Autor Tópico: Guerra na Síria  (Lida 13802 vezes)

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Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #100 Online: 05 de Outubro de 2016, 11:27:28 »

Se os grupos terroristas estão em vários lugares, e  misturados  com parte da população civil   (provavelmente a usando como escudo) . Como se deve fazer ?

Deve-se cruzar os braços  e esperar  que os terroristas  fiquem num local bem separado e informem isso ao exército sírio e as forças russas?
 

Não  é isso que você quer que os EUA façam? Cruzem os braços?



O objetivo primordial da Arábia Saudita (que apoia grupos terroristas e que espalhou o wahhabismo no mundo), do Qatar  e do Big Brother  é derrubar o Assad.




« Última modificação: 05 de Outubro de 2016, 11:31:10 por JJ »

Offline Gauss

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #101 Online: 05 de Outubro de 2016, 11:34:24 »

Se os grupos terroristas estão em vários lugares, e  misturados  com parte da população civil   (provavelmente a usando como escudo) . Como se deve fazer ?

Deve-se cruzar os braços  e esperar  que os terroristas  fiquem num local bem separado e informem isso ao exército sírio e as forças russas?
 

Não  é isso que você quer que os EUA façam? Cruzem os braços?



O objetivo primordial da Arábia Saudita (que apoia grupos terroristas e que espalhou o wahhabismo no mundo), do Qatar  e do Big Brother  é derrubar o Assad.

Ok, então os bombardeios ao ISIS que os EUA faz é só de zoeira mesmo. Entendi.
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Carl Friedrich Gauss.

Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #102 Online: 05 de Outubro de 2016, 11:36:47 »

Se os grupos terroristas estão em vários lugares, e  misturados  com parte da população civil   (provavelmente a usando como escudo) . Como se deve fazer ?

Deve-se cruzar os braços  e esperar  que os terroristas  fiquem num local bem separado e informem isso ao exército sírio e as forças russas?
 

Não  é isso que você quer que os EUA façam? Cruzem os braços?



O objetivo primordial da Arábia Saudita (que apoia grupos terroristas e que espalhou o wahhabismo no mundo), do Qatar  e do Big Brother  é derrubar o Assad.

Ok, então os bombardeios ao ISIS que os EUA faz é só de zoeira mesmo. Entendi.


Atingir o exército da Síria  (comandado pelo Assad), não foi de zoeira.   


E com relação aos ataques contra grupos terroristas, só depois dos  russos entrarem pra valer, em 2015, atacando os grupos terroristas, é que o exército sírio começou realmente a reconquistar  o território sírio, e a fazer recuar o EI e outros grupos terroristas.


« Última modificação: 05 de Outubro de 2016, 11:44:07 por JJ »

Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #103 Online: 05 de Outubro de 2016, 11:43:12 »

BASHAR AL-ASSAD | PRESIDENTE DA SÍRIA

Bashar al-Assad: “Há 80 países que apoiam os terroristas na Síria”

EL PAÍS entrevista o presidente da Síria em um momento crucial do conflito no país

trecho:


"Assad diz aos refugiados que podem regressar ao país sem medo de represálias e acusa Governos islâmicos como os do Qatar e da Turquia de haver promovido o conflito na Síria, um cenário no qual, admite, não só se medem os interesses de um Estado, mas os de toda uma região, com a Arábia Saudita e o Irã como potências em conflito."


http://brasil.elpais.com/brasil/2016/02/20/internacional/1455973003_241057.html



« Última modificação: 05 de Outubro de 2016, 11:48:24 por JJ »

Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #104 Online: 05 de Outubro de 2016, 11:53:44 »
Sobre a ajuda externa para os grupos terroristas  que atuaram e atuam na Síria :



De onde vem o dinheiro que financia o Estado Islâmico?

Mariano Aguirre (*)

Especial para o serviço em espanhol da BBC


[...]


Estados fracos e sectarismo


O apoio da Arábia Saudita e dos países do Golfo aos sunitas para combater xiitas e seus aliados está na raiz do sucesso econômico do EI e de outros grupos jihadistas, afirma o jornalista Patrick Cockburn e outros analistas.


Segundo eles, esses países já teriam canalizado centenas de milhões de dólares para insurgentes sunitas na Síria.


Como ocorreu no Afeganistão com o apoio que os insurgentes recebiam dos países ocidentais nos anos 80, o EI tem crescido através de uma combinação de fraqueza do Estado, do sectarismo por parte do Estado, e do apoio econômico e militar externo para a insurgência.


Para o regime do presidente sírio Bashar Assad, essa fragmentação da economia levará à perda de receita de que ele precisa para prestar serviços básicos e manter o apoio popular nas áreas que controla, pagar o Exército e começar a reconstruir a Síria.


[...]



http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/08/140825_financiamento_estado_islamico_lgb





Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #105 Online: 06 de Outubro de 2016, 05:54:46 »
Tudo começa com uma orgia entre wahhabistas e sionistas.
 

O ministro de Relações Exteriores saudita foi obrigado a entrar em hora extra de negar & negar a visita de uma delegação do seu país, chefiada pelo general aposentado Gen. Anwar Eshki, a Israel, dia 22 de julho.
 

Acontece que Eshki é íntimo do superastro da inteligência saudita e amigo, há tempos, de Osama bin Laden, o príncipe Turki bin Faisal, que recentemente teve encontro à vista de todos com os generais Yaakov Amidror e Amos Yadlin, ambos ex-membros do Exército de Israel ("Forças de Defesa de Israel", FDI).
 

