Autor Tópico: Governo Temer/Pós Dilma  (Lida 22559 vezes)

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Offline Euler1707

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1025 Online: 04 de Janeiro de 2017, 17:49:39 »
Algumas dessas propostas são puro maniqueísmo,

E que seriam...
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13. Voltou a prestigiar o Terceiro Setor, designando Marcela Temer como porta voz, enquanto a Dna Marisa Letícia  não levantou um dedinho em 8 anos para apoiar o 3 Setor.
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17. Demitiu centenas cargos de confiança do PT, por profissionais leais ao povo brasileiros e não ao PT.
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18. Colocou em discussão a Previdência no intuito de por fim a exploração escravocrata da população jovem  onde os mais velhos e espertos se aposentavam as custas da contribuição das futuras gerações.

Tem algumas medidas aí que eu acho que não serão boas para o país.

Quais seriam?
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3. Lei da Repatriação regularizando 200 bilhões de dólares que lentamente voltarão para o Brasil.
No texto da lei está escrito o seguinte:
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Art. 2o  Consideram-se, para os fins desta Lei:
I - recursos ou patrimônio não declarados ou declarados com omissão ou incorreção em relação a dados essenciais: os valores, os bens materiais ou imateriais, os capitais e os direitos, independentemente da natureza, origem ou moeda que sejam ou tenham sido, anteriormente a 31 de dezembro de 2014, de propriedade de pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no País;
« Última modificação: 04 de Janeiro de 2017, 22:52:05 por Euler1707 »

Offline Lakatos

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1026 Online: 06 de Janeiro de 2017, 07:26:26 »
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UOL Confere: Governo Temer distorce dados econômicos em propaganda de 120 dias

O governo Michel Temer (PMDB) publicou anúncios de página inteira nos jornais de 29 de dezembro com uma propaganda sobre seus feitos nos 120 dias contados desde sua posse efetiva, em 31 de agosto, quando o Senado aprovou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Um site oficial também foi criado para divulgar a propaganda na internet. A reportagem do UOL conferiu o material e encontrou distorções nos dados econômicos apresentados pela gestão peemedebista. Esta apuração é parte de uma iniciativa do UOL de checagem de fatos (leia mais detalhes no final desta reportagem).

O anúncio fala em "quatro meses de trabalho intenso" e inclui uma lista de 40 itens que o governo chama de "algumas de muitas medidas que já se tornaram realidade". Na relação, aparecem ações, como a redução de ministérios e o reajuste do valor do Bolsa Família, mas também tópicos genéricos como "moralização das nomeações nas estatais" e situações que não dependem exclusivamente do governo, como a variação da cotação do dólar.

Além disso, há iniciativas controversas e que geraram críticas e contestações, como a imposição do limite de gastos públicos por 20 anos, a reforma do ensino médio e a reforma trabalhista, que ainda não passa de uma proposta.

Confira abaixo o que o governo disse sobre dados econômicos e contas públicas e os fatos que a reportagem do UOL apurou.

- Repatriação de capital: Medida que tornou possível trazer para o país R$ 46 bilhões em impostos que foram aplicados para o desenvolvimento do país e repassados para Estados e municípios

CERTO: O governo tem razão ao dizer que trouxe R$ 46 bilhões em impostos ao permitir a repatriação de capitais. O valor é o divulgado pela Receita Federal. Aprovada por Dilma, a lei da repatriação foi alterada pelo Congresso no governo Temer. Com a mudança, foi reaberto o prazo para repatriação e regularização de recursos enviados por brasileiros ao exterior.

- Reforma administrativa: já foram extintos 14.200 funções e cargos comissionados

EXAGERADO: O governo Temer aprovou uma lei em outubro que converte 10.462 cargos de direção e assessoramento superior, conhecidos como DAS, em funções comissionadas do Poder Executivo. "Na medida em que forem extintos os cargos", diz a norma, o Poder Executivo fica "autorizado a substituí-los, na mesma proporção, por funções de confiança denominadas Funções Comissionadas do Poder Executivo - FCPE, privativas de servidores efetivos". Ou seja, a lei prevê a extinção de cargos, mas também a abertura de funções na mesma quantidade.

Questionado pela reportagem, o próprio governo federal, em sua resposta, tratou a medida como conversão, e não como extinção. "Houve a conversão de 10.462 Cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS) em Funções Comissionadas do Poder Executivo (FCPE), que só podem ser ocupadas por servidores públicos concursados", afirmou em nota enviada ao UOL.

