Autor Tópico: O Exército Brasileiro  (Lida 713 vezes)

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Offline Zero

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O Exército Brasileiro
« Online: 15 de Outubro de 2017, 19:24:35 »
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A Questão Nacional no Brasil Atual: a posição do Exército

No cenário contemporâneo de crise política do Brasil, as manifestações do Comandante do Exército, General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, evidenciam a falta da questão nacional no espectro político-ideológico. O General Villas Bôas tem afirmado que o Exército atuará exclusivamente com base na Constituição, respeitando os princípios de estabilidade, legalidade e legitimidade.

As Forças Armadas adotam a estratégia de diálogo direto com a sociedade a fim de determinar uma política de Defesa e um projeto nacional para o Brasil frente ao mundo do século XXI. Na atual crise brasileira, algo que chama atenção é a ausência da questão nacional ao longo de todo espectro político-ideológico. Justamente por isso, ganha cada vez mais destaque a posição do Exército Brasileiro por meio das manifestações de seu comandante, o General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas. Não apenas foi defendida a legalidade democrática e constitucional (em resposta velada a manifestações extremadas de diversas origens), mas, sobretudo, foi enfatizada a importância da unidade da nação ameaçada.

Isso porque a atual situação de semiparalisia estatal e de divisão política, caos social e retrocesso econômico estaria minando os fundamentos da Nação. O General Villas Bôas foi nomeado Comandante do Exército em 5 de fevereiro de 2015, no início da gestão da então presidente Dilma Rousseff. A Lei Complementar nº 117/2004 definiu as atribuições do Exército sob a supervisão do Comandante, consolidadas pela Lei Complementar nº 136/2010.

Assim, além de supervisionar as atribuições constitucionais do Exército oriundas do art. 142 e de compor o Conselho de Defesa Nacional, o Comandante é responsável por coordenar as três atribuições subsidiárias particulares do Exército: auxiliar a formulação de políticas relativas ao emprego do Poder Militar Terrestre; cooperar na execução de obras de engenharia; e auxiliar na repressão, dentro do território nacional, de delitos que repercutam nacional ou internacionalmente.

Em setembro de 2015, em entrevista ao Correio Braziliense, o General já demonstrava preocupação quanto aos cortes nos gastos com programas do Exército, que considerou prejudiciais à indústria nacional de defesa, que vinha se recuperando, segundo ele, desde o governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva, em especial a partir da elaboração da Estratégia Nacional de Defesa na gestão de Nelson Jobim no Ministério da Defesa.

Esses cortes prejudicariam a capacidade brasileira de projetar seu poder, pois limitariam a capacidade de projeção de força, afetando “um projeto de país”. O Comandante, porém, não atribuiu os cortes a questões políticas, mas a problemas econômicos pelos quais passava o país. Apesar de preocupações com a defasagem salarial nas Forças Armadas e com o tráfico internacional de drogas, Villas Bôas mostrou-se confiante acerca do papel do Exército na crise política pela qual passava então o Brasil:

"O Exército vai cumprir o que a Constituição estabelece. Não cabe a nós sermos protagonistas neste processo. Hoje o Brasil tem instituições muito bem estruturadas, sólidas, funcionando perfeitamente, cumprindo suas tarefas, que dispensam a sociedade de ser tutelada.

Não cabem atalhos no caminho” (Villas Bôas apud Dubeux et al 2015, s/p.). Ironizou, por fim, os manifestantes que clamavam por uma intervenção militar no Brasil: apesar de admitir que o Exército representa “valores” dos quais a sociedade brasileira estava carente, garantiu que prezava pela estabilidade, pela legalidade e pela legitimidade.

Afirmou, pois, que o Exército é uma instituição do Estado e que se rege por suas normas: “O Exército está disciplinado, está coeso, está cumprindo bem o seu papel” (Villas Bôas apud Dubeux et al 2015, s/p). No mês seguinte, Villas Bôas, em entrevista ao jornal Zero Hora, mais uma vez garantiu que não haveria chance de intervenção militar na crise política brasileira, apesar da solicitação de alguns setores políticos.

