Autor Tópico: MATERIAL ANTI-CULTO  (Lida 207 vezes)

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MATERIAL ANTI-CULTO
« Online: 24 de Novembro de 2017, 04:46:45 »
Multimídia ANTI-CULTO - Videos, filmes, textos, documentários etc
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Re:MATERIAL ANTI-CULTO
« Resposta #1 Online: 24 de Novembro de 2017, 04:48:26 »
COMO SE TORNAR UM LÍDER DE CULTO
« Última modificação: 24 de Novembro de 2017, 04:58:13 por criso »
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Re:MATERIAL ANTI-CULTO
« Resposta #2 Online: 24 de Novembro de 2017, 04:52:35 »
DOCUMENTÁRIO - HOLY HELL (TEM NO NETFLIX)
Um homem passou duas décadas a seguir um guru, Michel, também conhecido por Andreas ou por “O Professor”. A viagem espiritual foi longa e acabou de uma forma trágica. É que neste caso não se deu a tal (inesperada) virtude da ignorância exaltada por Gonzalo Iñarritu em “Birdman”. Não, o tal guru, o líder espiritual, tinha um passado sombrio — pornografia, abusos sexuais, ordens de abortos e plásticas — e foi desmascarado, conta o Telegraph. Will Allen, que alinhou na aventura em 1985, fez diversas filmagens sobre Michel, o grupo e as suas dinâmicas, e usou-as para cozinhar um documentário. E assim nasceu “Holy Hell”, que teve direito a constar da lista do Festival Sundance.

Acabado de sair de uma escola de realização de cinema, conta outro artigo do Telegraph, Will Allen passou 22 anos em Los Angeles neste culto, chamado Buddhafield. Ficou a conhecê-lo graças à irmã, quando só queria arrancar a carreira — começou nessas andanças das filmagens aos 13 anos de idade. “Filmou tudo” e assim desenvolveu um documento sobre uma vida de escravidão, escreve o diário britânico.

Quando foi anunciada a lista do Festival de Sundance, o nome de Allen não constava, pois tinha medo de ser perseguido ou ameaçado por outros antigos membros do grupo de culto. “Eu estou chateado e choro todos os dias agora, mas também tenho um grande sentido de humor. Tens de te rir dos teus próprios erros, tens de te rir das tuas escolhas, senão terás apenas uma vida inteira com dor”, disse esta semana à Vanity Fair.Qual é, afinal, a verdade sobre “O Professor”? De acordo com o Telegraph, os membros do culto apenas a descobriram em 2007. Michel, um sul-americano que andava sempre com uns óculos Ray-Ban, havia sido outrora um ator com uma carreira falhada, por isso investiu na indústria pornográfica homossexual. Até aí, zero crime. Graves são as acusações de que terá tido relações sexuais com jovens rapazes, fossem gays ou não, durante anos — Will Allen foi uma das vítimas, diz o Screen Daily.

Há também relatos de que terá obrigado as mulheres do grupo a abortar. Mais: fez com que elementos do Buddhafield gastassem milhares de dólares em cirurgias plásticas. O Telegraph informa que o documentário de Will Allen não acusa o guru de qualquer crime e que também não o confrontou com estas acusações.

“Eu saí do grupo e pensei que sabia o que se tinha passado”, disse Allen ao Yahoo Movies. “Mas depois pensei, seria ele um diabo desde o início? Sabia ele disto tudo? Por isso tive de ir perguntar a todos os meus amigos e tive de juntar as peças.” Allen, agora com 53 anos, entrou no Buddhafield com 22 anos, depois de ser expulso de casa por ter informado os pais de que era homossexual.

