Autor Tópico: A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade  (Lida 33940 vezes)

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Online JJ

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #900 Online: 27 de Março de 2019, 14:50:23 »
Eu acho uma aberração a quantidade de entulho e lixo que agente importa da China.


Também acho,  deveríamos exigir dos deputados ou do Presidente da República que fizessem uma lei  para impedir  a satisfação desses desejos materialistas consumistas.  Precisamos  sermos mais  espirituais e menos materialistas.


« Última modificação: 27 de Março de 2019, 14:55:06 por JJ »

Offline Pregador

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #901 Online: 27 de Março de 2019, 14:59:16 »
Eu acho uma aberração a quantidade de entulho e lixo que agente importa da China.


Também acho,  deveríamos exigir dos deputados ou do Presidente da República que fizessem uma lei  para impedir  a satisfação desses desejos materialistas consumistas.  Precisamos de sermos mais  espirituais e menos materialistas.




Não, a gente deveria era produzir uma boa parte desse entulho aqui, gerar emprego aqui e fazer nosso PIB crescer, pois mercado interno para isso tem, tanto que importamos tudo. A China é um grande problema por ser uma ditadura (o que facilita muito a gestão do país) e por ter mão de obra muito barata e custos mínimos. A democracia e o Estado de Direito tem um preço alto, que são as regulamentações, as decisões lentas, o lobby no Congresso, leis trabalhistas, ambientais, etc e carga tributária mais  elevada para manter tudo isso. Supostamente, tudo para termos mais liberdade individual (e de fato temos, um pouco ao menos, mas que faz muita diferença ao meu ver) e direito de se opor aos desmandos do Estado ou do soberano, coisa que 95% dos chineses nem sonham em ter. Do dia para noite eles podem ir para ruína total pela vontade do Estado ou do Soberano deles, no caso, o Partido "Comunista".

Deixaram o monstro crescer por décadas e reconheceram como economia de mercado. E agora? Como competir com isso? Será que a solução é nos tornarmos monstro também?
« Última modificação: 27 de Março de 2019, 15:01:31 por Pregador »
"O crime é contagioso. Se o governo quebra a lei, o povo passa a menosprezar a lei". (Lois D. Brandeis).

Online JJ

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #902 Online: 27 de Março de 2019, 15:16:28 »

Não, a gente deveria era produzir uma boa parte desse entulho aqui, gerar emprego aqui e fazer nosso PIB crescer, pois mercado interno para isso tem, tanto que importamos tudo.


Um problema fundamental nesta ideia é o custo de produção (e também de comercialização) dentro do Brasil, e as causas desses custos, e neste ponto não tem jeito,  basicamente as causas dos altos custos de produção e de comercialização  dentro do Brasil  tem muitíssimo  a ver com  o excesso de tributação e o excesso de regulamentação econômica. Sendo que o excesso de tributação tem a ver com desperdícios, privilégios e captura de renda para o setor público (ou para parte do setor privado em conluio com agentes públicos).

« Última modificação: 27 de Março de 2019, 15:22:59 por JJ »

Online JJ

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #903 Online: 27 de Março de 2019, 15:18:58 »



Simplesmente não vejo saída se mantivermos o modelo de Estado desperdiçador,  privilegiador de corporações poderosas, capturador de renda do setor produtivo e  repassador para setores parasitários.

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #904 Online: 04 de Abril de 2019, 10:07:59 »
Marink Martins: Quando os derivativos deixam de ser “sintoma” e passam a ser “causa”


Opinião - 09/03/2019 - 20:47


Quem exerce maior influência sobre o preço das ações da Petrobras?

Por Marink Martins, do MyVOL e autor da newsletter Global Pass


Em uma época distante, quando os empregos mais disputados eram aqueles associados ao mundo das finanças, os mercados atraíam tudo quanto é engenheiro. Barack Obama, em seu discurso de posse, chegou a reclamar desta situação ao dizer que os EUA necessitavam de engenheiros dispostos a atuar como engenheiros e não como financistas.