Reiterou o tripé de estabilidade, legalidade e legitimidade, além de reforçar a unidade do Exército brasileiro e a solidez das instituições do Estado. Finalizou considerando que existe um “ambientalismo fundamentalista” de organizações internacionais que pretendem impedir o aproveitamento da região da Amazônia, especialmente energético, e frisando as lições de sua atuação como adido militar na China, que afirmou ser um país com “sentido de projeto” que o Brasil deve recuperar, por meio de uma renovada “coesão nacional”.

Em visita ao Comando Militar do Nordeste, ainda no mesmo mês, o General afirmou que “o povo não quer os militares de volta. Vivemos em um regime democrático, no qual as instituições funcionam normalmente. O que o povo quer, na realidade, são os valores que ele atribui aos militares: ética, honestidade, honradez, compromisso com a Nação” (Villas Bôas apud Sampaio 2015, s/p). Em novembro de 2015, demitiu o Comandante do Comando Militar do Sul, após este ter se manifestado publicamente a favor da substituição da Presidente da República.

Villas Bôas afirmou que tomou tal decisão em nome da estabilidade e da segurança, indicando que as manifestações do Exército devem ser institucionais. Advertiu que o custeio das atividades do Exército também estava ameaçado, o que poderia levar, inclusive, à sua “desprofissionalização”. Adicionou que o Sisfron também estava ameaçado e concluiu que, apesar de os equipamentos básicos dos soldados brasileiros ainda serem bem desenvolvidos, outros equipamentos estratégicos poderiam ser prejudicados com o corte: mísseis, foguetes, sistemas complexos, artilharia antiaérea.

A jornalista Simone Kafruni destacou a repercussão das afirmações do General de que os cortes orçamentários provocariam “um atraso de 30 a 40 anos na indústria de defesa”. Kafruni os presidentes das Comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional tanto do Senado, à época o Senador Aloysio Nunes Ferreira, do PSDB, quanto da Câmara, à época a Deputada Jô Moraes, do PCdoB.

Esta ressaltou a importância estratégica da indústria nacional de defesa: “nós temos dependência da indústria norte-americana para usar até mesmo um GPS, por exemplo” (Moraes apud Kafruni 2015).

[...]*

AS FORÇAS ARMADAS E A SOCIEDADE

As manifestações do General Villas Bôas não representam apenas sua opinião pessoal ou a posição institucional somente do Exército, mas uma política inteligente das Forças Armadas em geral. Com o fim do Regime Militar, as Forças Armadas promoveram uma avaliação sobre sua atuação nas décadas precedentes e uma reflexão sobre o futuro. Decidiram se retirar aos quartéis e não se envolver em política, observando institucionalmente os ditames constitucionais.

Mesmo com a redução de seu papel na Constituição de 1988, hoje criticada por sua pouca atenção aos temas de soberania, defesa e nação, mantiveram a mesma posição. Depois, houve uma década de cortes financeiros, o quase encerramento de programas tecnológicos e a redução de sua capacidade operacional, embora participassem de diversas missões de paz sob mandato da ONU.

A globalização trouxe ameaças à soberania e o enfraquecimento do Estado, da economia e da própria ideia de nação. No início do século XXI, houve uma retomada em termos de recursos e de projetos tecnológicos, mas não houve uma concepção estratégica nova na área de Defesa e de Projeto de Nação (que foi bastante contraditório). O período neoliberal (Collor e Cardoso) e o seguinte, liderado pelo Partido dos Trabalhadores (Lula e Dilma), dividiram a sociedade, em um quadro marcado pela crise econômica mundial e brasileira. Com a divisão ideológica atingindo os limites do absurdo e da irracionalidade, e os acontecimentos que conduziram ao impeachment da presidente Dilma (mais a instabilidade do governo de seu sucessor), as Forças Armadas mantiveram uma postura equilibrada e institucional.

Há algum tempo que elas haviam decidido estabelecer um diálogo com a sociedade (via cursos e atividades) para demonstrar a importância da Defesa. Em lugar de ceder a facções políticas, elas buscaram um vínculo direto com a sociedade, visto que a “sociedade civil organizada” não conseguiu articular uma redefinição da Defesa e do projeto de nação.