O Telegraph conta ainda a história de Rhadia Gleiss, uma mulher que perdeu tudo por causa de Michel e que junta novas acusações ao caso. “Houve três pessoas, um deles o meu melhor amigo, a quem lhes foi dito para me matarem”, afirmou. “E quando saí perdi tudo. Perdi a minha casa. Fui à falência. Perdi os meus 150 amigos próximos e família. Eles demonizaram-me e deixaram-me sozinha.” Gleiss, que entra no documentário, afirmou ser “capaz” de perdoar todos os envolvidos neste enredo, incluindo aqueles que ainda estão no Buddhafield: “Eu compreendo”.
« Última modificação: 24 de Novembro de 2017, 04:57:46 por criso »
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Re:MATERIAL ANTI-CULTO
« Resposta #3 Online: 24 de Novembro de 2017, 04:57:20 »
DOCUMENTÁRIO GOING CLEAR: SCIENTOLOGY AND THE PRISON OF BELIEF (TEM NO NETFLIX)
A Igreja da Cientologia reagiu com veemência ao filme, reclamando com críticos especializados sobre suas críticas e comentários e denunciando os produtores e seus entrevistados. Going Clear foi lançado em circuito limitado de salas de cinemas nos EUA em 13 de março de 2015, e foi ao ar pela HBO em 29 de março de 2015 na América do Norte. Foi um sucesso estrondoso de audiência e na segunda semana do mês de abril de 2015 já havia sido visto por 5.5 milhões de telespectadores, se tornando o segundo documentário da HBO mais assistido da década passada.

O documentário é divido em três atos distintos. No primeiro, os ex-cientologistas descrevem como eles aderiram à Cientologia; o segundo reconta a história da Cientologia e seu fundador L. Ron Hubbard. No ato final, o documentário exibe alegações de abuso de membros da igreja e má conduta de seus líderes, particularmente a de David Miscavige, que é acusado de intimidação, espancamento, aprisionamento e exploração de subordinados. Também destaca o papel exercido por membros famosos como as celebridades John Travolta e Tom Cruise através do uso de vídeo clips contrastando suas declarações sobre Cientologia com as experiências de ex-cientologistas.