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Pois é, houve uma época em que a engenharia financeira reinava. A capacidade de desenvolvimento dos financistas era tamanha que os reguladores estavam sempre a uns dez passos atrás. E foi exatamente nesta onda que surgiram produtos como o VIX (uma medida de expectativa de volatilidade associada ao índice S&P 500) e o Credit Default Swap (CDS); este último uma espécie de seguro contra a inadimplência de um devedor. Ambos, não só foram revolucionários, como também deram dinamismo aos mercados.


Quem assistiu ao filme A Grande Aposta já está muito bem familiarizado com os benefícios e os riscos associados ao CDSs. Como ocorre frequentemente com produtos desenvolvidos em Wall Street, tais produtos trazem consigo a semente de sua própria destruição ou, em muitos casos, a semente da destruição do sistema financeiro como um todo.


Não fosse pelo resgate do governo americano à seguradora AIG, o sistema financeiro teria entrado em colapso devido as vendas excessivas de CDSs feitas pelo trader Joseph Cassano através da filial britânica da seguradora americana. O grande problema associado a estes produtos é a sua capacidade de deixar, tanto o fornecedor como o consumidor, intensamente viciados.


E o VIX fez exatamente isso!


Desenvolvido originalmente para ser “sintoma”, este foi transformado em “causa” por financistas de plantão. Deixem eu explicar melhor usando a analogia mencionada no título acima.


Imaginem o mercado de ações como um cão. Observem que ambos oscilam; o primeiro para cima e para baixo, e o segundo em um gingado particular.


O rabo do cão, por sua vez, se mexe em uma intensidade que varia de acordo com o gingado do próprio animal. A intensidade deste balançar é análogo ao papel desempenhado pelo VIX com relação ao comportamento do índice S&P 500. O VIX mede a expectativa da intensidade deste “gingado”!


Aí vem os financistas e desenvolvem um produto no qual investidores podem diretamente fazer apostas na intensidade de tal “gingado”.


O produto é bom e logo atrai multidões que passam a ganhar dinheiro apostando que o “rabo do cão” tende a balançar cada vez menos.


Por anos investidores apostaram em tal produto, de forma que o que era para ser uma consequência, passou a ser uma causa. O balançar do “rabo” passou a ditar o comportamento do “cão”!



Tudo isso pode parecer estranho, mas os derivativos trazem consigo esta capacidade de inversão de papeis.


A intensa venda de ações ocorrida em épocas de crise normalmente resulta de apostas excessivas em produtos desenvolvidos para que participantes se protejam de movimentos bruscos nas próprias ações. O que observamos é que as perdas nos derivativos deixam de ser consequência e tornam-se causa. Algo tão louco que, honestamente, julgo fascinante.


Sabe-se que hoje o total de contratos derivativos em aberto ao redor do mundo é tão grande que chegará um ponto em que não saberemos quem realmente deriva de quem.


E pensando nisso te deixo com a seguinte pergunta:


Quem exerce maior influência sobre o preço das ações da Petrobras?


– Os negociadores das ações


– Os negociadores dos derivativos (opções)




https://moneytimes.com.br/marink-martins-quando-os-derivativos-deixam-de-ser-sintoma-e-passam-a-ser-causa/


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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #905 Online: 19 de Abril de 2019, 10:33:57 »


“A Bomba financeira de 1,5 quatrilhões de dólares".


27 de julho de 2015.


 

No mundo se acumularam cerca de 1,5 quatrilhões de dólares em derivativos voláteis que podem explodir como uma "bomba financeira", adverte o analista norte americano Stephen Lendman, acrescentando que este cenário tornaria a recessão de 2008-2009 parecer fraca em comparação.


Enquanto isso, os dados do Banco de Pagamentos Internacionais, a instituição financeira que coordena a atividade dos bancos centrais mostra que existem cerca de 700 trilhões de dólares de derivados globais. Junto com as permutas de incumprimento creditício (também conhecidos como CDS, de "credit default swaps") e "outros instrumentos financeiros exóticos", o valor total dos instrumentos financeiros derivativos somou 1,5 quatrilhões de dólares. Este é  mais de 20% que em 2008, um enorme fluxo que, se tem lugar um caos financeiro, é impossível de controlar, escreve Stephen Lendman ao portal Global Research.