Além disso, também se aproximaram da academia e buscaram desenvolver estudos conjuntos e a construção de uma nova concepção de Defesa para o mundo do século XXI, bem como retomar o histórico projeto de consolidação da nação brasileira. Nesse contexto, as palavras do General Villas Bôas representam apenas a ponta de um iceberg, institucionalizado e amadurecido.
http://www.defesanet.com.br/cm/noticia/27120/A-Questao-Nacional-no-Brasil-Atual--a-posicao-do-Exercito/

*Trecho que trata sobre o Temer e Villas Bôas, mas para não fugir do enfoque não coloquei tal trecho. Para ler o texto completo acesse o link.
*Não estou tomando posição política por não exibir tal parte, apenas dei um enfoque principal ao tópico, mas se preferirem fiquem à vontade para discutir sobre ambos os citados anteriormente.





Offline Geotecton

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #1 Online: 15 de Outubro de 2017, 20:44:54 »
O ensaísta é claramente um defensor ('puxa-saco'?) das forças armadas, façam elas o que fizerem.

A sua ignorância sobre economia aparece de forma gritante quando considera os períodos de Collor e Cardoso como governos 'neo-liberais'.

Outros clichês estão presentes. Entre eles a obsessão de que existe um complô sobre a Amazônia, que seria o alvo de pura cobiça internacional. E, é claro, a de que o exército é "profissional".

Enfim, mais do mesmo vindas destas publicações sobre... "defesa".
« Última modificação: 15 de Outubro de 2017, 20:51:52 por Geotecton »
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Offline André Luiz

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #2 Online: 15 de Outubro de 2017, 22:21:56 »
Eles acham que corporações irão conquistar a Amazônia

Offline Zero

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #3 Online: 15 de Outubro de 2017, 22:44:48 »
Eles acham que corporações irão conquistar a Amazônia

Conquistar talvez seja exagerado, mas se afirmasse em questão de explorar estariam certos, correto? Da-se o exemplo da concessão de exploração à empresa Belo Sun.

Offline André Luiz

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #4 Online: 16 de Outubro de 2017, 09:14:46 »
Mas isso é porque "dinheiro não ter pátria" é algo que não entra na cabeça dos milicos.

Offline Gauss

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #5 Online: 16 de Outubro de 2017, 18:00:34 »
Eles acham que corporações irão conquistar a Amazônia

Conquistar talvez seja exagerado, mas se afirmasse em questão de explorar estariam certos, correto? Da-se o exemplo da concessão de exploração à empresa Belo Sun.
E qual o problema de explorarem a Amazônia? Não vejo ninguém reclamando que a General Motors está explorando Gravataí/RS, ou a VW está explorando Avaré/SP.
Citação de: Gauss
Bolsonaro é um falastrão conservador e ignorante. Atualmente teria 8% das intenções de votos, ou seja, é o Enéas 2.0. As possibilidades desse ser chegar a presidência são baixíssimas, ele só faz muito barulho mesmo, nada mais que isso. Não tem nenhum apoio popular forte, somente de adolescentes desinformados e velhos com memória curta que acham que a ditadura foi boa só porque "tinha menos crime". Teria que acontecer uma merda muito grande para ele chegar lá.

Offline Fabrício

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #6 Online: 16 de Outubro de 2017, 18:33:17 »
Eles acham que corporações irão conquistar a Amazônia

Conquistar talvez seja exagerado, mas se afirmasse em questão de explorar estariam certos, correto? Da-se o exemplo da concessão de exploração à empresa Belo Sun.
E qual o problema de explorarem a Amazônia? Não vejo ninguém reclamando que a General Motors está explorando Gravataí/RS, ou a VW está explorando Avaré/SP.

Pois é, também pensei isso...
"Deus prefere os ateus"

Offline Zero

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #7 Online: 16 de Outubro de 2017, 19:52:31 »
Eles acham que corporações irão conquistar a Amazônia

Conquistar talvez seja exagerado, mas se afirmasse em questão de explorar estariam certos, correto? Da-se o exemplo da concessão de exploração à empresa Belo Sun.
E qual o problema de explorarem a Amazônia? Não vejo ninguém reclamando que a General Motors está explorando Gravataí/RS, ou a VW está explorando Avaré/SP.

