Autor Tópico: O fim do emprego  (Lida 2675 vezes)

0 Membros e 1 Visitante estão vendo este tópico.

Offline -Huxley-

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 11.644
O fim do emprego
« Online: 14 de Maio de 2015, 10:12:13 »
Com o advento e o avanço da informática, robótica e inteligência artificial, o céu é o limite em termos de capacidade de substituição do homem pela máquina. Os empregos do século XXI que sobreviverão bem serão aqueles que as máquinas ainda não poderão fazer, principalmente no que diz respeito ao de “reconhecimento de padrões” e “bom senso”. Os grandes vencedores serão aqueles que têm empregos ligados à criatividade, ciência, inovação, liderança, análise e arte-final. Mas uma vez que o cenário de maior avanço se concretize, a inteligência artificial conseguindo replicar o cérebro humano, as fábricas produzirão para quem? Haverá mercado consumidor suficiente com tanto desemprego tecnológico? O que se poderá fazer nesta situação?
« Última modificação: 14 de Maio de 2015, 10:16:52 por -Huxley- »

Offline Lorentz

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 10.721
  • Sexo: Masculino
Re:O fim do emprego
« Resposta #1 Online: 14 de Maio de 2015, 11:30:05 »
Não sou bom nisso, mas vou dar meus 2 cents.

Se todos os empregos manuais forem substituídos por máquinas, os produtos e serviços oferecidos custarão menos. Então mesmo que haja desemprego, não será tão caro subsistir.

Talvez seja possível uma pessoa conseguir alimentar e oferecer moradia para a família toda. Além disso, o nível e qualidade de vida proporcionado para mais pessoas gerará demanda por mais serviços de saúde, estética, profissionalização e entretenimento, o que abrirá muito mais vagas de empregos de alto nível do que tem hoje, gerando mais empregos ainda.

Veja como o Brasil despejando milhares de médicos por ano no mercado de trabalho ainda é pouco para a crescente demanda. Veja quanto o consumo de entretenimento cresce, ao ponto de pessoas conseguirem viver de vídeos de youtube.
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline -Huxley-

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 11.644
Re:O fim do emprego
« Resposta #2 Online: 14 de Maio de 2015, 20:30:43 »
Se não existirem empregados humanos, então todos terão de ser capitalistas para não morrerem de fome. Espera-se que, num futuro indefinido, a fabricação digital desktop reduza drasticamente o preço dos bens de capital, o que poderia democratizar o acesso ao capital e manter/ampliar o mercado consumidor humano. Eu já falei sobre a a fabricação digital desktop neste tópico:

http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=27706.0

Alguém tem mais alguma ideia de cenário possível?

Offline DDV

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 9.724
  • Sexo: Masculino
Re:O fim do emprego
« Resposta #3 Online: 15 de Maio de 2015, 10:45:16 »
Eu acho que enquanto houverem bens ou serviços que dependem de trabalho humano para existirem, haverá empregos, pois o sistema de preços faria com que os industrializados despencassem e o valor relativo dos "não-industrializados" aumentasse, criando demanda por mais empregos nesse setor e mantendo ou ampliando o poder de compra de seus trabalhadores.
Não acredite em quem lhe disser que a verdade não existe.

"O maior vício do capitalismo é a distribuição desigual das benesses. A maior virtude do socialismo é a distribuição igual da miséria." (W. Churchill)

Offline Buckaroo Banzai

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 36.020
  • Sexo: Masculino
Re:O fim do emprego
« Resposta #4 Online: 15 de Maio de 2015, 12:35:51 »
Citar
Tyler Cowen of George Mason University and blogger at Marginal Revolution talks with EconTalk host Russ Roberts about his latest book, Average is Over. Cowen takes a provocative look at how the growing power of artificial intelligence embodied in machines and technologies might change labor markets and the standard of living. He tries to predict which people and which skills will be complementary to smart machines and which people and which skills will struggle.

http://www.econtalk.org/archives/2013/09/tyler_cowen_on.html

Offline Eu

  • Nível 15
  • *
  • Mensagens: 375
Re:O fim do emprego
« Resposta #5 Online: 15 de Maio de 2015, 13:10:40 »
Depende, pois informática, robótica e inteligência artificial só eliminam empregos em países com educação ruím. Eliminam empregos, é verdade, mas criam outros, mas esses outros empregos normalmente exigem mais qualificação, para quem sabe mexer com informática, robótica e inteligência artificial.

Offline Lorentz

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 10.721
  • Sexo: Masculino
Re:O fim do emprego
« Resposta #6 Online: 15 de Maio de 2015, 13:50:29 »
Depende, pois informática, robótica e inteligência artificial só eliminam empregos em países com educação ruím. Eliminam empregos, é verdade, mas criam outros, mas esses outros empregos normalmente exigem mais qualificação, para quem sabe mexer com informática, robótica e inteligência artificial.

