Autor Tópico: Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB  (Lida 27577 vezes)

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Offline Johnny Cash

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #425 Online: 11 de Junho de 2017, 18:18:45 »
É muito engraçado que ainda existam esses Bots petistas que não acham que o Lula e a Dilma sejam representantes da Elite, que ainda desejem levar a frente qualquer boa ideia de estrutura para o país.

Bom, não que achem isso de verdade, mas que repliquem essas coisas.

Em que mundo voce está? No fórum cético? de cético não sobra nada.

Eu tenho um pouco de dificuldade pra entender essa pergunta.

Não sobra nada de cético onde? No fórum ou em mim?

É engraçado que essa pergunta venha logo de você, talvez assumidamente crente na palavra de determinadas autoridades e entidades.


Existem milhares de brasileiros que acreditam em Dilma e Lula sim. Absurdo? Realidade?

É uma realidade E absurda, no sentido de "absurdo" construído por Albert Camus.

Com tristeza, temos que admitir, não da de toda forma pra ser diferente. Com um povo totalmente apegado a um estilo de vida religioso e da defesa constante a times de futebol (independente de qualquer coisa que aconteça), por pura necessidade de sensação de pertencimento a grupos e daí construção de identidades.

Meio óbvio que teremos pra sempre gente com muita fé nessas figuras políticas a ponto de enxergar Lula como pobre, Dilma como pessoa oprimida e Gleisi Hoffman como negra e pobre. Óbvio e triste. E essas crenças se dão apenas pq a cartilha assim define que é.

Absurdo é viver em seu mundinho na internet lendo apenas o que gosta.
Se Lula voltar em 2018... 'meu mundo caiu"... não, meu caro. O golpe está se desmoronando.

Muito engraçado gente falando em tom esquisito sobre supostos "mundinhos alheios na internet" enquanto discute nesse próprio mundinho de internet.  :hihi:

Se Lula voltar em 2018 não acho que vá mudar tanta coisa. O que temos em mãos, hoje, é apenas a continuidade prática da mesma chapa Lulística, por exemplo, que atua constantemente pra manutenção de poder e auto-favorecimento. Não temos grandes planos estruturais sendo levados à frente para emancipação do povo.

A coisa continuaria catastrófica. Não tendo a aplaudir isso, não. Por isso acho muito engraçada a atuação desses Bots internéticos.

"Não sobra nada de cético onde? No fórum ou em mim?"

Ás vezes é necessário um contraponto para voce refletir sobre isso. está sendo cético mesmo?

"É uma realidade E absurda, no sentido de "absurdo" construído por Albert Camus."

Absolutamente não. O conceito de absurdo em Camus é existencial. A vida faz sentido? O mundo faz sentido? Resumindo, são essas as questões. A questão que coloco é que existem milhares de pessoas que não pensam como voce. É absurdo isso? Essa pessoas acreditam em coisas que voce acha absurdo. É absurdo isso?

"É muito engraçado que ainda existam esses Bots petistas que não acham que o Lula e a Dilma sejam representantes da Elite, que ainda desejem levar a frente qualquer boa ideia de estrutura para o país."

Não é engraçado não, é fato. Mas o fato não é a verdade, ou o real. Existem sim, meu caro, pessoas - e milhares delas- que acreditam em Dilma e Lula e outro que voce rechaça. Procure entender isso. E entender não é aceitar, não é ser conivente.

Podemos estar errados, é o risco. Até o momento não sentimos que estamos. Os que foram para as ruas e disseram "somos todos Cunha", talvez tenham sentido o erro, ou não.

A política é dinâmica, é mudança, renovação, conservação... é nossa sociedade.   
"

Esse ponto de "entenda que tem gente que não pensa como você" é bizarro.

O conceito abordado de absurdo em Camus não é apenas o existencial.

E eu acho muito engraçado religiosos em geral, pq não deveria? Mas eu os acho perigosos, também. Eles existirem aos milhares não valida nada o argumento e o panfleto deles.

Cunha está preso. Antes de ser preso, recebeu várias vezes as entidades às quais você paga tributo tentaram foram la chorar as mágoas e tentar se salvar junto a ele.

Taí mais um que daqui a pouco vai repetir aqui que a Gleisi Hoffman é pobre e negra.