Em Israel, Eshki reuniu-se com o diretor-geral do Ministério de Relações Exteriores Dore Gold, e com o major-general Yoav Mordechai, principal poderoso chefão do Exército de Israel na Cisjordânia.
 

É absolutamente impossível que a Casa de Saud não tenha autorizado essas visitas – em tão alto nível. Para os que não saibam, o Ministério na Arábia Saudita proíbe toda e qualquer viagem a Israel – e também ao Irã e ao Iraque.

 
Assim sendo, qual o grande negócio aí? Os israelenses noticiaram que os sauditas – representando a Liga Árabe – teriam oferecido uma normalização dos laços israelenses com o mundo árabe, sem exigir que Israel renuncie a qualquer de suas aspirações no front palestino. A única coisa que Telavive teria de fazer – não agora, mas muito adiante, é aceitar a Iniciativa Saudita para a paz árabe, de 2002.
 

Tudo isso é nonsense. Para começar, os sionistas de extrema direita que estão no poder em Telavive jamais aceitarão devolver as terras ocupadas e reverter às fronteiras de antes de 1967; nem reconhecer o estado da Palestina. O que "discutiram" foi com certeza algum não acordo, por mais que Telavive insista que "importantes estados árabes querem declaradamente nos abraçar, mesmo que não cedamos uma polegada da Cisjordânia e mesmo que a Mesquita Al-Aqsa continue sob nosso controle."
 

Se a Liga Árabe algum dia embarcar nesse tipo de acintoso não acordo, jogando os palestinos para sempre sob as esteiras de milhares de tanques e máquinas de demolição, o mais provável é que as oligarquias/petromonarquias em toda a extensão do espectro, comecem a se preparar para se mudar para Londres, ida sem volta.
 

Aquela aliança Moscou-Teerã-Ancara
 

Tudo isso considerado, sobre o que, afinal, conversaram realmente? Previsivelmente discutiram a possibilidade, com alta probabilidade, de a Dominatrix de Pleno Espectro afinal conseguir tomar a Casa Branca.
 

Ambos, Bibi Netanyahu em Telavive e o verdadeiro governante da Casa de Saud e Príncipe da Guerra Mohammad bin Salman em Riad foram reduzidos, no governo de Obama, ao status de proverbiais eufemisticamente ditos "aliados afastados". Entre eles são aliados de facto – ainda que não o possam admitir para a rua árabe. Os dois tem total certeza de que, em governo da Rainha da Guerra, haverá – e que mais poderia ser? – guerra. A questão a definir é contra quem.
 

Especulação bem-informada aponta para o inimigo comum de sauditas e israelenses, o Irã. É complicado. A estratégia conjunta sauditas/israelenses em todo o Oriente Médio está, isso sim, em frangalhos. Teerã não se deixou apanhar em armadilhas, nem na Síria nem no Iraque.ISIS/ISIL/Daech e "rebeldes moderados" sortidos – ocultamente apoiados pelo eixo sauditas/israelenses – estão em fuga, ainda que insistam que teriam deixado de ser "al-Qaeda". O príncipe da Guerra bin Salman meteu-se e deixou-se capturar, ele mesmo, numa guerra no Iêmen que jamais poderá vencer.
 

E há ainda aquele espetacular movimento do sultão Erdogan na Turquia, de pivô pós-golpe –, pelo qual, para todas as finalidades práticas, o sultão abandona aqueles sonhos complicadíssimos de zona aérea de exclusão, nos quais conseguiria anexar uma Síria pós-Assad ao seu cenário neo-otomano.
 

A Casa de Saud está lívida, agora que diplomatas turcos começaram a espalhar a seguinte notícia tipo arrasa-quarteirão: Erdogan propôs a Rouhani do Irã uma aliança abrangente com o presidente Putin, para finalmente resolver a charada do Oriente Médio.
 

Golpe turco em T-Shirt
 

Por errática que seja a agenda de Erdogan, um possível novo acordo quebra-gelo entre Moscou e Ankara será discutido de fato no próximo encontro cara-a-cara entre Putin e Erdogan. Todos os sinais geopolíticos no atual estágio apontam – embora só como tentativa – na direção de reviver uma aliança Rússia-Irã-Turquia, mesmo que uma Casa de Saud em pânico já esteja fazendo de tudo e mais um pouco para ganhar a confiança de Moscou, oferecendo "riqueza inimaginável" a Moscou, com acesso privilegiado ao mercado do GCC.
 
Como confirmado por alta fonte na inteligência ocidental "os sauditas estão com certeza mantendo abertas todas as vias de contato com o Kremlin. O rei saudita está em Tânger agora e lá encontrou enviados russos, gente que, se diz, faz. Mas Putin não abandonará Assad. Tem de haver concessões. Os dois lados precisam do acordo."
 

O presidente Putin está em situação privilegiada. Mesmo sem aceitar a oferta dos sauditas – que não passa de promessa, sem garantias firmes –, a Rússia tem as melhores cartas em jogo, numa ainda problemática mas, sim, possível e factível, aliança Moscou-Teerã-Ankara, que tem a ver completamente com a integração eurasiana (e um futuro assento para a Turquia, ao lado do Irã, na Organização de Cooperação de Xangai).
 

Por sua vez, uma aliança Sauditas-Moscou levaria inevitavelmente o governo da Rainha da Guerra na direção de – Hillary não conhece outra via! – mudança de regime em Riad, disfarçada de "responsabilidade de proteger" a população saudita. Pode-se já quase ver Samantha Powers, da gangue d'As Três Harpias de Hillary, fazendo a defesa apaixonada dessa 'solução', na ONU.
 