Durante anos, Warren Buffett descreveu como "bombas de derivados financeiros" para as economias e cidadãos comuns, lembra o especialista.


A Federal Reserve, o banco central norte-americano, controlado e operado pela Wall Street, é a raiz do problema, não a solução, enfatiza o analista. Em Wall Street "dinheiro compra interesses políticos como se fossem pasta de dentes", acrescenta.


"A desregulamentação financeira transformou Wall Street em um cassino sem regras" que imprime dinheiro galopante. "Estamos aguardando uma falha catastrófica. É apenas uma questão de tempo", diz Lendman.


"A economia e o sistema financeiro norte-americano é como um castelo de cartas a ponto de entrar em colapso", ele conclui.


Tradução: Últimos Acontecimentos.

Fonte: RT.


http://www.ultimosacontecimentos.com.br/ultimas-noticias/ldquoa-bomba-financeira-de-15-quatrilhoes-de-dolaresquot.html

« Última modificação: 19 de Abril de 2019, 10:39:37 por JJ »

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #906 Online: 22 de Abril de 2019, 09:31:40 »
Nova crise econômica mundial será grave e pode mudar ordem global existente, diz analista

CC0 / Pixabay
ECONOMIA

06:29 22.04.2019(atualizado 06:30 22.04.2019) URL curta 0 110

O mundo está à beira de uma iminente crise global provocada pelas ambições excessivas dos Estados: no início de 2019, a dívida mundial alcançou 244 trilhões de dólares e continua crescendo.

O principal problema atual é a perspectiva de uma recessão deflacionária prolongada e estagnação interminável da economia, como foi no caso do Japão nas últimas décadas, revelou Aleksandr Losev, diretor de uma empresa de gestão de ativos, ao diário Kommersant.

O Fundo Monetário Internacional (FMI)
© AP PHOTO / ITSUO INOUYE

O que está por trás das previsões econômicas sombrias do FMI para mundo e Brasil?

O aumento da carga da dívida e o custo cada vez maior de sua manutenção afetam o crescimento econômico, aumentam os riscos de crédito e a possibilidade de incumprimento de pagamentos, o que no futuro criará dificuldades para refinanciar as dívidas e abrandará o "boom" de crédito que atualmente está estimulando o crescimento global, explicou Losev.
O financista sublinhou que esse processo afetará a situação econômica porque significa "menos novos empréstimos e investimentos, um crescimento econômico mais débil ou até sua cessação completa, mais moratórias, atrasos de pagamento […], crises locais em certas regiões e indústrias que podem causar efeito dominó e sacudir não apenas os mercados financeiros, mas também toda a economia global".


Segundo Losev, um estudo do Banco Mundial mostrou que, quando a relação dívida/PIB supera 77% durante um longo período de tempo, o crescimento econômico se desacelera e cada ponto percentual da dívida acima deste nível custa ao país 1,7% de crescimento econômico nos países desenvolvidos. Quanto aos países em desenvolvimento, a situação é ainda pior: cada ponto percentual adicional de dívida acima do nível de 64% reduzirá anualmente o crescimento econômico em 2%.



Dólar desnecessário: como moeda americana está perdendo posições na arena global

De acordo com previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI), a economia mundial irá desacelerar neste ano em 70% dos países.
"Muitas economias não são suficientemente sustentáveis. A alta dívida pública e baixas taxas de juro limitam sua capacidade para superar uma nova recessão", disse a diretora-executiva do FMI, Christine Lagarde.


Ao mesmo tempo, o analista sublinha que uma nova crise poderia trazer mudanças na ordem global existente.


"Uma crise econômica de grande escala pode levar a mudanças geopolíticas e transformar a ordem mundial existente, que se baseia na desigualdade hierárquica dos Estados, associada com ciclos econômicos longos e padrões tecnológicos, bem como em uma acumulação infinita de capital. A Rússia, bem como a maioria dos países em desenvolvimento, está na periferia desse sistema", escreveu Losev.



