Autor Tópico: Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs  (Lida 8802 vezes)

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Offline Sergiomgbr

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #50 Online: 24 de Setembro de 2015, 16:31:05 »
A colocação é meio como "a produção de energia independe de conseqüências sociais boas ou ruins, pois é a finalidade, e não o bem-estar humano". Geralmente a energia vai ser usada para o aumento no bem-estar, MAS, sua produção também pode ser danosa, ambiental ou talvez até socialmente. E então haverá conflitos de interesse, etc e tal, mas não é como se pudesse se abdicar de extrair energia.

Seu exemplo não é bom, pois a produção de energia em larga escala ocorre por que gera lucro e não por que é bom pra sociedade. O capitalista quer é lucrar e não energizar celulares para o bem da humanidade e da comunicação. Justamente por gerar-se energia focando no lucro e não no bem estar socioambiental, é que se produz tanta energia de forma insustentável, já que investir em mecanismos de redução de poluentes geralmente implica mais gastos, menor lucro e, portanto, menor competitividade pra se manter como player. Se o objetivo fosse unicamente o bem estar social e ecológico, as matrizes energéticas seriam sustentáveis e de baixo impacto, além de gerarem abundância, pois não estaria amarrado a ter que comprar matéria prima mais barata ou utilizar métodos mais econômicos (menos sustentáveis) para se manter competitivo.
Parece alguém criticando a bosta, quando na verdade a bosta é a inevitabilidade do processo. Espantalho de bosta!

Caro forista Sergiomgbr.

Procure usar palavras mais adequadas quando elaborar seus comentários e críticas.

A bosta é, basicamente, o resultado final descartável da atividade fisiológica de um corpo. Não é uma analogia adequada para o contexto das postagens supra.
É verdade, Geotecton, tens razão. Peço, se possível, para editar meu post e substituir a palavra 'bosta' por 'fezes'. Pode ser?

Offline Geotecton

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #51 Online: 24 de Setembro de 2015, 21:26:00 »
A colocação é meio como "a produção de energia independe de conseqüências sociais boas ou ruins, pois é a finalidade, e não o bem-estar humano". Geralmente a energia vai ser usada para o aumento no bem-estar, MAS, sua produção também pode ser danosa, ambiental ou talvez até socialmente. E então haverá conflitos de interesse, etc e tal, mas não é como se pudesse se abdicar de extrair energia.

Seu exemplo não é bom, pois a produção de energia em larga escala ocorre por que gera lucro e não por que é bom pra sociedade. O capitalista quer é lucrar e não energizar celulares para o bem da humanidade e da comunicação. Justamente por gerar-se energia focando no lucro e não no bem estar socioambiental, é que se produz tanta energia de forma insustentável, já que investir em mecanismos de redução de poluentes geralmente implica mais gastos, menor lucro e, portanto, menor competitividade pra se manter como player. Se o objetivo fosse unicamente o bem estar social e ecológico, as matrizes energéticas seriam sustentáveis e de baixo impacto, além de gerarem abundância, pois não estaria amarrado a ter que comprar matéria prima mais barata ou utilizar métodos mais econômicos (menos sustentáveis) para se manter competitivo.
Parece alguém criticando a bosta, quando na verdade a bosta é a inevitabilidade do processo. Espantalho de bosta!

Caro forista Sergiomgbr.

Procure usar palavras mais adequadas quando elaborar seus comentários e críticas.

A bosta é, basicamente, o resultado final descartável da atividade fisiológica de um corpo. Não é uma analogia adequada para o contexto das postagens supra.
É verdade, Geotecton, tens razão. Peço, se possível, para editar meu post e substituir a palavra 'bosta' por 'fezes'. Pode ser?

Não!

Porque bosta é substantivo feminino singular enquanto que fezes é substantivo feminino plural.
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Offline Sergiomgbr

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #52 Online: 24 de Setembro de 2015, 21:38:09 »
A colocação é meio como "a produção de energia independe de conseqüências sociais boas ou ruins, pois é a finalidade, e não o bem-estar humano". Geralmente a energia vai ser usada para o aumento no bem-estar, MAS, sua produção também pode ser danosa, ambiental ou talvez até socialmente. E então haverá conflitos de interesse, etc e tal, mas não é como se pudesse se abdicar de extrair energia.

