Autor Tópico: Governo Temer/Pós Dilma  (Lida 66506 vezes)

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Offline Pasteur

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2775 Online: 12 de Maio de 2018, 10:46:28 »
Temer salvou o Brasil. É só lembrar um pouco da Dilma e da profundidade do buraco. A história vai resgatar o seu legado.

Exato! Só quem despreza a matemática pra não enxergar o óbvio!

Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2776 Online: 12 de Maio de 2018, 11:07:31 »
Henrique Meirelles, Ilan Goldfajn e Pedro Parente salvaram o Brasil, POR ENQUANTO. Temer é coadjuvante nesta história. Se eu convocasse a seleção brasileira de futebol (técnico incluído) e se ela vencesse a Copa do Mundo de 2018, eu também seria coadjuvante da mesma forma que Temer foi.
« Última modificação: 12 de Maio de 2018, 11:14:17 por -Huxley- »

Offline Gigaview

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2777 Online: 12 de Maio de 2018, 11:23:38 »
Seguindo essa lógica, qualquer presidente sem popularidade pode ser considerado coadjuvante. As medidas do governo Temer foram impopulares e só não foram ainda mais porque a reforma da previdência foi para o brejo. Temer revelou um jogo de cintura e capacidade de articulação notáveis a ponto de convencer Henrique Meirelles, Goldfajn e Parente embarcarem num navio com um rombo enorme no casco e conseguir aprovar medidas quase impossíveis, mas necessárias, no Congresso.

Temer é o meu presidente. O nosso presidente. Viva Temer. Viva a Marcela. Viva o Brasil!!!!
"Quem for brasileiro, siga-me." Duque de Caxias

"Vamos mudar isso aí. Tá OK?" Capitão Mito Bolsonaro

Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2778 Online: 12 de Maio de 2018, 11:37:59 »
Temer comandou a aprovação de medidas quase impossíveis? Quais? Não consigo ver alguma que Rodrigo Maia não poderia conseguir.

Offline Lorentz

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2779 Online: 12 de Maio de 2018, 14:48:56 »
Temer comandou a aprovação de medidas quase impossíveis? Quais? Não consigo ver alguma que Rodrigo Maia não poderia conseguir.


Tá de má vontade, hein?
"Amy, technology isn't intrinsically good or bad. It's all in how you use it, like the death ray." - Professor Hubert J. Farnsworth

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2780 Online: 17 de Maio de 2018, 10:44:03 »

JANOT DIZ QUE ESTADO FOI TOMADO POR UMA QUADRILHA



247 – O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, concede hoje uma longa entrevista ao jornal O Globo. Ele diz que omissões pontuais de sua denúncia contra Michel Temer não invalidam nem contaminam as provas colhidas duranta as investigações. Janot afirma que o acordo de delação com Joesley Batista foi importantíssimo para desvendar a organização criminosa que se apropriou do poder público brasileiro.



Leia trechos da entrevista:


“Foi um acordo importantíssimo para desvendarmos toda organização criminosa que se apropriou do poder público brasileiro. As informações, provas e a proatividade dos colaboradores foram medidas nas denúncias feitas contra o presidente em exercício Michel Temer e nas investigações que seguiram. Ele responde a duas denúncias e duas investigações criminais, que decorrem dessa colaboração. Acredito que essa foi uma das colaborações premiadas que mais auxiliaram o combate à corrupção no Brasil. O que se passou depois foi um outro fato. Os colaboradores não souberam se comportar à altura e, agora, estão sofrendo a possibilidade de ter os seus acordos rompidos, o que não prejudica as provas obtidas. Nós tivemos dois acordos de colaboração premiada muito sensíveis. O primeiro da Odebrecht, difícil pela sua extensão, 78 colaboradores. Exigiram do Ministério Público Federal muito aplicação e criatividade. Mas esse da J&F foi o acordo em que nós chegamos à cabeça da organização criminosa, por isso foi muito importante. Atingiu um presidente da República em exercício que, depois de três anos e meio da Lava-jato, continuava praticando atos que queria. Achava que era imune a qualquer investigação do Ministério Público. E nenhum cidadão é. Chegamos ao virtual futuro presidente da República (senadorAécio Neves), que também continuava praticando atos e se acreditava imune. Esse é o quadro que eu desenho de um ano depois dessa colaboração da J&F.


(...)