Offline Hugo

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #426 Online: 11 de Junho de 2017, 18:20:39 »
Em que mundo voce está? No fórum cético? de cético não sobra nada.

Existem milhares de brasileiros que acreditam em Dilma e Lula sim. Absurdo? Realidade?

Falta de ceticismo.

Pode ser. Mas é real.

Tal como o catolicismo.

Tal como aqui.
"O medo de coisas invisíveis é a semente natural daquilo que todo mundo, em seu íntimo, chama de religião". (Thomas Hobbes, Leviatã)

Offline Johnny Cash

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #427 Online: 11 de Junho de 2017, 18:21:47 »
Quando o PDMB, seguido por Temer, retirou o apoio a Serra e o levou para Dilma, esse Hugo aí comemorou.

É sintomático? Sim.

Offline Hugo

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #428 Online: 11 de Junho de 2017, 18:25:21 »
"Esse ponto de "entenda que tem gente que não pensa como você" é bizarro.

O conceito abordado de absurdo em Camus não é apenas o existencial.

E eu acho muito engraçado religiosos em geral, pq não deveria? Mas eu os acho perigosos, também. Eles existirem aos milhares não valida nada o argumento e o panfleto deles.

Cunha está preso. Antes de ser preso, recebeu várias vezes as entidades às quais você paga tributo tentaram foram la chorar as mágoas e tentar se salvar junto a ele.

Taí mais um que daqui a pouco vai repetir aqui que a Gleisi Hoffman é pobre e negra."

-------

O conceito de absurdo em Camus é existencial, ou me mostre o contrário.
O conceito de "religioso" que voce aplica, não me atinge: sou ateu. Afinal, é por isso que estamos aqui neste fórum... ou mudou?
Se é outro conceito... tudo bem.
Qual a relação de Cunha com a esquerda? Com o PT? Em toda vida política dele. Mas não me venha com fotos.


« Última modificação: 11 de Junho de 2017, 18:28:56 por Hugo »
"O medo de coisas invisíveis é a semente natural daquilo que todo mundo, em seu íntimo, chama de religião". (Thomas Hobbes, Leviatã)

Offline Hugo

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #429 Online: 11 de Junho de 2017, 18:27:45 »
Quando o PDMB, seguido por Temer, retirou o apoio a Serra e o levou para Dilma, esse Hugo aí comemorou.

É sintomático? Sim.

Voce não entende nada de política. Coligações não são com pessoas, e sim com partidos. No mundo todo, todo, a democracia vive assim.
Mostre-me coisa diferente.
« Última modificação: 11 de Junho de 2017, 18:29:53 por Hugo »
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Offline Johnny Cash

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #430 Online: 11 de Junho de 2017, 18:30:48 »
Típico de quem defende um status quo terrível para o povo. Tal como faziam para defender a continuidade da escravidão, como fazem no oriente médio para continuar diminuindo as mulheres e outras práticas.

Offline Johnny Cash

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #431 Online: 11 de Junho de 2017, 18:34:57 »


O conceito de absurdo em Camus é existencial, ou me mostre o contrário.

E adianta te mostrar qualquer coisa?

De toda forma, em diversas passagens Camus aborda o absurdo como a necessidade de viver levando em conta e sabendo da existência de contradições. Existenciais ou não.

O conceito de "religioso" que voce aplica, não me atinge: sou ateu. Afinal, é por isso que estamos aqui neste fórum... ou mudou?


O seu comportamento é o mesmo de um religioso comum. Ou o de torcedor de futebol comum. Ou de vendedor de esquema de pirâmide. Me parece que você junta várias desses características que apontam para o fanatismo e comportamento de grupo.

Num parece?

Bom, para a pergunta sobre o motivo de estarmos aqui no fórum, diga por você. Eu estou aqui por bem mais do que ateísmo.

Offline Hugo

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #432 Online: 11 de Junho de 2017, 18:36:42 »
Típico de quem defende um status quo terrível para o povo. Tal como faziam para defender a continuidade da escravidão, como fazem no oriente médio para continuar diminuindo as mulheres e outras práticas.

Não disse nada. "Locutus sum nihil"
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Offline Hugo

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #433 Online: 11 de Junho de 2017, 18:39:52 »


O conceito de absurdo em Camus é existencial, ou me mostre o contrário.