Seu exemplo não é bom, pois a produção de energia em larga escala ocorre por que gera lucro e não por que é bom pra sociedade. O capitalista quer é lucrar e não energizar celulares para o bem da humanidade e da comunicação. Justamente por gerar-se energia focando no lucro e não no bem estar socioambiental, é que se produz tanta energia de forma insustentável, já que investir em mecanismos de redução de poluentes geralmente implica mais gastos, menor lucro e, portanto, menor competitividade pra se manter como player. Se o objetivo fosse unicamente o bem estar social e ecológico, as matrizes energéticas seriam sustentáveis e de baixo impacto, além de gerarem abundância, pois não estaria amarrado a ter que comprar matéria prima mais barata ou utilizar métodos mais econômicos (menos sustentáveis) para se manter competitivo.
Parece alguém criticando a bosta, quando na verdade a bosta é a inevitabilidade do processo. Espantalho de bosta!

Caro forista Sergiomgbr.

Procure usar palavras mais adequadas quando elaborar seus comentários e críticas.

A bosta é, basicamente, o resultado final descartável da atividade fisiológica de um corpo. Não é uma analogia adequada para o contexto das postagens supra.
É verdade, Geotecton, tens razão. Peço, se possível, para editar meu post e substituir a palavra 'bosta' por 'fezes'. Pode ser?

Não!

Porque bosta é substantivo feminino singular enquanto que fezes é substantivo feminino plural.
Oh! |(

Mas e se for adjetivo?

Offline SnowRaptor

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #53 Online: 24 de Setembro de 2015, 21:56:30 »
Mas e se for adjetivo?

Aí não pode pelas regras do fórum.
Elton Carvalho

Antes de me apresentar sua teoria científica revolucionária, clique AQUI

“Na fase inicial do processo [...] o cientista trabalha através da
imaginação, assim como o artista. Somente depois, quando testes
críticos e experimentação entram em jogo, é que a ciência diverge da
arte.”

-- François Jacob, 1997

Offline Sergiomgbr

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #54 Online: 24 de Setembro de 2015, 22:10:30 »
Mas e se for adjetivo?

Aí não pode pelas regras do fórum.
Mesmo considerando que não estou me referindo a ninguém, apenas uma metádora, e tendo em vista que não pode 'bosta'? Ou seja me referindo a "fezes" como adjetivo?

Offline Sergiomgbr

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #55 Online: 24 de Setembro de 2015, 22:15:58 »
Mas e se for adjetivo?

Aí não pode pelas regras do fórum.
Mesmo considerando que não estou me referindo a ninguém, apenas uma metádora, e tendo em vista que não pode 'bosta'? Ou seja me referindo a "fezes" como adjetivo?
Bom, veja o que diz essa fonte,

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Diferenças entre merda e bosta

Merda ensacada.
A merda nunca pode ser confundida com bosta, e os motivos pra isso são:
A merda é um palavrão, e bosta não é bem um palavrão, se você se referir a esterco (que é merda de animal), mas se você usá-lo como termo ofensivo ou para expressar raiva, daí é um palavrão;
Se você usa bosta para se referir a fezes humanas, as fezes tem que ser duras, sendo que quando as fezes são moles, utilizá-se merda em vez de bosta, esta é a grande diferença entre merda e bosta;
A única coisa que merda e bosta tem em igual (além do cheiro) é quando você usa um dos dois pra expressar raiva quando fica puto porque alguma merda deu errado em sua vida.

    http://www.wikinet.pro/wiki/Merda    Fonte meio escatológica...

E aí, até que ponto bosta é ou não palavrão?

Offline Gaúcho

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #56 Online: 01 de Outubro de 2015, 23:24:55 »
A colocação é meio como "a produção de energia independe de conseqüências sociais boas ou ruins, pois é a finalidade, e não o bem-estar humano". Geralmente a energia vai ser usada para o aumento no bem-estar, MAS, sua produção também pode ser danosa, ambiental ou talvez até socialmente. E então haverá conflitos de interesse, etc e tal, mas não é como se pudesse se abdicar de extrair energia.