A gente precisa entender as duas situações. A situação do presidente Michel Temer, em razão da relevância do cargo que ocupa, para que seja processado criminalmente necessita autorização da Câmara. E a Câmara, fazendo um juízo político, não permitiu o prosseguimento do processo penal, que já existe. Então ele vai responder depois que deixar o seu mandato. Quanto ao senador Aécio Neves, virtual futuro presidente da República, é réu em um processo penal. E réu num processo admitido pelo Supremo Tribunal Federal em razão da colaboração premiada feita pelos executivos da J & F. Então eu acho que mudou muito. Temos um presidente da República que responde a dois processos penais, suspensos por decisão política da Câmara – e sobre isso eu não me pronuncio. E responde a mais duas investigações no STF. Isso não é pouco. Não consigo vislumbrar exemplos em outros países. Isso não é pouco. O Brasil mudou, tem indignação na rua e tem uma atuação profissional na atuação no campo judicial.”


https://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/355163/Janot-diz-que-Estado-foi-tomado-por-uma-quadrilha.htm



Offline Gaúcho

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2781 Online: 17 de Maio de 2018, 11:50:37 »
Sim, começando lá em 2002.
"— A democracia em uma sociedade livre exige que os governados saibam o que fazem os governantes, mesmo quando estes buscam agir protegidos pelas sombras." Sérgio Moro

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2782 Online: 22 de Maio de 2018, 08:42:11 »

INDIFERENTE À GREVE, PARENTE VOLTA A AUMENTAR O DIESEL


Em plena paralisação de 600 mil caminhoneiros pelo país, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, tecnocrata filiado ao PSDB, autorizou mais um aumento do diesel, que já acumula 56% de alta nos últimos 10 meses; caminhoneiros encararam o aumento como desaforo e a paralisação tende a se fortalecer


22 DE MAIO DE 2018 ÀS 06:26 // INSCREVA-SE NA TV 247 Youtube

Ouça este conteúdo 0:00100%Audima
 
247 – Em plena paralisação de 600 mil caminhoneiros pelo país, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, tecnocrata filiado ao PSDB, autorizou mais um aumento do diesel, que já acumula 56% de alta nos últimos 10 meses. Caminhoneiros encararam o aumento como desaforo e a paralisação tende a se fortalecer.



"A Abcam entende o novo aumento do combustível como um desaforo a todos os trabalhadores brasileiros. Mas ela entende que essa atitude só fortalece as paralisações da categoria e incentiva que outros grupos de trabalhadores também passem a aderir ao manifesto", disse o presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes.


Os caminhoneiros reivindicam que as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sejam zeradas, além da isenção da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Os impostos representam quase a metade do valor do diesel na refinaria. Os caminhoneiros autônomos dizem estar no limite e afirmam que uma carga tributária menor daria fôlego ao setor, já que o diesel representa 42% do custo do frete.


https://www.brasil247.com/pt/247/economia/355672/Indiferente-%C3%A0-greve-Parente-volta-a-aumentar-o-
diesel.htm




Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2783 Online: 22 de Maio de 2018, 08:43:36 »


Mensagem do burocrata e do  governo moderno, que derrubou o PT,   para os caminhoneiros:


Nós não estamos  importando nenhum pouco com vocês,    danem-se , vão para o inferno.



« Última modificação: 22 de Maio de 2018, 08:47:02 por JJ »

Offline Geotecton

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2784 Online: 22 de Maio de 2018, 08:52:50 »
Mensagem do burocrata e do  governo moderno, que derrubou o PT,   para os caminhoneiros:

Nós não estamos  importando nenhum pouco com vocês,    danem-se , vão para o inferno.

Você consegue se olhar no espelho, sem passar vergonha, por continuar usando informações da esgotosfera?

E sobre o seu comentário supra: o que deve ser feito?

Reduzir impostos sobre o diesel e com isto aumentar ainda mais o déficit fiscal criado pelos petistas?

Manipular preços do diesel, para atrapalhar a Petrobrás, possivelmente aumentando o endividamento dela, como foi feito pelos petistas?

Fornecer algum crédito para os caminhoneiros, via Tesouro Nacional, e aumentar a já gigantesca dívida interna pública, que também já foi feito pelos petistas?
Foto USGS

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2785 Online: 22 de Maio de 2018, 09:11:49 »
Mensagem do burocrata e do  governo moderno, que derrubou o PT,   para os caminhoneiros:

Nós não estamos  importando nenhum pouco com vocês,    danem-se , vão para o inferno.