Em seu site, o Ministério do Planejamento informou, em 29 de dezembro, que até então 7.734 DAS já haviam sido transformados em FCPE, "cerca de 70% do estabelecido na lei". "O percentual restante será transformado à medida que os órgãos e entidades do Executivo Federal avaliarem novas oportunidades em suas estruturas", disse a pasta.

No mesmo texto, o Planejamento anunciou uma reforma administrativa que prevê o corte de 4.689 cargos comissionados e funções de confiança, mas com conclusão prevista para julho de 2017. Na resposta à reportagem, o governo disse que estes 4.689 cargos e funções foram extintos.

- Recuperação das grandes empresas estatais brasileiras e valorização de suas ações, como a Petrobras (114%), Eletrobras (237%), Banco do Brasil (98%)

EXAGERADO: O governo sobrevalorizou a alta das ações das empresas. Entre 31 de agosto e 28 de dezembro de 2016, véspera da divulgação da propaganda do governo Temer, houve de fato valorização de ações de estatais, mas com uma variação muito menor que a divulgada.

Na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), a ação Petrobras ON (PETR3.SA) passou de R$ 14,74 para R$ 16,98, uma elevação de 15,2%. A ação Petrobras PN (PETR4.SA) valorizou-se 15%: de R$ 12,85 para R$ 14,78.

Os papéis Eletrobras ON (ELET3.SA) subiram pouco: somente 0,93%. As ações Eletrobras PNB (ELET6.SA) caíram 8,35%. No caso do Banco do Brasil, houve alta nos papéis, mas de 19,3%.

Se o parâmetro for a Bolsa de Valores de Nova York (EUA), a valorização dos papéis das estatais brasileiras comercializados por lá também foi inferior à propagandeada pelo governo brasileiro.

A ação Petrobras DRC (PBR) subiu 13% entre 31 de agosto e 28 de dezembro de 2016, índice ligeiramente superior ao do outro papel da estatal comercializado em Nova York, Petrobras ADR (PBRa), com alta de 12,9%.

Os papéis Eletrobras PNB (EBR) se mantiveram praticamente estáveis (0,44%), e as ações Eletrobras ADR (EBRb) caíram 1,6%. As ações do Banco do Brasil em Nova York (BDORY) se valorizaram 17,6%.

Em nota enviada à reportagem, o governo disse que "os dados divulgados são resultados de medidas adotadas pelo governo federal" e admitiu que usou o período de um ano, e não o de 120 dias, como referência. "Empresas estatais como Petrobras, Eletrobras e Banco do Brasil se valorizaram na atual gestão, o que contribuiu para que, no período de um ano, o valor de mercado e as ações das empresas subissem substancialmente. Isso se verificou com as novas gestões de empresas a partir das nomeações feitas pelo novo governo e com as valorizações que o mercado fez a partir da possibilidade de um novo governo."

- Saldo positivo de US$ 45 bilhões no comércio exterior até a terceira semana de dezembro

ERRADO: A propaganda refere-se aos 120 dias de governo efetivo, mas o valor citado pelo governo abrange o período de janeiro até a terceira semana de dezembro.

De acordo com os dados oficiais do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, no último quadrimestre do ano (setembro a dezembro), período que abrange os quatro meses do governo definitivo de Temer, o saldo da balança comercial brasileira foi bem mais baixo, de US$ 15,3 bilhões, um valor 20% inferior ao saldo de US$ 19,1 bilhões obtido no segundo quadrimestre (maio a agosto).

Em resposta à reportagem, o governo afirmou que o saldo citado na propaganda refere-se, de fato, ao ano todo de 2016, mas alegou que "Michel Temer comandou o país desde 12 de maio", data em que Dilma foi afastada temporariamente. "Portanto, [Temer governou] na maior parte do período mencionado", acrescentou a nota.

- Diminuição do Risco Brasil

ERRADO: Em 31 de agosto, quando Temer assumiu efetivamente o governo, o Risco Brasil, medido pela agência J.P. Morgan, era de 309 pontos, de acordo com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). No fim de dezembro, ele atingiu os 325 pontos. Ou seja, estava mais alto.

- Queda do valor do dólar

ERRADO: A cotação do dólar passou de R$ 3,22 em 31 de agosto para R$ 3,28 em 28 de dezembro. Portanto, o valor da moeda norte-americana subiu no período de 120 dias.

A respeito dos dois pontos acima, o governo também alegou que usou como referência o período de um ano. "O mercado reagiu positivamente à nova gestão, demonstrando confiança nas medidas de austeridade fiscal adotadas. Indicadores como o Risco Brasil e cotação do dólar são voláteis, mas no ano a trajetória de queda do Risco Brasil e a cotação do dólar coincidem com a evolução do processo de impeachment e efetivação do novo governo", disse a assessoria de Temer.