E adianta te mostrar qualquer coisa?

De toda forma, em diversas passagens Camus aborda o absurdo como a necessidade de viver levando em conta e sabendo da existência de contradições. Existenciais ou não.

O conceito de "religioso" que voce aplica, não me atinge: sou ateu. Afinal, é por isso que estamos aqui neste fórum... ou mudou?


O seu comportamento é o mesmo de um religioso comum. Ou o de torcedor de futebol comum. Ou de vendedor de esquema de pirâmide. Me parece que você junta várias desses características que apontam para o fanatismo e comportamento de grupo.

Num parece?

Bom, para a pergunta sobre o motivo de estarmos aqui no fórum, diga por você. Eu estou aqui por bem mais do que ateísmo.

Já vi que não conhece Camus, mas tudo bem.

"O seu comportamento é o mesmo de um religioso comum. Ou o de torcedor de futebol comum. Ou de vendedor de esquema de pirâmide. Me parece que você junta várias desses características que apontam para o fanatismo e comportamento de grupo."

Típico de quem quer fugir ao argumento. "ad hominem".

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Offline Geotecton

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #434 Online: 11 de Junho de 2017, 19:01:25 »
Quando o PDMB, seguido por Temer, retirou o apoio a Serra e o levou para Dilma, esse Hugo aí comemorou.

É sintomático? Sim.

Voce não entende nada de política. Coligações não são com pessoas, e sim com partidos. No mundo todo, todo, a democracia vive assim.
Mostre-me coisa diferente.

Engraçado isto que você escreveu sobre coligações.

A laia petista criticava FHC quando este se aliou ao que havia de pior na direita para poder governar, chamando-o por impropérios aqui impublicáveis.

Quando a laia petista se aliou a pessoas e grupos muito piores, foi pela governabilidade.

E antes que você tenha um ataque de amnésia seletiva, quem armou, comandou e desfrutou da maior parte do esquema de corrupção, desvio, fraude e pilhagem do setor público foi o PT e os seus membros, desde a ralé até a alta cúpula, em especial o líder da seita.
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Offline Johnny Cash

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #435 Online: 11 de Junho de 2017, 19:04:27 »
É tudo muito sintomático, Geo.

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #436 Online: 11 de Junho de 2017, 19:50:58 »
Quando o PDMB, seguido por Temer, retirou o apoio a Serra e o levou para Dilma, esse Hugo aí comemorou.

É sintomático? Sim.

Voce não entende nada de política. Coligações não são com pessoas, e sim com partidos. No mundo todo, todo, a democracia vive assim.
Mostre-me coisa diferente.

Engraçado isto que você escreveu sobre coligações.

A laia petista criticava FHC quando este se aliou ao que havia de pior na direita para poder governar, chamando-o por impropérios aqui impublicáveis.

Quando a laia petista se aliou a pessoas e grupos muito piores, foi pela governabilidade.

E antes que você tenha um ataque de amnésia seletiva, quem armou, comandou e desfrutou da maior parte do esquema de corrupção, desvio, fraude e pilhagem do setor público foi o PT e os seus membros, desde a ralé até a alta cúpula, em especial o líder da seita.

Sobre coligações tem esse artigo aqui,

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-62762009000200006&script=sci_arttext&tlng=ES

Realmente coligações são com partidos, das quais os interesses daqueles que o lideram, resultam na compra de cargos com o objetivo do apoio legislativo. Porque não é possível levar os projetos para frente sem apoio partidário.


Me lembrou sobre o Enes, os ataques petistas e a mídia com seus retardados de plantão.


Offline Hugo

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #437 Online: 11 de Junho de 2017, 20:13:30 »
Quando o PDMB, seguido por Temer, retirou o apoio a Serra e o levou para Dilma, esse Hugo aí comemorou.

É sintomático? Sim.

Voce não entende nada de política. Coligações não são com pessoas, e sim com partidos. No mundo todo, todo, a democracia vive assim.
Mostre-me coisa diferente.

Engraçado isto que você escreveu sobre coligações.

A laia petista criticava FHC quando este se aliou ao que havia de pior na direita para poder governar, chamando-o por impropérios aqui impublicáveis.

Quando a laia petista se aliou a pessoas e grupos muito piores, foi pela governabilidade.