Você consegue se olhar no espelho, sem passar vergonha, por continuar usando informações da esgotosfera?


Eu não tenho preconceito contra  algumas fontes por causa do rótulo que alguns direitistas adversários  tentam colocar nelas.   Tal rótulo cola para  para quem  concorda  com tais adversários, como eu não concordo o rótulo não cola. 


E sobre o seu comentário supra: o que deve ser feito?

Reduzir impostos sobre o diesel e com isto aumentar ainda mais o déficit fiscal criado pelos petistas?

Medida liberal: reduzir tributos sobre o diesel.

Quanto ao déficit aumente-se o imposto de renda sobre salários acima  de 10 salário mínimos. Aproximando das alíquotas de imposto de renda cobrado em países europeus.

Pode-se aumentar também o imposto sobre herança chegando a alíquotas semelhantes às alíquotas da Inglaterra (e de outros com alíquotas mais altas sobre a herança).

Essas duas últimas não seriam medidas liberais,  mas  são alternativas que já são seguidas por países de 1° mundo, como a  Inglaterra, a França e outros países.
« Última modificação: 22 de Maio de 2018, 10:44:10 por JJ »

Offline Geotecton

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2786 Online: 22 de Maio de 2018, 10:57:29 »
Mensagem do burocrata e do  governo moderno, que derrubou o PT,   para os caminhoneiros:

Nós não estamos  importando nenhum pouco com vocês,    danem-se , vão para o inferno.
Você consegue se olhar no espelho, sem passar vergonha, por continuar usando informações da esgotosfera?
Eu não tenho preconceito contra algumas fontes por causa do rótulo que alguns direitistas adversários tentam colocar nelas. Tal rótulo cola para para quem concorda com tais adversários, como eu não concordo o rótulo não cola. 

Não se trata de rótulo e sim de verificar o histórico de confiabilidade de tais fontes, sendo que a 247 é um caso conspícuo de manipulação esquerdista.



E sobre o seu comentário supra: o que deve ser feito?

Reduzir impostos sobre o diesel e com isto aumentar ainda mais o déficit fiscal criado pelos petistas?
Medida liberal: reduzir tributos sobre o diesel.

Quanto ao déficit aumente-se o imposto de renda sobre salários acima de 10 salário mínimos. Aproximando das alíquotas de imposto de renda cobrado em países europeus.

Pode-se aumentar também o imposto sobre herança chegando a alíquotas semelhantes às alíquotas da Inglaterra (e de outros com alíquotas mais altas sobre a herança).

Essas duas últimas não seriam medidas liberais, mas são alternativas que já são seguidas por países de 1° mundo, como a Inglaterra, a França e outros países.

Ou seja, adotar uma medida liberal (baixar o imposto) e outras duas socialistas, portanto, espoliadoras (aumentar imposto sobre renda para ganhos acima de 10 salários-mínimos nacionais e sobre herança).

Nenhuma menção para reduzir as despesas de custeio do setor público, como salários e benesses absurdas.

Você é a própria definição de paradoxo.
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Offline Gaúcho

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2787 Online: 22 de Maio de 2018, 15:49:25 »
Abre o mercado. Não só petrolífero, de tudo.

Reforma fiscal. Acaba com nosso manicômio tributário, e muda o foco de imposto sobre consumo, para imposto sobre a renda. Devemos ter, no máximo, 06 tributos. Imposto sobre consumo deve ser entre 10 e 15%, no máximo.

Privatiza absolutamente tudo. Deixa o Estado se preocupar somente com segurança, saúde e educação.

Corta privilégios. Reforma previdenciária.

Já falei abre TODOS os mercados? Abre os mercados. Livre concorrência de verdade, não nossos oligopólios.

Aproveite seu país rico.
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Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2788 Online: 23 de Maio de 2018, 23:39:32 »


Mensagem do burocrata e do  governo moderno, que derrubou o PT,   para os caminhoneiros:


Nós não estamos  importando nenhum pouco com vocês,    danem-se , vão para o inferno.





Citação de: Rodrigo Constantino

Gasolina aqui na Flórida saiu de $2.30 para $2.80 em alguns meses (o galão, não o litro, que fique claro). Não teve greve. Não teve panelaço. Não teve risco de desabastecimento. Não teve exploração oportunista da esquerda e da mídia. Não há uma estatal PetroUSA monopolizando o setor, e sim livre concorrência. Sem mais.