Tudo sempre tem a ver com as tais Três Harpias 
 

Mesmo levando em conta os baixos instintos da Rainha da Guerra, todos os sinais apontam na direção do Irã.
 

O manual/projeto/mapa do caminho para as guerras de Hillary está, pode-se dizer, bem aí, nessa muito perigosa intersecção entre neoconservadores e neoliberais conservadores dos EUA. O think-tank CNAS é dirigido por uma terça parte (Michele Flournoy) do que chamei de "As Três Harpias", Hillary Clinton, Flournoy e a – a expressão mais apavorante da língua inglesa [e, hoje, também da língua portuguesa do Brasil (NTs)] "Secretária de Estado Victoria Nuland", o trio letal que, possivelmente, ficará encarregado da política exterior, num governo Clinton-3.
 

O 'projeto' não passa de um PNAC (Projeto para um Novo Século Norte-americano) superturbinado, com ecos do "Guia de Planejamento da Defesa dos EUA, de 1992 (orig. 1992 US Defense Planning Guidance) mascarado sob retórica melosa de hegemonia benevolente e "ordem internacional baseada em regras". Se a campanha de Trump conseguisse restringir sua máquina de fazer frases e/ou seus instintos de robô que produz tuítos, e se concentrasse exclusivamente na desgraça que será para os EUA e para todo o planeta seguir o tal 'projeto' de produzir guerras sem fim, Trump e seus assessores com certeza tocariam o âmago sensível de milhões de eleitores indecisos.
 
Apesar de toda a empáfia, e que alcançará níveis de histeria jamais vista, a Dominatrix de Pleno Espectro não é suficientemente doida para lançar guerra – que será inevitavelmente nuclear – nem contra a Rússia (com os Estados Bálticos como pretexto) nem contra a China (com o Mar do Sul da China como pretexto), as duas "ameaças existenciais" top, pelas contas do Pentágono.
 

Na Síria, por outro lado, em janeiro de 2017 os bandidos da al-Qaeda-sim/al-Qaeda-nãoantigamente chamados "rebeldes moderados" já estarão sob sete palmos de terra, praticamente todos.
 

Erdogan pode transformar em inferno a vida da OTAN na Turquia. Dado que a Rainha da Guerra está na gaveta do AIPAC, e considerando as hoje já remotamente passadas boas relações da Clinton Foundation com a Casa de Saud... o alvo da guerra terá de ser o alvo preferido dos sauditas-israelenses, além do que aliado de Damasco e com relações íntimas com ambas, Ancara e Moscou: Irã.
 

Mas o que iniciar a destruição? Uma avenida, que já está sendo explorada, é bombardear por todos os meios disponíveis – e não metaforicamente – o acordo nuclear iraniano. Campanha já ativada nos veículos da mídia-empresa dominante nos EUA já está trabalhando para enterrar todo o acordo; e até o Supremo Líder Aiatolá Khamenei – como já noticiado nos EUA – acaba de denunciar que Washington não merece confiança: "Dizem-nos 'Vamos conversar sobre questões regionais também'. Mas a experiência do acordo nuclear sugere que aí mora o veneno mais mortal; de modo algum, não se pode confiar nos norte-americanos".
 

Por tudo isso, deve-se esperar o proverbial compacto ataque do mais sórdido diz-que-disse 'jornalístico', obra da Equipe Clinton: acusações sem qualquer fundamento, e algum ataque sob falsa bandeira perfeitamente posicionado para empurrar Teerã para uma armadilha, do tipo, por exemplo, como indica o pensamento delirante-desejante dos neoliberais conservadores, fazer reviver o próprio programa nuclear. Claro que não acontecerá, mas uma barragem de fuzilaria de desinformação será usada pelo poderoso lobby anti-Irã no Congresso dos EUA para fazer parecer que a coisa aconteceu, mesmo que seja ilusão de ótica.
 

E tudo isso enquanto o Irã, dentre outros assuntos do desenvolvimento, está ocupado planejando um novo corredor de transporte que conectará o Golfo Persa ao Mar Negro (à Armênia, Geórgia e Bulgária, e posicionando o próprio Irã como entroncamento chave onde se conectarão o mundo árabe no sul e oeste; a Ásia Central no norte; e Afeganistão e Paquistão no leste, e todos esses diretamente à Europa. Mais uma vez, é a integração eurasiana em marcha.
 
Teerã tem miríade de razões para entrar em alerta vermelho, se a Dominatrix de Pleno Espectro puser as mãos nos códigos nucleares (é claro que ela é muito mais assustadora que Trump!). Hillary agirá como serva fiel absolutamente confiável da aliança sauditas-israelenses. O mapa do caminho está pronto. E neoconservadores e neoliberais conservadores, tanto uns quanto outros, mal podem conter a excitação, na espera de verem em ação "uma força que se pode aplicar em vários diferentes cenários de missões, e vence em todos".******

6/8/2016, Pepe Escobar, SputnikNews


http://sputniknews.com/columnists/20160804/1043937453/hillary-clinton-war-queen.html+

- See more at: http://port.pravda.ru/russa/09-08-2016/41509-clinton_guerra_planos-0/#sthash.0KbeaC9W.dpuf
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Offline Geotecton

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #106 Online: 06 de Outubro de 2016, 09:18:52 »
Quem lê o texto supra, acha que a Rússia e o Irã são dois países com tradição democrática e comandados por pessoas de moral e ética elevadas.