E antes que você tenha um ataque de amnésia seletiva, quem armou, comandou e desfrutou da maior parte do esquema de corrupção, desvio, fraude e pilhagem do setor público foi o PT e os seus membros, desde a ralé até a alta cúpula, em especial o líder da seita.

Sobre coligações tem esse artigo aqui,

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-62762009000200006&script=sci_arttext&tlng=ES

Realmente coligações são com partidos, das quais os interesses daqueles que o lideram, resultam na compra de cargos com o objetivo do apoio legislativo. Porque não é possível levar os projetos para frente sem apoio partidário.


Me lembrou sobre o Enes, os ataques petistas e a mídia com seus retardados de plantão.



Se acham que coligações são atos demoníacos, não se faz política. Podemos, sim, condenar certa coligação. Faz parte da política. Na democracia representativa não há como governar sem coligações. A não ser que um partido obtenha maioria no congresso e senado. Algo que até o momento não ocorreu em nenhuma democracia (salvo minha ignorância).
Coligações ou alianças se fazem com diferentes; entre iguais nem podem ser alianças políticas.
Não fazer alianças é achar que é dono da verdade na política e os outros não representam ninguém.
O que ocorre é uma deturpação deste tema, visto que nossas alianças são - na maioria - pragmáticas e não programáticas.
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Offline Geotecton

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #438 Online: 11 de Junho de 2017, 20:35:03 »
Quando o PDMB, seguido por Temer, retirou o apoio a Serra e o levou para Dilma, esse Hugo aí comemorou.

É sintomático? Sim.

Voce não entende nada de política. Coligações não são com pessoas, e sim com partidos. No mundo todo, todo, a democracia vive assim.
Mostre-me coisa diferente.

Engraçado isto que você escreveu sobre coligações.

A laia petista criticava FHC quando este se aliou ao que havia de pior na direita para poder governar, chamando-o por impropérios aqui impublicáveis.

Quando a laia petista se aliou a pessoas e grupos muito piores, foi pela governabilidade.

E antes que você tenha um ataque de amnésia seletiva, quem armou, comandou e desfrutou da maior parte do esquema de corrupção, desvio, fraude e pilhagem do setor público foi o PT e os seus membros, desde a ralé até a alta cúpula, em especial o líder da seita.

Sobre coligações tem esse artigo aqui,

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-62762009000200006&script=sci_arttext&tlng=ES

Realmente coligações são com partidos, das quais os interesses daqueles que o lideram, resultam na compra de cargos com o objetivo do apoio legislativo. Porque não é possível levar os projetos para frente sem apoio partidário.


Me lembrou sobre o Enes, os ataques petistas e a mídia com seus retardados de plantão.



Se acham que coligações são atos demoníacos, não se faz política. Podemos, sim, condenar certa coligação. Faz parte da política. Na democracia representativa não há como governar sem coligações. A não ser que um partido obtenha maioria no congresso e senado. Algo que até o momento não ocorreu em nenhuma democracia (salvo minha ignorância).
Coligações ou alianças se fazem com diferentes; entre iguais nem podem ser alianças políticas.
Não fazer alianças é achar que é dono da verdade na política e os outros não representam ninguém.
O que ocorre é uma deturpação deste tema, visto que nossas alianças são - na maioria - pragmáticas e não programáticas.

Em 1994 e 1998 você apoiou ou condenou as alianças feitas pelo senhor Cardoso e seu partido?
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Offline Sposigor

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #439 Online: 11 de Junho de 2017, 20:49:38 »
Quando o PDMB, seguido por Temer, retirou o apoio a Serra e o levou para Dilma, esse Hugo aí comemorou.

É sintomático? Sim.

Voce não entende nada de política. Coligações não são com pessoas, e sim com partidos. No mundo todo, todo, a democracia vive assim.
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Engraçado isto que você escreveu sobre coligações.

A laia petista criticava FHC quando este se aliou ao que havia de pior na direita para poder governar, chamando-o por impropérios aqui impublicáveis.

Quando a laia petista se aliou a pessoas e grupos muito piores, foi pela governabilidade.

E antes que você tenha um ataque de amnésia seletiva, quem armou, comandou e desfrutou da maior parte do esquema de corrupção, desvio, fraude e pilhagem do setor público foi o PT e os seus membros, desde a ralé até a alta cúpula, em especial o líder da seita.