Fonte: https://www.facebook.com/rodrigo.constantino.90/posts/1929141793772119

« Última modificação: 23 de Maio de 2018, 23:46:39 por -Huxley- »

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2789 Online: 24 de Maio de 2018, 05:50:18 »

Gasolina aqui na Flórida saiu de $2.30 para $2.80 em alguns meses (o galão, não o litro, que fique claro). Não teve greve. Não teve panelaço. Não teve risco de desabastecimento. Não teve exploração oportunista da esquerda e da mídia. Não há uma estatal PetroUSA monopolizando o setor, e sim livre concorrência. Sem mais.

Fonte: https://www.facebook.com/rodrigo.constantino.90/posts/1929141793772119



Em compensação serviços de saúde  chegam a ser    40 X     mais caros.   Isso apesar de serem  privados.





Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2790 Online: 24 de Maio de 2018, 05:55:11 »

Privatiza absolutamente tudo. Deixa o Estado se preocupar somente com segurança, saúde e educação.




E investimentos em ciência e tecnologia  como  o Estado americano faz  direta e indiretamente  em grande quantidade ?



Offline Geotecton

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2791 Online: 24 de Maio de 2018, 06:11:25 »
Gasolina aqui na Flórida saiu de $2.30 para $2.80 em alguns meses (o galão, não o litro, que fique claro). Não teve greve. Não teve panelaço. Não teve risco de desabastecimento. Não teve exploração oportunista da esquerda e da mídia. Não há uma estatal PetroUSA monopolizando o setor, e sim livre concorrência. Sem mais.

Fonte: https://www.facebook.com/rodrigo.constantino.90/posts/1929141793772119
Em compensação serviços de saúde  chegam a ser    40 X     mais caros.   Isso apesar de serem  privados.

Em muitos casos é o custo real individual (ou do serviço realizado).

É duro, mas é justo porquê não onera os demais cidadãos por causa de uma necessidade específica.
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Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2792 Online: 24 de Maio de 2018, 09:11:25 »

Gasolina aqui na Flórida saiu de $2.30 para $2.80 em alguns meses (o galão, não o litro, que fique claro). Não teve greve. Não teve panelaço. Não teve risco de desabastecimento. Não teve exploração oportunista da esquerda e da mídia. Não há uma estatal PetroUSA monopolizando o setor, e sim livre concorrência. Sem mais.

Fonte: https://www.facebook.com/rodrigo.constantino.90/posts/1929141793772119



Em compensação serviços de saúde  chegam a ser    40 X     mais caros.   Isso apesar de serem  privados.


E o que o setor de saúde americano tem a ver com relativa livre concorrência (que é o que há no setor petrolífero americano)?

Enfim, desviou do assunto, mas não refutou o ponto de Constantino. Tudo isso para defender que a culpa da crise setorial mencionada é da falta de remendos e gambiarras num sistema estatóide, ao invés de uma reforma estrutural completa que introduzisse uma (relativa) livre concorrência privada.
« Última modificação: 24 de Maio de 2018, 09:15:13 por -Huxley- »

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2793 Online: 24 de Maio de 2018, 09:20:13 »

Gasolina aqui na Flórida saiu de $2.30 para $2.80 em alguns meses (o galão, não o litro, que fique claro). Não teve greve. Não teve panelaço. Não teve risco de desabastecimento. Não teve exploração oportunista da esquerda e da mídia. Não há uma estatal PetroUSA monopolizando o setor, e sim livre concorrência. Sem mais.

Fonte: https://www.facebook.com/rodrigo.constantino.90/posts/1929141793772119



Em compensação serviços de saúde  chegam a ser    40 X     mais caros.   Isso apesar de serem  privados.


E o que o setor de saúde americano tem a ver com relativa livre concorrência (que é o que há no setor petrolífero americano)?

Enfim, desviou do assunto, mas não refutou o ponto de Constantino. Tudo isso para defender que a culpa da crise setorial mencionada é da falta de remendos e gambiarras num sistema estatóide, ao invés de uma reforma estrutural completa que introduzisse uma (relativa) livre concorrência privada.



A minha observação foi um contraponto a propaganda  de que muitos direitinhas brasileiros  deslumbrados com o país do norte fazem,  os quais constantemente estão a falar das "maravilhas"  do país do norte.




Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2794 Online: 24 de Maio de 2018, 09:33:38 »
[...] ao invés de uma reforma estrutural completa que introduzisse uma (relativa) livre concorrência privada.


Em outro tópico eu já  comuniquei  de forma bem  clara que sou a favor  da plena liberalização do mercado de petróleo e de derivados de petróleo, de modo que qualquer pessoa que quisesse poderia  de qualquer lugar do mundo, em qualquer quantidade que o mercado transportasse, comprar, importar, refinar do jeito que bem entendesse (controle de qualidade seria feito por agências privadas, isto para o consumidor que se importasse com isso, quem não se importasse não olharia para isso), vender, revender do jeito que quisesse (de preferência com tributos iguais a zero ou próximo de zero (muito pequenos tipo 1%) ).  Enfim uma extremamente ampla liberdade, sujeita apenas às forças de mercado (apenas consentiria com haver legislação contra derramamento de petróleo e derivados e  seu descarte inadequado).


Eu desconfio que nem nos Estados Unidos tem tanta liberdade quanto essa que eu defendo para estas atividades.


« Última modificação: 24 de Maio de 2018, 09:39:43 por JJ »

Offline -Huxley-

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2795 Online: 24 de Maio de 2018, 09:34:59 »

Gasolina aqui na Flórida saiu de $2.30 para $2.80 em alguns meses (o galão, não o litro, que fique claro). Não teve greve. Não teve panelaço. Não teve risco de desabastecimento. Não teve exploração oportunista da esquerda e da mídia. Não há uma estatal PetroUSA monopolizando o setor, e sim livre concorrência. Sem mais.

Fonte: https://www.facebook.com/rodrigo.constantino.90/posts/1929141793772119



Em compensação serviços de saúde  chegam a ser    40 X     mais caros.   Isso apesar de serem  privados.


E o que o setor de saúde americano tem a ver com relativa livre concorrência (que é o que há no setor petrolífero americano)?

Enfim, desviou do assunto, mas não refutou o ponto de Constantino. Tudo isso para defender que a culpa da crise setorial mencionada é da falta de remendos e gambiarras num sistema estatóide, ao invés de uma reforma estrutural completa que introduzisse uma (relativa) livre concorrência privada.



A minha observação foi um contraponto a propaganda  de que muitos direitinhas brasileiros  deslumbrados com o país do norte fazem,  os quais constantemente estão a falar das "maravilhas"  do país do norte.





E isso muda em nada a verdade de que não se deve trazer solução de remendos e gambiarras num sistema estatoide, e sim a solução petrolífera que já foi descoberta em outros países, tal como os EUA.

Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2796 Online: 03 de Junho de 2018, 09:26:25 »
E  aí a gente boa e moderna que tomou o governo em 2016:


Os 12 suspeitos: quem é quem no 'quadrilhão do PMDB' apontado pela PF


Fernanda Odilla

Da BBC Brasil em Londres



Ao concluir a investigação sobre a suposta organização criminosa formada por integrantes do grupo político conhecido como PMDB da Câmara, a Polícia Federal colocou Michel Temer no centro de dois organogramas nos quais orbitam auxiliares diretos, ex-assessores que já foram presos e aliados de longa data do presidente.


Além de Temer, apontado no relatório como alguém que tinha poder de decisão nas ações do grupo, a PF identificou outras 11 pessoas que seriam parte do que agora está sendo chamado de "quadrilhão do PMDB".


O aumentativo "quadrilhão" é uma alusão ao tamanho e ao poder dos integrantes do grupo suspeito de, entre outros crimes, organização criminosa - quando quatro ou mais pessoas se associam para o fim específico de cometer infrações penais cujas penas máximas superem quatro anos.


Direita ou esquerda? Análise de votações indica posição de partidos brasileiros no espectro ideológico
'Democracia animal': cachorros selvagens africanos espirram para 'votar' em decisões coletivas
Os investigadores dividiram os integrantes do grupo entre primeiro e segundo escalões.


"Importante frisar, antes, que tais nomes não apareceram de forma aleatória. Na verdade, diversos réus e colaboradores investigados indicam fatos relacionados aos integrantes da organização, informações obtidas justamente por fazerem parte, cada um ao seu modo, das engrenagens que mantêm em funcionamento o esquema criminoso, mas integrando os seus devidos lugares nos núcleos administrativo, financeiro e empresarial", diz o relatório da PF.


