Autor Tópico: Liberalismo  (Lida 11428 vezes)

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Offline JJ

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Re:Liberalismo
« Resposta #400 Online: 04 de Julho de 2018, 11:19:11 »
Atualmente   Estadão   USA   e  a  caminho   Estadão   China.



E quando bem entender um  Estadão Poderosão Grandão e Fortão   os detonará em nano segundos.

 8-)


Caro JJ.

Você abusa no uso deste tipo de linguagem, e com isto cansa - e irrita - os seus interlocutores.

Então vou adverti-lo pela última vez para que pare com isto.



Este post  já foi de vários dias atrás.  Se reparar  eu  já  parei  desde  uma  advertência anterior  de vários dias atrás noutro tópico.  Então, não  é  necessário  reiterar advertência.


« Última modificação: 04 de Julho de 2018, 11:23:44 por JJ »

Offline Geotecton

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Re:Liberalismo
« Resposta #401 Online: 04 de Julho de 2018, 11:25:19 »
Atualmente   Estadão   USA   e  a  caminho   Estadão   China.


E quando bem entender um  Estadão Poderosão Grandão e Fortão   os detonará em nano segundos.

 8-)


Caro JJ.

Você abusa no uso deste tipo de linguagem, e com isto cansa - e irrita - os seus interlocutores.

Então vou adverti-lo pela última vez para que pare com isto.
Este post  já foi de vários dias atrás.  Se reparar  eu  já  parei  desde  uma  advertência anterior  de vários dias atrás noutro tópico.  Então, não  é  necessário  reiterar advertência.

Ok.

Ótimo que você alterou o seu comportamento.

Mas como foi uma advertência e não uma punição, mantenho o que foi escrito.
Foto USGS

Offline JJ

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Re:Liberalismo
« Resposta #402 Online: 07 de Julho de 2018, 14:33:14 »

Liberalismo puro é a incivilização, diz Alckmin


Apontado como pré-candidato à Presidência no ano que vem, governador de São Paulo tenta resgatar os valores originais social-democratas do PSDB apostando no investimento em políticas sociais

 
         
Ricardo Galhardo, O Estado de S.Paulo

23 Outubro 2017 | 14h10

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, apontado como pré-candidato do PSDB à Presidência da República, disse, em encontro com o grupo tucano PSDB Esquerda Pra Valer, na quinta-feira, 19, que o “liberalismo completo” se contrapõe aos príncípios civilizatórios.

“O laissez-fair, o liberalismo completo, é a incivilização. Porque é o grande comer o pequeno. O rico esmaga o pobre”, disse o governador.


Conforme o Estado noticiou, Alckmin tenta resgatar os valores originais social-democratas do PSDB apostando no investimento em políticas sociais. Os objetivos são se distinguir de pré-candidatos com discursos de direita como o prefeito João Doria (PSDB), o ministro da Fazenda Henrique Meirelles e o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e herdar os votos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva caso o petista seja impedido de disputar as eleições do ano que vem.


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) Foto: Felipe Rau/Estadão
No encontro da semana passada, o governador falou claramente em social-democracia e destacou a importância de buscar o equilíbrio entre a economia de mercado e os programas sociais.

“Não tem economia moderna sem consumo nem salário ou renda. Não existe isso. Nós temos que ter um foco na inovação e outro na questão social. Aí vem a social-democracia”, disse Alckmin.

Segundo o governador, a política de livre mercado pura “contrapõe a questão civilizatória”.

“Você contrapõe a questão civilizatória porque você tem que ter regras de convício social. O grande não pode pisar em cima do pequeno. Tem que ter um mínimo de regras”, afirmou.

Depois de 13 anos à frente do governo de São Paulo, Alckmin iniciou um movimento calculado de volta às origens. De olho no voto petista em um eventual segundo turno presidencial sem a participação do ex-presidente Lula, o tucano tem reforçado o discurso socialdemocrata e intensificado programas e obras direcionados a eleitores mais pobres, que tradicionalmente não votariam em um candidato de direita.

A estratégia está alinhada com o perfil do eleitorado que Alckmin deseja ampliar seu alcance. Segundo a última pesquisa Datafolha, 43% das pessoas que revelam intenção em votar no governador paulista já se concentram na faixa de renda mais baixa, de até dois salários mínimos.