Sobre coligações tem esse artigo aqui,

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-62762009000200006&script=sci_arttext&tlng=ES

Realmente coligações são com partidos, das quais os interesses daqueles que o lideram, resultam na compra de cargos com o objetivo do apoio legislativo. Porque não é possível levar os projetos para frente sem apoio partidário.


Me lembrou sobre o Enes, os ataques petistas e a mídia com seus retardados de plantão.



Se acham que coligações são atos demoníacos, não se faz política. Podemos, sim, condenar certa coligação. Faz parte da política. Na democracia representativa não há como governar sem coligações. A não ser que um partido obtenha maioria no congresso e senado. Algo que até o momento não ocorreu em nenhuma democracia (salvo minha ignorância).
Coligações ou alianças se fazem com diferentes; entre iguais nem podem ser alianças políticas.
Não fazer alianças é achar que é dono da verdade na política e os outros não representam ninguém.
O que ocorre é uma deturpação deste tema, visto que nossas alianças são - na maioria - pragmáticas e não programáticas.


Só pra efeito de observação, vou postar aqui a conclusão do artigo que postei.


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Conclusão

A participação mais ativa da cúpula da justiça eleitoral na organização e na gestão da competição política no Brasil revela seu perfil oscilante e demonstra o distanciamento da prática política dos desejos emanados das cortes judiciais.

Tendo em mãos o diagnóstico de parte da literatura política sobre o perfil dos partidos políticos brasileiros - MAINWARING, 2001-, a maioria dos sete ministros do TSE impôs uma regra corretiva de possíveis defeitos advindos desse perfil. Avaliando os efeitos na competição política dessa nova regra, porém, podemos afirmar que a esperada nacionalização cedeu lugar para uma maior regionalização dos partidos.

A tendência dos partidos foi abandonar formalmente a disputa nacional, construindo nos estados plataformas informais para os candidatos à presidência. Entre a opção de ingressar em uma coligação para presidente restringindo as possibilidades de alianças e a opção de manter-se próximo de suas bases regionais não ingressando em uma coligação nacional, a maioria dos partidos escolheu a segunda opção. Dessa lógica surgiram nos estados diversas "coligações brancas", que serviram apenas de palanques informais para os candidatos a presidente da república, que neles subiam conforme a conveniência e o desenrolar da disputa (CARVALHO, 2006).

O Gráfico 2 mostra a evolução da participação dos partidos nas eleições de 1994, 1998, 2002 e 2006, destacando quantos partidos, dentre todos os que disputaram as eleições, participaram também das eleições presidenciais, quantos participaram exclusivamente de eleições estaduais e quantos partidos conquistaram o direito à representação na Câmara dos Deputados.



O crescimento dos partidos que disputaram exclusivamente as eleições estaduais foi acompanhado pelo decréscimo dos partidos que disputaram, isoladamente ou em coligações, as eleições presidenciais. Esse é um indício bastante forte de que, quando os partidos foram colocados diante de duas opções, alianças nacionais ou estaduais, ficaram com a segunda.

Os efeitos da verticalização para a competição política foram em alguma medida em sentidos opostos quando comparamos o efeito nas disputas presidenciais e para governador do estado. De acordo com Cortez (2009), a construção de candidaturas presidenciais passa por um processo de nacionalização através da criação de palanques estaduais. Esses palanques são construídos por meio da disputa para o governo estadual. Grosso modo, os partidos que disputavam as eleições presidenciais apoiavam candidatos de outros partidos em troca de apoio em nível nacional.

A verticalização dificultou esse processo ao restringir as escolhas permitidas aos partidos políticos. Dessa forma, houve um aumento significativo do número de candidaturas no nível estadual, o que, dificultou o quadro de estabilização dos sistemas partidários estaduais.

No tocante às eleições presidenciais, o efeito foi aumentar para os partidos os custos da disputa. Este efeito foi mais sentido em 2006, pois já havia uma antecipação por parte das elites, o que resultou na diminuição de partidos disputando a presidência.