São seis os apontados como integrantes do grupo político/gerencial e, nas palavras da polícia, "há outros indivíduos com participação não tão destacada, ou hierarquicamente menos relevante no grupo do 'PMDB da Câmara'". Esse segundo grupo, continua a PF, atua como "longa manus", "orbitando e executando as decisões tomadas pelo 1º escalão."


O relatório da Polícia Federal foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e deve servir de base para o procurador-geral Rodrigo Janot oferecer provável nova denúncia contra Temer.


O presidente e principais auxiliares rechaçaram todas as suspeitas levantadas pelos investigadores. Temer disse que nunca "participou nem participa de quadrilha" - em nota divulgada nesta terça pela Presidência, afirma que "facínoras roubam do país a verdade" e que "bandidos constroem versões" em busca de imunidade ou perdão de crimes.


Confira quem é quem no primeiro e segundo escalão da organização apontada pela PF, e o que dizem os suspeitos. A BBC Brasil não conseguiu contato com os representantes legais dos citados que estão presos e com alguns dos outros suspeitos.


Michel Temer, presidente do Brasil


Além de destacar "a extensa carreira política" do presidente, a PF afirma que Temer tinha "poder de decisão nas ações do grupo do PMDB da Câmara" para indicar cargos estratégicos e articular com empresários beneficiados nos supostos esquemas ilícitos.


"E, como em toda organização criminosa, com divisão de tarefas, o presidente Michel Temer se utiliza de terceiros para executar ações sob seu controle e gerenciamento", escreveu a PF.


São atribuídos a Temer os crimes de corrupção passiva, embaraço de investigação de infração penal praticada por organização criminosa, caixa 2 eleitoral e lavagem de dinheiro. Segundo os investigadores, ele teria recebido mais de R$ 30 milhões de "vantagem".


A PF afirma que foram usados como evidências as delações do operador Lúcio Funaro e da JBS, a análise do celular do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e investigações como a que monitorou o ex-assessor de Temer, Rodrigo Rocha Loures, que recebeu uma mala com R$ 500 mil da multinacional brasileira.


Em nota divulgada pela Presidência da República, Temer nega as acusações, classificando-as de "insinuações descabidas".


"O presidente tampouco fez parte de qualquer 'estrutura com o objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública'", diz o texto.


Ao comentar a divulgação do relatório, a nota afirma que Temer "lamenta que insinuações descabidas, com intuito de tentar denegrir a honra e a imagem pública, sejam vazadas à imprensa antes da devida apreciação pela Justiça".


Moreira Franco, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência


Image caption


Moreira Franco diz que jamais participou "de qualquer grupo para a prática do ilícito" | Foto: Antonio Cruz/Ag. Brasil
Ex-deputado federal, o ministro ocupou a Decretaria de Aviação Civil no governo Dilma Rousseff entre 2013 e 2014. Foi nomeado por Temer como secretário do Programa de Parcerias de Investimentos, cargo no qual esteve entre maio de 2016 e fevereiro de 2017, quando foi promovido a ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência e passou a desfrutar de foro privilegiado.


De acordo com o relatório da PF, "há indícios de ter sido beneficiário" de um pagamento de R$ 5 milhões feito por uma construtora e que teria sido destinado a Temer. Suspeita-se que esse valor tenha sido contabilizado como caixa 2 eleitoral e refira-se a uma contrapartida dos interesses da empreiteira OAS na concessão de aeroportos, "conforme consta em relatório de análise das mensagens encontradas no celular de Eduardo Cunha".


Moreira Franco também é suspeito de ter solicitado contribuições eleitorais para o PMDB e de ter sido beneficiado com pagamentos de esquemas de propina da Caixa Econômica Federal.


O ministro nega todas as acusações e afirmou repudiar a suspeita. "Jamais participei de qualquer grupo para a prática do ilícito", disse ele, que acrescentou que vai responder "de forma conclusiva quando tiver acesso ao relatório do inquérito".


Henrique Eduardo Alves, ex-presidente da Câmara e ex-ministro do Turismo


Foi o deputado federal com maior tempo no cargo, tendo permanecido na Câmara por 44 anos, de 1971 a 2015, quando assumiu o Ministério do Turismo ainda no governo Dilma Rousseff.