"A credibilidade restaurada da moeda e da confiança no país contribuíram para valorizar o real, a partir da percepção de maior responsabilidade do governo federal no controle de contas e no ajuste fiscal. Discurso que sempre foi associado ao novo presidente, desde o lançamento do documento 'Uma Ponte para o Futuro'. A identificação com esses valores e a nova equipe econômica alinhada com esses postulados foram fundamentais para esses números", afirmou em nota.

- Renegociação das dívidas estaduais

EXAGERADO: O governo aprovou uma lei que trata das dívidas estaduais, mas Temer decidiu vetar mudanças feitas pela Câmara. Segundo o peemedebista, as modificações aprovadas pelos deputados federais, que retiraram as contrapartidas exigidas dos Estados, tornaram a medida "mais ou menos inútil". De acordo com ele, o governo terá negociar com cada Estado para identificar quais contrapartidas cada um poderá oferecer.

[...]

http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/01/05/uol-confere-governo-temer-distorce-dados-economicos-em-propaganda.htm?cmpid=

Offline Lorentz

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1027 Online: 06 de Janeiro de 2017, 09:57:58 »
O UOL é muito eficiente para desmascarar os exageros do Temer.
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Offline Gauss

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1028 Online: 07 de Janeiro de 2017, 12:24:25 »
O UOL é muito eficiente para desmascarar os exageros do Temer.

Uol, Folha e até mesmo o G1 são extremamente eficientes em achar problemas no Temer ou no Dória.

Dória não resolveu os problemas da Cidade em um dia de mandato. Absurdo!
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/apos-1-dia-de-operacao-cidade-linda-avenida-9-de-julho-segue-com-problemas.ghtml
“A matemática é a rainha das ciências.”
Carl Friedrich Gauss.

Offline Pasteur

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1029 Online: 07 de Janeiro de 2017, 14:32:46 »
O UOL é muito eficiente para desmascarar os exageros do Temer.

Só que depois que ficou claro que a Dilma iria cair,  o valor das acões da Petrobras aumentou mais do que 300% e o dolar despencou, chegou a valer 4,20 e agora menos de 3,30.

Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1030 Online: 08 de Janeiro de 2017, 11:55:21 »
O risco Brasil e o dólar não cairam com a saída de Dilma, pois uma expectativa alta de que ela sairia surgiu bem antes de Temer assumir definitivamente a presidência. O mercado financeiro (quase) sempre antecipa o que é provável ou possível. Caso contrário, ninguém ganharia dinheiro nele.
« Última modificação: 08 de Janeiro de 2017, 12:04:49 por -Huxley- »

Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1031 Online: 08 de Janeiro de 2017, 12:16:36 »
Em resumo, apesar de tudo, ficou absolutamente claro para quem o mercado financeiro torcia para que ficasse na presidência.

Offline Lakatos

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1032 Online: 08 de Janeiro de 2017, 12:37:59 »
Nenhum desses dados contraria a tese de que alegar que isso é uma conquista dos 120 dias de governo Temer é mentira. Além de ter ocorrido antes do período que a propaganda menciona, foi um reflexo da expectativa do mercado que não teve nenhum mérito direto por parte da gestão dele, que sequer tinha começado.

Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1033 Online: 08 de Janeiro de 2017, 17:49:58 »
Contraria, sim. Pois foi por se ter anunciado Henrique Meirelles e Ilan Goldfajn na equipe econômica que os índices mantiveram o bom patamar baixo. Se esses dois que ocupam o cargo da Ministério da Fazenda e da presidência do BC tivessem a mesma ou pior qualidade do que os de Dilma, então a melhora nos índices teria sido revertida.
« Última modificação: 08 de Janeiro de 2017, 17:53:23 por -Huxley- »

Offline Lakatos

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1034 Online: 08 de Janeiro de 2017, 18:14:32 »
Anúncio esse que foi feito antes dos 120 dias mencionados na propaganda. O efeito não pode vir antes da causa.

E mesmo essa relação causal é questionável. Possivelmente boa parte da melhora nos índices econômicos estão relacionados à saída da Dilma, talvez até mais do que aos anúncios feitos pelo Temer.

Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1035 Online: 08 de Janeiro de 2017, 18:37:50 »
A causa foi: especulou-se que nomes tão bons quanto o de Henrique Meirelles e Ilan Goldfajn integrassem a equipe econômica. Depois que a previsão especulativa se confirmou, os índices mantiveram o bom patamar.