O financista prevê que "a atual ordem mundial começará a mudar rapidamente não no momento da crise, mas quando os Estados não puderem coordenar seus esforços a nível global para manter o sistema econômico e financeiro atual, os princípios e regras do comércio internacional, quando o egoísmo prevalecer, mas a competição não for suficiente".
Isso levará a uma época de conflitos, à revisão de prioridades, ao protecionismo, mobilização e reindustrialização, ou seja, às prioridade de produção nacional, projetos de grande escala e desenvolvimento da ciência.


Losev aconselha a não esquecer que, em momentos de instabilidade, todas as grandes potências, em virtude de sua posição e interesses de suas elites, negócios e capital, tentam criar sua própria ordem e, até certo ponto, estão prontas para defender esta ordem de várias maneiras, de militares até políticas.



https://br.sputniknews.com/economia/2019042213732096-nova-crise-economica-grave-mudar-ordem-existente/


Offline Peter Joseph

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #907 Online: 22 de Abril de 2019, 10:03:49 »
Nova crise econômica mundial será grave e pode mudar ordem global existente

Com certeza. E ordem global já está mudando, mesmo antes dela estourar. Quando estourar, a mudança ocorrerá ainda mais rápido.
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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #908 Online: 22 de Abril de 2019, 11:11:51 »
Pessoal,

A Escola Austriaca (através da sua Teoria dos Ciclos Econômicos) de economia previu todas as grandes crises e depressões que ocorreram desde a criação do FED. Desde a crise de 2008 ela vem alertando que o remédio ao longo do tempo irá produzir uma crise muito pior que a anterior. Pois bem, agora não só os economistas da EA estão falando isso. Já está claro para os grandes investidores de Wall Street que essa crise se aproxima e realmente irá abalar nosso sistema monetário.

...


Vai demorar muito? Desde 2015 estamos aqui esprando essa tal crise do fim do mundo.
Qualquer sistema de pensamento pode ser racional, pois basta que as suas conclusões não contrariem as suas premissas.

Mas isto não significa que este sistema de pensamento tenha correspondência com a realidade objetiva, sendo este o motivo pelo qual o conhecimento científico ser reconhecido como a única forma do homem estudar, explicar e compreender a Natureza.

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #909 Online: 22 de Abril de 2019, 11:30:38 »
Creio que esta crise ocorrerá antes do fim deste ano. Se virar 2020 e ela não ocorrer, juro que eu paro de tentar adivinhar o ano que ela ocorrerá. Mas pode ter certeza que ela virá mais cedo ou mais tarde, é inevitável dentro do capitalismo, como todos bem sabemos.
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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #910 Online: 22 de Abril de 2019, 13:57:25 »
Citar
EUA: Surpreendente Queda Da Produção Industrial Nos Primeiros Três Meses Do Ano

Há mais de três anos, pelo menos, não ocorria uma perda de altitude tão abrupta como a ocorrida na economia reguladora do sistema neste 1º trimestre de 2019.

http://criticadaeconomia.com.br/eua-surpreendente-queda-da-producao-industrial-nos-primeiros-tres-meses-do-ano/
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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #911 Online: 22 de Abril de 2019, 15:29:10 »
Onde está esta dívida de 244 trilhões de dólares?
Foto USGS

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #912 Online: 22 de Abril de 2019, 15:37:17 »
Citar
[...]
"Uma crise econômica de grande escala pode levar a mudanças geopolíticas e transformar a ordem mundial existente, que se baseia na desigualdade hierárquica dos Estados, associada com ciclos econômicos longos e padrões tecnológicos, bem como em uma acumulação infinita de capital. A Rússia, bem como a maioria dos países em desenvolvimento, está na periferia desse sistema", escreveu Losev.
[...]