Alves voltou a ocupar a mesma pasta na gestão Temer, mas acabou perdendo o cargo em junho de 2016, depois de ter o nome citado pelo ex-senador e ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado como beneficiário de R$ 1,55 milhão em propina entre 2008 e 2014.


"Devido à sua trajetória e influência no PMDB na Câmara, por vezes dividia com Eduardo Cunha a indicação de postos importantes pleiteados pelo grupo", destaca o relatório da Polícia Federal, que aponta Alves como "figura de destaque no núcleo político investigado".


O ex-ministro foi presidente da Câmara entre fevereiro de 2013 e a fevereiro de 2015.


Ele ainda é suspeito de ser beneficiário de uma offshore sediada em Cingapura, que operava, por meio de transações ilícitas, recursos que teriam sido desviados da Caixa. A PF lista valores que se aproximam dos R$ 30 milhões como "vantagem" atribuída ao ex-deputado e usa como evidências depoimentos de três colaboradores.


Alves, que está preso desde junho de 2017, é também alvo de uma operação que investiga corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas, estádio construído no Rio Grande do Norte para a Copa de 2014, realizada pela OAS.

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Geddel Vieira Lima foi preso pela segunda vez na semana passada | Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil


Geddel Vieira Lima, ex-ministro


Geddel foi deputado federal por cinco mandatos, líder do PMDB em várias ocasiões e, segundo a PF, atuava em "perfeita sintonia com Eduardo Cunha".


O relatório afirma que ele "transita entre os núcleos político e administrativo do grupo investigado, tendo sido peça fundamental na organização criminosa no período em que foi vice-presidente na Caixa", cargo que ocupou entre março de 2011 e dezembro de 2013.


No governo Temer, Geddel foi nomeado ministro da Secretaria de Governo e tinha como atribuição, nas palavras da polícia, "coordenar o relacionamento do Executivo com o Congresso". Perdeu o cargo depois de pressionar o então ministro da Cultura a liberar uma obra de seu interesse em uma área protegida de Salvador.


Geddel foi preso pela segunda vez na semana passada. A polícia encontrou as digitais do ex-ministro em notas guardadas em malas e caixas de dinheiro que, somadas, ultrapassavam os R$ 51 milhões e estavam guardadas num apartamento que estaria sendo usado por ele.


Ele é suspeito de corrupção passiva e de ter cometido fraudes para liberar recursos para diferentes empresas no período que esteve na Caixa.


Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara


Deputado federal desde 2003, foi presidente da Câmara entre fevereiro de 2015 e julho de 2016, tendo renunciado ao comando da Casa depois de ser acusado de ter recebido e administrado de forma ilegal recursos fora do país.


Para a PF, Cunha é "figura central do grupo investigado" e operador "da maior parte dos crimes praticados pela organização criminosa". No organograma da PF, ele aparece ao lado de Temer.


Além de poder de decisão, escreveram os investigadores no relatório, ele indicava pessoas para cargos estratégicos, cooptava empresários para pagamento de propinas em troca de contratos e liberação de recursos e também apresentava atos legislativos "em benefício de ações criminosas".


A polícia acredita ainda que Cunha era chefe informal do operador Lúcio Funaro, determinando quem seriam os beneficiários finais dos recursos captados sob a forma de propina pelo grupo. Diz ainda que "praticamente todos os crimes levantados levam a assinatura" do ex-deputado.


Preso desde outubro de 2016, ele já foi condenado a mais de 15 anos de prisão pelo juiz federal Sergio Moro. Planilhas apreendidas com um dos delatores sugerem que ele tenha recebido mais de R$ 130 milhões.


Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil


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Padrilha disse que só vai se pronunciar "quando e se houver acusação formal contra ele que mereça resposta" | Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil
Último integrante do "primeiro escalão" do grupo do PMDB investigado pela PF, o ex-deputado federal foi ministro da Aviação Civil em 2015, ainda no governo Dilma Rousseff, e comanda a Casa Civil desde que Temer chegou ao poder, em maio de 2016.


O nome de Padilha foi citado nas delações assinadas por executivos da Odebrecht como "suspeito de cobrar propinas em nome do PMDB e do presidente Michel Temer para financiar campanhas eleitorais".


Segundo a PF, baseando-se nas delações da Odebrecht e do operador Lúcio Funaro, o ministro teria recebido R$ 4 milhões em dois pagamentos. Contra ele pesa a suspeita de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e caixa 2.