Isso não significa que esses partidos se ausentaram da campanha presidencial, mas, como mostrou Carvalho (2006), significa que a regra judicial jogou as alianças para a informalidade, fazendo com que, em cada estado, os candidatos à presidência continuassem a subir em palanques de partidos nacionalmente adversários.

Avançando nos resultados eleitorais, podemos afirmar que se manteve um alto índice de partidos com representação no parlamento - superior, aliás, ao período em que não havia a regra da verticalização (Gráfico 2) - e que, além disso, cresceu o número efetivo de partidos (Tabela 1).



A manutenção dos elevados índices de fragmentação nas eleições legislativas mostra que não houve efeito significativo da verticalização no formato das disputas presidenciais. Esse resultado é semelhante a trabalhos que apontam para um processo de consolidação do sistema partidário brasileiro. Braga (2006) mostra como a estabilização do sistema partidário brasileiro está centrada nas disputas majoritárias. A elevada fragmentação está mais relacionada com o "federalismo partidário" brasileiro (NICOLAU, 1996).

Se o raciocínio estiver correto, o aumento dessa fragmentação pode ser atribuído à maior regionalização das disputas partidárias, diferentemente do que os ministros idealizaram.

Se a metodologia adotada neste artigo para a mensuração do poder estiver adequada, podemos dizer que a judicialização da política do Brasil, ao menos no caso analisado, ocorreu durante a competição política. Não alterou decisões políticas majoritárias finais sobre políticas públicas, mas impactou um momento anterior à formação dessas maiorias.

Não estamos diante de um caso em que a vontade majoritária foi impedida de fazer valer suas preferências freadas pelo judiciário. A judicialização, aqui, ocorreu sem nem mesmo haver um litígio entre as partes. Como ela foi estabelecida após a resposta a uma Consulta não podemos dizer que estávamos diante de um processo judicial comum. Para que o instrumento da Consulta seja utilizado é necessário apenas que exista uma dúvida de um competidor em relação aos detalhes da regra. Não há aqui teses distintas em confronto. Há apenas uma pergunta.

Do ponto de vista jurídico, podemos dizer que a Consulta é uma peça processual precária. Não faz a coisa julgada, apenas indica uma possível interpretação do julgador em relação às regras vigentes. Não há nem mesmo um vínculo obrigatório da resposta dada a uma consulta e uma decisão judicial futura sobre um caso concreto idêntico.

Outro elemento que reforça a tese de que a judicialização se deu mesmo sem haver uma posição contramajoritária de seus membros, é o fato de que a verticalização foi criada pelo TSE sem que o tema estivesse sequer em debate no Congresso Nacional. Ou seja, não é possível avaliar a posição majoritária dos atores políticos, o debate não estava posto. O que havia era uma competição política coordenada de modo distinto da orientação judicial. O posicionamento dos atores políticos em sentido contrário à verticalização foi resultado do posicionamento dos atores judiciais envolvidos.

A decisão judicial, aqui, não surgiu como o resultado de uma decisão política final. Ao contrário, incluiu o tema na agenda política forçando uma decisão final do executivo e do legislativo. Resultado disso foi que a judicialização da competição política acabou por constitucionalizar parte fundamental desse jogo, o padrão de formação de coalizões.

Há uma tese corrente de que as decisões judiciais em matéria eleitoral apenas ocupariam um espaço aberto pela inconstância do legislador. Assim, um maior ativismo dos ministros do TSE poderia ser entendido como resultado da necessidade de sanar as brechas da legislação ou mesmo as suas dubiedades.

"A instabilidade da legislação também tem estimulado a pluralidade de decisões. (...) Mudanças constantes dificultam o desenvolvimento de entendimentos uniformes e a criação de padrões de comportamento. Como, contudo, a legislação é modificada a cada eleição, torna-se difícil a sedimentação de regras seguras sobre as diferentes etapas do processo eleitoral. Assim, durante o processo, quando contestadas, leis podem ser modificadas pelo TSE." (SADEK, 1995, p. 63).

Acreditamos que essa conclusão deva ser, no mínimo, ponderada. Por ora, o estudo da decisão sobre a verticalização nos revelou um processo contrário do suposto por Sadek (1995). A mudança do comportamento judicial não veio pela mudança da legislação, ou por sua deficiência; ao contrário, a mudança da legislação só se tornou necessária por uma mudança de posicionamento da justiça eleitoral. A decisão judicial não foi contramajoritária, a decisão política é que foi refratária em relação à preferência judicial.