Vejamos:

1) Um "especialista" afirma que a ordem atual se "baseia na desigualdade hierárquica dos Estados, associada com ciclos econômicos longos e padrões tecnológicos, bem como em uma acumulação infinita de capital". Desde quando isto não é assim?

2) O "especialista" é russo e afirma que a Rússia é "periférica" a este sistema. Não obstante a Rússia formou vários bilionários e tem muitas empresas de capital aberto e vende a maior parte de sua produção primária para os principais países do mundo. Ou seja, é vulnerável e tem uma moeda que NINGUÉM aceita.

3) A fonte é russa, reconhecida por alardear as 'putinices' e 'russices' do atual governo russo.


Precisa de algo mais?
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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #913 Online: 22 de Abril de 2019, 15:39:44 »
Creio que esta crise ocorrerá antes do fim deste ano. Se virar 2020 e ela não ocorrer, juro que eu paro de tentar adivinhar o ano que ela ocorrerá.

Arranje uma cadeira ou poltrona bem confortável.


Mas pode ter certeza que ela virá mais cedo ou mais tarde, é inevitável dentro do capitalismo, como todos bem sabemos.

Assim como uma nova extinção em massa.

Ainda bem que temos o comunismo para nos salvar.

Só que... não, pois ele só funciona na Terra do Nunca (ou em Nárnia, como o forista adora citar).
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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #914 Online: 23 de Abril de 2019, 09:34:43 »
 :biglol:
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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #915 Online: 23 de Abril de 2019, 09:47:40 »
Creio que esta crise ocorrerá antes do fim deste ano. Se virar 2020 e ela não ocorrer, juro que eu paro de tentar adivinhar o ano que ela ocorrerá.

Arranje uma cadeira ou poltrona bem confortável.


Mas pode ter certeza que ela virá mais cedo ou mais tarde, é inevitável dentro do capitalismo, como todos bem sabemos.

Assim como uma nova extinção em massa.

Ainda bem que temos o comunismo para nos salvar.

Só que... não, pois ele só funciona na Terra do Nunca (ou em Nárnia, como o forista adora citar).



Negativo, o que funciona são  os  derivativos  lunares do Lehman Brothers.


Esses são bons.  Capitalismo 100%   :ok:



 :hihi:


« Última modificação: 23 de Abril de 2019, 09:52:28 por JJ »

Offline Peter Joseph

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #916 Online: 23 de Abril de 2019, 10:29:09 »
O que funciona também são equilíbrios perfeitos em sistemas complexos dinâmicos como a economia moderna  :stunned:

Destruir os biomas terrestres também funciona bastante!

Vai dar certo sim, pode ter certeza amiguinho  :ok:
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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #917 Online: 23 de Abril de 2019, 10:52:37 »

Citar
Mas pode ter certeza que ela virá mais cedo ou mais tarde, é inevitável dentro do capitalismo, como todos bem sabemos.

Assim como uma nova extinção em massa.


Liberal adora uma falácia naturalista pra defender seu belo e lindo Capitalismo  :no:
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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #918 Online: 29 de Abril de 2019, 10:32:22 »
Divida mundial 3x o "PIB" mundial, o capitalismo morreu em 2008, essa sobrevida se deu com muito quantitative easy impressão de dinheiro desordenada, e muitas reservas fracionadas (injetando morfina no moribundo).

Os economistas alertam que, quando esta bomba de vários trilhões de dólares plantada na economia mundial explodir, a crise será pior do que em 2008. Trata-se de um montante recorde três vezes superior ao PIB mundial, ou seja, ao valor de todos os produtos e serviços do planeta

https://www.brasil247.com/pt/247/mundo/391747/Economia-mundial-j%C3%A1-acumula-d%C3%ADvida-de-243-trilh%C3%B5es-de-d%C3%B3lares.htm
« Última modificação: 29 de Abril de 2019, 10:37:23 por Peter Joseph »
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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #920 Online: 29 de Abril de 2019, 17:28:13 »
A única solução é Ciro Gomes ser eleito presidente do mundo e tirar todo mundo do SPC.