Padilha afirmou que só irá se pronunciar "quando e se houver acusação formal contra ele que mereça resposta".

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Rocha Loures é apontado como um dos homens próximos a Temer | Foto: Divulgação


Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor de Temer


Listado como o primeiro integrante do "segundo escalão" da organização criminosa, Rocha Loures foi assessor de Temer quando ele ainda ocupava a Vice-Presidência e é suspeito de atuar como preposto do presidente.

Foi filmado após receber de um executivo do grupo J&F - controlador da JBS -, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, uma mala com R$ 500 mil em São Paulo.

Foi preso em junho e colocado em prisão domiciliar. No primeiro interrogatório à Polícia Federal, Rocha Loures preferiu ficar em silêncio.

Tadeu Filippelli, ex-assessor de Temer
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Tadeu Filippelli foi exonerado do cargo de assessor especial da Presidência em maio, depois de ser detido pela PF | Foto: José Cruz/Ag. Brasil
Ex-presidente do PMDB no Distrito Federal e ex-vice-governador, Filippelli teve o nome listado no organograma, mas seu papel não foi detalhado pela PF.


No relatório, os investigadores afirmam ser possível que vários assessores de Temer "tenham se envolvido em diversas ações suspeitas, possíveis crimes".


"Nessa condição aparece Tadeu Filippelli, figura conhecida do PMDB/DF", escreve a PF, assinalando que o peemedebista foi exonerado do cargo de assessor especial da Presidência em maio, após ser preso pela Polícia Federal, na Operação Panatenaico - que apura suposto esquema de corrupção e suspeita de superfaturamento na construção do Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. A prisão revogada no final de maio.


Sandro Mabel, ex-assessor de Temer


Ex-deputado federal, Mabel também foi assessor especial do presidente.


Segundo a PF, seria uma pessoa de "confiança de Eduardo Cunha para propor emendas e medidas provisórias". Há suspeitas de que ele tenha beneficiado uma construtora e recebido pagamentos indevidos.

Antonio Andrade, vice-governador de Minas Gerais
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Antonio Andrade foi Ministro da Agricultura | Foto: Wellington Pedro/Imprensa MG
Atual vice-governador de Minas, foi ministro da Agricultura no governo Dilma Rousseff, cargo que ocupou, segundo a PF, por indicação direta de Temer.


Andrade também comandou a bancada do PMDB mineiro na Câmara quando atuava como deputado federal.


Para a PF, ele tem "posição de destaque nos fatos investigados". É suspeito de ter participado da edição de atos no Ministério da Agricultura para favorecer a JBS que, em troca, teria pago R$ 7 milhões a integrantes do grupo do PMDB investigado pela PF.


José Yunes, ex-assessor de Temer


A PF diz não ter identificado atividade partidária do suspeito, mas o identifica como amigo de longa data de Temer, que o nomeou como assessor especial.


Nas palavras dos investigadores, Yunes "foi arrastado pelo maremoto provocado pelas delações da Odebrecht". O escritório dele foi um dos endereços indicados para a entrega de R$ 10 milhões que a empreiteira diz ter dado ao PMDB.


Depois de ter o nome citado, ele foi exonerado do cargo no governo.


Lúcio Vieira Lima, deputado federal


Irmão de Geddel, Vieira Lima é suspeito de atuar no Congresso para favorecer interesses de grandes construtoras em troca de doações de campanha.

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Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2797 Online: 03 de Junho de 2018, 09:29:15 »
E três dos citados foram ministros do governo Dilmão.


Offline JJ

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2798 Online: 03 de Junho de 2018, 09:30:28 »
Vocês têm que concordar que o governo Dilma baixou o padrão para um nível em que qualquer outro governo surpreenderia positivamente. :lol:

Foi mesmo.

Quero ver se ele vai mesmo seguir a linha do Macri, se a situação melhorar será a última pá de terra na cova do Lulla.




Parece que as coisas não deram certo nem para o Macrinho  nem para o  teminho . 



Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Governo Temer/Pós Dilma
« Resposta #2799 Online: 03 de Junho de 2018, 09:35:23 »
Depois do que os governos esquerdinhas fizeram na AL tudo é lucro.

Sorte de argentinos e brasileiros que não precisam limpar a bunda com sabugo de milho como na Venezuela.


 

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