Na semana passada, em meio ao polêmico anúncio feito por Doria de que passaria a produzir e distribuir aos pobres um granulado nutricional feito a partir de alimentos próximos do prazo de validade que seriam descartados pela indústria ou comércio - em ação criticada oficialmente pelo Conselho Regional de Nutricionistas de São Paulo -, militantes tucanos pró-Alckmin começaram a compartilhar, via WhatsApp, notícias sobre o Programa Bom Prato, que comemora 17 anos. O comentário geral era que enquanto o governo estadual serve pratos com arroz, feijão, salada, carne e fruta, por R$ 1, Doria dá “ração humana”.

O discurso socialdemocrata de Alckmin recebeu aplausos entusiasmados da platéia que contou com a presença do presidente do Instituto Teotônio Vilela, José Aníbal, os deputados federais Eduardo Barbosa (MG) e Otávio Leite (RJ), os deputados estaduais de São Paulo Antonio de Sousa Ramalho e Carlos Bezerra Jr., o prefeito de Aguaí Alexandre Araújo, a vereadora paulistana Patrícia Bezerra, e o ex-ministro do trabalho Walter Barelli, além do coordenador do movimento PSDB Esquerda Pra Valer, Fernando Guimarães.


https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,liberalismo-puro-e-a-incivilizacao-diz-alckmin,70002057176


Offline Buckaroo Banzai

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Re:Liberalismo
« Resposta #403 Online: 07 de Julho de 2018, 16:34:20 »
SOCIALISTAS FABIANOS TIRANDO AS MÁSCARAS E REVELANDO A VERDADEIRA FACE COMUNISTA!!!!!!!!11

NOSSO BOM DEUS NÃO PERMITIRÁ QUE ELES SE ELEJAM E CONTINUEM PROMOVENDO O COMUNISMO E O GLOBALISMO NO PAÍS, OS PLANOS ATEUS DA ONU HÃO DE SER FRUSTRADOS POR TRUMP E BOLSONARO!!!11111111

CHEGA DE COMUNISMO!!!1 CHEGA DE IDEOLOGIA DE GÊNERO!!!1111

ESTÁ NA HORA DE RE-INVERTER OS VALORES!!!!!1111 QUE OS COMUNISTAS QUEIMEM NO INFERNO E QUE DEUS ABENÇOE A TODOS OUTROS!!111111

Offline -Huxley-

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Re:Liberalismo
« Resposta #404 Online: 09 de Julho de 2018, 23:31:00 »
Eu lembrei da proposta de desnacionalização do dinheiro por meio de moedas privadas de Friedrich Hayek, que dizia ter perdido a esperança de ter segurança na responsabilidade dos governos de proteger o poder de compra da moeda local. Eu percebi que, ao contrário do que muitos pensam, essa não é uma ideia jamais experimentada. A Suíça que o diga:

Citar
No século 19, diversos cantões adotaram o free banking (sistema bancário inteiramente desregulamentado), onde a livre entrada, circulação e emissão de moeda privada eram permitidos mas, com a nova regulação bancária de 1881, tal sistema foi extinto.[3] [4]

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_da_Su%C3%AD%C3%A7a

Ademais, no mundo contemporâneo recente, a ideia de o banco central ter concorrência também já foi testada:

Citar

Desde o ano 2000, todos os peruanos são livres para utilizar duas moedas que concorrem entre si: o nuevo sol peruano e o dólar americano.  Essas duas moedas são de livre circulação no país, o que significa que, na prática, o país está sob um sistema de moedas paralelas e concorrenciais.

(...)
E os resultados para o Peru têm sido espetaculares: ao longo dos últimos 10 anos, a taxa média anual de inflação de preços, em termos de sois, foi de apenas 2,5%. (A do Brasil, neste mesmo período, foi de 6,5%.)

Fonte: https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2089

O Zimbábue, que já passou por uma hiperinflação há não muito tempo, também adotou uma solução semelhante a do Peru.

Citar
A Economia do Zimbabwe sofreu com severa hiperinflação até 2009, apresentando quedas do Produto Interno Bruto sucessivas durante anos. A sua moeda até a época, o Dólar zimbabuano, representada pela símbolo Z$, desvalorizava-se a taxas oficiais de 4500% ao mês,[4] e extra-oficiais de 9000%. Em 2009 o país adotou o dólar americano como moeda, além de permitir o uso de moedas dos países vizinhos, como o pula de Botswana e o rand da África do Sul.[3]

(...)