Por acaso prejudica gravemente a natureza com a atuação dessas empresas nesses locais? Elas ai não geram muitos empregos e retorno ao Estado sem causar mudanças drásticas ao meio ambiente?

Onde elas se localizam são locais industrializados, cidades, não prejudicando de forma mais agressiva a flora e a fauna, diferente do que ocorrerá na Amazônia.

Já houve paralisação do processo da Vale Sun por questões ambientais.
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Criticado por ambientalistas, movimentos indígenas e com ações nas justiça que pedem melhores análises sobre os impactos ambientais e sociais na região que já sofre com a influência da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a assessoria da empresa concedeu entrevista ao site Amazônia.org.br para explicar o projeto.

*Questionada sobre as críticas ao projeto, a empresa afirma que a repercussão negativa do se deve as diversas alterações que a região já sofreu no decorrer dos anos, “primeiramente com a exploração de ilegal de madeira, lavra ilegal de minério e por fim a hidroelétrica [de Belo Monte]”.

Segundo informações do Instituto Socioambiental (ISA) a preocupação é válida, já que “a área prevista para a mina já é seriamente impactada pela hidrelétrica: a redução de mais de 80% da vazão da água em 100 quilômetros do Rio Xingu causou mortandade de peixes, piora da qualidade da água e alterações drásticas no modo de vida de populações indígenas e ribeirinhas”. A Belo Sun informou que os impactos identificados serão mitigados e “executados nas fases de instalação e operação do Projeto Volta Grande”.
http://amazonia.org.br/2017/02/belo-sun-afirma-que-repercussao-negativa-ao-projeto-de-mineracao-se-deve-aos-impactos-ja-existentes-na-regiao-do-xingu/

*Há críticas sobre isso também, mas inevitavelmente a instalação dessa empresa lá causará maiores danos como destacados abaixo. Não vejo o porque de justificar que já que houve devastação anterior e isso é o motivo das reclamações, já ter problemas  ambientais decorrentes de eventos passados não é motivo suficiente para justificar mais agressões, se fosse moderado era algo, mas como dito abaixo não são pequenas mudanças.

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A Funai emitiu, em dezembro de 2012, um Termo de Referência (com as questões a serem respondidas pelos Estudos) para que a Belo Sun fizesse as pesquisas necessárias sobre os impactos aos indígenas que residem na área da Volta Grande do Xingu. Os indígenas que vivem nesse trecho de 100 km do rio Xingu vão sofrer o mais grave e definitivo impacto provocado pela hidrelétrica de Belo Monte, que é a redução da quantidade de água no rio em 80% a 90%.

O impacto é tão severo que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), ao conceder a licença para a usina, estabeleceu um período de seis anos de testes para saber se a Volta Grande e as populações terão capacidade de sobreviver à construção da barragem e à seca permanente.
http://portalamazonia.com/noticias/instalacao-da-mineradora-canadense-belo-sun-no-xingu-tem-licenca-suspensa
« Última modificação: 16 de Outubro de 2017, 19:59:57 por Zero »

Offline Gauss

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #8 Online: 16 de Outubro de 2017, 21:56:30 »
Boa parte dos Parques Industriais nas cidades são construídos em áreas verdes.
Citação de: Gauss
Bolsonaro é um falastrão conservador e ignorante. Atualmente teria 8% das intenções de votos, ou seja, é o Enéas 2.0. As possibilidades desse ser chegar a presidência são baixíssimas, ele só faz muito barulho mesmo, nada mais que isso. Não tem nenhum apoio popular forte, somente de adolescentes desinformados e velhos com memória curta que acham que a ditadura foi boa só porque "tinha menos crime". Teria que acontecer uma merda muito grande para ele chegar lá.

Offline Zero

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #9 Online: 16 de Outubro de 2017, 22:15:09 »
Boa parte dos Parques Industriais nas cidades são construídos em áreas verdes.

Exato. Mas quis salientar que a questão de exploração e atuação industrial na Amazônia é um tanto diferente da questão dos centros urbanos devido à gigantesca biodiversidade lá presente e os consequentes impactos sobre o ecossistema.

Offline 3libras

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #10 Online: 19 de Outubro de 2017, 09:51:05 »
Boa parte dos Parques Industriais nas cidades são construídos em áreas verdes.