O Quadro 1 tenta representar esse movimento, demonstrando, ainda, como imperou no legislativo a estratégia refratária já referida aqui:



Foi em refração às diferentes interpretações judiciais sobre um mesmo dispositivo legal que a legislação se transformou. O que há não é uma simples adequação do texto às interpretações judiciais, mas um processo de reforma da decisão judicial para se proteger de suas futuras interpretações. O que acabou por conduzir os partidos a um bunker mais seguro, a Constituição Federal.

O tema da verticalização das coligações revelou tensões para dentro e para fora na cúpula da justiça eleitoral. Seus debates internos e a reação dos seus "clientes" ficaram longe do equilíbrio e da definição de consensos mínimos.

O modelo arrojado adotado pelos ministros do TSE produziu a constitucionalização de uma prática política que até então estava regulada por leis ordinárias. Do ponto de vista estratégico, essa decisão mostrou-se equivocada no sentido da preservação de suas preferências relativas ao padrão ideal da competição política. Ao reinterpretar a legislação relativa à competição eleitoral, estabelecendo novas bases para a competição partidária, o TSE colocou a política para além da curva de indiferença do poder legislativo. A percepção por parte dos legisladores é que o novo status quo representou uma ameaça institucional. Dessa forma, podemos entender a estratégia dos legisladores de constitucionalizar práticas que, no limite, não representam princípios fundamentais. A emenda constitucional expressou a defesa da autonomia dos legisladores na regulação da atividade política.

Trata-se da incorporação de um preceito legislativo estranho ao sentido da Carta Magna. Assim, a questão da regulamentação das coligações eleitorais exemplifica uma mudança de status jurídico de uma lei. Constitucionalizou-se a competição político-partidária.

O fator explicativo para esse processo é a reação político-partidária frente a um comportamento arrojado da justiça eleitoral. Para se proteger dos efeitos políticos de um agente "estranho" à política, inclui-se no texto constitucional especificidades do padrão de comportamento dos partidos durante um processo típico da competição política, o momento eleitoral.

A constitucionalização da prática política não foi aqui, portanto, o resultado de uma mera opção política, mas a reação ao avanço do judiciário sobre os padrões definidos historicamente pela própria prática partidária.

Por fim, um efeito que merece destaque é o desdobramento dessa estratégia refratária. Ao mesmo tempo em que constitucionalizou uma regra típica do jogo político corriqueiro, ela pode ter aberto o caminho para o enfrentamento político entre esses poderes13, criando uma animosidade pouco saudável para o equilíbrio das regras do jogo democrático, tão importantes para a longevidade de um sistema de segurança mútua que permita a estabilidade da competição pelo poder político.

Offline Hugo

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #440 Online: 11 de Junho de 2017, 21:43:44 »
Se entendi bem, o TSE quer normatizar as coligações e o efeito foi:

"A constitucionalização da prática política não foi aqui, portanto, o resultado de uma mera opção política, mas a reação ao avanço do judiciário sobre os padrões definidos historicamente pela própria prática partidária."

Uma reação ao TSE.

A democracia nossa é muito nova e tem muito chão pela frente. Concordo que é necessário ajustes no processo eleitoral, de partidos, de representatividade, etc.

Temos vários partidos fisiológicos, legendas de aluguel... muito se tem que mudar. Vamos apanhar muito para avançarmos no republicanismo.
"O medo de coisas invisíveis é a semente natural daquilo que todo mundo, em seu íntimo, chama de religião". (Thomas Hobbes, Leviatã)

Offline Lorentz

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #441 Online: 11 de Junho de 2017, 23:02:00 »
Temos vários partidos fisiológicos, legendas de aluguel... muito se tem que mudar. Vamos apanhar muito para avançarmos no republicanismo.

