Autor Tópico: Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff  (Lida 90390 vezes)

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Offline Gabarito

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #125 Online: 29 de Outubro de 2015, 17:00:18 »
Que vergonha!
Um ato que é notícia não é registrado pela grande imprensa.
O que aconteceu ontem seria notícia em qualquer TV do planeta (exceto as não democráticas).

Fico muito curioso sobre como andará os bastidores de pessoas como Míriam Leitão, William Waak, Alexandre Garcia, Eliane Cantanhêde, Renata LoPrete e outros críticos do governo diante dessa postura de apoiar o "Fica-Dilma". Eles não são críticos gratuitos. Eles analisam os fatos, o que acontece na economia e na política numa ótica técnica e especializada. É outra mancha que vai ficar nessa emissora, como também nas outras, pois o momento é histórico. E elas terão coberto devidamente os acontecimentos de campo.

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Movimento Brasil Livre
Ontem às 12:25 ·

Mais uma vez flagramos a imprensa governista fazendo um trabalho sujo. A Globo está boicotando a luta de milhões de brasileiros, estão omissos com essa batalha que o povo brasileiro vem travando contra os corruptos já faz anos. Havia instrução de não mostrar o acampamento do MBL no enquadramento do Congresso Nacional em uma matéria que falaria justamente da mesma pauta que se fala na ocupação. Mesmo fugindo da tomada, os manifestantes correram atrás para pelo menos aparecer - pacificamente -, no vídeo, mas a Globo CANCELOU a matéria que ia fazer, tudo pra não mostrar nossa luta.

Por que a Globo se porta desse jeito? Por que boa parte da imprensa é descaradamente governista?

E por que o governo continua sendo um dos maiores anunciantes em todos os canais de TV, inclusive ameaçando retirar anúncios se programas denunciam muito todas as falcatruas do PT? Isso é democracia?

Vamos continua nossa luta até o fim, e vamos mostrar para a Globo e para qualquer outro veículo de imprensa que SIM, NÓS EXISTIMOS.

Entre em nossa loja e ajude o movimento http://loja.movimentobrasillivre.org/

Faça uma doação ao MBL e ajude a construir um Brasil mais livre https://goo.gl/y9SXRp

Venha discutir conosco um Brasil mais livre http://even.tc/congressombl

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #126 Online: 29 de Outubro de 2015, 17:07:21 »
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Folha e O Globo manipulam manchetes sobre agressão ao MBL
Publicado em 28 de outubro de 2015

O Movimento Brasil Livre foi covardemente agredido pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, logo após o líder do PT na Câmara, Sibá Machado, ameaçar fisicamente os manifestantes e o deputado do PSOL Jean Wyllys arregimentar gente para tumultuar o acampamento pacífico do MBL.

Os vídeos e as imagens não deixam dúvida quanto à isso. Leia aqui.

Agora, confira a chamada na home da Folha:



É uma mentira deslavada, porca e abjeta! O MBL estava acampado, não o MTST. O PT e o PSOL convocaram seus bate-paus para INVADIR o acampamento favorável ao impeachment. Existe espaço em Brasília (e no próprio gramado do Congresso) para todos. O MTST partiu para cima do MBL! O MTST agrediu covardemente o MBL, não o contrário!

Vejam a galeria de imagens da Folha:




Detalhe para a chapuletada na cabeça do integrante do MBL


Detalhe para o chute nas costas do integrante do MBL

Antes e durante as agressões, o MBL não reagiu! Na verdade, fez um cordão de isolamento, como é possível ver nas imagens.



Já O Globo deu que “Manifestantes do MTST e do MBL brigam em frente ao Congresso Nacional”.



A Folha de São Paulo e O Globo são os dois jornais brasileiros que estão fazendo a cobertura mais mentirosa e tendenciosa das manifestações pró-impeachment.

Não vamos deixar de nos manifestar!

“Você pode enganar algumas pessoas o tempo todo ou todas as pessoas durante algum tempo, mas você não pode enganar todas as pessoas o tempo todo.”
Abraham Lincoln


Offline Lorentz

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #127 Online: 29 de Outubro de 2015, 17:41:44 »
Que vergonha!
Um ato que é notícia não é registrado pela grande imprensa.
O que aconteceu ontem seria notícia em qualquer TV do planeta (exceto as não democráticas).

A TV hoje é quase irrelevante. Todo mundo recebe esses updates pelo facebook e whatsapp.
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline Gabarito

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #128 Online: 29 de Outubro de 2015, 18:02:07 »
Estamos vivendo um bom momento para tentar limpar tanta sujeira:



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O Movimento do Ministério Público Democrático, uma associação nacional de promotores e procuradores, realizará a “1ª Corrida e Caminhada Não Aceito Corrupção” (http://naoaceitocorrupcao.com.br/), em São Paulo, no próximo dia 8 de novembro.

Segundo o promotor Roberto Livianu, a ação marca o pré-lançamento do Instituto Não Aceito Corrupção, uma organização apartidária e multidisciplinar que focará suas atividades na promoção de ações educativas, de políticas públicas e pesquisas sobre a corrupção.

Veja o percurso (há opções de 5 quilômetros e 10 quilômetros), a ação e inscreva-se no site.

Offline Gabarito

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #129 Online: 29 de Outubro de 2015, 19:34:12 »
Mortadela vai conseguir entender isso?
Tenho sérias dúvidas.

Mas que saíram dizendo que coxinha precisa apanhar e que playboyzinho recebeu o que merecia, ah, isso fizeram.
O que se vê por aí é um discurso parecido com isso, que apanharam e vão apanhar mais.

Entender a filosofia por trás daquele gesto, atitude e o que poderá advir disso, ah, eles estão muito aquém desse entendimento.

Leiam, meus colegas. Vejam o embasamento teórico da resistência pacífica e a não violência. Um degrau (talvez muito mais que dois ou três) acima do que pensa o PT e suas franjas criminosas.

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Um Discurso Inaugural, de Joseph Brodsky
Publicado em 19 de setembro de 2013
por Marcelo Centenaro

Neste dia tão sombrio para o país, este texto de Joseph Brodsky pode ser uma reflexão sobre o que nos espera.