Offline Lakatos

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1036 Online: 08 de Janeiro de 2017, 19:20:16 »
Então tá. De algum jeito o Temer conseguiu, após assumir o mandato (como alega a propaganda), influenciar as expectativas que as pessoas teriam meses antes. Já até extinguiu os 14 mil cargos comissionados e já concluiu as negociações das contrapartidas das dívidas estaduais, ele só não divulgou ainda porque é tímido.

Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1037 Online: 08 de Janeiro de 2017, 20:21:24 »
Temer influenciou a previsão especulativa no mercado financeiro tão somente por estar significativamente menos à esquerda no espectro político do que Dilma. A hipótese mais otimista de possibilidade de mudança (os dois principais nomes na equipe econômica) ficou precificada nos ativos com bastante antecedência. E se manteve algum tempo após Temer assumir a presidência... 

E quase qualquer deficiência de visão econômica que governo Temer tenha seria encontrada em dobro no governo Dilma, com os efeitos multiplicativos de catástrofe cumulativa potencial tornando bem generosa esse estimativa quantitativa de inferioridade para a barata vermelha do PT.
« Última modificação: 08 de Janeiro de 2017, 20:31:51 por -Huxley- »


Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1039 Online: 25 de Janeiro de 2017, 11:33:25 »
POR QUE O GOVERNO TEMER NÃO DECOLA?


O Governo do presidente Michel Temer é legitimo, de acordo com a Constituição de 1988, Artigo 79. ... Substituirá oPresidente, no caso de impedimento, e suceder­lhe­á, no de vaga, o Vice­Presidente.

Publicado Terça‐Feira, 17 de Janeiro de 2017, às 17:22 | Antônio de Almeida Sobrinho


O Governo do presidente Michel Temer é legitimo, de acordo com a Constituição de 1988, Artigo 79. ...Substituirá o Presidente, no caso de impedimento, e suceder­lhe­á, no de vaga, o Vice­Presidente.


Afirmar que o Governo do presidente Michel Temer é ilegítimo é o mesmo que afirmar que a Constituição de 1988 não tem mais validade e é, portanto, mais uma invenção­balela e uma grande mentira criada por partidários do Partido dos Trabalhadores (PT) ­­ que dentre suas profissões se especializaram em mentir e em se locupletar com os recursos do erário público.


O Governo do presidente Michel Temer nasceu de uma cópula incestuosa entre o filho do bem (o voto popular) com a filha do mal (a distribuição de alimento, em troca de votos) que elegeu para presidente da República Dilma Rousseff, uma exguerrilheira e militante política, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), sem habilidade política, sem qualificação suficiente para governar um país com as dimensões e a complexidade do Brasil.


Com a eleição de Dilma Rousseff e Michel Temer, nas eleições 2010 e 2014, o Partido dos Trabalhadores se encarregou em montar a sua base aliada e toda política econômica de Governo direcionada, estrategicamente, seguindo os passos de um planejamento estratégico, de cunho comunista, assistencialista e paternalista, seguido a política comunista arquitetada e adotada pelo sistema de governo dos irmãos Fidel Castro e Raul Castro, de Cuba, que leva, inexoravelmente, qualquer nação com potencial à banca rota ­­ uma vez que estimula à acomodação de parte do efetivo da mão­de­obra ativa, em um contingente de preguiçosos, através do protecionismo social.


Esta política assistencialista e paternalista ­­ com farta distribuição de alimento e de uma cesta de outros benefícios, com formação de currais eleitorais, quando o voto se tornara quase que obrigatório, na ótica de quem distribuía, e na coerência do eleitor humilde que se tornara um beneficiário e vítima da cesta­miséria, uma espécie de escambo na moeda da compra de votos, (como ficou conhecido este benefício social) que se encarregou em contribuir para quebrar literalmente o Brasil e justificar, juridicamente, através das pedaladas fiscais, o impeachment da então presidente Dilma Rousseff, por aquisição e pagamento de centenas de carretas de gêneros alimentícios, sem dotações orçamentárias.


Se não tivesse ocorrido o afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff, através da via legítima do Processo de Impeachment, que os petistas entenderam por bem chamar de golpe, com a participação dos Poderes constituídos, com ampla defesa e transparência, sendo todo o Processo de Impeachment acompanhado e presidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Poder Legislativo (Câmara dos Deputados e Senado Federal), de acordo com a Carta Magna, promulgada em 1988.