Em resumo: Propaganda russa sob os auspícios do FDPutin.
Foto USGS

Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #107 Online: 06 de Outubro de 2016, 09:49:31 »
Quem lê o texto supra, acha que a Rússia e o Irã são dois países com tradição democrática e comandados por pessoas de moral e ética elevadas.

Em resumo: Propaganda russa sob os auspícios do FDPutin.



E a Arábia Saudita é uma ditadura  que faz até decapitação em público, e mais do que isso ela é a maior  financiadora do mundo de uma ideologia islâmica extremista,  entretanto  independentemente  disso ela é muito bem apoiada pelo Big Brother,  é um  país  considerado aliado, é um chegado dos brothers.



« Última modificação: 06 de Outubro de 2016, 10:03:47 por JJ »

Offline Pedro Reis

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #108 Online: 06 de Outubro de 2016, 09:55:21 »
Eu não conheço países comandados por pessoas de moral e ética elevadas.

Acredito que isto ainda não tenha acontecido na História do mundo.

E as democracias geralmente não são tããooo democráticas assim.

Agora, é bom ver as duas propagandas para tirar uma média. Porque o vídeo abaixo a gente não vê na Globo.

<a href="https://www.youtube.com/v/U9xkyfv3oGk&amp;list=PLGIldlPiHRX4WgW2v_SzPipfiBVnxuOJ5&amp;index=12" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/U9xkyfv3oGk&amp;list=PLGIldlPiHRX4WgW2v_SzPipfiBVnxuOJ5&amp;index=12</a>

Offline Pedro Reis

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #109 Online: 06 de Outubro de 2016, 10:01:31 »
Propaganda por propaganda, pelo menos essas aí são divertidas.

<a href="https://www.youtube.com/v/ctirIlbRpTw" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/ctirIlbRpTw</a>

<a href="https://www.youtube.com/v/DKommb4E5gQ" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/DKommb4E5gQ</a>


EDIT: Ih, parece que o recurso de legendas não funciona aqui. Então quem não falar russo não vai entender as piadas.

EDIT 2: Caraca! Quando ativa as legendas aqui aparece um texto muito doido, e em PORTUGUÊS!

"Para dizer a verdade por pouco não marcou pênalti.  Para ele a proposta do clube italiano. O menino alagoano do ano no programa da Hebe."

Hahahahahaha! Que maluquice.

EDIT 3: Ué, AGORA APARECERAM AS LEGENDAS EM INGLÊS. Que estranho. Será que alguém mais não está vendo as legendas em inglês aqui??????
« Última modificação: 06 de Outubro de 2016, 11:50:29 por Pedro Reis »

Offline Gauss

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #110 Online: 06 de Outubro de 2016, 10:03:02 »
Quem lê o texto supra, acha que a Rússia e o Irã são dois países com tradição democrática e comandados por pessoas de moral e ética elevadas.

Em resumo: Propaganda russa sob os auspícios do FDPutin.

A Russia é um país democrático e com altos níveis sociais e econômicos. Podem confiar, eu li no jornal  Pravda.

Citar
"[...]O novo pravda.ru também é conhecido pela sua grande parcialidade jornalística, ao exaltar em excesso a Rússia e denegrir a imagem de alguns países ocidentais, principalmente os EUA e a Europa.[...]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pravda
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Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #111 Online: 06 de Outubro de 2016, 10:10:20 »
Quem lê o texto supra, acha que a Rússia e o Irã são dois países com tradição democrática e comandados por pessoas de moral e ética elevadas.

Em resumo: Propaganda russa sob os auspícios do FDPutin.

A Russia é um país democrático e com altos níveis sociais e econômicos. Podem confiar, eu li no jornal  Pravda.

Citar
"[...]O novo pravda.ru também é conhecido pela sua grande parcialidade jornalística, ao exaltar em excesso a Rússia e denegrir a imagem de alguns países ocidentais, principalmente os EUA e a Europa.[...]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pravda



Pronto,  começou   a  sessão  falácia  do  ataque  a   fonte. 

Ao invés dessa  dessa falácia seria interessante que fossem apontadas  especificamente   quais proposições do texto que os eminentes leitores consideram que sejam falsas.  E quais evidências  haveriam  para sustentar  esses apontamentos.



« Última modificação: 06 de Outubro de 2016, 10:13:08 por JJ »

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #112 Online: 06 de Outubro de 2016, 10:12:49 »
Claro que seria mais conveniente que quem acredita em fontes de má credibilidade não se esquivasse do ônus de defendê-las, corroborando suas afirmações com fontes independentes, mais fidedignas.

Offline Gauss

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #113 Online: 06 de Outubro de 2016, 10:30:13 »
Quem lê o texto supra, acha que a Rússia e o Irã são dois países com tradição democrática e comandados por pessoas de moral e ética elevadas.

Em resumo: Propaganda russa sob os auspícios do FDPutin.

A Russia é um país democrático e com altos níveis sociais e econômicos. Podem confiar, eu li no jornal  Pravda.

Citar
"[...]O novo pravda.ru também é conhecido pela sua grande parcialidade jornalística, ao exaltar em excesso a Rússia e denegrir a imagem de alguns países ocidentais, principalmente os EUA e a Europa.[...]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pravda



Pronto,  começou   a  sessão  falácia  do  ataque  a   fonte. 

Ao invés dessa  dessa falácia seria interessante que fossem apontadas  especificamente   quais proposições do texto que os eminentes leitores consideram que sejam falsas.  E quais evidências  haveriam  para sustentar  esses apontamentos.