Seu exemplo não é bom, pois a produção de energia em larga escala ocorre por que gera lucro e não por que é bom pra sociedade. O capitalista quer é lucrar e não energizar celulares para o bem da humanidade e da comunicação. Justamente por gerar-se energia focando no lucro e não no bem estar socioambiental, é que se produz tanta energia de forma insustentável, já que investir em mecanismos de redução de poluentes geralmente implica mais gastos, menor lucro e, portanto, menor competitividade pra se manter como player. Se o objetivo fosse unicamente o bem estar social e ecológico, as matrizes energéticas seriam sustentáveis e de baixo impacto, além de gerarem abundância, pois não estaria amarrado a ter que comprar matéria prima mais barata ou utilizar métodos mais econômicos (menos sustentáveis) para se manter competitivo.
Parece alguém criticando a bosta, quando na verdade a bosta é a inevitabilidade do processo. Espantalho de bosta!

Após votação no Conselho, ficou decidido pelo cartão amarelo por este comportamento descortês, que vem se repetindo em diversas respostas do usuário.
"— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras." Sérgio Moro

Offline Gigaview

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #57 Online: 02 de Outubro de 2015, 00:01:23 »
Mas e se for adjetivo?

Aí não pode pelas regras do fórum.
Mesmo considerando que não estou me referindo a ninguém, apenas uma metádora, e tendo em vista que não pode 'bosta'? Ou seja me referindo a "fezes" como adjetivo?
Bom, veja o que diz essa fonte,

Citar
Diferenças entre merda e bosta

Merda ensacada.
A merda nunca pode ser confundida com bosta, e os motivos pra isso são:
A merda é um palavrão, e bosta não é bem um palavrão, se você se referir a esterco (que é merda de animal), mas se você usá-lo como termo ofensivo ou para expressar raiva, daí é um palavrão;
Se você usa bosta para se referir a fezes humanas, as fezes tem que ser duras, sendo que quando as fezes são moles, utilizá-se merda em vez de bosta, esta é a grande diferença entre merda e bosta;
A única coisa que merda e bosta tem em igual (além do cheiro) é quando você usa um dos dois pra expressar raiva quando fica puto porque alguma merda deu errado em sua vida.

    http://www.wikinet.pro/wiki/Merda    Fonte meio escatológica...

E aí, até que ponto bosta é ou não palavrão?

Uma busca por esse palavrão revelou 28 páginas de citações de foristas. Quantos ganharam puxão de orelhas? Cartão?

Use bullshit. Muita gente usa aqui e também ninguém ganhou cartão por isso. No sistema de busca aparecem 23 páginas de citações dessa palavra.

Não passei no teste da MENSA mas completei o 2o. Grau.

Offline Gigaview

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #58 Online: 02 de Outubro de 2015, 00:32:37 »
A colocação é meio como "a produção de energia independe de conseqüências sociais boas ou ruins, pois é a finalidade, e não o bem-estar humano". Geralmente a energia vai ser usada para o aumento no bem-estar, MAS, sua produção também pode ser danosa, ambiental ou talvez até socialmente. E então haverá conflitos de interesse, etc e tal, mas não é como se pudesse se abdicar de extrair energia.

Seu exemplo não é bom, pois a produção de energia em larga escala ocorre por que gera lucro e não por que é bom pra sociedade. O capitalista quer é lucrar e não energizar celulares para o bem da humanidade e da comunicação. Justamente por gerar-se energia focando no lucro e não no bem estar socioambiental, é que se produz tanta energia de forma insustentável, já que investir em mecanismos de redução de poluentes geralmente implica mais gastos, menor lucro e, portanto, menor competitividade pra se manter como player. Se o objetivo fosse unicamente o bem estar social e ecológico, as matrizes energéticas seriam sustentáveis e de baixo impacto, além de gerarem abundância, pois não estaria amarrado a ter que comprar matéria prima mais barata ou utilizar métodos mais econômicos (menos sustentáveis) para se manter competitivo.
Parece alguém criticando a bosta, quando na verdade a bosta é a inevitabilidade do processo. Espantalho de bosta!

Caro forista Sergiomgbr.

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A bosta é, basicamente, o resultado final descartável da atividade fisiológica de um corpo. Não é uma analogia adequada para o contexto das postagens supra.