Para apoiar sua tese, o documentário utiliza imagens de ex-cientologistas sendo assediados e vigiados (bem como de acordo com a máxima de Hubbard, de que as pessoas que criticavam sua igreja eram todos criminosos cujos crimes precisavam ser expostos), e descreve a prisão de executivos seniores da Cientologia em um local conhecido como "The Hole" (O Buraco). Nesse estabelecimento, um dos cientologistas foi forçado a limpar o banheiro com sua língua segundo relatos. De acordo com o documentário, a atriz Nicole Kidman foi foi alvo de escutas telefônicas implantadas pela Cientologia em um esforço para acabar com seu casamento com Tom Cruise depois que ela foi rotulada como uma "fonte potencial de problemas" pela igreja. Também afirma que John Travolta tem sido forçado a permanecer na igreja por medo que sua vida pessoal seja exposta uma vez que eles tem registros dos detalhes mais íntimos de sua vida que o próprio ator forneceu para a igreja.
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Re:MATERIAL ANTI-CULTO
« Resposta #4 Online: 24 de Novembro de 2017, 04:59:20 »
DEPROGRAMMED (TEM NO NETFLIX)
Este documentário analisa a ascensão da desprogramação, um movimento anti-culto criado para reverter a lavagem cerebral a que são submetidas vítimas de cultos.
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Re:MATERIAL ANTI-CULTO
« Resposta #5 Online: 24 de Novembro de 2017, 05:13:51 »
THE PROPAGANDA GAME (TEM NO NETFLIX)
O filme, que inclui entrevistas bem como imagens de arquivo e contemporâneas, tenta descrever a realidade social do país com atenção particular â manipulação da mídia pelo governo da Coreia do Norte, enquanto questiona as simplificação e caricaturas sobre a Coreia do Norte feita por observadores estrangeiros.
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Re:MATERIAL ANTI-CULTO
« Resposta #6 Online: 24 de Novembro de 2017, 05:26:22 »
JONESTOWN: THE LIFE AND DEATH OF PEOPLES TEMPLE
"Jonestown" é um documentário sobre o maior suicídio colectivo da história humana, quando cerca de 900 dos fieis da seita californiana "Templo do Povo", comandada pelo fanático religioso Jim Jones, morreram na Guiana em 18 de Novembro de 1978.
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Re:MATERIAL ANTI-CULTO
« Resposta #7 Online: 24 de Novembro de 2017, 05:42:37 »
LIVRO O MUNDO ASSOMBRADO PELOS DEMÔNIOS (CARL SAGAN)
Nesta obra, Carl Sagan, preocupado com as explicações pseudocientíficas e místicas que ocupam os espaços dos meios de comunicação, reafirma o poder positivo e benéfico da ciência e da tecnologia para tentar iluminar os dias e recuperar os valores da racionalidade. O autor aborda à falsa ciência, às concepções excêntricas e os irracionalismos que são acompanhados por lembranças de sua infância. Como todos os livros do autor, O mundo assombrado pelos demônios está cheio de informações surpreendentes, transmitidas com humor e graça. Seus ataques muitas vezes divertidos à falsa ciência, às concepções excêntricas e aos irracionalismos do momento são acompanhados por lembranças da infância, quando seus pais o colocaram em contato pela primeira vez com os dois modelos de pensamento fundamentais para o método científico: o ceticismo e a admiração.
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Re:MATERIAL ANTI-CULTO
« Resposta #8 Online: 24 de Novembro de 2017, 05:43:52 »
LIVRO OBEDIÊNCIA À AUTORIDADE (STANLEY MILGRAM)
A Experiência de Milgram foi um experimento científico desenvolvido pelo psicólogo Stanley Milgram. O experimento inquiria como os participantes observados tendem a obedecer às autoridades, mesmo que estas contradigam o bom-senso individual. A experiência pretendia inicialmente explicar os crimes bárbaros do tempo do Nazismo. Em 1964, Milgram recebeu por este trabalho o prêmio anual em psicologia social da American Association for the Advancement of Science.
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Re:MATERIAL ANTI-CULTO
« Resposta #9 Online: 24 de Novembro de 2017, 05:49:28 »
LIVRO O BABUÍNO DE MADAME BLAVATSKY (PETER WASHINGTON)
Antes da virada do século, a renegada aristocrata russa Helena Petrovna Blavatsky, conhecida simplesmente como Madame Blavatsky, aportou na América com uma nova teoria: o homem não descendia do macaco, mas sim de seres elevados espiritualmente. Em O Babuíno de Madame Balavatsky, Peter Washington conta a história desta excêntrica mulher e faz um estudo bem-humorado dos ideais religiosos, através dos anos até os dias de hoje. Washington consegue capturar a essência de Madame Blavatsky, que plantou a semente da Teosofia e, junto com Henry Steel Olcott, fundou a Sociedade Teosófica, catalisando o surgimento de uma série de congregações religioso-filosóficas por toda América, Inglaterra e Europa. Com competência, ele mostra que a ‘nova moda’ logo influenciaria gurus e nomes famosos do meio literário, como Oscar Wilde, Yeats e Shaw, transformando-se em uma verdadeira febre intelectual. O autor também aborda, em O Babuíno de Madame Blavatsky, a dificuldade de Olcott e Blavatsky em se aterem aos ideais teosóficos. Narrado em terceira pessoa, o livro é mais que uma história divertida e bem escrita sobre o nascimento de uma ideia. É uma parábola sobre o progresso de uma religião - desde a pureza do conceito até a criação de todo seu cerimonial. Washington aproveita para traçar, ainda, a ascensão e queda dos pensadores ocidentais, que buscaram no oriente uma nova forma de ver a vida. Tudo isso baseado em Madame Blavatsky. Peter Washington disseca, com precisão cirúrgica e habilidade literária, a vida de Blavatsky. A mulher pintada por Washington é cheia de nuances e extremamente convincente. O autor consegue ver o quão destemperada esta era, tanto na vida pessoal, como nas finanças. E é extremamente competente ao deixar transparecer isso tudo aos leitores.

Logo nas primeiras páginas de seu livro, Peter Washington mostra o impiedoso propósito de desmascarar os bastidores do desenvolvimento das correntes místicas originadas nos Estados Unidos e na Europa em meados do século 19. Ele cumpre brilhantemente essa promessa, denunciando tramas relacionadas a sexo, dinheiro e fraude entre gurus que pregavam castidade, desapego e integridade. Mas também consegue penetrar com profundidade no universo conceitual de diversas correntes do pensamento místico do Ocidente, com um surpreendente talento para lidar com as ambigüidades humanas. Se esse mergulho traz uma desconfortável transparência para muitas dessas instituições, comprova também, sem apelos irracionais ou místicos, que os homens têm profundas necessidades interiores a serem supridas.