Como eu vou refutar proposições faladas a esmo e sem fonte alguma, que dê maior credibilidade a noticia?

O texto chega a afirmar que a Casa de Saud está apavorada(o que eu duvido muito) e teria oferecido ao Grande Putin, o mestre, o mito, a lenda, o Cavalheiro da Paz e Defensor dos Justos, um acordo de aliança com o GCC. Fonte?

Citação de: Pravda
[...]Como confirmado por alta fonte na inteligência ocidental "os sauditas estão com certeza mantendo abertas todas as vias de contato com o Kremlin. O rei saudita está em Tânger agora e lá encontrou enviados russos, gente que, se diz, faz. Mas Putin não abandonará Assad. Tem de haver concessões. Os dois lados precisam do acordo." [...]

Qual fonte ocidental?


Bullshit.
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Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #114 Online: 06 de Outubro de 2016, 10:35:42 »
Quem lê o texto supra, acha que a Rússia e o Irã são dois países com tradição democrática e comandados por pessoas de moral e ética elevadas.

Em resumo: Propaganda russa sob os auspícios do FDPutin.

A Russia é um país democrático e com altos níveis sociais e econômicos. Podem confiar, eu li no jornal  Pravda.

Citar
"[...]O novo pravda.ru também é conhecido pela sua grande parcialidade jornalística, ao exaltar em excesso a Rússia e denegrir a imagem de alguns países ocidentais, principalmente os EUA e a Europa.[...]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pravda



Pronto,  começou   a  sessão  falácia  do  ataque  a   fonte. 

Ao invés dessa  dessa falácia seria interessante que fossem apontadas  especificamente   quais proposições do texto que os eminentes leitores consideram que sejam falsas.  E quais evidências  haveriam  para sustentar  esses apontamentos.

Como eu vou refutar proposições faladas a esmo e sem fonte alguma, que dê maior credibilidade a noticia?

O texto chega a afirmar que a Casa de Saud está apavorada(o que eu duvido muito) e teria oferecido ao Grande Putin, o mestre, o mito, a lenda, o Cavalheiro da Paz e Defensor dos Justos, um acordo de aliança com o GCC. Fonte?

Citação de: Pravda
[...]Como confirmado por alta fonte na inteligência ocidental "os sauditas estão com certeza mantendo abertas todas as vias de contato com o Kremlin. O rei saudita está em Tânger agora e lá encontrou enviados russos, gente que, se diz, faz. Mas Putin não abandonará Assad. Tem de haver concessões. Os dois lados precisam do acordo." [...]

Qual fonte ocidental?


Bullshit.



Xingar  de besteira em inglês não irá  tornar alguma proposição falsa. 

Os crentes adoram xingar a Teoria da Evolução de besteira (ou bullshit, em inglês, que é para ficar mais chique),  isso torna a Teoria da Evolução falsa ?


« Última modificação: 06 de Outubro de 2016, 10:53:05 por JJ »

Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #115 Online: 06 de Outubro de 2016, 10:46:41 »
Citação de: Pravda
[...]Como confirmado por alta fonte na inteligência ocidental "os sauditas estão com certeza mantendo abertas todas as vias de contato com o Kremlin. O rei saudita está em Tânger agora e lá encontrou enviados russos, gente que, se diz, faz. Mas Putin não abandonará Assad. Tem de haver concessões. Os dois lados precisam do acordo." [...]

Qual fonte ocidental?



Não ter detalhado  qual a fonte ocidental  não torna falsa  esta afirmação específica (e muito menos o texto inteiro),  no máximo a torna  um pouco genérica e um pouco vaga  ( neste ponto específico ).

Apenas isso. Mas nem de longe é uma prova de falsidade  da  proposição.



« Última modificação: 06 de Outubro de 2016, 12:31:24 por JJ »

Offline Gauss

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #116 Online: 06 de Outubro de 2016, 10:47:07 »
Quem lê o texto supra, acha que a Rússia e o Irã são dois países com tradição democrática e comandados por pessoas de moral e ética elevadas.

Em resumo: Propaganda russa sob os auspícios do FDPutin.

A Russia é um país democrático e com altos níveis sociais e econômicos. Podem confiar, eu li no jornal  Pravda.

Citar
"[...]O novo pravda.ru também é conhecido pela sua grande parcialidade jornalística, ao exaltar em excesso a Rússia e denegrir a imagem de alguns países ocidentais, principalmente os EUA e a Europa.[...]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pravda



Pronto,  começou   a  sessão  falácia  do  ataque  a   fonte. 

Ao invés dessa  dessa falácia seria interessante que fossem apontadas  especificamente   quais proposições do texto que os eminentes leitores consideram que sejam falsas.  E quais evidências  haveriam  para sustentar  esses apontamentos.

Como eu vou refutar proposições faladas a esmo e sem fonte alguma, que dê maior credibilidade a noticia?

O texto chega a afirmar que a Casa de Saud está apavorada(o que eu duvido muito) e teria oferecido ao Grande Putin, o mestre, o mito, a lenda, o Cavalheiro da Paz e Defensor dos Justos, um acordo de aliança com o GCC. Fonte?

Citação de: Pravda
[...]Como confirmado por alta fonte na inteligência ocidental "os sauditas estão com certeza mantendo abertas todas as vias de contato com o Kremlin. O rei saudita está em Tânger agora e lá encontrou enviados russos, gente que, se diz, faz. Mas Putin não abandonará Assad. Tem de haver concessões. Os dois lados precisam do acordo." [...]