Caro moderador, só para constar, o sistema de busca diz que você usou a palavra bosta 37 vezes. As mensagens estão lá para quem quiser ver.

« Última modificação: 02 de Outubro de 2015, 00:36:08 por Gigaview »
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Offline Sergiomgbr

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #59 Online: 02 de Outubro de 2015, 00:46:52 »
A colocação é meio como "a produção de energia independe de conseqüências sociais boas ou ruins, pois é a finalidade, e não o bem-estar humano". Geralmente a energia vai ser usada para o aumento no bem-estar, MAS, sua produção também pode ser danosa, ambiental ou talvez até socialmente. E então haverá conflitos de interesse, etc e tal, mas não é como se pudesse se abdicar de extrair energia.

Seu exemplo não é bom, pois a produção de energia em larga escala ocorre por que gera lucro e não por que é bom pra sociedade. O capitalista quer é lucrar e não energizar celulares para o bem da humanidade e da comunicação. Justamente por gerar-se energia focando no lucro e não no bem estar socioambiental, é que se produz tanta energia de forma insustentável, já que investir em mecanismos de redução de poluentes geralmente implica mais gastos, menor lucro e, portanto, menor competitividade pra se manter como player. Se o objetivo fosse unicamente o bem estar social e ecológico, as matrizes energéticas seriam sustentáveis e de baixo impacto, além de gerarem abundância, pois não estaria amarrado a ter que comprar matéria prima mais barata ou utilizar métodos mais econômicos (menos sustentáveis) para se manter competitivo.
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Após votação no Conselho, ficou decidido pelo cartão amarelo por este comportamento descortês, que vem se repetindo em diversas respostas do usuário.
Compreendo. Se há a possibilidade de se interpretar que eu tenha sido descortês é por que eu fui mesmo, não é mesmo?

Offline Geotecton

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #60 Online: 02 de Outubro de 2015, 00:47:40 »
A colocação é meio como "a produção de energia independe de conseqüências sociais boas ou ruins, pois é a finalidade, e não o bem-estar humano". Geralmente a energia vai ser usada para o aumento no bem-estar, MAS, sua produção também pode ser danosa, ambiental ou talvez até socialmente. E então haverá conflitos de interesse, etc e tal, mas não é como se pudesse se abdicar de extrair energia.

Seu exemplo não é bom, pois a produção de energia em larga escala ocorre por que gera lucro e não por que é bom pra sociedade. O capitalista quer é lucrar e não energizar celulares para o bem da humanidade e da comunicação. Justamente por gerar-se energia focando no lucro e não no bem estar socioambiental, é que se produz tanta energia de forma insustentável, já que investir em mecanismos de redução de poluentes geralmente implica mais gastos, menor lucro e, portanto, menor competitividade pra se manter como player. Se o objetivo fosse unicamente o bem estar social e ecológico, as matrizes energéticas seriam sustentáveis e de baixo impacto, além de gerarem abundância, pois não estaria amarrado a ter que comprar matéria prima mais barata ou utilizar métodos mais econômicos (menos sustentáveis) para se manter competitivo.
Parece alguém criticando a bosta, quando na verdade a bosta é a inevitabilidade do processo. Espantalho de bosta!

Caro forista Sergiomgbr.

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A bosta é, basicamente, o resultado final descartável da atividade fisiológica de um corpo. Não é uma analogia adequada para o contexto das postagens supra.
Caro moderador, só para constar, o sistema de busca diz que você usou a palavra bosta 37 vezes. As mensagens estão lá para quem quiser ver.

Caro forista Gigaview.

Não tinha ideia da quantidade de vezes que usei a palavra 'bosta'. Com esta, são 38 vezes, então.

Muito obrigado pela informação.
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Offline Gigaview

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #61 Online: 02 de Outubro de 2015, 01:00:01 »
A colocação é meio como "a produção de energia independe de conseqüências sociais boas ou ruins, pois é a finalidade, e não o bem-estar humano". Geralmente a energia vai ser usada para o aumento no bem-estar, MAS, sua produção também pode ser danosa, ambiental ou talvez até socialmente. E então haverá conflitos de interesse, etc e tal, mas não é como se pudesse se abdicar de extrair energia.