Tradução de Sergio Flaksman
Original em inglês aqui: http://www.nybooks.com/articles/archives/1984/aug/16/a-commencement-address/


Joseph Brodsky

Senhoras e senhores da Turma de 1984:

Por mais ousados ou cautelosos que vocês decidam ser, no decorrer de suas vidas estão destinados a entrar em contato físico direto com aquilo que é conhecido como o Mal. Não estou me referindo aqui a um elemento do romance gótico, mas, para dizer o mínimo, a uma realidade social palpável que vocês não têm como controlar. Por mais que sejam pessoas de boa índole ou lancem mão de cálculos precisos, não há como evitar este encontro. De fato, quanto mais calculistas e cuidadosos formos, maior será a probabilidade deste encontro, e mais forte seu impacto. A estrutura da vida é tal que aquilo que vemos como o Mal é capaz de uma presença bastante difundida, mesmo porque tem a tendência de aparecer sob o disfarce do bem. Vocês nunca irão vê-lo atravessando a soleira de suas portas e se anunciando: “Olá, eu sou o Mal!”. Isto, é claro, indica sua natureza secundária, mas o consolo que poderíamos extrair desta observação é obliterado pela frequência com que se manifesta.

Uma medida prudente a tomar, portanto, seria submeter suas noções de bem ao escrutínio mais meticuloso possível, percorrendo, por assim dizer, todo o seu guarda-roupa, verificando quais dos seus trajes poderiam caber num estranho. É claro que isso pode se transformar em uma ocupação em tempo integral, e talvez devesse mesmo. Vocês ficariam surpreendidos com a quantidade de coisas que consideram suas e boas, mas que poderiam ser facilmente usadas, sem muitos ajustes, por seus inimigos. Podem até começar a se perguntar se ele não seria as suas próprias imagens no espelho, pois o mais interessante a respeito do Mal é ele ser inteiramente humano. Para colocar o problema em termos amenos, posso dizer que nada pode ser virado e usado do avesso com mais facilidade do que nossas noções de justiça social, consciência cívica, um futuro melhor, etc. Um dos sinais mais seguros de perigo neste caso é o número daqueles que compartilham suas opiniões, não tanto porque a unanimidade tem o hábito de degenerar em uniformidade, mas devido à probabilidade – implícita nos grandes números – de que os sentimentos nobres sejam falsos.

Da mesma forma, a defesa mais segura contra o Mal é o extremo individualismo, a originalidade de pensamento, a singularidade, e até mesmo – se quiserem – a excentricidade. Ou seja, algo que não possa ser fingido, falsificado, imitado; algo que nem mesmo um impostor experiente seja capaz de copiar. Alguma coisa, em outras palavras, que não possa ser compartilhada, como, por exemplo, sua própria pele: nem mesmo por uma minoria. O Mal tem loucura pela solidez. Ele sempre procura os grandes números, o granito confiante, a pureza ideológica, os exércitos bem treinados e os orçamentos bem equilibrados. Presumivelmente, sua atração por essas coisas tem a ver com sua insegurança inata, mas, de novo, esta compreensão nos vale pouco como consolo quando o Mal triunfa.

E ele triunfa: em muitas partes do mundo, e dentro de nós mesmos. Dados seu volume e intensidade, dado em especial o cansaço daqueles que a ele se opõem, hoje o Mal pode ser encarado não como uma categoria ética, mas como um fenômeno físico que não se mede mais em partículas, mas na escala dos mapas geográficos. Assim, a razão pela qual estou falando com vocês a respeito disso não tem nada a ver com o fato de que são jovens, em pleno frescor, e estão diante de uma folha em branco. Não, a folha está escura de sujeira, e é difícil acreditar seja na capacidade ou na disposição que terão para limpá-la. Meu objetivo é apenas sugerir a vocês um modo de resistência que pode lhes ser útil algum dia; um modo que pode ajudá-los a emergir do confronto com o Mal talvez menos manchados, se não necessariamente mais triunfantes do que seus precursores. Estou pensando, é claro, no famoso expediente de oferecer a outra face.

Estou supondo que, de um modo ou de outro, vocês já ouviram falar nas interpretações desse versículo do Sermão da Montanha feitas por Leon Tolstoi, Mahatma Gandhi, Martin Luther King Jr. e muitos outros. Em outras palavras, estou supondo que vocês conhecem o conceito de resistência não violenta, ou passiva, cujo princípio fundamental é retribuir o mal com o bem, ou seja, de não responder na mesma moeda. O fato de o mundo de hoje ser como é sugere, no mínimo, que este conceito está longe de ser universalmente aceito. Há duas razões para esta impopularidade. Primeiro, para que seja posto em ação é necessária certa margem de democracia. E é precisamente disto que carecem 86% do globo. Segundo, o senso comum diz às vítimas que a única coisa que podem ganhar ao oferecer a outra face e não responder na mesma moeda é, no máximo, uma vitória moral, isto é, algo de muito imaterial. A relutância natural em expor mais uma parte de seus corpos a um golpe é justificada pela suspeita de que este tipo de conduta só faz provocar e fortalecer o Mal; de que a vitória moral pode ser confundida com impunidade pelo adversário.

Mas há outras razões, mais graves, para ficarmos desconfiados. Se o primeiro golpe recebido não deixar a vítima nocauteada, ela pode perceber que oferecer a outra face equivale a manipular o sentimento de culpa do ofensor, para não falar de seu carma. A própria vitória moral pode não ser tão moral assim, não só porque o sofrimento muitas vezes tem um aspecto narcisista, mas também porque torna a vítima superior, isto é, melhor que seu inimigo. No entanto, por pior que seja seu inimigo, o fato crucial é que ele é humano, e embora sejamos incapazes de amar o próximo como a nós mesmos, ainda assim sabemos que o Mal cria raízes quando um homem começa a pensar que é melhor que outro. (E é por isso que vocês são atingidos primeiro na face direita.) Na melhor das hipóteses, portanto, o que se pode ganhar oferecendo a outra face para o inimigo é a satisfação de chamar a atenção deste último para a futilidade de seu gesto. “Veja bem”, diz a outra face, “o que você está golpeando é apenas a carne. Não sou eu. Você não pode esmagar minha alma.” O problema desse tipo de atitude é que o inimigo pode resolver aceitar o desafio.

Vinte anos atrás, a seguinte cena ocorreu num dos inúmeros pátios de prisão do norte da Rússia. Às sete horas da manhã, a porta de uma das celas foi escancarada e, na soleira, apareceu um guarda, que disse a seus prisioneiros: “Cidadãos! O coletivo dos guardas desta prisão desafia vocês, os prisioneiros, para uma competição socialista para ver quem racha mais toras da lenha acumulada um nosso pátio”. Nessas regiões, não existe aquecimento central, e a polícia local, digamos assim, impõe a todas as madeireiras da região uma taxa equivalente a 10% de sua produção. No momento que estou descrevendo, o pátio da prisão parecia uma verdadeira serraria: as pilhas tinham de dois a três andares de altura, reduzindo a proporções diminutas o quadrilátero da própria prisão, que tinha apenas um andar. A necessidade de começar a rachar aquela lenha era evidente, embora competições socialistas desse tipo já tivessem ocorrido antes. “E se eu me recusar a tomar parte?”, perguntou um dos prisioneiros. “Bem, neste caso fica sem as refeições”, respondeu o guarda.