Estatísticas

Inflação (IPC)   8,3% (2012)

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_do_Zimbabwe

Ademais, ao longo de diferentes séculos e milênios, a humanidade testou o sistema monetário do padrão-ouro de forma espontânea. Seria interessante saber o que aconteceria se, ao invés de a solução peruana do duopólio "moeda do BC local/dólar americano" existir, fosse testado um duopólio "moeda do BC local/moeda privada com lastro em ouro".
« Última modificação: 09 de Julho de 2018, 23:40:41 por -Huxley- »

Offline Buckaroo Banzai

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Re:Liberalismo
« Resposta #405 Online: 10 de Julho de 2018, 14:27:55 »
Se não me engano, Hayek tinha uma visão que destoa um pouco de muitos libertários atuais sobre isso de moedas concorrentes, preferindo um controle mais restritivo de emissão de moeda (e crédito?), argumentando algo nas linhas de que o interesse da "casa da moeda privada" e de bancos será sempre de aumentar a emissão de moedas (e/ou crédito). :hein:

Offline Gauss

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Re:Liberalismo
« Resposta #406 Online: 10 de Julho de 2018, 19:59:41 »
Se não me engano, Hayek tinha uma visão que destoa um pouco de muitos libertários atuais sobre isso de moedas concorrentes, preferindo um controle mais restritivo de emissão de moeda (e crédito?), argumentando algo nas linhas de que o interesse da "casa da moeda privada" e de bancos será sempre de aumentar a emissão de moedas (e/ou crédito). :hein:
Hayek e Friedman defendiam um controle forte na emissão da moeda para evitar inflação.* Mas isso não impede que Hayek fosse favorável a modelos de concorrência monetária, desde que a emissão de tais moedas acompanhassem a demanda.

https://www.margaretthatcher.org/document/114503



Huxley, esse modelo peruano não é similar ao argentino adotado por Menem nos anos 1990?
“A matemática é a rainha das ciências.”
Carl Friedrich Gauss.

Offline -Huxley-

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Re:Liberalismo
« Resposta #407 Online: 10 de Julho de 2018, 22:12:57 »
Se não me engano, Hayek tinha uma visão que destoa um pouco de muitos libertários atuais sobre isso de moedas concorrentes, preferindo um controle mais restritivo de emissão de moeda (e crédito?), argumentando algo nas linhas de que o interesse da "casa da moeda privada" e de bancos será sempre de aumentar a emissão de moedas (e/ou crédito). :hein:
Hayek e Friedman defendiam um controle forte na emissão da moeda para evitar inflação.* Mas isso não impede que Hayek fosse favorável a modelos de concorrência monetária, desde que a emissão de tais moedas acompanhassem a demanda.

https://www.margaretthatcher.org/document/114503



Huxley, esse modelo peruano não é similar ao argentino adotado por Menem nos anos 1990?

O modelo cambial argentino dessa época que você se refere era o currency board. A taxa de câmbio peso argentino/dólar ficava constante em 1,00, o que caracterizava regime de câmbio fixo puro. Já no Peru, em 2002, adotou-se a flutuação, que passou a ser administrada, e não mais independente. Um peruano poder usar livremente dólar ao invés de Novo Sol não significa que a taxa de câmbio seja fixa ou rígida. O caso do Peru é considerado regime cambial flexível e há regime de metas de inflação lá. Já o regime de câmbio fixo puro significa o fim da discricionariedade na política monetária; a variação da base monetária é completamente passiva.
« Última modificação: 10 de Julho de 2018, 22:17:41 por -Huxley- »

Offline Gauss

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Re:Liberalismo
« Resposta #408 Online: 10 de Julho de 2018, 22:22:30 »
Se não me engano, Hayek tinha uma visão que destoa um pouco de muitos libertários atuais sobre isso de moedas concorrentes, preferindo um controle mais restritivo de emissão de moeda (e crédito?), argumentando algo nas linhas de que o interesse da "casa da moeda privada" e de bancos será sempre de aumentar a emissão de moedas (e/ou crédito). :hein:
Hayek e Friedman defendiam um controle forte na emissão da moeda para evitar inflação.* Mas isso não impede que Hayek fosse favorável a modelos de concorrência monetária, desde que a emissão de tais moedas acompanhassem a demanda.

https://www.margaretthatcher.org/document/114503



Huxley, esse modelo peruano não é similar ao argentino adotado por Menem nos anos 1990?