Empresas que projetam robôs e softwares precisam de RH, financeiro, zeladores, contadores, eletricistas, equipamentos, vendedores, advogados e por aí vai.
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Johnny Cash

  • Nível 40
  • *
  • Mensagens: 4.934
Re:O fim do emprego
« Resposta #7 Online: 15 de Maio de 2015, 16:11:36 »
Depende, pois informática, robótica e inteligência artificial só eliminam empregos em países com educação ruím. Eliminam empregos, é verdade, mas criam outros, mas esses outros empregos normalmente exigem mais qualificação, para quem sabe mexer com informática, robótica e inteligência artificial.

Empresas que projetam robôs e softwares precisam de RH, financeiro, zeladores, contadores, eletricistas, equipamentos, vendedores, advogados e por aí vai.

Exceto pro caso em que robôs consigam projetar robôs e softwares.

Offline Lorentz

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 10.721
  • Sexo: Masculino
Re:O fim do emprego
« Resposta #8 Online: 15 de Maio de 2015, 16:25:22 »
Depende, pois informática, robótica e inteligência artificial só eliminam empregos em países com educação ruím. Eliminam empregos, é verdade, mas criam outros, mas esses outros empregos normalmente exigem mais qualificação, para quem sabe mexer com informática, robótica e inteligência artificial.

Empresas que projetam robôs e softwares precisam de RH, financeiro, zeladores, contadores, eletricistas, equipamentos, vendedores, advogados e por aí vai.

Exceto pro caso em que robôs consigam projetar robôs e softwares.

Os profetas de Matrix vão ao delírio agora.
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Barata Tenno

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 16.283
  • Sexo: Masculino
  • Dura Lex Sed Lex !
Re:O fim do emprego
« Resposta #9 Online: 15 de Maio de 2015, 16:30:59 »
As pessoas se esquecem que inovações criam áreas de trabalho que antes eram inexistentes, contam apenas com os empregos que ja existem e acham que a eliminação de uma profissão significa o fim de cargos e não transferência de mão de obra pra outras áreas.
He who fights with monsters should look to it that he himself does not become a monster. And when you gaze long into an abyss the abyss also gazes into you. Friedrich Nietzsche

Offline Buckaroo Banzai

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 36.020
  • Sexo: Masculino
Re:O fim do emprego
« Resposta #10 Online: 15 de Maio de 2015, 16:44:40 »
Depende, pois informática, robótica e inteligência artificial só eliminam empregos em países com educação ruím. Eliminam empregos, é verdade, mas criam outros, mas esses outros empregos normalmente exigem mais qualificação, para quem sabe mexer com informática, robótica e inteligência artificial.

Empresas que projetam robôs e softwares precisam de RH, financeiro, zeladores, contadores, eletricistas, equipamentos, vendedores, advogados e por aí vai.

Um porteiro para cada porta, em caso de edifícios com portas duplas, para que cada um não seja empregado em dupla função, e por aí vai.

Offline Lorentz

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 10.721
  • Sexo: Masculino
Re:O fim do emprego
« Resposta #11 Online: 15 de Maio de 2015, 16:57:04 »
Depende, pois informática, robótica e inteligência artificial só eliminam empregos em países com educação ruím. Eliminam empregos, é verdade, mas criam outros, mas esses outros empregos normalmente exigem mais qualificação, para quem sabe mexer com informática, robótica e inteligência artificial.

Empresas que projetam robôs e softwares precisam de RH, financeiro, zeladores, contadores, eletricistas, equipamentos, vendedores, advogados e por aí vai.

Um porteiro para cada porta, em caso de edifícios com portas duplas, para que cada um não seja empregado em dupla função, e por aí vai.

Não entendi, mas é engraçado.
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Johnny Cash

  • Nível 40
  • *
  • Mensagens: 4.934
Re:O fim do emprego
« Resposta #12 Online: 15 de Maio de 2015, 20:04:39 »
As pessoas se esquecem que inovações criam áreas de trabalho que antes eram inexistentes, contam apenas com os empregos que ja existem e acham que a eliminação de uma profissão significa o fim de cargos e não transferência de mão de obra pra outras áreas.

Isso!