Qual fonte ocidental?


Bullshit.



Xingar  de besteira em inglês não irá  tornar alguma proposição falsa. 

Os crentes adoram xingar a Teoria da Evolução de besteira (ou bullshit , em inglês, que é para ficar mais chique),  isso torna a Teoria da Evolução falsa ?

E  pedir fonte ocidental só é uma reafirmação de que o seu critério de crença  é "fonte ocidental"  ao invés de evidências do mundo real.
O que a Teoria da Evolução tem a ver com isso aqui? Os crentes negam a realidade, são negacionistas, eu não estou sendo negacionista ao pedir as "altas fontes ocidentais" que o texto afirmar ter,  oque tornaria as "notícias" mais confiáveis.Autoridade anônima?

Texto tendencioso e falacioso. Como o Pravda costuma ser.
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Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #117 Online: 06 de Outubro de 2016, 11:02:15 »
O que a Teoria da Evolução tem a ver com isso aqui?


Obviamente não é a teoria em si, e sim o comportamento de xingar para tentar desqualificar. Tem a ver com o seu xingamento.

Crentes xingam a Teoria da Evolução para tentar desqualificá-la (obviamente foi um exemplo para explicitar o erro da tática de xingamento).

Você xingou a proposição do texto para tentar desqualificar o texto.

É a mesma tática. É  o mesmo comportamento. 


« Última modificação: 06 de Outubro de 2016, 11:15:12 por JJ »

Offline Pedro Reis

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #118 Online: 06 de Outubro de 2016, 11:30:17 »
Claro que seria mais conveniente que quem acredita em fontes de má credibilidade não se esquivasse do ônus de defendê-las, corroborando suas afirmações com fontes independentes, mais fidedignas.

Por favor, dê um exemplo do que você considera fonte fidedigna.

Não se trata de defender as fontes, mas justamente do contrário: de receber as fontes com a devida análise crítica. Principalmente de duvidar das fontes. Todas elas!

O conflito na Síria é um confronto de interesses geopolíticos e econômicos de imensas proporções. Quem acha que vai encontrar imprensa mainstream imparcial em qualquer um dos lados do conflito é muito tolo ou ingênuo.

Nas próximas décadas o gás de xisto vai ser uma das mais importantes matrizes energéticas do trilionário mercado da União Europeia.

Em 2009 o Qatar fez uma proposta a Síria para um projeto de gasoduto para explorar o campo Norte Qatari. Esse gasoduto passaria por A.S., Jordânia e Síria até a Turquia, para abastecer a Europa. Mas os sírios escolheram o projeto do chamado "gasoduto islâmico", que levaria o gás do Irã ( inimigo de EUA e Israel ) para a Europa.

Lááá em 2013, quando nem existia Estado Islâmico ainda, e a guerra não tinha assumido a proporção de hoje, eu postei toda esta informação aqui com muita documentação, mostrando o envolvimento não só dos Estados Unidos, mas também de todos estes atores no financiamento da guerra civil na Síria.

Aliás, o que deveria parecer bastante óbvio só pelo tipo de armamento usado pelos rebeldes.

Linkei até um documento ( confirmado como autêntico e inclusive foi exibido em um documentário
até da GloboNews ) assinado pelo chefe de serviço de segurança da Arábia Saudita, relacionando milhares de prisioneiros que haviam sido libertados de prisões sauditas com a condição de se  juntarem às fileiras rebeldes na Síria.

Será que vídeos de "rebeldes" usando mísseis terra-ar Stinger de fabricação americana, e mísseis TOW anti-tanque de fabricação americana é informação fidedigna o suficiente?

A fonte de informação mais confiável é o nosso prórpio cérebro. Por exemplo, em um minuto de pesquisa no Youtube não vai ser difícil ver imagens de mísseis BGM-71 TOW sendo usados na Síria. Depois a pessoa entra na Wikipedia e digita "BGM-71 TOW" e vai ver que é exatamente a mesma arma. Não é preciso confiar em nenhuma fonte, muito embora a mídia russa já mostrasse estes fatos há alguns anos porque evidentemente era do interesse deles provar o envolvimento dos EUA na guerra. Isso quando a CNN ainda só mostrava aqueles discursos do Obama dizendo que o "Assad tinha que respeitar o direito do povo se manifestar" e tal...

Bom, em 2013 teve gente que disse que eu estava inventando teorias da conspiração. E hoje fontes do governo americano já admitem abertamente que financiam alguns grupos rebeldes na Síria.

Agora, se em 2013 o cara lia tudo sobre a guerra civil na Síria, via os telejornais, assistia a CNN, e ainda não fazia nem ideia de que os americanos estavam armando o ELS, então ele pode refletir sobre o quão fidedigna é o tipo de mídia em que ele confia. Ou até o quão inteligente ele está sendo e o quanto de senso crítico ele está utilizando.

O artigo abaixo foi publicado no site da Abegás. ( Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado )

http://www.abegas.org.br/

Citar
A Síria e a Guerra do Gás no Oriente Médio

A Síria é o epicentro do conflito internacional para o controle sobre o estratégico oleoduto que transportará gás dos centros de produção dos países da órbita da Rússia e do Oriente Médio para mercados na Europa, muito pouco referenciado quando se fala da guerra devastadora em Damasco.