Machados foram entregues aos prisioneiros, e começou a atividade. Tanto prisioneiros quanto guardas se aplicavam seriamente ao trabalho, e ao meio-dia todos eles, sobretudo os prisioneiros, sempre subnutridos, estavam exaustos. Anunciou-se uma pausa e todos se sentaram para comer: menos o sujeito que tinha feito a pergunta. Ele continuou a brandir seu machado. Tanto os prisioneiros como os guardas trocaram piadas a respeito dele, algo sobre os judeus sempre terem sido considerados espertos, mas aquele… e assim por diante. Depois da pausa, reiniciaram o trabalho, embora com um pouco menos de energia, Às quatro horas, os guardas foram embora, porque seu turno acabava ali; um pouco depois, os prisioneiros também pararam de trabalhar. Mas o machado daquele homem continuava subindo e descendo. Várias vezes lhe disseram que parasse, mas ele não atendia. Parecia que tinha adquirido certo ritmo que não queria interromper; ou seria o ritmo que tinha se apossado dele?

Aos outros, ele dava a impressão de um autômato. Às cinco horas, às seis, o machado continuava subindo e descendo. Tanto os guardas quanto os prisioneiros o observavam agora atentamente, e a expressão sardônica em seus rostos foi aos poucos sendo substituída primeiro pelo espanto, e depois pelo horror. Às sete e meia o homem parou, voltou cambaleando para sua cela e caiu adormecido. Durante o resto de sua estada naquela prisão, nunca mais se formulou um desafio de competição socialista entre guardas e prisioneiros, embora a lenha continuasse a se acumular em pilhas no pátio.

Acho que aquele sujeito só foi capaz de passar doze horas seguidas rachando lenha porque naquela época era bastante jovem. Tinha apenas 24 anos. Era só um pouco mais velho do que vocês são agora. No entanto, acho que pode ter havido outra razão para seu comportamento daquele dia. É bem possível que aquele jovem – justamente por ser jovem – tenha se lembrado do texto do Sermão da Montanha melhor do que Gandhi ou Tolstoi. O Filho do Homem tinha o hábito de falar em tríades, e o jovem pode ter-se lembrado de que aquele importante versículo não acaba em:

mas se alguém te ferir na tua face direita, oferece-lhe também a outra

mas continua, sem ponto e nem vírgula:

e ao que quer demandar-te em juízo, e tirar-te a tua túnica, larga-lhe também a capa. E se qualquer te obrigar a ir carregado mil passos, vai com ele ainda mais outros dois mil.

Citados na íntegra, estes versículos têm na verdade muito pouco a ver com a resistência não violenta ou passiva, com os princípios de não responder na mesma moeda e de retribuir ao mal com o bem. O significado dessas linhas é tudo menos passivo, porque sugere que o mal pode acabar ficando absurdo pelo excesso; sugere que devemos tornar o mal absurdo, fazendo com que suas exigências se tornem minúsculas diante do volume de nossa obediência a elas, depreciando o sofrimento que nos causam. Este tipo de atitude deixa a vítima numa posição muito ativa, a posição de agressor mental. E a vitória que se pode conquistar neste caso não é moral, mas existencial. A outra face não se limita a manipular o sentimento de culpa do inimigo (sentimento que ele é perfeitamente capaz de aplacar), mas submete seus sentidos e suas faculdades à falta de sentido de todo o empreendimento: do mesmo modo como toda forma de produção em massa.

Quero lembrar que não estamos tratando aqui de uma situação que envolva uma luta justa, em condições de igualdade. Estamos falando de situações nas quais nos encontramos desde o início em uma posição inevitavelmente inferior, em que não temos a possibilidade de reagir lutando, em que as chances nos são esmagadoramente desfavoráveis. Em outras palavras, estamos falando das horas escuras de nossas vidas, nas quais nosso sentimento de superioridade moral em relação ao inimigo não nos dá alívio, nas quais este inimigo já foi longe demais para ainda se envergonhar ou sentir saudades dos escrúpulos que abandonou, nas quais só temos à nossa disposição nossa face, nossa túnica, nossa capa e um par de pés que ainda é capaz de caminhar mil ou dois mil passos.

Numa situação desse tipo, há pouco espaço para manobras táticas. Assim, virar a outra face deve ser uma decisão consciente, fria, deliberada. Suas possibilidades de vitória, por mais escassas que sejam, dependem totalmente da consciência que vocês tenham ou não do que estão fazendo. Ao avançarem o rosto com a face voltada para o inimigo, vocês devem saber que isto é apenas o início de sua provação, bem como do versículo – e devem ser capazes de se ver durante toda a sequência, através de todos os três versículos do Sermão da Montanha. De outro modo, uma frase entendida fora do contexto pode deixá-los inutilizados.

Basear nossa ética num versículo citado incorretamente equivale a cortejar o fracasso, ou então a nos transformar em burgueses mentais que decidiram entregar-se ao supremo conforto: o conforto de suas convicções. Nos dois casos (dos quais o último, culminando na filiação a movimentos marcados pelas boas intenções e a organizações sem fins lucrativos, é o menos palatável), isto resulta em ceder terreno ao Mal, em retardar a compreensão de suas fraquezas. Porque o Mal, volto a lembrar, é apenas humano.

A ética baseada neste versículo mal citado não mudou nada na Índia pós-Gandhi, exceto a cor de seus governantes. Do ponto de vista do homem faminto, porém, pouco importa quem provoque a sua fome. Admito que ele possa até preferir que seja um homem branco o responsável por seu triste estado, mesmo por que deste modo pode parecer que o mal social vem de outro lugar, e é menos eficiente, talvez, do que um sofrimento que lhe fosse infligido por seus semelhantes. Com um estrangeiro no poder, ainda sobra lugar para a esperança, para a fantasia.

Da mesma forma, na Rússia pós-Tolstoi, a ética baseada neste versículo mal citado minou boa parte da vontade da nação em seu confronto com um Estado policial. O que aconteceu já é muito bem conhecido: seis décadas virando a outra face transformaram a nação num imenso hematoma, e hoje o Estado, cansado de sua violência, limita-se a cuspir nesta face. Bem como na face de todo o mundo. Em outras palavras, se vocês quiserem secularizar o cristianismo, se quiserem traduzir os ensinamentos de Cristo em termos políticos, precisam de algo mais do que o palavrório moderno da política: precisam do texto original – pelo menos em suas mentes, se não houver lugar para ele em seus corações. Já que Ele era menos um homem bom do que um espírito divino, é fatal insistir em Sua bondade em detrimento de Sua metafísica.