Offline Buckaroo Banzai

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 36.020
  • Sexo: Masculino
Re:O fim do emprego
« Resposta #13 Online: 15 de Maio de 2015, 20:46:25 »
Citar
Tyler Cowen: [...]  Well, I think there will be a lot more jobs in service and restaurant sectors, but except at the very top, I don't think those jobs will pay so well. There is a lot of competition to do them. Indirectly there's competition from overseas, which will only get stronger. So I don't see significantly rising wages in those sectors. And I see more workers flowing into them because of these other jobs' disappearing. So that's the downside, in my view. But let me just note, I think there's some much longer term, which I'm not trying to forecast in the book, but say, 50-70 years out, where you get enough neat, new stuff that's almost like scarcity isn't there any more. So I think that the very long-term picture is quite utopian. But you know, go back and look at the Industrial Revolution. Let's say that starts in the 1770s or 1780s. In England real wages are not going up at a high pace until the 1840s. So there's there 50-70 years of transition, where even free market economists like David Ricardo are writing about the machinery question and then worried about this.

Russ: But it turned out okay.

Tyler Cowen: Well, I guess after 50-70 years. And I think 50-70 years out, our own scenario will be much more utopia than dystopia. But, say, 20-30 years out, I think is much more mixed.  [...]

http://www.econtalk.org/archives/2013/09/tyler_cowen_on.html






Rhyan

  • Visitante
Re:O fim do emprego
« Resposta #14 Online: 15 de Maio de 2015, 20:48:01 »
Quando robôs substituírem humanos em todas as funções, talvez. Mas aí ou seriamos exterminados ou viveríamos como deuses.

Já a escassez não pode ser vencida nunca por causa da primeira lei da termodinâmica, imagino.

Offline -Huxley-

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 11.644
Re:O fim do emprego
« Resposta #15 Online: 15 de Maio de 2015, 23:33:58 »
Até o momento, o progresso tecnológico acelerado mais criou do que destruiu vagas de empregos. Mas desde quando é garantido que isso durará para sempre? O aumento na taxa de inovação tecnológica progredindo ao longo da história pode sugerir a mudança mais rápida e mais profunda no futuro. Se esse processo não parar, a inteligência artificial poderá substituir o cérebro humano em qualquer atividade em algumas décadas. Nesse cenário, especulei que todos terão de ser capitalistas para não morrerem de fome. Acrescento agora que todos terão de ter como servos robôs substitutos de cérebros humanos (os bens de capital), isso se as máquinas obedecerem as leis robóticas de Asimov (http://pt.wikipedia.org/wiki/Leis_da_Rob%C3%B3tica). Outro cenário possível seria que grande parte dos seres humanos se fundam com as máquinas, tornando-se cyborgs. A assimetria de poder no mercado de trabalho com cyborgs poderia marginalizar uma parcela significativa da população empregada muito mais que as diferenças biológicas já fazem, já que seria impossível para um ser humano com poucos recursos competir com outro com implantes robóticos "infinitamente" superiores.     
« Última modificação: 15 de Maio de 2015, 23:39:14 por -Huxley- »

Offline Cientista

  • Nível 32
  • *
  • Mensagens: 2.266
Re:O fim do emprego
« Resposta #16 Online: 16 de Maio de 2015, 03:02:28 »
Depende, pois informática, robótica e inteligência artificial só eliminam empregos em países com educação ruím. Eliminam empregos, é verdade, mas criam outros, mas esses outros empregos normalmente exigem mais qualificação, para quem sabe mexer com informática, robótica e inteligência artificial.
Empresas que projetam robôs e softwares precisam de RH, financeiro, zeladores, contadores, eletricistas, equipamentos, vendedores, advogados e por aí vai.
As máquinas humanas capazes de desenvolver projetos até ao nível da inteligência artificial são capazes de projetar e fabricar funcionários não humanos para cada uma dessas atividades. O que elas ainda não podem desenvolver são emuladores delas mesmas.

Mas há alguns 'detalhes'...

A cadeia progressiva de substituição não termina em (mecanização > automação >) "inteligência artificial". Há um estágio posterior faltante, a consciência artificial, que deve incluir a funcionalidade equivalente à 'burrice artificial' para conflitar com a 'inteligência artificial', em filosofismos, sem os quais não surge o aspecto comportamental da 'criatividade'. Neste ponto, não é um "sistema econômico ultratecnológico" que surge, mas uma nova espécie viva e civilização.

Também, entre a mecanização e a automação, englobando a robótica "burra", há limitações 'abiomecânicas' que a técnica atual ainda não atende. A quantidade de recursos mecânicos de um corpo humano ainda é um desafio reproduzir, especialmente para imprevisibilidades, tornando um operário humano o ainda ideal em tarefas não rigorosamente predeterminas, mesmo que "burras".

Offline Johnny Cash

  • Nível 40
  • *
  • Mensagens: 4.934
Re:O fim do emprego
« Resposta #17 Online: 16 de Maio de 2015, 16:40:38 »
Até o momento, o progresso tecnológico acelerado mais criou do que destruiu vagas de empregos. Mas desde quando é garantido que isso durará para sempre?