Seu exemplo não é bom, pois a produção de energia em larga escala ocorre por que gera lucro e não por que é bom pra sociedade. O capitalista quer é lucrar e não energizar celulares para o bem da humanidade e da comunicação. Justamente por gerar-se energia focando no lucro e não no bem estar socioambiental, é que se produz tanta energia de forma insustentável, já que investir em mecanismos de redução de poluentes geralmente implica mais gastos, menor lucro e, portanto, menor competitividade pra se manter como player. Se o objetivo fosse unicamente o bem estar social e ecológico, as matrizes energéticas seriam sustentáveis e de baixo impacto, além de gerarem abundância, pois não estaria amarrado a ter que comprar matéria prima mais barata ou utilizar métodos mais econômicos (menos sustentáveis) para se manter competitivo.
Parece alguém criticando a bosta, quando na verdade a bosta é a inevitabilidade do processo. Espantalho de bosta!

Caro forista Sergiomgbr.

Procure usar palavras mais adequadas quando elaborar seus comentários e críticas.

A bosta é, basicamente, o resultado final descartável da atividade fisiológica de um corpo. Não é uma analogia adequada para o contexto das postagens supra.
Caro moderador, só para constar, o sistema de busca diz que você usou a palavra bosta 37 vezes. As mensagens estão lá para quem quiser ver.

Caro forista Gigaview.

Não tinha ideia da quantidade de vezes que usei a palavra 'bosta'. Com esta, são 38 vezes, então.

Muito obrigado pela informação.

Caro moderador,

A 38a. vez indica que você  perdeu novamente a oportunidade de usar palavras mais adequadas quando elabora seus comentários.

A bosta é, basicamente, o resultado final descartável da atividade fisiológica de um corpo. Não é uma analogia adequada para o contexto das postagens supra.
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Offline Gigaview

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #62 Online: 02 de Outubro de 2015, 01:03:31 »
Desculpe Geo. A mensagem anterior foi gerada automaticamente por um sistema de moderação de moderadores que estou desenvolvendo.

Favor desconsiderar.
Não passei no teste da MENSA mas completei o 2o. Grau.

Offline Geotecton

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #63 Online: 02 de Outubro de 2015, 08:44:03 »
Hehehehehe.

É por isto que você está entre os meus foristas prediletos, Giga.
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Offline Pagão

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #64 Online: 06 de Outubro de 2015, 15:09:04 »
O Partido Comunista Chinês tem uma visão do marxismo-leninismo que troca a classe dominante operária por autómatos... hoje nas fábricas, amanhã no comité central?... Vem aí uma verdadeira revolução... Acabou a extorsão das mais-valias... Máquinas não geram mais -valia... certo?... Ou será que o operariado como classe dominante foi e será sempre uma patranha dos PC? :?
Nenhuma argumentação racional exerce efeitos racionais sobre um indivíduo que não deseje adotar uma atitude racional. - K.Popper

Offline Criaturo

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #65 Online: 12 de Outubro de 2015, 20:07:27 »
o remendo saiu pior que o furo  :vergonha:

ateu citando passagens biblicas esta argumentando mas, se  for crente estará proselitando  :no:
« Última modificação: 12 de Outubro de 2015, 20:21:02 por Criaturo »
existência é igual a  ciência, sem nenhuma ciência sem existência.

Amo sofia mas, ela parece fugir de mim, de tão longe faz o meu amor platônico.

Offline Pagão

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #66 Online: 13 de Outubro de 2015, 05:43:25 »
ateu citando passagens biblicas esta argumentando mas, se  for crente estará proselitando  :no:

Ateu tem o benefício da dúvida... :)
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Offline Peter Joseph

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #67 Online: 04 de Novembro de 2015, 12:37:51 »
A colocação é meio como "a produção de energia independe de conseqüências sociais boas ou ruins, pois é a finalidade, e não o bem-estar humano". Geralmente a energia vai ser usada para o aumento no bem-estar, MAS, sua produção também pode ser danosa, ambiental ou talvez até socialmente. E então haverá conflitos de interesse, etc e tal, mas não é como se pudesse se abdicar de extrair energia.