Devo admitir que às vezes me sinto um tanto mal quando falo sobre essas coisas: porque virar ou não virar a outra face é, afinal, uma questão de foro íntimo. O confronto sempre ocorre em termos individuais, de um contra um. É sempre a sua pele, a sua túnica e a sua capa, e suas pernas, que terão que sofrer as consequências. Aconselhar, quanto mais insistir, sobre a maneira como cada um deve usar essas propriedades é, se não inteiramente errado, pelo menos indecente. Tudo o que pretendo fazer aqui, assim, é apagar de suas mentes um clichê que tanto mal fez a tantos e rendeu tão pouco. Também gostaria de instilar em vocês a ideia de que, enquanto continuarem tendo suas peles, suas túnicas, suas capas e seus pés, ainda não foram derrotados, por menores que sejam suas possibilidades.

Existe, porém, uma razão maior para sentirmos certo constrangimento em discutir essas questões em público, e não é apenas a relutância natural que vocês possam sentir em considerar a si mesmos, tão jovens, como vítimas em potencial. Não, na verdade é apenas a sobriedade, que nos faz antecipar que também entre vocês surgirão alguns vilões – e é má estratégia divulgar os segredos da resistência diante do inimigo em potencial. O que talvez nos livre da acusação de traição ou, pior ainda, de projetar o status quo tático para o futuro, é a esperança de que a vítima sempre será mais inventiva, mais original em seu pensamento, mais empreendedora que o vilão. Daí a possibilidade de que a vítima venha a triunfar.

(Williams College, 1984)
« Última modificação: 29 de Outubro de 2015, 19:40:29 por Gabarito »


Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #131 Online: 29 de Outubro de 2015, 20:04:24 »
Sobre aquele tênis original ou falsificado:

Após os ataques covardes do MTST, ontem, na Batalha do Gramado, Fernando Holiday teve que ir até o pronto-socorro para colocar uma tipoia no braço em função de um deslocamento do ombro.A lesão foi consequência de chutes dados com um tênis que custa mais de mil reais. Opressor esse tênis, não?

Olhe o carrinho da líder do "movimento moradia para todos"...

Quanto custa uma Captiva?

A coitadinha tem um carro de uns R$ 100.000,00 mas não pode comprar uma casa...

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...e em uma invasão do MST tinha um cara com uma BMW.

Offline JJ

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #132 Online: 30 de Outubro de 2015, 07:48:57 »
Que vergonha!
Um ato que é notícia não é registrado pela grande imprensa.
O que aconteceu ontem seria notícia em qualquer TV do planeta (exceto as não democráticas).



Pessoas são movidas a interesses. Pessoas reagem a incentivos. Pessoas racionais pensam nos ganhos reais e nas perdas reais que podem ter imediatamente e/ou futuramente.  Donos de emissoras são pessoas.


Considerando isto, me diga quais ganhos e quais perdas reais imediatas (e futuras) os donos da Globo, da Record, e do SBT, teriam ao divulgar isso?


Os donos vão ganhar um DINHEIRO bom se divulgarem isso ?  Ou eles vão perder um DINHEIRO bom se não divulgarem ? Eles vão aumentar sensivelmente o PODER deles ? Ou correm risco de perder PODER ?


Ganho ou perda, lucro ou prejuízo,  aumento ou perda de DINHEIRO e/ou  PODER (imediato ou futuro).


É isto que realmente interessa saber para que se possa responder sobre o porque de se divulgar ou não algum acontecimento.  O resto é conversa fiada, ou no mínimo tem peso secundário, terciário...




« Última modificação: 30 de Outubro de 2015, 08:08:10 por JJ »

Offline JJ

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #133 Online: 30 de Outubro de 2015, 08:03:51 »
Que vergonha!
Um ato que é notícia não é registrado pela grande imprensa.
O que aconteceu ontem seria notícia em qualquer TV do planeta (exceto as não democráticas).

A TV hoje é quase irrelevante. Todo mundo recebe esses updates pelo facebook e whatsapp.



A TV perdeu um pouco de audiência, e certamente perdeu algum poder de influência com a concorrência da internet,  entretanto ainda tem audiência bastante relevante, tanto é que continua a ser o meio mais caro para se fazer publicidade.


Sem falar que o percentual de brasileiros que ainda não tem acesso a internet via ADSL na própria residência, ainda é bastante considerável.  A TV aberta certamente ainda é o meio mais popular de acesso a notícias.





« Última modificação: 30 de Outubro de 2015, 08:09:04 por JJ »

Offline Gabarito

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #134 Online: 30 de Outubro de 2015, 08:56:38 »
Considerando isto, me diga quais ganhos e quais perdas reais imediatas (e futuras) os donos da Globo, da Record, e do SBT, teriam ao divulgar isso?

Nem sei direito por que me vi tentado a responder isso...
Seja como for...


Pelo jeito, você não entende o que significa "Jornalismo".

Eu entendo o que você fala de "poder" e "dinheiro".
Concordo até com alguns aspectos. E relembro as velhas frases "Aos diabos com o poder que não pode" ou "Triste do poder que não pode".
Poder é poder e pronto. Ele atropela e amordaça. Ele vence, acima de valores morais e éticos. Eu sei disso.
O dinheiro também é o eixo onde gira o mundo. Claro que sim. Eu também sei.

Mas você demonstra para todos nós que não conhece o conceito "Jornalismo".

Repórter corre atrás da notícia. Repórter precisa de furos, de fatos originais para relatar. Isso é o combustível do jornalismo.
O que aconteceu na quarta-feira foi notícia. Foi relevante e fez ferver as redes sociais desde aquele dia.

Imagine agora se tivesse sido o contrário. Monte o quadro na sua mente: trabalhadores sem terra do MST estavam acampados no gramado do Congresso e foram agredidos por integrantes do Movimento Brasil Livre que defende o impeachment da presidente.

Imagine essa cena aí acima. E agora imagine a sofreguidão da imprensa para cobrir o caso.

O MBL e o Vem Pra Rua, entre outros, NÃO defendem a intervenção militar nem o radicalismo extremo que muitos propagam por aí. Eles são radicalmente contra isso, tanto que expulsaram na terça-feira esses grupos que queriam se juntar ao acampamento. Repetindo: grupos defensores de intervenção militar e extrema direita foram expulsos do acampamento dos movimentos a favor do impeachment. Você chegou a saber disso? Alguém mais soube?
Nem isso estão divulgando noticiando.

Pois é.