Caso não tivesse ocorrido o impeachment, com o afastamento definitivo da então presidente Dilma Rousseff, não tenha nenhuma dúvida, de que o Brasil estaria a um passo de se transformar  em uma republiqueta de bananas ­­ e ocorrer o mesmo que está ocorrendo com a Venezuela, que seguiu os passos do governo de Cuba, quando a população está desabastecida e sua maioria está fugindo para os países vizinhos, com preferência para o Brasil ­­ou cumprir o destino e seguir o seu ideal, de acordo com as inspirações e participação do Compositor e Cantor Chico Buarque de Holanda, um dos ferrenhos defensores do Governo corrupto de Dilma Rousseff e um dos principais beneficiários de milhões de recursos financeiros provenientes da Lei Rouanet, quando afirmou no final de sua música bastante antiga, sob o título de Fado Tropical:


Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal:
Ainda vai tornar-­se um império colonial!
Aí, esta terra ainda vai cumprir seu ideal!
Ainda vai tornar­-se um império colonial!


O Governo do Presidente Michel Temer cometeu os SETE PECADOS CAPITAIS, que na ótica da religião católica, pode-­se explicitar:

1.A GULA: Desejo insaciável pelo poder – Formou um quadro de Ministros com pretensões ao Palácio do Planalto;


2.A AVAREZA: Desejo incontrolável pelo material e pelo dinheiro: Formou um quadro de Ministros com citações na Lava Jato, com acusações em terem se beneficiado com recursos financeiros da PETROBRAS e com o CAIXA 2, e outros envolvidos em páginas policiais, tendo sofrido desde a sua posse seis (6) quedas e substituições de Ministros, causando ao Planalto um grande desconforto e um grave desgaste político;


3.A LUXÚRIA: Obsessão Passional pelo prazer material: Parte de seu quadro de Ministros está sendo denunciado por ter recebido propina da PETROBRAS e de recursos através de CAIXA 2;


4.A IRA: Descontrolado sentimento da raiva e da vingança: Todo desprezo que o então VicePresidente Michel Temer foi vítima nas mãos de Dilma Rousseff ele foi agora a desforra, após assumir a Presidência da República;


5.A INVEJA: Obsessão e sentimento exagerado de status: a maioria dos Ministros que compõem o primeiro escalão do Governo Temer comete este pecado capital e por isto nada acontece, a economia continua estagnada e a popularidade do Governo Temer cresce como rabo de cavalo: cresce para baixo;


6.A PREGUIÇA: Excesso de morosidade: onde ocorre a morosidade, nada acontece e tudo fica para a próxima administração;


7.ORGULHO: Orgulho excessivo. Tudo que ocorre no mundo da vaidade ofusca um povo e inibe uma administração. Com o orgulho presente e muita vaidade nada acontece abaixo da linha do equador e, portanto, os resultados do Governo Temer somente aparecerão no próximo Governo.


Antônio de Almeida Sobrinho é Engenheiro de Pesca, Analista Ambiental, Especialista pela FAO
em Tecnologia do Pescado e Mestre em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente


http://www.ariquemesonline.com.br/indexnoticiasprint.asp?cod=319703&coddep=19

« Última modificação: 25 de Janeiro de 2017, 11:40:31 por JJ »

Offline Shadow

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1040 Online: 25 de Janeiro de 2017, 12:05:25 »
POR QUE O GOVERNO TEMER NÃO DECOLA?


O Governo do presidente Michel Temer é legitimo, de acordo com a Constituição de 1988, Artigo 79. ... Substituirá oPresidente, no caso de impedimento, e suceder­lhe­á, no de vaga, o Vice­Presidente.

Publicado Terça‐Feira, 17 de Janeiro de 2017, às 17:22 | Antônio de Almeida Sobrinho


O Governo do presidente Michel Temer é legitimo, de acordo com a Constituição de 1988, Artigo 79. ...Substituirá o Presidente, no caso de impedimento, e suceder­lhe­á, no de vaga, o Vice­Presidente.


Afirmar que o Governo do presidente Michel Temer é ilegítimo é o mesmo que afirmar que a Constituição de 1988 não tem mais validade e é, portanto, mais uma invenção­balela e uma grande mentira criada por partidários do Partido dos Trabalhadores (PT) ­­ que dentre suas profissões se especializaram em mentir e em se locupletar com os recursos do erário público.


O Governo do presidente Michel Temer nasceu de uma cópula incestuosa entre o filho do bem (o voto popular) com a filha do mal (a distribuição de alimento, em troca de votos) que elegeu para presidente da República Dilma Rousseff, uma exguerrilheira e militante política, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), sem habilidade política, sem qualificação suficiente para governar um país com as dimensões e a complexidade do Brasil.