Seu exemplo não é bom, pois a produção de energia em larga escala ocorre por que gera lucro e não por que é bom pra sociedade. O capitalista quer é lucrar e não energizar celulares para o bem da humanidade e da comunicação. Justamente por gerar-se energia focando no lucro e não no bem estar socioambiental, é que se produz tanta energia de forma insustentável, já que investir em mecanismos de redução de poluentes geralmente implica mais gastos, menor lucro e, portanto, menor competitividade pra se manter como player. Se o objetivo fosse unicamente o bem estar social e ecológico, as matrizes energéticas seriam sustentáveis e de baixo impacto, além de gerarem abundância, pois não estaria amarrado a ter que comprar matéria prima mais barata ou utilizar métodos mais econômicos (menos sustentáveis) para se manter competitivo.
Parece alguém criticando a bosta, quando na verdade a bosta é a inevitabilidade do processo. Espantalho de bosta!

Após votação no Conselho, ficou decidido pelo cartão amarelo por este comportamento descortês, que vem se repetindo em diversas respostas do usuário.

Esclarecendo que não tenho nada com isto, não reclamei pra moderação.
"Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente." - Krishnamurti

"O progresso é a concretização de Utopias." – Oscar Wilde
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Offline Peter Joseph

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #68 Online: 04 de Novembro de 2015, 12:43:29 »
O Partido Comunista Chinês tem uma visão do marxismo-leninismo que troca a classe dominante operária por autómatos... hoje nas fábricas, amanhã no comité central?... Vem aí uma verdadeira revolução... Acabou a extorsão das mais-valias... Máquinas não geram mais -valia... certo?... Ou será que o operariado como classe dominante foi e será sempre uma patranha dos PC? :?

Isto nada tem haver com comunismo e fim da mais valia, mas com a margem de lucro capitalista. O capital, nas sua eterna busca por lucros sempre maiores e para se manter competitivo no mercado, produz este paradoxo, onde na busca por economizar, acaba destruindo a renda e consequentemente diminuindo o consumo e o seu próprio lucro, deixando no caminho o desemprego estrutural.
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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #69 Online: 04 de Novembro de 2015, 16:31:00 »
A colocação é meio como "a produção de energia independe de conseqüências sociais boas ou ruins, pois é a finalidade, e não o bem-estar humano". Geralmente a energia vai ser usada para o aumento no bem-estar, MAS, sua produção também pode ser danosa, ambiental ou talvez até socialmente. E então haverá conflitos de interesse, etc e tal, mas não é como se pudesse se abdicar de extrair energia.

Seu exemplo não é bom, pois a produção de energia em larga escala ocorre por que gera lucro e não por que é bom pra sociedade. O capitalista quer é lucrar e não energizar celulares para o bem da humanidade e da comunicação. Justamente por gerar-se energia focando no lucro e não no bem estar socioambiental, é que se produz tanta energia de forma insustentável, já que investir em mecanismos de redução de poluentes geralmente implica mais gastos, menor lucro e, portanto, menor competitividade pra se manter como player. Se o objetivo fosse unicamente o bem estar social e ecológico, as matrizes energéticas seriam sustentáveis e de baixo impacto, além de gerarem abundância, pois não estaria amarrado a ter que comprar matéria prima mais barata ou utilizar métodos mais econômicos (menos sustentáveis) para se manter competitivo.
Parece alguém criticando a bosta, quando na verdade a bosta é a inevitabilidade do processo. Espantalho de bosta!

Após votação no Conselho, ficou decidido pelo cartão amarelo por este comportamento descortês, que vem se repetindo em diversas respostas do usuário.

Esclarecendo que não tenho nada com isto, não reclamei pra moderação.
Sei disso, meu caro Joseph, nunca cogitei essa possibilidade.

E já que tocou no assunto, ficou claro que a ideia de que eu fui descortês sequer foi procedente, saiu da cabeça de alguém que sequer estava envolvido na questão arbitrariamente.

Offline Sergiomgbr

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #70 Online: 04 de Novembro de 2015, 16:47:17 »
A colocação é meio como "a produção de energia independe de conseqüências sociais boas ou ruins, pois é a finalidade, e não o bem-estar humano". Geralmente a energia vai ser usada para o aumento no bem-estar, MAS, sua produção também pode ser danosa, ambiental ou talvez até socialmente. E então haverá conflitos de interesse, etc e tal, mas não é como se pudesse se abdicar de extrair energia.