O que está havendo é um movimento deliberado para abafar esses grupos, para não dar espaço nem divulgação ao que eles pregam, como uma forma de sufocar e matar de inanição.

Agora vem o "por quê".
Você diz que a imprensa não ganhariam dinheiro ao divulgar o que aconteceu.
O que ganham a imprensa ao divulgar que furão, macaco e papagaio deprimidos fogem de circo na Sibéria? Em numerário, por favor, JJ, me diga, quantos reais o G1 ganha com essa notícia? Diga-me o valor em número, e não em conversa furada. Quanto ganha? Mesmo assim, a notícia saiu. Está lá no G1.

O que a imprensa estaria fazendo com o que ficou conhecido como A Batalha do Gramado não seria "divulgação", não.
Se você sabe a diferença entre divulgação e notícia, eu não terei o trabalho de explicar.
Se não sabe, eu também não vou ter esse trabalho.

O governo federal possui muitos contratos de empresas públicas nas TVs comerciais. Eu vejo o Bom Dia Brasil todo santo dia e vejo o Banco do Brasil bancar a entrada do programa desde a década de 90 do século passado. E assim, muitos outros programas de todas as TVs. O SBT foi ameaçado de perder vários contratos com o governo quando Rachel Sheherazade passou a fazer críticas mais contundentes à incompetência e mentira do atual governo. Sílvio Santos, que de bobo nada tem, conversou com a jornalista e fê-la se calar. O governo vem ameaçando a Globo e outras a baixar o tom e há uma determinação explícita para NÃO cobrir os movimentos a favor do impeachment. Sabe por quê? Porque, caso seja mesmo deflagrado o processo, a opinião pública estará de olho ao voto aberto de cada parlamentar. Com a popularidade da presidente abaixo do volume morto, você pode imaginar o estrago. Ninguém vai querer se queimar na antessala de um ano eleitoral como será o de 2016.

Por tudo isso, devemos contar unicamente com a Internet, que ainda é livre, para noticiar o que está acontecendo.
Como eu disse em outro comentário, essa será mais uma mancha na imprensa brasileira. Algumas ocorreram no período da ditadura e a própria Globo já fez mea culpa. Daqui a uns anos, nossos filhos e netos irão ler outro mea culpa.
Eles não terão imagens próprias nem cobertura apropriada feita na hora e no local dos eventos, que serão registrados nas páginas da história unicamente por amadores, graças à Internet.

Offline JJ

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #135 Online: 30 de Outubro de 2015, 09:11:40 »
Considerando isto, me diga quais ganhos e quais perdas reais imediatas (e futuras) os donos da Globo, da Record, e do SBT, teriam ao divulgar isso?

Nem sei direito por que me vi tentado a responder isso...
Seja como for...

O que está havendo é um movimento deliberado para abafar esses grupos, para não dar espaço nem divulgação ao que eles pregam, como uma forma de sufocar e matar de inanição.

Agora vem o "por quê".
Você diz que a imprensa não ganhariam dinheiro ao divulgar o que aconteceu.
O que ganham a imprensa ao divulgar que furão, macaco e papagaio deprimidos fogem de circo na Sibéria? Em numerário, por favor, JJ, me diga, quantos reais o G1 ganha com essa notícia? Diga-me o valor em número, e não em conversa furada. Quanto ganha? Mesmo assim, a notícia saiu. Está lá no G1.

O que a imprensa estaria fazendo com o que ficou conhecido como A Batalha do Gramado não seria "divulgação", não.


O governo federal possui muitos contratos de empresas públicas nas TVs comerciais. Eu vejo o Bom Dia Brasil todo santo dia e vejo o Banco do Brasil bancar a entrada do programa desde a década de 90 do século passado. E assim, muitos outros programas de todas as TVs. O SBT foi ameaçado de perder vários contratos com o governo quando Rachel Sheherazade passou a fazer críticas mais contundentes à incompetência e mentira do atual governo. Sílvio Santos, que de bobo nada tem, conversou com a jornalista e fê-la se calar. O governo vem ameaçando a Globo e outras a baixar o tom e há uma determinação explícita para NÃO cobrir os movimentos a favor do impeachment. Sabe por quê? Porque, caso seja mesmo deflagrado o processo, a opinião pública estará de olho ao voto aberto de cada parlamentar. Com a popularidade da presidente abaixo do volume morto, você pode imaginar o estrago. Ninguém vai querer se queimar na antessala de um ano eleitoral como será o de 2016.




Mas você acabou justamente apontando as possíveis perdas que as emissoras poderiam ter, e é justamente de algo neste sentido que eu estava sugerindo que poderia ser a causa de não divulgar (ainda mais divulgar extensivamente).








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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #136 Online: 30 de Outubro de 2015, 09:28:37 »
Esses caras são heróis, acima de qualquer outra interpretação.
Eles não estão no conforto de suas casas. Eles estão tomando chuva e pancada de pelego por uma causa maior.

Acácio Dorta faz um relato da passagem da forte chuva que atingiu Brasília agora. O acampamento do MBL segue firme e forte.


Citar
Drleonardo Azevedo
O esforço de vocês está sendo reconhecido nacionalmente! Esse calvário culminará na vitória da democracia! Que os corruptos do PT e coligações estremeçam diante da soberania de um povo que não foge à luta! MBL - revolução democrática!
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Gilson Hélio Correa
força galera.....vcs são os heróis da nossa nação.........vou fazer o possível para estar junto
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Gian Ferrari
O que é uma chuva e algumas roupas molhadas pra quem vai entrar pra história como os jovens que foram fundamentais para a derrubada da presidente mais incompetente e corrupta que esse país já teve. Parabéns a todos !
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Mike Rod
Tiro o chapéu para a força de voces. Estou planejando chegar ai este fim de semana. Mas um LEMBRETE: vejam tudo que estão passando... sejamos mais objetivos, o impeachment não basta. EXIJAM outras medidas urgentes como:
- voto iimpresso a partir das ...Ver mais
- Cassação do PT
- reforma politica determinada pelo POVO, com referendos, principalmente quanto ao corte de ministerios, redução do numero de parlamentares municipais, eestaduais e federais
- uma reforma urgente na segurança publica e sua legislação, esta um CAOS em todo país
- Fim do foro privilegiado
- fim do fundo partidario
Façam valer a resistencia! Quem manda é o POVO, e a constituição prevê isto. Os representantes do povo são corrompidos em sua maioria, então é hora de fazer POLITICA com as proprias mãos.
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Carmen Nys
Pessoal, vejam que criativo, leven uma dessa para Brasilia e mostrem que somos maioria, muitos nso podem acampar mas podem demonstrar apoio desta forma !!!! Em frente ao Palacio e o congresso! https://www.facebook.com/pitu.soaressilva/videos/1135281883171216/
"Tá aí a revolta do povo Paraibano."
03:50
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Eduardo Du em Praça da Independência - João Pessoa/PB