Não é nenhum segredo que a bacia do Mediterrâneo oriental, que estão a Síria, Israel e Líbano tem uma das maiores reservas de gás natural e da Síria é a jóia da coroa. Na verdade, o território sírio é um enclave vital na geopolítica da energia do Oriente Médio como um dos países mais estratégicos na região. É a porta de entrada da Ásia para a Europa e vias de acesso Cáucaso ea mares Negro e Cáspio, territórios que possuem grandes reservas de gás.

O território sírio é a dobradiça de gás sobre o Mediterrâneo, o Mar Cáspio, do Mar Negro e do Golfo Pérsico. Assim, na guerra na Síria uma amarga luta para definir um número de interesses em torno da geopolítica do gás, como é vivida tanto de dutos projetados para as exportações das principais reservas mundiais estão na Rússia, Irã e Qatar, tem que ir através da Síria. Assim, a guerra tornou-se uma batalha entre os interesses dos EUA e os poderes da UE, contra a Rússia e China para definir domínios no negócio do gás no Médio Oriente para os mercados europeus. Rússia desenvolve a sua política em relação ao gasíferos Europa com base em dois grandes gasodutos. Um que liga a Rússia e a Alemanha através do mar Báltico ignorando Belarus, Ucrânia e Polônia; o segundo, da Rússia à Bulgária e tem dois ramos, um passando por Grécia e sul de Itália, e um pela Hungria e Áustria.

Em vez disso, os EUA ea UE estão a dirigir uma porção oleoduto Iraque-Síria, Turquia, Mar Negro Roménia, Hungria e Áustria em conexão com a Croácia, a Eslovénia ea Itália. Este gasoduto é na oposição ver o regime sírio.

A França não ficou para trás neste pulso. Sob que considera a região como seu zona de influência histórica, ele tem procurado ter envolvimento direto na definição do mapa geoestratégica do gás no Médio Oriente. Na guerra sírio foi um web escuro de litígios entre regular poderes para uma nova ordem na política energética mundial. Isso explica as semelhanças entre os governos do Iraque e da Síria para os interesses das potências na luta contra o Estado Islâmico, porque o EI significa uma grande ameaça para todo o gás na geopolítica do Oriente Médio.

O regime sírio tornou-se a chave inglesa nos planos do gás dos EUA e da UE no Médio Oriente. Seis anos atrás, Qatar e Turquia assinaram um acordo para construir um gasoduto para transportar gás do Catar para a Turquia através da Síria para fornecer à Europa, mas se opôs ao regime sírio e se opõe. Não é, em parte, à participação da Turquia e Qatar na coalizão de apoio às forças rebeldes que buscam depor o regime.

O regime sírio, há dois anos assinou um acordo com o Irã e o Iraque para a construção do gasoduto Irã-Iraque-Síria, que terá uma linha submarina que se conectará à Grécia. Um projeto que torna a Síria um grande centro de armazenamento e distribuição de gás no Médio Oriente, um plano que favorece os interesses da Rússia e da China, mas não é bem visto pelos EUA ea UE, porque significa um revés para seus planos estratégicos têm uma menor dependência das importações de gás e aumentar os russos do Qatar, este último um negócio doce para os americanos, as companhias petrolíferas francesas e britânicas que controlam os principais depósitos.

Mais da metade do gás consumido na Europa vem da Rússia. O compromisso da UE é reconfigurar um novo mapa na segurança energética para agitar a dependência da Rússia. Em conclusão, o que eles querem que a UE na guerra do gás na Síria é o de assegurar o trânsito de importações de gás da Qatar.


Obs: Parecem ter usado algum tipo de software tradutor neste texto mas dá pra entender.

O artigo está no link http://www.abegas.org.br/Site/?p=52789
« Última modificação: 06 de Outubro de 2016, 11:37:45 por Pedro Reis »

Offline Gauss

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #119 Online: 06 de Outubro de 2016, 11:31:56 »
O que a Teoria da Evolução tem a ver com isso aqui?


Obviamente não é a teoria em si, e sim o comportamento de xingar para tentar desqualificar. Tem a ver com o seu xingamento.

Crentes xingam a Teoria da Evolução para tentar desqualificá-la (obviamente foi um exemplo para explicitar o erro da tática de xingamento).

Você xingou a proposição do texto para tentar desqualificar o texto.

É a mesma tática. É  o mesmo comportamento.

A Teoria da Evolução têm evidências para o que os cientistas afirmam. Seu texto não, inclusive citando fontes anônimas ou não citando nenhuma que dê maior embasamento à informação. Se quiser continuar insistindo no espantalho...
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Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #120 Online: 06 de Outubro de 2016, 12:05:22 »
O que a Teoria da Evolução tem a ver com isso aqui?


Obviamente não é a teoria em si, e sim o comportamento de xingar para tentar desqualificar. Tem a ver com o seu xingamento.

Crentes xingam a Teoria da Evolução para tentar desqualificá-la (obviamente foi um exemplo para explicitar o erro da tática de xingamento).

Você xingou a proposição do texto para tentar desqualificar o texto.

É a mesma tática. É  o mesmo comportamento.

A Teoria da Evolução têm evidências para o que os cientistas afirmam. Seu texto não, inclusive citando fontes anônimas ou não citando nenhuma que dê maior embasamento à informação. Se quiser continuar insistindo no espantalho...


Você já fez uma profunda pesquisa com metodologia bastante adequada, que realmente  falsifique todas ou quase todas as proposições  existentes no texto ?


Você já fez uma profunda pesquisa com metodologia bastante adequada, que demonstre realmente  que não existam  evidências para  todas ou quase todas as proposições  existentes no texto ?