Seu exemplo não é bom, pois a produção de energia em larga escala ocorre por que gera lucro e não por que é bom pra sociedade. O capitalista quer é lucrar e não energizar celulares para o bem da humanidade e da comunicação. Justamente por gerar-se energia focando no lucro e não no bem estar socioambiental, é que se produz tanta energia de forma insustentável, já que investir em mecanismos de redução de poluentes geralmente implica mais gastos, menor lucro e, portanto, menor competitividade pra se manter como player. Se o objetivo fosse unicamente o bem estar social e ecológico, as matrizes energéticas seriam sustentáveis e de baixo impacto, além de gerarem abundância, pois não estaria amarrado a ter que comprar matéria prima mais barata ou utilizar métodos mais econômicos (menos sustentáveis) para se manter competitivo.
Parece alguém criticando a bosta, quando na verdade a bosta é a inevitabilidade do processo. Espantalho de bosta!

Após votação no Conselho, ficou decidido pelo cartão amarelo por este comportamento descortês, que vem se repetindo em diversas respostas do usuário.

Esclarecendo que não tenho nada com isto, não reclamei pra moderação.
Sei disso, meu caro Joseph, nunca cogitei essa possibilidade.

E já que tocou no assunto, ficou claro que a ideia de que eu fui descortês sequer foi procedente, saiu da cabeça de alguém que sequer estava envolvido na questão arbitrariamente.
Aproveitando o ensejo, acho que seria mais justo  que já que moderação me acusou de ter sido descortês em outras ocasiões inclusive, que apontasse o fato cabalmente. Também seria justo não retroagir falhas outras em que não fui advertido anteriormente como substanciadoras de novas moderações para comigo.

Offline Peter Joseph

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #71 Online: 05 de Novembro de 2015, 14:47:15 »
Voltando ao tema...

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Automação: a ambígua Revolução dos Robôs


Novo estudo sugere: nos próximos vinte anos, máquinas inteligentes eliminarão um terço dos trabalhadores – e poderão gerar crise social inédita. Há alternativas, porém

Por Antonio Martins

No Japão, robôs alocados na linha de produção de automóveis já trabalham, sem descansar um segundo e sem supervisão, por trinta dias ininterruptos. Em todo o mundo, foram realizadas, no ano passado, 570 mil cirurgias assistidas por robôs; e no Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, um supercomputador que dá assistência a elas é capaz de ler e processar 1 milhão de textos por segundo, para orientar diagnósticos e procedimentos. Em breve, será possível transferir para máquinas profissões penosas (como chapeiro em restaurantes industriais), subalternas (como cuidador de idosos) ou maçantes (como analista de crédito). Mas todos estes desenvolvimentos, que poderiam aliviar a vida humana, estão prestes a se converter num tormento, multiplicando desigualdade e desemprego.

Estas observações não vêm de estudos hipotéticos de intelectuais marxistas, mas de um relatório ainda inédito, produzido pelo Bank of America e relatado na edição de hoje do Guardian. Está em curso, diz o estudo, uma quarta revolução industrial – depois da máquina a vapor, da produção em massa e da eletrônica.

O desenvolvimento da inteligência artificial está produzindo máquinas cada vez mais capazes não apenas de adquirir habilidade manual, mas de executar certas tarefas analíticas, que antes exigiriam avaliação humana. As consequências são impressionantes. Enquanto usam-se em média, no mundo, 66 robôs para cada 10 mil humanos empregados, na indústria automobilística nipônica esta relação disparou para 1520 / 10 mil. Em apenas dois meses de 2014, o Google adquiriu nada menos que oito empresas robóticas. Certos do mundo financeiro esperam eliminar, com a automação, o equivalente a 9 trilhões de dólares em salários, por ano.

O próprio estudo do Bank of America reconhece: nas condições atuais, a consequência natural será a eliminação, nos próximos vinte anos, de 35% dos postos de trabalho no Reino Unido; de 47% nos Estados Unidos; e talvez de um percentual ainda maior em economias como a brasileira, onde as ocupações são, em média, de qualificação mais baixa. Porque, segundo o próprio relatório “as perdas de emprego irão se concentrar no parte mais baixa da escala de salários”.