Não é garantido, nunca foi.

O aumento na taxa de inovação tecnológica progredindo ao longo da história pode sugerir a mudança mais rápida e mais profunda no futuro. Se esse processo não parar, a inteligência artificial poderá substituir o cérebro humano em qualquer atividade em algumas décadas.

Poderá substituir, mas não estou certo se vai e nem se em "algumas décadas".

Outro cenário possível seria que grande parte dos seres humanos se fundam com as máquinas, tornando-se cyborgs. A assimetria de poder no mercado de trabalho com cyborgs poderia marginalizar uma parcela significativa da população empregada muito mais que as diferenças biológicas já fazem, já que seria impossível para um ser humano com poucos recursos competir com outro com implantes robóticos "infinitamente" superiores.     

É o que ja se pode alegar entre indústrias com índice maior de automatização vs. as mais manuais/menos assistidas pela robótica. Também ja acontece, não roboticamente mas ja em algum aspecto cyborguiano, em corridas, pro caso de um camarada com prótese nas pernas não poder correr contra os "sem implante" dado que já ocorreria vantagem nessa parte, e esportes assistidos por máquinas também, como F1, onde a integração humano e máquina faz absoluta diferença e a melhor engenharia da vantagem cavalar pro usuário.

Não sei se isso se agravaria a ponto de termos cérebros substituídos ou máquinas que auxiliassem o raciocínio a ponto de desbalancear absolutamente o (des)equilíbrio atual. De alguma forma isso também ja acaba acontecendo com o uso dos smartphones, por exemplo, que é como se desse ao usuário uma "carga de conhecimento instantânea" impossível de ser atingida pra quem não possua o recurso.




Também, entre a mecanização e a automação, englobando a robótica "burra", há limitações 'abiomecânicas' que a técnica atual ainda não atende. A quantidade de recursos mecânicos de um corpo humano ainda é um desafio reproduzir, especialmente para imprevisibilidades, tornando um operário humano o ainda ideal em tarefas não rigorosamente predeterminas, mesmo que "burras".

Exacto.

Rhyan

  • Visitante
Re:O fim do emprego
« Resposta #18 Online: 18 de Maio de 2015, 05:20:59 »
<a href="https://www.youtube.com/v/1FfmhUXzEjo" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/1FfmhUXzEjo</a>

« Última modificação: 18 de Maio de 2015, 06:49:24 por Libertário »

Offline Pagão

  • Nível 38
  • *
  • Mensagens: 3.690
  • Sexo: Masculino
Re:O fim do emprego
« Resposta #19 Online: 18 de Maio de 2015, 09:23:10 »
Embora já com uns anos..., recomendo vivamente a pequena obra "O Horror Económico" de Viviane Forrester (original em francês, de 1996, e edição portuguesa de 1997).
« Última modificação: 19 de Maio de 2015, 07:25:59 por Pagão »
Nenhuma argumentação racional exerce efeitos racionais sobre um indivíduo que não deseje adotar uma atitude racional. - K.Popper

Offline -Huxley-

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 11.644
Re:O fim do emprego
« Resposta #20 Online: 06 de Dezembro de 2016, 22:10:40 »

Offline -Huxley-

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 11.644
Re:O fim do emprego
« Resposta #21 Online: 06 de Dezembro de 2016, 22:40:17 »
O vídeo acima mostra uma coisa bem interessante. As aplicações peer-to-peer, quem diria, podem gerar bastante empregos. Muitos exemplos podem ser vistos aqui: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/20-formas-de-ganhar-uma-renda-extra-no-fim-do-mes/


Offline -Huxley-

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 11.644
Re:O fim do emprego
« Resposta #23 Online: 07 de Dezembro de 2016, 00:40:47 »
Conjunto de aplicações (aplicativos ou sites) em que a arquitetura de rede P2P é utilizada... Uber, Cabe na Mala, Airbnb, Descola Aí são exemplos...
« Última modificação: 07 de Dezembro de 2016, 00:43:59 por -Huxley- »

Offline Buckaroo Banzai

  • Nível Máximo
  • *
  • Mensagens: 36.020
  • Sexo: Masculino
Re:O fim do emprego
« Resposta #24 Online: 07 de Dezembro de 2016, 02:11:22 »
Não sei como funciona exatamente o sistema de cartel de motoristas Uber, mas acho que os outros não são exatamente o tradicionalmente tido por "P2P". Ou, não mais do que esse fórum, ou, sei lá, o OkCupid são "P2P". Ou mesmo classificados, impressos ou não.

Talvez tenha gente confundindo isso com "2P" de "2 palitos" :biglol:

 

Do NOT follow this link or you will be banned from the site!