Não. A  solução é o Bó  dar um golpe no mundo e  combater os marxistas da ONU,  da UE,  do partido Democrata americano,  do PC Chinês,  e dos outros marxistas  que envermelham o mundo.




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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #922 Online: 05 de Maio de 2019, 08:35:48 »

Empresas Zumbis - As Mortas-Vivas


Uma pesquisa internacional feita pela KPMG com mais de 400 credores detectou que instituições financeiras estão crescentemente preocupadas com o aumento do número das chamadas “empresas zumbis.” Essas empresas vivem uma existência “da mão para a boca”, gerando caixa que pode até ser suficiente para pagar seus fornecedores e fazer girar o negócio. Entretanto, sua posição patrimonial precária e baixos níveis de sobra de caixa não permitem que essas empresas amortizem seus empréstimos ou façam investimentos necessários para o empreendimento. Sem uma reestruturação eficaz, a pesquisa sugere que esses zumbis poderiam tornar-se alvo de uma nova onda de recuperações judiciais no médio e longo prazo.


Vida vegetativa

Assim como os zumbis das histórias estão mortos mas ainda andam, seus equivalentes corporativos ficam vagando em uma zona logo acima da insolvência, porém ainda distante de uma verdadeira viabilidade. Uma empresa zumbi tipicamente está na Unidade de Terapia Intensiva, necessitando de ajuda financeira contínua de credores e investidores para continuar suas operações. Empresas zumbis não demonstram necessariamente prejuízos. Tipicamente, elas têm uma lucratividade próxima a zero ou ligeiramente positiva. Entretanto, embora elas gerem receitas suficientes para pagar suas despesas operacionais, elas não conseguem pagar suas dívidas. Isto claramente traz preocupações para os credores.


A KPMG buscou a opinião dos credores quanto ao problema das empresas zumbis. Os resultados da pesquisa pintam um quadro preocupante. Nos melhores cenários, a pesquisa sugere que as empresas vão encontrar maiores dificuldades para conseguir uma solução fora dos tribunais, idealmente através de um refinanciamento. Nos piores cenários, há indícios que um número crescente de empresas serão forçadas a buscar os mecanismos formais de reestruturação previstos em lei.


As preocupações citadas pelos credores


Sob a perspectiva dos credores, o principal risco é que as empresas zumbis ficarão presas em um ciclo de dependência. Credores entrevistados demonstraram preocupação com a insuficiência de lucratividade e de capital de giro nessas empresas. A situação macro-econômica não indica, para a maioria dos setores, uma tendência de aumento de demanda significativa. Consequentemente, não há indicações que a situação dessas empresas vá melhorar de forma substancial, e os credores têm pouco otimismo que as empresas zumbis consigam repagar suas dívidas no futuro próximo.


Essa situação pode piorar caso alguns cenários macro-econômicos envolvendo recessão internacional e significativa restrição de crédito se confirmem. Isto tornaria ainda mais difícil para empresas que já apresentam desempenho marginal retornarem a uma real viabilidade.


Credores continuam demonstrando preferência por soluções negociadas que não envolvam os tribunais. Entretanto, eles têm a expectativa que o refinanciamento se tornará mais difícil, em particular para empresas menores.


Ao mesmo tempo, o tempo que seus clientes têm ficado sob os cuidados das áreas especializadas em recuperação de crédito aumentou. Dois anos atrás, o tempo médio de duração que um caso ficava com a área de recuperação de crédito era de 6 a 18 meses. Hoje, 12 a 24 meses é a regra. Em outras palavras, está ficando mais desafiador e mais demorado para resolver os problemas com as empresas zumbis.


Com o refinanciamento e outras alternativas negociadas ficando mais difíceis de se conseguir, os credores internacionais esperam um aumento nos casos de reestruturações formais através do uso das recuperações judiciais e falências. Isto é particularmente verdadeiro nos casos onde a geração de caixa da empresa é insuficiente e/ou a administração da empresa é inadequada.


Entre os maiores fatores de risco mencionados afetando as empresas, estão o aumento das taxas de juros, crise econômica global e capital de giro insuficiente.