Solange Souza
Heróis! Obrigada pela resiliência. Vcs são inspiradores. Hoje farei mais uma doação para vcs aqui de SP. ORGULHO DE VCS RAPAZIADA!
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Edson Felix
estamos com vocês aqui torcendo por vocês aqui no Rio de Janeiro um abraço aqui pra todos os cariocas pra vocês ae lutando até o fim e até a morte pro Brasil melhor tomará que o deputado Eduardo Cunha abrir os olhos dele e colga a vota do impeachtmam pra vota loko e Nós solta fogos de felicidades dos Brasileiro e comemorar saida do Governo do mal sair daqui e Governar Cuba.
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Amanda Tenório
Quero ir da Paraíba ajudar meus amigos que estão acampados no Congresso. Gostaria de ir esse FDS ajudar o pessoal. Não conheço ninguém em Brasília. Descendo na Rodoviária como faço para chegar aí?
Terei barraca, banheiro - banho, necessidades fisiológicas, e alimentos - mesmo que compartilhando o valor? ou tenho que levar?
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Márcia Previatello
Não posso estar aí, mas daqui de Recife fico compartilhando o esforço de vocês e como mãe que sou, preocupadíssima, quase não dormi noite passada, pensando no que os mortadelas poderiam fazer. Fiquem com Deus! Se cuidem!
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Luzcio Baiano
Forca galera o caminho é árduo!!!!!! Só saiam daí com impeachmente!!!!
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Alex Lima
Pode chover canivete, mais não vamos sair daqui.
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Edson Felix
Governo da Dilma pode ter autorização para rombo de R$ 117,9 bilhões em 2015 é a melhor vergonha do mundo o nosso dinheiro do imposto jogador fora com esse dinheiro o Brasil iria melhora de vez o nosso paìs por isso povo pede pra ela sair loko do governo eu estou de apoio tabem queremos impeachment Eduardo Cunha.
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Luis Diniz
Esses caras são valentes !!!!!orgulho de vcs ,
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Juliano Camargo
Parabéns e força, pessoal. Estamos de olho.
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Gabriel Costa
Olá, sou Gabriel, tenho vinte e dois anos, devido ao crescimento do desemprego no país, estou desempregado... Eu quero ir, mas estou sem dinheiro para poder ir ajuda-los... Se alguém poder me ajudar, por favor, eu fico no aguardo.
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Israel Marriom
Mbl quando vai ser as manifestações contra o corrupto eduardo cunha? Estou ancioso para ir para Brasília ajudar a derrubar os corruptos
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Paulo Fernando Ferraz
É admirável o esforço de verdadeiros patriotas como vcs. como gostaria de poder estar aí neste momento histórico, como não posso, vou continuar com minha ajuda mensal, até que meu cartão de crédito corte meu limite!
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Offline Sergiomgbr

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #137 Online: 30 de Outubro de 2015, 12:48:18 »
Esses caras são heróis, acima de qualquer outra interpretação.
Eles não estão no conforto de suas casas. Eles estão tomando chuva e pancada de pelego por uma causa maior.

Eu já vi essa história antes. Já vi todo tipo de gente dando seu sangue, as vezes literalmente por ideais certamente nobilíssimos. É uma pena que alguns se transformem em "dart vaders" ou simplesmente se tornem idiotas úteis massa de manobra que apenas são pretextos para agendas partidárias oportunistas que ficam com os louros no final.
« Última modificação: 30 de Outubro de 2015, 12:50:33 por Sergiomgbr »

Offline Jurubeba

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #138 Online: 30 de Outubro de 2015, 20:33:35 »
Parece que as coisas podem ficar piores:

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Lutadores se unirão para defenderem os brasileiros acampados no Congresso contra os meliantes do MST.
29/10/2015

Mariana Ximenes



Brasília, 29 de Outubro de 2015 - Parece que o ditado "violência gera violência" encontrou um outro ditado tão forte quanto ao absurdo que o primeiro encerra. Diz-se: A PAZ NÃO ABRE MÃO DA AUTO-DEFESA. Será embalado nesses ditado que lutadores de várias academias de Brasília se reuniram em conversas informais e depois planejadas para prestarem segurança e defesa pessoal aos brasileiros acampados nos gramados do Congresso Federal que apóiam tanto o impeachment de Dilma Roussef quanto aqueles que apóiam a Intervenção Militar Constitucional.
 
A iniciativa conta até com o apoio não-confirmado de lutadores brasilienses conhecidos como Paulo Thyago e Rani Yahia (imagem). Ao que se sabe os lutadores estão se organizando para prestar essa assistência voluntária aos grupos do Movimento Brasil Livre e Vem Pra Rua que foram admoestados e até agredidos fisicamente de forma sutil e outras até abertamente pelos meliantes dos grupos terroristas do MST(Movimento dos Sem-Terra), pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), pelos seguidores do PT, do PC do B e de outras quadrilhas organizadas que atenderam ao pedido e convocação do deputado federal do PT pelo Acre - Sibá Machado para usarem a intimidação física e confronto contra os brasileiros verde-amarelos ali acampados e baseados.
 
O responsável ou cão de guarda pelo uso da truculência sob ordens do deputado Sibá Machado é o líder criminoso chamado Ernst Rohm ou Guilherme Boulos. Nas palavras dos parágrafos iniciais do colunista Reinaldo Azevedo fica bem evidente:
 
"O MST tem todas as características de uma tropa de assalto, não de um movimento social. A começar de seu Ernst Röhm, que é Guilherme Boulos, alguém que tomou de empréstimo a causa dos ditos sem-teto. Afinal, se esse rapaz quiser, ele tem telhados demais à sua disposição.
 
A origem endinheirada do chefão do MTST faz, sim, diferença na truculência com que ele conduz o movimento, que não hesita em invadir, incendiar, quebrar e, como se viu na quarta-feira, cercar pessoas que se manifestam pacificamente em favor do impeachment — segundo direitos assegurados pela Constituição e pelas leis."
 
Ao que consta inicialmente nas pesquisas para essa matéria, alguns lutadores estão se se organizando de uma maneira que não venha a se configurar como um grupo paramilitar que ofende à lei que está na Constituição mas sim exercer um direito garantido no Código Penal ou Civil em que reza a defesa de terceiros e de si contra agressão injusta e que pode ser exercida por qualquer cidadão comum até mesmo contra quem possui autoridade mas que esteja cometendo ato perigosamente ilícito.
 