Exato. Mas quis salientar que a questão de exploração e atuação industrial na Amazônia é um tanto diferente da questão dos centros urbanos devido à gigantesca biodiversidade lá presente e os consequentes impactos sobre o ecossistema.

Além do que a amazônia é um ecossistema pra lá de frágil!  aliás alta biodiversidade demonstra exatamente que se está em um ecossistema onde a vida não é fácil (é pressão seletiva pra tudo quanto é lado).
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Offline Zero

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #11 Online: 24 de Outubro de 2017, 22:36:48 »
2017 Brazil Military Strength
Current military capabilities and available firepower for the nation of Brazil.















https://www.globalfirepower.com/country-military-strength-detail.asp?country_id=brazil


Online _Juca_

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #12 Online: 25 de Outubro de 2017, 10:20:02 »
Chama a atenção a pontuação do Brasil contra o segundo colocado. O Brasil é quase os EUA da América Latina. Deve ter país que só tem 38 enferrujado no exercito.  :lol:

Offline Zero

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #13 Online: 05 de Julho de 2018, 19:46:21 »
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O recado do Exército é claro

A homenagem do Exército ao soldado Mário Kozel Filho, morto há 50 anos pela VPR de Dilma Rousseff, é um recado que encontrou pretexto na efeméride do meio século.

E o recado é claro: os militares não vão tolerar que a democracia seja usurpada por arranjos espúrios entre políticos e ministros de tribunais superiores.

As eventuais extravagâncias causadas ao poder militar poderão ser mais creditadas aos coveiros com mandato e toga que usam de ardis para enterrar a Justiça do que às vivandeiras alvoroçadas que bolem com os granadeiros nos bivaques.


https://www.oantagonista.com/brasil/o-recado-exercito-e-claro/

Offline Gauss

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #14 Online: 05 de Julho de 2018, 20:09:05 »
Ilusão. Só haverá mobilização nas Forças Armadas se algum presidente um dia tiver peito para mexer nas gordas aposentadorias e benefícios recebidos pelos militares.
Citação de: Gauss
Bolsonaro é um falastrão conservador e ignorante. Atualmente teria 8% das intenções de votos, ou seja, é o Enéas 2.0. As possibilidades desse ser chegar a presidência são baixíssimas, ele só faz muito barulho mesmo, nada mais que isso. Não tem nenhum apoio popular forte, somente de adolescentes desinformados e velhos com memória curta que acham que a ditadura foi boa só porque "tinha menos crime". Teria que acontecer uma merda muito grande para ele chegar lá.

Offline Geotecton

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #15 Online: 05 de Julho de 2018, 20:32:04 »
Exatamente.
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Offline Zero

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #16 Online: 05 de Julho de 2018, 22:26:16 »
Houveram momentos mais propícios para que o Exército tomasse iniciativa para salvaguardar a democracia e o Estado Brasileiro.

Improvável que façam algo, Gauss está certo, se estão bem, estão acomodados e não há motivos para mudar isso.

*Editado por ter escrito uma palavra errada.
« Última modificação: 06 de Julho de 2018, 18:06:19 por Zero »

Offline JungF

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #17 Online: 06 de Julho de 2018, 06:34:48 »
A estratificação sócio-econômica de qualquer país, em que algumas classes gozam de privilégios blindados contra qualquer crítica ou censura se consolida ao longo de um tempo e de uma história.
É evidente, então, a força desta história que forja os princípios pelos quais se norteará a organização deste povo/nação.
O Brasil e a maioria dos países do terceiro mundo tem uma história de colonização exploratória, ou seja, os que aqui chegaram visavam a exploração econômica e o retorno ao seu país de origem, contrariamente ao que ocorreu nos Estados Unidos e no Canadá.
O Exército Brasileiro embora alguns vultos ilustres em seu passado e alguns poucos na atualidade, prima por privilégios que não dignificam a corporação o que fatalmente conduzirá ao longo do tempo à sua derrocada, pois seus chefes não se sentem com autoridade moral suficiente para assumir a responsabilidade de expurgar a indecência tácita, que se expande no meio político.