Com a eleição de Dilma Rousseff e Michel Temer, nas eleições 2010 e 2014, o Partido dos Trabalhadores se encarregou em montar a sua base aliada e toda política econômica de Governo direcionada, estrategicamente, seguindo os passos de um planejamento estratégico, de cunho comunista, assistencialista e paternalista, seguido a política comunista arquitetada e adotada pelo sistema de governo dos irmãos Fidel Castro e Raul Castro, de Cuba, que leva, inexoravelmente, qualquer nação com potencial à banca rota ­­ uma vez que estimula à acomodação de parte do efetivo da mão­de­obra ativa, em um contingente de preguiçosos, através do protecionismo social.


Esta política assistencialista e paternalista ­­ com farta distribuição de alimento e de uma cesta de outros benefícios, com formação de currais eleitorais, quando o voto se tornara quase que obrigatório, na ótica de quem distribuía, e na coerência do eleitor humilde que se tornara um beneficiário e vítima da cesta­miséria, uma espécie de escambo na moeda da compra de votos, (como ficou conhecido este benefício social) que se encarregou em contribuir para quebrar literalmente o Brasil e justificar, juridicamente, através das pedaladas fiscais, o impeachment da então presidente Dilma Rousseff, por aquisição e pagamento de centenas de carretas de gêneros alimentícios, sem dotações orçamentárias.


Se não tivesse ocorrido o afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff, através da via legítima do Processo de Impeachment, que os petistas entenderam por bem chamar de golpe, com a participação dos Poderes constituídos, com ampla defesa e transparência, sendo todo o Processo de Impeachment acompanhado e presidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Poder Legislativo (Câmara dos Deputados e Senado Federal), de acordo com a Carta Magna, promulgada em 1988.


Caso não tivesse ocorrido o impeachment, com o afastamento definitivo da então presidente Dilma Rousseff, não tenha nenhuma dúvida, de que o Brasil estaria a um passo de se transformar  em uma republiqueta de bananas ­­ e ocorrer o mesmo que está ocorrendo com a Venezuela, que seguiu os passos do governo de Cuba, quando a população está desabastecida e sua maioria está fugindo para os países vizinhos, com preferência para o Brasil ­­ou cumprir o destino e seguir o seu ideal, de acordo com as inspirações e participação do Compositor e Cantor Chico Buarque de Holanda, um dos ferrenhos defensores do Governo corrupto de Dilma Rousseff e um dos principais beneficiários de milhões de recursos financeiros provenientes da Lei Rouanet, quando afirmou no final de sua música bastante antiga, sob o título de Fado Tropical:


Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal:
Ainda vai tornar-­se um império colonial!
Aí, esta terra ainda vai cumprir seu ideal!
Ainda vai tornar­-se um império colonial!


O Governo do Presidente Michel Temer cometeu os SETE PECADOS CAPITAIS, que na ótica da religião católica, pode-­se explicitar:

1.A GULA: Desejo insaciável pelo poder – Formou um quadro de Ministros com pretensões ao Palácio do Planalto;


2.A AVAREZA: Desejo incontrolável pelo material e pelo dinheiro: Formou um quadro de Ministros com citações na Lava Jato, com acusações em terem se beneficiado com recursos financeiros da PETROBRAS e com o CAIXA 2, e outros envolvidos em páginas policiais, tendo sofrido desde a sua posse seis (6) quedas e substituições de Ministros, causando ao Planalto um grande desconforto e um grave desgaste político;


3.A LUXÚRIA: Obsessão Passional pelo prazer material: Parte de seu quadro de Ministros está sendo denunciado por ter recebido propina da PETROBRAS e de recursos através de CAIXA 2;


4.A IRA: Descontrolado sentimento da raiva e da vingança: Todo desprezo que o então VicePresidente Michel Temer foi vítima nas mãos de Dilma Rousseff ele foi agora a desforra, após assumir a Presidência da República;


5.A INVEJA: Obsessão e sentimento exagerado de status: a maioria dos Ministros que compõem o primeiro escalão do Governo Temer comete este pecado capital e por isto nada acontece, a economia continua estagnada e a popularidade do Governo Temer cresce como rabo de cavalo: cresce para baixo;


6.A PREGUIÇA: Excesso de morosidade: onde ocorre a morosidade, nada acontece e tudo fica para a próxima administração;


7.ORGULHO: Orgulho excessivo. Tudo que ocorre no mundo da vaidade ofusca um povo e inibe uma administração. Com o orgulho presente e muita vaidade nada acontece abaixo da linha do equador e, portanto, os resultados do Governo Temer somente aparecerão no próximo Governo.