Sendo assim; os planos terroristas dos intitulados Vermelhos não encontrarão eco na lei. E a grande mídia, de tão pusilânime e hipócrita que parece optar em ser, prefere se omitir para continuar a receber suas verbas publicitárias não divulgando a ocupação patriótica e dentro da lei dos gramados do Congresso pelos brasileiros não-acomodados que agora enfrentam uma espécie de terrorismo de estado.

Saudações

Offline Gabarito

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #139 Online: 30 de Outubro de 2015, 20:39:29 »
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O acampamento do MBL logo em frente ao Congresso Nacional segue crescendo. Mesmo com ameaças, mesmo com violência, continuamos firmes em nossas lutas. O Brasil precisa dessa esperança! Pode vir MTST, pode vir quem for, o povo brasileiro se ergue e não vai mais abaixar a cabeça.

Venha lutar conosco! Venha ocupar Brasília!

Entre em nossa loja e ajude o movimento http://loja.movimentobrasillivre.org/

Faça uma doação ao MBL e ajude a construir um Brasil mais livre https://goo.gl/y9SXRp

Venha discutir conosco um Brasil mais livre http://even.tc/congressombl



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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #140 Online: 30 de Outubro de 2015, 20:40:05 »
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Há mais de uma semana acampados, o OCUPA BRASÍLIA continua crescendo firme e forte. Não vão nos intimidar! Podem mandar exército do Boulos, do Lula, do Stédile, de quem for, o Brasil é do povo brasileiro.

Venha fazer parte da resistência!

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #141 Online: 30 de Outubro de 2015, 20:40:34 »
Citar
Deputados a favor do impeachment de Dilma já são maioria na Câmara.

Pra quem duvidava, as manifestações e os atos pontuais esse ano estão fazendo a diferença sim. Não podemos perder as esperanças. Venha acampar com o MBL e ajudar nessa luta!

VAMOS VENCER!

http://www.implicante.org/blog/deputados-a-favor-do-impeachment-de-dilma-rousseff-ja-sao-maioria-na-camara/



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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #142 Online: 01 de Novembro de 2015, 19:55:45 »
Editorial ponderado, descritivo e que leva à reflexão.
A fala da esquerda, que sentiu na carne os resultados de um discurso de truculência, assume hoje a aplicação dessa mesma truculência contra seus adversários, deixando de lado o debate no campo das ideias.

Citar
editorial
Ânimos acirrados
Agressão em acampamento pró-impeachment em Brasília mostra o resultado de vários episódios em que defensores do governo usaram a retórica do confronto
    01/11/2015 00h01 Gazeta do Povo

Texto publicado na edição impressa de 01 de novembro de 2015

No dia 21 de outubro, dois grupos que defendem a saída de Dilma Rousseff, o Movimento Brasil Livre e o Vem pra Rua, montaram um acampamento no gramado localizado em frente do Congresso Nacional, em Brasília, como forma de pressionar os parlamentares para que não ignorem os diversos pedidos de impeachment já protocolados na Câmara dos Deputados. Um protesto pacífico, que havia inclusive rejeitado a presença de grupos defensores de um golpe militar a que chamam, enganosamente, de “intervenção”. No entanto, na tarde de quarta-feira, um grupo de militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) se instalou ao lado do acampamento antipetista e, depois, passou a hostilizar os integrantes do MBL e do Vem pra Rua.

Apesar de algumas descrições do episódio falarem em “confronto”, o que ocorreu foi mais uma agressão de um grupo contra outro. Os manifestantes contrários ao governo fizeram um cordão humano, de costas para os sem-teto, que partiram para a violência. Os integrantes do MTST alegam que foram provocados e que estavam no gramado não como reação ao acampamento pró-impeachment, e sim para se manifestar contra a Lei Antiterrorismo, que seria votada no Senado naquela mesma quarta-feira. Se era esse o caso, então, como explicar a violência registrada em vídeos e fotografias?

A agressão de quarta-feira ocorreu no dia seguinte às ameaças feitas pelo líder do PT na Câmara, Sibá Machado. Quando integrantes do MBL estenderam duas faixas contrárias a Dilma nas galerias da Câmara e cantaram slogans contra o governo, o petista respondeu, aos gritos: “Eu vou juntar gente e vou botar vocês pra correr daqui de frente do Congresso. Bando de vagabundos. São vagabundos. Vocês são vagabundos. Vamos pro pau com vocês agora”. Esse tipo de discurso, no entanto, não é exclusividade do deputado do Acre; tem sido usado em diversas ocasiões ao longo deste ano.

Em fevereiro, o ex-presidente Lula afirmou, em ato realizado na Associação Brasileira de Imprensa: “Eu quero paz e democracia, mas, se eles não querem, nós sabemos brigar também. Sobretudo quando o Stédile colocar o exército dele do nosso lado”, referindo-se a João Pedro Stédile, líder do MST que também estava presente na ocasião – enquanto isso, do lado de fora, militantes agrediam manifestantes, incluindo funcionários da Petrobras, que tinham ido protestar contra a pilhagem da estatal. Em agosto, foi a vez do presidente da CUT, Vagner Freitas, reclamar do “preconceito de classe” no Brasil e acrescentar que “isso implica agora, nesse momento, ir para as ruas, entrincheirados, com arma na mão, se tentarem derrubar a presidente Dilma Rousseff (...) qualquer tentativa de atentado à democracia, à senhora ou ao presidente Lula, nós seremos um exército que vai enfrentar essa burguesia na rua”. Dilma estava presente na ocasião e, mesmo com a menção a confronto armado, não fez qualquer repreensão à fala do sindicalista.

E, mais recentemente, o ex-candidato à Presidência Mauro Iasi, do PCB, em um congresso de movimentos sociais, perguntou-se “qual vai ser nosso diálogo como esse setor, o setor conservador?”. Como resposta, pregou não o diálogo, mas a luta, e citou o poema “Perguntas a um homem bom”, de Bertolt Brecht, que termina com as seguintes palavras: “Sabemos que és nosso inimigo. Por isso vamos encostar-te ao paredão. Mas, tendo em conta os teus méritos e boas qualidades, vamos encostar-te a um bom paredão e matar-te com uma boa bala de uma boa espingarda e enterrar-te com uma boa pá na boa terra”.

Tudo isso não contribui em absolutamente nada para a construção da democracia. No passado, a esquerda sentiu na carne os resultados de um discurso de truculência, e até por isso é ainda mais grave que sejam agora os seus líderes a repeti-lo. Nas democracias, o embate se dá no campo das ideias, não das armas. Ações como o ataque aos manifestantes antipetistas no gramado do Congresso revelam a urgência de que as pessoas públicas pensem mais nas consequências daquilo que dizem, e de que a sociedade esteja atenta para denunciar e repelir veementemente qualquer discurso que pregue a violência contra aqueles de quem se discorda.