O modelo cambial argentino dessa época que você se refere era o currency board. A taxa de câmbio peso argentino/dólar ficava constante em 1,00, o que caracterizava regime de câmbio fixo puro. Já no Peru, em 2002, adotou-se a flutuação, que passou a ser administrada, e não mais independente. Um peruano poder usar livremente dólar ao invés de Novo Sol não significa que a taxa de câmbio seja fixa ou rígida. O caso do Peru é considerado regime cambial flexível e há regime de metas de inflação lá. Já o regime de câmbio fixo puro significa o fim da discricionariedade na política monetária; a variação da base monetária é completamente passiva.
Ah, ok. Esclarecido. :ok:
“A matemática é a rainha das ciências.”
Carl Friedrich Gauss.

Offline -Huxley-

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Re:Liberalismo
« Resposta #409 Online: 10 de Julho de 2018, 22:24:28 »
Se não me engano, Hayek tinha uma visão que destoa um pouco de muitos libertários atuais sobre isso de moedas concorrentes, preferindo um controle mais restritivo de emissão de moeda (e crédito?), argumentando algo nas linhas de que o interesse da "casa da moeda privada" e de bancos será sempre de aumentar a emissão de moedas (e/ou crédito). :hein:

Toda a opinião de Hayek sobre isso está toda exposta num livro que ele escreveu sobre o assunto: https://mises-media.s3.amazonaws.com/Denationalisation%20of%20Money%20The%20Argument%20Refined_5.pdf?file=1&type=document

Uma análise do resumo da opinião dele expressa no livro mostra que sua posição é considerada mais radical até do que a de Rothbard: https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=232
« Última modificação: 11 de Julho de 2018, 00:45:04 por -Huxley- »

Offline -Huxley-

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Re:Liberalismo
« Resposta #410 Online: 10 de Julho de 2018, 23:18:11 »
Saiu uma reportagem na Scientific American Brasil de março de 2018 sobre o surgimento de uma criptomoeda chamada TradeCoin. Diferentemente do Bitcoin, que não tem valor intríseco, ela é uma criptomoeda que tem lastro em um cesta de bens fornecidas por patrocinadores.

Tim Harford apresenta uma ideia interessante sobre o Bitcoin no livro O Economista Clandestino Ataca Novamente!. O Bitcoin não é moeda. Isso acontece porque ele não cumpre o papel de unidade de conta, que é ser o referencial das trocas, o instrumento pelo qual as mercadorias são cotadas. Você não vê gente por aí mencionando nível ou variação de preços de importantes bens em Bitcoins. Isso acontece porque o Bitcoin, durante toda a sua história, foi e ainda é um ativo muito volátil. Portanto, ele é melhor descrito como um ativo de risco. Se ele é um bom investimento ou não, aí é outra história.


Vejam que o artigo de Robert Murphy do Instituto Mises trata de uma solução de mercado imaginada que é semelhante a da criptomoeda TradeCoin. A TradeCoin conseguiria sucesso naquilo que o Bitcoin fracassou até o presente momento, que é cumprir o papel de unidade de conta. Não sei como andam os esforços para por o plano em prática atualmente.

Apesar do domínio histórico do ouro no papel de moeda, é interessante notar que Harford observou que a moeda estatal dólar conseguiu cumprir o papel de unidade de conta melhor até do que o ouro em tempos recentes. Contribuiu para isso o fim do padrão ouro na economia internacional. Há quem atribua certos problemas macroeconômicos enfrentados por determinados países-potências no passado ao padrão ouro, o que supostamente explicaria seu abandono. Harford foi uma dessas pessoas.

Portanto, a resposta sobre "Qual é o melhor sistema monetário?" não me parece óbvia. Minha utopia seria que moeda estatal forte (dólar, euro), moeda privada lastreada em ouro e moeda privada estilo "TradeCoin" entrassem em competição até que o teste do tempo eliminasse a dúvida sobre qual é o sistema superior.
« Última modificação: 10 de Julho de 2018, 23:31:38 por -Huxley- »

Offline JJ

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Re:Liberalismo
« Resposta #411 Online: Ontem às 17:31:34 »

Carga tributária como percentual do PIB (2012, Heritage)


Bolívia   27.0

Brasil   34   

Nova Zelândia   34.5   

Paraguai   12.0

Peru   15.1

Chile   18.6

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_carga_tribut%C3%A1ria



« Última modificação: Ontem às 17:45:25 por JJ »

 

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