As sociedades humanas estarão condenadas a se tornar cada vez mais desiguais e insustentáveis, à medida em que se desenvolvem tecnicamente? Esta questão tem inspirado grandes autores e obras contemporâneos. Em O Relatório Lugano, a cientista política franco-norte-americana Susan George imagina um plano, formulado por grandes estrategistas do sistema, para eliminar 1/3 dos habitantes do planeta – que se tornaram supérfluos, com o advento de novas tecnologias e podem constituir ameaça de rebelião.

Já o economista britânico Guy Standing busca as alternativas. Em O Precariado, a nova classe perigosa, ele argumenta que é preciso inventar, coletivamente, caminhos para evitar a ruptura tecnológica. Sua proposta essencial: desvincular trabalho de existência, algo presente no imaginário humano desde os livros sagrados (“Comerás teu pão com o suor de teu rosto”, diz o Gêneis). Instituir a Renda Cidadã global, assegurada a todos os seres humanos do planeta e capaz de assegurar uma vida digna e frugal.

outraspalavras.net/blog/2015/11/05/automacao-a-ambigua-revolucao-dos-robos

Robot revolution: rise of 'thinking' machines could exacerbate inequality

Global economy will be transformed over next 20 years at risk of growing inequality, say analysts

http://www.theguardian.com/technology/2015/nov/05/robot-revolution-rise-machines-could-displace-third-of-uk-jobs

Elon Musk: In 20 Years, Non-Autonomous Cars "Will Be Like Owning a Horse"

On a quarterly earnings call, Musk—who once owned a McLaren F1—predicted that self-driving cars will become ubiquitous within two decades.

http://www.roadandtrack.com/new-cars/car-technology/news/a27248/elon-musk-in-20-years-non-autonomous-cars-will-be-like-owning-a-horse/
« Última modificação: 05 de Novembro de 2015, 14:56:44 por Peter Joseph »
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Offline Geotecton

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #72 Online: 05 de Novembro de 2015, 17:13:01 »
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[...]
Já o economista britânico Guy Standing busca as alternativas. Em O Precariado, a nova classe perigosa, ele argumenta que é preciso inventar, coletivamente, caminhos para evitar a ruptura tecnológica. Sua proposta essencial: desvincular trabalho de existência, algo presente no imaginário humano desde os livros sagrados (“Comerás teu pão com o suor de teu rosto”, diz o Gêneis). Instituir a Renda Cidadã global, assegurada a todos os seres humanos do planeta e capaz de assegurar uma vida digna e frugal.

E quem vai pagar a conta?
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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #73 Online: 05 de Novembro de 2015, 17:17:31 »
E quem em sã consciência quer ser frugal???

Offline Peter Joseph

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Re:Fábrica vai trocar 90% dos trabalhadores por robôs
« Resposta #74 Online: 05 de Novembro de 2015, 17:19:16 »
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[...]
Já o economista britânico Guy Standing busca as alternativas. Em O Precariado, a nova classe perigosa, ele argumenta que é preciso inventar, coletivamente, caminhos para evitar a ruptura tecnológica. Sua proposta essencial: desvincular trabalho de existência, algo presente no imaginário humano desde os livros sagrados (“Comerás teu pão com o suor de teu rosto”, diz o Gêneis). Instituir a Renda Cidadã global, assegurada a todos os seres humanos do planeta e capaz de assegurar uma vida digna e frugal.

E quem vai pagar a conta?

Pois é, também me pergunto isto. Não só a conta financeira, mas também a conta ecológica da explosão de consumo e consequente degradação ambiental que isto causaria. Reformismo é ilusão, é tentar limpar o chão com lama.

Aqui neste trecho também dá de fazer a mesma pergunta, quem vai pagar a conta da chacina?
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Em O Relatório Lugano, a cientista política franco-norte-americana Susan George imagina um plano, formulado por grandes estrategistas do sistema, para eliminar 1/3 dos habitantes do planeta – que se tornaram supérfluos, com o advento de novas tecnologias e podem constituir ameaça de rebelião.
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