Offline Zero

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #18 Online: 28 de Outubro de 2018, 21:56:34 »




Offline Buckaroo Banzai

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #19 Online: 28 de Outubro de 2018, 22:45:05 »
2017 Brazil Military Strength
Current military capabilities and available firepower for the nation of Brazil.

Que países podemos anexar ou conquistar com esse poderio?

Offline Geotecton

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #20 Online: 28 de Outubro de 2018, 22:47:42 »
2017 Brazil Military Strength
Current military capabilities and available firepower for the nation of Brazil.

Que países podemos anexar ou conquistar com esse poderio?

Ilhas Maldivas.

Talvez...
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Offline Fenrir

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #21 Online: 28 de Outubro de 2018, 22:50:58 »
2017 Brazil Military Strength
Current military capabilities and available firepower for the nation of Brazil.

Que países podemos anexar ou conquistar com esse poderio?

o Principado de Sealand e isto se o reino unido permitir e a frota não se incendiar antes de chegar lá
"Heaven and Earth are not benevolent; They treat the myriad of creatures as straw dogs"
― Laozi

"No testimony is sufficient to establish a miracle, unless the testimony be of such a kind, that its falsehood would be more miraculous, than the fact, which it endeavors to establish"
― David Hume

“Never argue with an idiot. They will drag you down to their level and beat you with experience.”
― Mark Twain

Offline Geotecton

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #22 Online: 28 de Outubro de 2018, 22:54:56 »
2017 Brazil Military Strength
Current military capabilities and available firepower for the nation of Brazil.

Que países podemos anexar ou conquistar com esse poderio?

Ciudad del Este, se usar todo o equipamento disponível da Força Aérea (leia-se três aviões) e do Exército (leia-se, um tanque Sherman, dois jeeps e um carrinho de mão) e o formidável apoio logístico da Marinha (três botes, duas canoas e quatro jangadas).
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Offline Gauss

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #23 Online: 28 de Outubro de 2018, 23:00:10 »
A Marinha não tem sequer um Destróier. É Guarda Costeira, mesmo. Pode mudar o nome. :lol:
Citação de: Gauss
Bolsonaro é um falastrão conservador e ignorante. Atualmente teria 8% das intenções de votos, ou seja, é o Enéas 2.0. As possibilidades desse ser chegar a presidência são baixíssimas, ele só faz muito barulho mesmo, nada mais que isso. Não tem nenhum apoio popular forte, somente de adolescentes desinformados e velhos com memória curta que acham que a ditadura foi boa só porque "tinha menos crime". Teria que acontecer uma merda muito grande para ele chegar lá.

Offline Buckaroo Banzai

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Re:O Exército Brasileiro
« Resposta #24 Online: 28 de Outubro de 2018, 23:08:47 »
2017 Brazil Military Strength
Current military capabilities and available firepower for the nation of Brazil.

Que países podemos anexar ou conquistar com esse poderio?

Ilhas Maldivas.

Talvez...

AGORA É A VEZ DO BRASIL MANDAR ELES BREXIT DAQUI!!!!!!!!!!!!11111111 AGORA VAMOS IMPOR NOSSA SOBERANIA!!!11111




A Marinha não tem sequer um Destróier. É Guarda Costeira, mesmo. Pode mudar o nome. :lol:

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http://www.planobrazil.com/russos-de-olho-no-submarino-nuclear-brasileiro/


“O Brasil será o sétimo país do mundo possuidor de submarinos atômicos.

O perito militar Viktor Litovkin assevera que o Brasil olha dezenas de anos à frente. Existem duas regiões de interesses brasileiros – na África, onde há possíveis colisões políticas com os países europeus e com a China, e, hipoteticamente, na Antártida. “O Brasil, um país de economia emergente e de crescente potencial militar, faz desta maneira um requerimento para o futuro, demanda o seu direito de participar da geopolítica em pé de igualdade com outros jogadores mundiais” diz.

Não se pode subestimar as ambições do Brasil, que demanda o papel de uma superpotência regional.

Na realidade, o Brasil pode repetir o êxito da companhia aeronáutica Embraer, – mas desta vez no mar.”

...

ENÉAS, O MITO ANTES DO MITO, ESTARIA ORGULHOSO!!!!!!!!!!!!11111111

 

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