Os criadores da Teosofia ou "ciência sagrada" foram o norte-americano Henry Olcott (1832-1907) e a russa Helena Petrovna Blavatsky. Eles conheceram-se nos EUA um ano antes de fundar a sociedade inspirada nas culturas hinduísta, xivaísta, egípcia e outras da Antiguidade. Seu objetivo era pesquisar e divulgar "as leis que governam o Universo". Havia, para eles, o pressuposto da existência de uma doutrina universal secreta e o de que todas as religiões são essencialmente uma mesma religião. A descoberta dessas leis universais se dava, segundo eles, por revelações feitas por espíritos que se manifestavam por cartas dirigidas a Blavatsky e a Olcott. Apesar dos fracassos iniciais, a Sociedade Teosófica logo conseguiu atrair nobres e outros endinheirados, que custearam a expansão da entidade e de suas filiais, além de viagens e hospedagens da sua dupla de fundadores para vários países.

O grande sucesso da tarefa a que Washington se propõe está na sua estratégia. Se ele tivesse apelado para o conhecimento científico para desqualificar os propósitos ou os fundamentos da Teosofia e de outras correntes místicas, o resultado seria inevitavelmente um diálogo de surdos, pois é nos fundamentos que estão as grandes diferenças entre o misticismo e a cientificidade. A eficiência de sua crítica está justamente em mostrar que os principais mentores dessas seitas - que enfatizavam a busca da autodisciplina física e mental, a fraternidade e o desapego dos valores materialistas - eram apenas seres humanos idênticos aos das mentiras e das trapaças da política e dos negócios.

Um casal de ex-seguidores de Blavatsky, e depois desafeto, revelou posteriormente papéis em branco idênticos aos das cartas em que eram "precipitadas" as mensagens dos supostos espíritos guardiães do planeta. As alegadas viagens de Blavatsky - cuja data de nascimento ainda é um mistério - ao Tibete e a outros lugares do Oriente são praticamente consideradas fatos improváveis por Washington. Além disso, a fundadora da Teosofia é apresentada como um ótimo contra-exemplo da ferrenha autodisciplina individual proposta por ela mesma, pois devorava diariamente ovos fritos boiando na manteiga e vários alimentos gordurosos. Extremamente sedentária e balofa, precisava às vezes ser içada por ganchos por não conseguir usar escadas.

Washington não restringe seu livro às peripécias da fundadora da Teosofia. Ele percorre também todo o caminho dos sucessores da dupla fundadora, como os britânicos Annie Besant (1847-1933), que fazia vista grossa aos problemas éticos e materiais da instituição, e Charles Leadbeater (1847-1934), sempre em encrencas por assédio sexual a rapazes da Europa à Austrália. O livro segue também a trajetória do indiano Jiddu Krishnamurti, que foi preparado por Besant e Leadbeater para ser um novo Cristo, mas pulou fora, dos russos George Gurdjieff e Peter Ouspensky, do austríaco Rudolf Steiner, fundador da Antroposofia, e vários outros.

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Re:MATERIAL ANTI-CULTO
« Resposta #10 Online: 24 de Novembro de 2017, 06:00:37 »
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Offline Fernando Silva

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Re:MATERIAL ANTI-CULTO
« Resposta #11 Online: 24 de Novembro de 2017, 09:33:49 »
LIVRO O BABUÍNO DE MADAME BLAVATSKY (PETER WASHINGTON)
Washington não restringe seu livro às peripécias da fundadora da Teosofia. Ele percorre também todo o caminho dos sucessores da dupla fundadora, como os britânicos Annie Besant (1847-1933), que fazia vista grossa aos problemas éticos e materiais da instituição, e Charles Leadbeater (1847-1934), sempre em encrencas por assédio sexual a rapazes da Europa à Austrália. O livro segue também a trajetória do indiano Jiddu Krishnamurti, que foi preparado por Besant e Leadbeater para ser um novo Cristo, mas pulou fora, dos russos George Gurdjieff e Peter Ouspensky, do austríaco Rudolf Steiner, fundador da Antroposofia, e vários outros.
Esse pessoal adorava criar "círculos" e "ordens" disso e daquilo para depois ficar inventando rituais e trajes para as cerimônias nos "templos".

 

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