos brasileiros na morte daqueles 3 americanos muçulmanos. Não vai comentar o resto?

Como vai refutar Aslam, Feisal, Maajib, Aaylan, Kristoff entre outros?

Todos eles dizem que a corrente de radicalismo que se espalha é muito forte e não é periférico? Sou obrigado a discordar. Sei que existem essas correntes, mas são periféricas, são minorias e pra isso que existe pesquisa, pra se quantificar. Falácia de autoridade.

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #47 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 21:22:45 »
E.. quem é ChamelonX? Quais são as credenciais dele? Não percebe que ele responde a pontos que ninguém defende como "muçulmanos são terroristas".. ele fez algum livro, é islâmico?

Não importa quem ele é, mas sim o que ele diz. Alguns acham realmente que muçulmano é sinônimo de terrorista vide comentários dos brasileiros na morte daqueles 3 americanos muçulmanos. Não vai comentar o resto?


Sim, importa porque claramente ele não entende do assunto.
Comento o resto, quando você endereçar o que fala os especialistas que citei.

É chato ficar debatendo se só uma pessoa estuda e a outra se compraz com resumos e propagandas.

Como vai refutar Aslam, Feisal, Maajib, Aaylan, Kristoff entre outros?

Todos eles dizem que a corrente de radicalismo que se espalha é muito forte e não é periférico? Sou obrigado a discordar. Sei que existem essas correntes, mas são periféricas, são minorias e pra isso que existe pesquisa, pra se quantificar. Falácia de autoridade.

A falácia de autoridade se desmascara debatendo as alegações das autoridades e não apenas desqualificar uma opinião porque ela veio de uma autoridade.

Por favor, coloquei diversas citações e gostaria de sua posição.
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Offline Pasteur

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #48 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 21:34:16 »
E.. quem é ChamelonX? Quais são as credenciais dele? Não percebe que ele responde a pontos que ninguém defende como "muçulmanos são terroristas".. ele fez algum livro, é islâmico?

Não importa quem ele é, mas sim o que ele diz. Alguns acham realmente que muçulmano é sinônimo de terrorista vide comentários dos brasileiros na morte daqueles 3 americanos muçulmanos. Não vai comentar o resto?


Sim, importa porque claramente ele não entende do assunto.
Comento o resto, quando você endereçar o que fala os especialistas que citei.

É chato ficar debatendo se só uma pessoa estuda e a outra se compraz com resumos e propagandas.

Como vai refutar Aslam, Feisal, Maajib, Aaylan, Kristoff entre outros?

Todos eles dizem que a corrente de radicalismo que se espalha é muito forte e não é periférico? Sou obrigado a discordar. Sei que existem essas correntes, mas são periféricas, são minorias e pra isso que existe pesquisa, pra se quantificar. Falácia de autoridade.

A falácia de autoridade se desmascara debatendo as alegações das autoridades e não apenas desqualificar uma opinião porque ela veio de uma autoridade.

Por favor, coloquei diversas citações e gostaria de sua posição.

Quer que eu fique caçando citações sobre eles? Já disse: se eles dizem que o radicalismo é central e refuto com as pesquisas. Quais as outras citações? Que os governos comandam a mente de milhões de muçulmanos dando a entender que a América é amaldiçoada? Bom, não me surpreende que conseguiram devido a política pró Israel. Mas isso tem mais a ver com política, pois muitos deles odeiam americanos, mas não odeiam cristãos. Mais alguma citação? Wahhabismo? Eu trouxe esse assunto antes de você, já disse que é periférico, pra isso existem pesquisas. Mais alguma citação?

Offline Pasteur

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Re:Guerra cultural: O Islam como um instrumento contra o mundo civilizado
« Resposta #49 Online: 24 de Fevereiro de 2015, 21:53:07 »
Citar
This report examines the social and political views of Muslims around the world. It is based on public opinion surveys conducted by the Pew Research Center between 2008 and 2012 in a total of 39 countries and territories on three continents: Africa, Asia and Europe. Together, the surveys involved more than 38,000 face-to-face interviews in 80-plus languages and dialects, covering every country that has more than 10 million Muslims except for a handful (including China, India, Saudi Arabia and Syria) where political sensitivities or security concerns prevented opinion research among Muslims.

http://www.pewforum.org/files/2013/04/worlds-muslims-religion-politics-society-full-report.pdf

Vou ler todo o relatório. Mas e a pesquisa Gallup?, acho que só tem em formato de livro. Vou ver se vendem versão online.

 

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