Implicações para o Brasil


Assim como ocorreu no segundo semestre de 2008 com a primeira eclosão da crise financeira internacional, o Brasil começa a sentir os efeitos de um cenário macroeconômico negativo envolvendo provável recessão na zona do Euro, insolvência de alguns países e crise de confiança generalizada na capacidade de coordenação política para resolver os principais problemas na Europa e nos Estados Unidos.


Esses efeitos se manifestam no mercado financeiro através de uma maior dificuldade para bancos brasileiros captarem recursos no exterior. Onde a captação ocorre, ela tipicamente se dá em volumes menores e a custos maiores que os anteriores. Já no caso dos bancos internacionais operando no Brasil, o problema muitas vezes é composto por decisões da matriz de repatriar recursos para cobrir necessidades de capital nos países de origem dos bancos.


Para as empresas, com raras exceções, a crise materializa-se na dificuldade de renovar limites de crédito existentes e no aumento do custo financeiro. As empresas em situação patrimonial menos favorável pode ficar de fora do mercado financeiro tradicional, tendo que recorrer a operações de desconto de duplicatas a custos exorbitantes e insustentáveis.


Alternativas para as Empresas


O futuro para muitas destas empresas zumbis pode ser sombrio. Em muitos casos, a situação é grave e os gestores das empresas estão rezando para um crescimento forte na demanda, sem o qual eles não conseguirão ver a luz no fim do túnel.


Isso é mais verdadeiro ainda para as empresas que não conseguirem reconhecer seus problemas. Em alguns casos é necessário uma reestruturação profunda da empresa e de seu modelo de negócios. Sem um diagnóstico preciso, o futuro dessas empresas fica seriamente comprometido. Conforme o refinanciamento fica cada vez mais difícil de ser obtido, empresas que dependem do influxo constante de crédito poderão se encontrar diante de um cenário de recuperação judicial ou, pelo menos, uma reestruturação radical de suas operações.


Em casos menos dramáticos, empresas incapazes de gerar recursos suficientes para repagar suas dívidas e manterem níveis competitivos de investimento estarão em condições menos favoráveis para aproveitar as oportunidades que aparecerão durante o ciclo de recuperação econômica. Estes negócios estarão bastante vulneráveis a serem adquiridos ou a perderem terreno para concorrentes.


Em época de restrição de crédito e crise global, fica mais relevante a capacidade da empresa de claramente diagnosticar sua situação, instaurar uma cultura de caixa e implantar ações de impacto imediato.


Autor:

André Schwartzman


http://www.tmabrasil.org/materias/artigos-de-associados/empresas-zumbis-as-mortas-vivas

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #923 Online: 09 de Maio de 2019, 13:27:44 »


Será que China está à beira do colapso financeiro?



 © AFP 2019 / JOHANNES EISELE
ECONOMIA


03:53 09.05.2019(atualizado 04:39 09.05.2019) URL curta469


Em 2019, o mercado de títulos chineses pode enfrentar o maior calote em sua história, revelou a agência Bloomberg.

Segundo dados divulgados pela agência, nos primeiros quatro meses de 2019, as empresas chinesas não amortizaram títulos nacionais no valor de 39,2 bilhões de yuans (5,8 bilhões de dólares ou R$ 22,8 bilhões). Isso é cerca de 3,4 vezes mais do que no mesmo período de 2018.

Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI
© SPUTNIK / VLADIMIR PYESNYA

EUA x China: chefe do FMI alerta que 'rumores e tweets' ameaçam a economia mundial


De acordo com os analistas citados pela Bloomberg, se não houver mudanças, o ano de 2019 terá o máximo incumprimentos da dívida. Especialistas acreditam que essa situação se deve à política do governo chinês, que visa combater o sistema bancário paralelo. As instituições paralelas de crédito permitem tomar decisões sobre a concessão de empréstimos com menos controle dos reguladores.


Isso causou uma redução no financiamento, o que explica o aumento de casos de incumprimento de dívida, que começou no fim de 2017 e continua até hoje. De acordo com a agência de classificação de riscos Moody's, o vencimento curto dos títulos significa que as empresas recorrem frequentemente ao refinanciamento.