Offline Gabarito

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #144 Online: 01 de Novembro de 2015, 20:06:43 »
Citar
A RECONSTRUÇÃO DO BANDEIRÃO DO IMPEACHMENT
Durante a semana, uma linha auxiliar petista veio no acampamento, roubou uma faixa e rasgou o bandeirão do impeachment.
Sabemos que essa turma não gosta muito da democracia e da livre expressão, mas não vão nos calar.
No final de semana, vários membros do Movimento Brasil Livre - São Paulo chegaram ao acampamento, inclusive um reforço enorme para reconstruir o bandeirão - contando com diversos voluntários que vieram nos visitar de todo o país.
Não só isso: o acampamento do MBL triplicou nos últimos dias - mesmo com a violência do MTST, ameaças de deputados petistas, e linhas auxiliares em geral querendo nos calar.
É muito bom ver o povo se unindo para lutar pela liberdade no país.
Os ataques do MTST representaram o início e uma nova era no Brasil.
O povo, ameaçado, deu as mãos e avisaram que essa milícia bolivariana não passaria - e eles não passaram.
Só pudemos fazer isso com a ajuda de todos, e sabemos que vão continuar nos ajudando nessa guerra.
Venham fazer parte dessa história, venham lutar nessa resistência pacífica pela liberdade no Brasil.
OCUPA BRASÍLIA!

Offline Luiz F.

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #145 Online: 01 de Novembro de 2015, 22:01:13 »
Citação de: Noticia
[...] Os integrantes do MTST alegam que foram provocados e que estavam no gramado não como reação ao acampamento pró-impeachment, e sim para se manifestar contra a Lei Antiterrorismo[...]

Se manifestar contra uma lei antiterrorismo diz muito sobre esse grupo... ::)
"Você realmente não entende algo se não consegue explicá-lo para sua avó."
Albert Einstein


Offline JJ

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #147 Online: 02 de Novembro de 2015, 07:55:13 »
Considerando isto, me diga quais ganhos e quais perdas reais imediatas (e futuras) os donos da Globo, da Record, e do SBT, teriam ao divulgar isso?

Nem sei direito por que me vi tentado a responder isso...
Seja como for...

O que está havendo é um movimento deliberado para abafar esses grupos, para não dar espaço nem divulgação ao que eles pregam, como uma forma de sufocar e matar de inanição.

Agora vem o "por quê".
Você diz que a imprensa não ganhariam dinheiro ao divulgar o que aconteceu.
O que ganham a imprensa ao divulgar que furão, macaco e papagaio deprimidos fogem de circo na Sibéria? Em numerário, por favor, JJ, me diga, quantos reais o G1 ganha com essa notícia? Diga-me o valor em número, e não em conversa furada. Quanto ganha? Mesmo assim, a notícia saiu. Está lá no G1.

O que a imprensa estaria fazendo com o que ficou conhecido como A Batalha do Gramado não seria "divulgação", não.


O governo federal possui muitos contratos de empresas públicas nas TVs comerciais. Eu vejo o Bom Dia Brasil todo santo dia e vejo o Banco do Brasil bancar a entrada do programa desde a década de 90 do século passado. E assim, muitos outros programas de todas as TVs. O SBT foi ameaçado de perder vários contratos com o governo quando Rachel Sheherazade passou a fazer críticas mais contundentes à incompetência e mentira do atual governo. Sílvio Santos, que de bobo nada tem, conversou com a jornalista e fê-la se calar. O governo vem ameaçando a Globo e outras a baixar o tom e há uma determinação explícita para NÃO cobrir os movimentos a favor do impeachment. Sabe por quê? Porque, caso seja mesmo deflagrado o processo, a opinião pública estará de olho ao voto aberto de cada parlamentar. Com a popularidade da presidente abaixo do volume morto, você pode imaginar o estrago. Ninguém vai querer se queimar na antessala de um ano eleitoral como será o de 2016.


Mas você acabou justamente apontando as possíveis perdas que as emissoras poderiam ter, e é justamente de algo neste sentido que eu estava sugerindo que poderia ser a causa de não divulgar (ainda mais divulgar extensivamente).




Concordando com a hipótese  que você mesmo escreveu:



Sendo assim; os planos terroristas dos intitulados Vermelhos não encontrarão eco na lei. E a grande mídia, de tão pusilânime e hipócrita que parece optar em ser, prefere se omitir para continuar a receber suas verbas publicitárias não divulgando a ocupação patriótica e dentro da lei dos gramados do Congresso pelos brasileiros não-acomodados que agora enfrentam uma espécie de terrorismo de estado.


Fonte:

http://clarinnewsbrasil.wix.com/news-and-current-pt#!Lutadores-se-unirão-para-defenderem-os-brasileiros-acampados-no-Congresso-contra-os-meliantes-do-MST/cjds/56323b4f0cf201d72f23a544




Me parece que esse é um motivo relevante para a Globo ( e a Record)  ignorar (ou não dar o devido destaque) os manifestantes anti Dilma e anti PT.


O que vocês acham ?


 :?:






« Última modificação: 02 de Novembro de 2015, 07:58:31 por JJ »

Offline Geotecton

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #148 Online: 02 de Novembro de 2015, 08:23:46 »
Me parece que esse é um motivo relevante para a Globo ( e a Record)  ignorar (ou não dar o devido destaque) os manifestantes anti Dilma e anti PT.

O que vocês acham ?

 :?:

É uma possibilidade plausível. A Globo e a Record seriam usadas como 'espantalho' para ludibriar os ingênuos e os idiotas que votam no PT.

A caterva propriamente dita sabe que ambas querem mesmo é o dinheiro da propaganda oficial.
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Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Movimento pelo Impeachment de Dilma Rousseff
« Resposta #149 Online: 02 de Novembro de 2015, 08:31:58 »
Me parece que esse é um motivo relevante para a Globo ( e a Record)  ignorar (ou não dar o devido destaque) os manifestantes anti Dilma e anti PT.

O que vocês acham ?

 :?:

É uma possibilidade plausível. A Globo e a Record seriam usadas como 'espantalho' para ludibriar os ingênuos e os idiotas que votam no PT.

A caterva propriamente dita sabe que ambas querem mesmo é o dinheiro da propaganda oficial.

Acho que o problema não é só questão de dinheiro, embora seja em grande parte.

Emissoras têm concessões que podem ser canceladas a qualquer momento, estou errado?


 

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