Antônio de Almeida Sobrinho é Engenheiro de Pesca, Analista Ambiental, Especialista pela FAO
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Legal. Já os pecados do Baiacu são a obesidade nervosa e a toxicidade.
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Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1041 Online: 25 de Janeiro de 2017, 12:09:56 »


Legal. Já os pecados do Baiacu são a obesidade nervosa e a toxicidade.



Pode fazer piadinha.   :D    Mas o fato é que o governo Temer ainda não decolou.  E o povo percebe isso muito bem.



Offline Shadow

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1042 Online: 25 de Janeiro de 2017, 12:21:29 »


Legal. Já os pecados do Baiacu são a obesidade nervosa e a toxicidade.



Pode fazer piadinha.   :D    Mas o fato é que o governo Temer ainda não decolou.  E o povo percebe isso muito bem.

O cara é tão qualificado para análise política quanto eu para análise do baiacu. Não vá o peixeiro além das barbatanas.

O Povo....ah...o povo.....

Governo Temer é uma continuação do de Dilma. Provavelmente você elegeu os dois, não se esqueça....
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Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1044 Online: 26 de Janeiro de 2017, 16:02:57 »

Governo Temer é uma continuação do de Dilma. Provavelmente você elegeu os dois, não se esqueça....



Em 2014 eu votei no menos pior, ou seja votei no Aécio.




Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1045 Online: 26 de Janeiro de 2017, 16:09:31 »
É de novembro/2016, mas parece que continua atual:


Governo Temer pode sofrer sarneyzação


72 de 89   
Pedro Ladeira/Folhapress

19/11/2016  02h00


Os fracos resultados econômicos no trimestre terminado em setembro somados ao desarranjo mundial provocado pela vitória de Donald Trump formam quadro perigoso para o Brasil. A situação já indicava dificuldades estruturais para uma volta dos empregos. Agora, a incerteza produzida pelo trumpismo deverá congelar as decisões de investimento ao redor do planeta até que, empossado, o novo ocupante da Casa Branca mostre o que realmente vai fazer.


Diante dessa mudança conjuntural, o governo Temer parece inerme, perdido na ilusão de que a austeridade bastará para recolocar o "país nos trilhos", como gosta de dizer o presidente. Governar requer alterar rotas quando o horizonte muda. Na ausência de resposta, o caos ameaça tomar conta.


A curta semana pós-proclamação da República foi típica de avião sem piloto na cabine de comando. Enquanto a sociedade se agitava de maneira furiosa — seja pela legítima revolta dos funcionários públicos cariocas, seja pela amalucada invasão da Câmara Federal por nostálgicos do regime militar —, instituições do âmbito judiciário continuavam a triturar o mundo político. Desta vez caíram os ex-governadores Anthony Garotinho e Sérgio Cabral, além de surgirem novas denúncias contra o PSDB de São Paulo.


Emblema de toda a confusão, o Rio de Janeiro ficou parecendo uma Grécia em escala subnacional, na qual estivesse em curso também uma megaoperação Mãos Limpas. No meio do furdunço, o Planalto repetia o discurso monocórdio de que a volta do crescimento depende de mais arrocho, entoando o mantra "acalma mercado" da reforma previdenciária.


Até que ponto os luminares do PMDB acham que os prejudicados vão aguentar em silêncio? Pode ser que, sustentado pela maioria parlamentar que derrubou Dilma Rousseff, o Executivo consiga até fazer passar a pretendida mudança na idade mínima para aposentadoria. Mas se os empregos não reaparecerem, Michel padecerá de rápida sarneyzação. Convém lembrar que o ex-presidente José Sarney conseguiu vencer no Congresso constituinte a difícil batalha em favor do mandato de cinco anos para si, o que não o impediu de deixar a Presidência com uma das maiores rejeições registradas desde o retorno dos civis ao poder.