Você pode apresentar as evidências que falsifiquem todas ou quase todas as proposições do texto ?


« Última modificação: 06 de Outubro de 2016, 12:17:21 por JJ »

Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #121 Online: 06 de Outubro de 2016, 12:11:28 »

Ou  não passa de uma mera afirmação de  DES CRENÇA ?

Qualquer um pode afirmar que  DES CRÊ  de alguma proposição qualquer de algum texto qualquer.

Mas isto é muito diferente de apresentar evidências e/ou provas que falsifiquem alguma proposição.


 
« Última modificação: 06 de Outubro de 2016, 12:15:01 por JJ »

Offline Geotecton

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #122 Online: 06 de Outubro de 2016, 12:28:57 »
Claro que seria mais conveniente que quem acredita em fontes de má credibilidade não se esquivasse do ônus de defendê-las, corroborando suas afirmações com fontes independentes, mais fidedignas.
Por favor, dê um exemplo do que você considera fonte fidedigna.

Não se trata de defender as fontes, mas justamente do contrário: de receber as fontes com a devida análise crítica. Principalmente de duvidar das fontes. Todas elas!

O conflito na Síria é um confronto de interesses geopolíticos e econômicos de imensas proporções. Quem acha que vai encontrar imprensa mainstream imparcial em qualquer um dos lados do conflito é muito tolo ou ingênuo.

Vamos ao histórico de cada imprensa, então.

Cite um caso de alguma denúncia de qualquer órgão da imprensa russa contra o seu próprio governo. Eu quero APENAS UM.


Nas próximas décadas o gás de xisto vai ser uma das mais importantes matrizes energéticas do trilionário mercado da União Europeia.

Xisto não contem nem óleo e nem gás.


Em 2009 o Qatar fez uma proposta a Síria para um projeto de gasoduto para explorar o campo Norte Qatari. Esse gasoduto passaria por A.S., Jordânia e Síria até a Turquia, para abastecer a Europa. Mas os sírios escolheram o projeto do chamado "gasoduto islâmico", que levaria o gás do Irã ( inimigo de EUA e Israel ) para a Europa.

Lááá em 2013, quando nem existia Estado Islâmico ainda, e a guerra não tinha assumido a proporção de hoje, eu postei toda esta informação aqui com muita documentação, mostrando o envolvimento não só dos Estados Unidos, mas também de todos estes atores no financiamento da guerra civil na Síria.

O financiamento da guerra civil na Síria, por parte de um ou mais países estrangeiros, tira a legitimidade dos opositores ao regime de Assad?


Aliás, o que deveria parecer bastante óbvio só pelo tipo de armamento usado pelos rebeldes.

Linkei até um documento ( confirmado como autêntico e inclusive foi exibido em um documentário até da GloboNews ) assinado pelo chefe de serviço de segurança da Arábia Saudita, relacionando milhares de prisioneiros que haviam sido libertados de prisões sauditas com a condição de se  juntarem às fileiras rebeldes na Síria.

Será que vídeos de "rebeldes" usando mísseis terra-ar Stinger de fabricação americana, e mísseis TOW anti-tanque de fabricação americana é informação fidedigna o suficiente?

Tenho certeza que você sabe que tanto os Stingers como os TOWs foram (são!) produzidos em diversas versões, várias delas obtidas no 'mercado negro'. Então eu pergunto: Qual é a versão de cada uma das duas armas usadas pelos guerrilheiros?
Foto USGS

Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #123 Online: 06 de Outubro de 2016, 12:38:53 »

Aliás, o que deveria parecer bastante óbvio só pelo tipo de armamento usado pelos rebeldes.

Linkei até um documento ( confirmado como autêntico e inclusive foi exibido em um documentário até da GloboNews ) assinado pelo chefe de serviço de segurança da Arábia Saudita, relacionando milhares de prisioneiros que haviam sido libertados de prisões sauditas com a condição de se  juntarem às fileiras rebeldes na Síria.

Será que vídeos de "rebeldes" usando mísseis terra-ar Stinger de fabricação americana, e mísseis TOW anti-tanque de fabricação americana é informação fidedigna o suficiente?

Tenho certeza que você sabe que tanto os Stingers como os TOWs foram (são!) produzidos em diversas versões, várias delas obtidas no 'mercado negro'. Então eu pergunto: Qual é a versão de cada uma das duas armas usadas pelos guerrilheiros?



Mísseis TOW em algum mercado negro ?

Fuzis acho que deve ser comuns. RPG também parece que é possível * .   Mas vários mísseis TOW  me parecem ser difíceis de encontrar em algum mercado negro.

Você poderia me informar em qual mercado negro eu poderia comprar alguns mísseis TOW ?


 

*Mas não tenho certeza se é possível comprar vários RPG sem pelo menos a conivência de algum Estado (ou ajuda ).



« Última modificação: 06 de Outubro de 2016, 12:59:39 por JJ »

Offline JJ

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Re:Guerra na Síria
« Resposta #124 Online: 06 de Outubro de 2016, 12:53:37 »
O artigo abaixo foi publicado no site da Abegás. ( Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado )

http://www.abegas.org.br/

Citar
A Síria e a Guerra do Gás no Oriente Médio


Abegás ??????????? 


Isso aí não é fonte séria não,  eu só   ACREDITO   se sair no  NYT  ou em algum outro grande jornal americano (talvez se sair em algum jornal inglês eu acreditarei, vou pensar no caso).

 :D
« Última modificação: 06 de Outubro de 2016, 14:13:42 por JJ »

 

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