Isso é verdade. O problema é que apoiar o Lula não vai mudar isso. Ele teve o congresso nas mãos tanto pelo carisma, popularidade e pelo mensalão, e não aproveitou para mudar nada.
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Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #442 Online: 12 de Junho de 2017, 09:23:23 »
http://exame.abril.com.br/negocios/sede-da-jbs-e-alvo-de-busca-e-apreensao-pela-pf/

Citar
Sede da JBS é alvo de busca e apreensão pela PF

Ação acontece três semanas depois da deleção feita pelo principal executivo da companhia, Joesley Batista

Por Tatiana Vaz
access_time 9 jun 2017, 13h51 - Publicado em 9 jun 2017, 10h53

Polícia dando busca na tesouraria da empresa, ao que parece aquela manipulação das ações e compra de dólares não sairá tão barata.




Offline Gaúcho

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #443 Online: 12 de Junho de 2017, 09:56:19 »
Se a pessoa chega por aqui falando em "pedalinhos" e "convicções", você já deveria saber que nada de produtivo vai sair dali.
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Offline Hugo

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #444 Online: 12 de Junho de 2017, 18:35:08 »
Temos vários partidos fisiológicos, legendas de aluguel... muito se tem que mudar. Vamos apanhar muito para avançarmos no republicanismo.

Isso é verdade. O problema é que apoiar o Lula não vai mudar isso. Ele teve o congresso nas mãos tanto pelo carisma, popularidade e pelo mensalão, e não aproveitou para mudar nada.

Cara, posso dizer que concordo com você. O Lula perdeu uma boa oportunidade. Ocorre que agora, parece, que ele vai fazer. Eu darei meu voto de confiança. Além do que, a democratização da mídia também é necessária.
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Offline Hugo

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #445 Online: 12 de Junho de 2017, 18:36:23 »
Se a pessoa chega por aqui falando em "pedalinhos" e "convicções", você já deveria saber que nada de produtivo vai sair dali.

Não se afobe... ainda falarei muito disso...
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Offline Geotecton

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #446 Online: 12 de Junho de 2017, 19:01:45 »
Temos vários partidos fisiológicos, legendas de aluguel... muito se tem que mudar. Vamos apanhar muito para avançarmos no republicanismo.

Isso é verdade. O problema é que apoiar o Lula não vai mudar isso. Ele teve o congresso nas mãos tanto pelo carisma, popularidade e pelo mensalão, e não aproveitou para mudar nada.

Cara, posso dizer que concordo com você. O Lula perdeu uma boa oportunidade. Ocorre que agora, parece, que ele vai fazer. Eu darei meu voto de confiança. Além do que, a democratização da mídia também é necessária.

Você só pode estar brincando.
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Offline Hugo

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #447 Online: 12 de Junho de 2017, 19:11:17 »
Temos vários partidos fisiológicos, legendas de aluguel... muito se tem que mudar. Vamos apanhar muito para avançarmos no republicanismo.

Isso é verdade. O problema é que apoiar o Lula não vai mudar isso. Ele teve o congresso nas mãos tanto pelo carisma, popularidade e pelo mensalão, e não aproveitou para mudar nada.

Cara, posso dizer que concordo com você. O Lula perdeu uma boa oportunidade. Ocorre que agora, parece, que ele vai fazer. Eu darei meu voto de confiança. Além do que, a democratização da mídia também é necessária.

Você só pode estar brincando.

Qual é a brincadeira?
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Offline Geotecton

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #448 Online: 12 de Junho de 2017, 19:29:36 »
Uma nova administração do líder da seita levaria o Brasil a um processo de venezuelização. Ainda mais que agora não tem a China para puxar o valor das commodities, que foi a grande responsável pelos superávits da década passada e nem é possível contar com um aumento gigantesco da dívida interna pública, que explodiu sob as administrações petistas.
« Última modificação: 12 de Junho de 2017, 21:05:51 por Geotecton »
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Offline Buckaroo Banzai

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Re:Escândalo JBS - Início do fim de PMDB e PSDB
« Resposta #449 Online: 12 de Junho de 2017, 20:22:24 »
Uma nova administração do líder da seita levaria o Brasil a um processo de venezuelização. Ainda mais que agora não tem a China para puxar o valor das commodities , que foi a grande responsável pelos superávits da década passada e nem é possível contar com um aumento gigantesco da dívida interna pública, que explodiu sob as administrações petistas.

Geotecton, essa sua perspectiva pessimista decorre justamente de faltar democratização à mídia -- ponto que o camarada Hugo mencionou e te passou despercebido. Tudo que a mídia mostra sobre a Venezuela é uma farsa golpista.

 

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