Presidente chinês Xi Jinping fala na sessão de abertura do 6º Diálogo Econômico e Estratégico entre os EUA e a China (imagem referencial)
© AFP 2019 / SAUL LOEB / POOL

China reconhece impacto da guerra comercial com EUA sobre economia nacional


Ao mesmo tempo, os bancos estão relutantes em conceder empréstimos a empresas menos robustas que, por sua vez, se acostumaram a pedir crédito nos bancos paralelos, cujo número continua a diminuir devido à nova política regulatória.


Anteriormente, foi informado que, em resposta ao possível aumento das tarifas sobre os produtos chineses para 25%, Pequim está preparando um pacote de medidas para estimular a economia nacional.


Em particular, se prevê cortar impostos, estimular a compra de eletrodomésticos e automóveis, além de reduzir ainda mais as taxas de juros, visando o crescimento do crédito, especialmente para as pequenas empresas que são as mais vulneráveis durante as guerras comerciais.


https://br.sputniknews.com/economia/2019050913839998-china-esta-beira-colapso-financeiro/

« Última modificação: 09 de Maio de 2019, 13:32:37 por JJ »

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Re:A Maior Crise Econômica da Historia da Humanidade
« Resposta #924 Online: 09 de Maio de 2019, 13:30:49 »
23/10/18 10:03


Itália e bancos do país são um risco, mas não há necessidade de pânico, diz chefe de fundo de regaste da UE


Reuters


LUXEMBURGO (Reuters) - O diretor-executivo do fundo de resgate da zona do euro disse nesta terça-feira que os planos orçamentários da Itália são um risco que preocupam os bancos domésticos, mas alertou contra o pânico porque o contágio a outros países ainda era "muito limitado".


O plano de orçamento da Itália para 2019 prevê um déficit de 2,4 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), que está muito acima dos compromissos assumidos pelo governo anterior e arrisca aumentar a enorme dívida pública do país, violando as regras fiscais da União Europeia.


"Há um risco com a Itália. Estamos preocupados com a Itália porque os planos orçamentários não são compatíveis com o quadro fiscal da UE", disse Klaus Regling em uma coletiva de imprensa em Luxemburgo.


Seus comentários foram feitos horas antes de a Comissão Europeia discutir os próximos passos de uma decisão que pode levar a uma rejeição sem precedentes do plano orçamentário italiano e, a longo prazo, a multas.


Regling, que chefia o fundo de resgate do ESM (Mecanismo de Estabilidade Europeu), com sede no Luxemburgo, destacou que os problemas de dívida da Itália são diferentes dos da Grécia, que precisou de três resgates da zona do euro na última década.


"Não se deve entrar em pânico", disse Regling, listando as diferenças entre a atual situação da Itália e a longa crise da Grécia.


Ele disse que os fundamentos da Itália eram muito mais sólidos, pois o país tinha apenas um déficit nominal limitado e um superávit em conta corrente, acrescentando que sua dívida tinha uma maturidade média relativamente longa que ajudava a proteger o país da pressão do mercado.


Regling alertou, no entanto, sobre os riscos enfrentados pelo setor bancário italiano, devido aos rendimentos mais elevados da dívida pública, que reduzem o valor das grandes reservas de títulos italianos e podem forçar novas recapitalizações.


Embora os problemas de dívida da Itália já tenham se espalhado pelo sistema bancário doméstico, Regling disse que até agora houve "um contágio muito limitado" para outros países da zona do euro.


Ele acrescentou que "um ou dois" bancos gregos sofreram devido ao contágio da Itália, mas disse que seus problemas também foram causados ​​por níveis muito altos de inadimplência. Ele não nomeou as instituições.



https://extra.globo.com/noticias/economia/italia-bancos-do-pais-sao-um-risco-mas-nao-ha-necessidade-de-panico-diz-chefe-de-fundo-de-regaste-da-ue-23178152.html



 

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