A seguir assim, a dupla Temer/Meirelles, que pretendia emular a dobradinha Itamar/FHC, acabará abrindo a porta para algum salvacionista de ocasião, como diria Chico de Oliveira. Com a Lava Jato pondo abaixo as estruturas partidárias, torna-se fácil o surgimento, filiado a qualquer microlegenda, de um messias que prometa colocar ordem na bagunça — tal como Fernando Collor de Mello jurava dar um fim à inflação em 1989. Venceu.



http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andresinger/2016/11/1833618-governo-temer-pode-sofrer-sarneyzacao.shtml



Offline Shadow

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1046 Online: 26 de Janeiro de 2017, 16:54:33 »
É de novembro/2016, mas parece que continua atual:


Governo Temer pode sofrer sarneyzação


72 de 89   
Pedro Ladeira/Folhapress

19/11/2016  02h00


Os fracos resultados econômicos no trimestre terminado em setembro somados ao desarranjo mundial provocado pela vitória de Donald Trump formam quadro perigoso para o Brasil. A situação já indicava dificuldades estruturais para uma volta dos empregos. Agora, a incerteza produzida pelo trumpismo deverá congelar as decisões de investimento ao redor do planeta até que, empossado, o novo ocupante da Casa Branca mostre o que realmente vai fazer.


Diante dessa mudança conjuntural, o governo Temer parece inerme, perdido na ilusão de que a austeridade bastará para recolocar o "país nos trilhos", como gosta de dizer o presidente. Governar requer alterar rotas quando o horizonte muda. Na ausência de resposta, o caos ameaça tomar conta.


A curta semana pós-proclamação da República foi típica de avião sem piloto na cabine de comando. Enquanto a sociedade se agitava de maneira furiosa — seja pela legítima revolta dos funcionários públicos cariocas, seja pela amalucada invasão da Câmara Federal por nostálgicos do regime militar —, instituições do âmbito judiciário continuavam a triturar o mundo político. Desta vez caíram os ex-governadores Anthony Garotinho e Sérgio Cabral, além de surgirem novas denúncias contra o PSDB de São Paulo.


Emblema de toda a confusão, o Rio de Janeiro ficou parecendo uma Grécia em escala subnacional, na qual estivesse em curso também uma megaoperação Mãos Limpas. No meio do furdunço, o Planalto repetia o discurso monocórdio de que a volta do crescimento depende de mais arrocho, entoando o mantra "acalma mercado" da reforma previdenciária.


Até que ponto os luminares do PMDB acham que os prejudicados vão aguentar em silêncio? Pode ser que, sustentado pela maioria parlamentar que derrubou Dilma Rousseff, o Executivo consiga até fazer passar a pretendida mudança na idade mínima para aposentadoria. Mas se os empregos não reaparecerem, Michel padecerá de rápida sarneyzação. Convém lembrar que o ex-presidente José Sarney conseguiu vencer no Congresso constituinte a difícil batalha em favor do mandato de cinco anos para si, o que não o impediu de deixar a Presidência com uma das maiores rejeições registradas desde o retorno dos civis ao poder.


A seguir assim, a dupla Temer/Meirelles, que pretendia emular a dobradinha Itamar/FHC, acabará abrindo a porta para algum salvacionista de ocasião, como diria Chico de Oliveira. Com a Lava Jato pondo abaixo as estruturas partidárias, torna-se fácil o surgimento, filiado a qualquer microlegenda, de um messias que prometa colocar ordem na bagunça — tal como Fernando Collor de Mello jurava dar um fim à inflação em 1989. Venceu.



http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andresinger/2016/11/1833618-governo-temer-pode-sofrer-sarneyzacao.shtml


Quase da para esquecer que o André Singer  é cúmplice da quadrilha que nos trouxe para a atual situação.
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Offline Geotecton

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1047 Online: 26 de Janeiro de 2017, 17:07:32 »
Quase da para esquecer que o André Singer  é cúmplice da quadrilha que nos trouxe para a atual situação.

Exatamente.

É um típico hipócrita petista.

Quase tudo do problema econômico-financeiro do Brasil teve origem no PT. E foi um partido-comparsa do PT (o PMDB) que 'ferrou' com o RJ.
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Offline Lakatos

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1048 Online: 27 de Janeiro de 2017, 01:37:52 »
A posição retórica de quem nutre ódio pelo PT nunca foi tão confortável. Tudo que o governo atual fizer de bom pode ser colhido como uma consequência saudável da retirada do PT do poder. Tudo que fizer de ruim pode ser culpabilizado como um pecado desse grupo ao qual os petistas se aliaram e ajudaram a eleger.

Sequer é necessário assumir posicionamentos. Qualquer caminho tomado pela realidade é uma confirmação de que se está certo. É bem curioso perceber como essa situação  vem sendo explorada.

Offline Skorpios

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #1049 Online: 27 de Janeiro de 2017, 07:19:18 »
É a tal da "herança maldita". :twisted:
Se você agir sempre com dignidade pode não melhorar o mundo, mas uma coisa é certa: haverá na Terra um canalha a menos.

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