Enquete

Em quem você votaria para o pleito presidencial em 2018?

Álvaro Dias (Podemos)
2 (5.3%)
Ciro Gomes (PDT)
5 (13.2%)
Cristovam Buarque (PPS)
1 (2.6%)
Fernando Collor (PTC)
0 (0%)
Geraldo Alckmin (PSDB)
1 (2.6%)
Henrique Meirelles (PSD)
4 (10.5%)
Jair Bolsonaro (PSC)
2 (5.3%)
João Amoedo (Novo)
19 (50%)
José Eymael (PSDC)
0 (0%)
Levy Fidelix (PRTB)
0 (0%)
Luis Inácio da Silva (PT)
3 (7.9%)
Manuela D'Ávila (PC do B)
0 (0%)
Marina Silva (Rede)
1 (2.6%)
Rodrigo Maia (Dem)
0 (0%)

Votos Totais: 38

enquete encerrada: 03 de Julho de 2018, 09:38:03

Autor Tópico: Eleições presidenciais de 2018  (Lida 11714 vezes)

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Offline Buckaroo Banzai

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #875 Online: 29 de Junho de 2018, 21:00:27 »
<a href="https://www.youtube.com/v/S9N_n8eeSpQ" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/S9N_n8eeSpQ</a>

<a href="https://www.youtube.com/v/cZfuQ4t76IM" target="_blank" class="new_win">https://www.youtube.com/v/cZfuQ4t76IM</a>

Tinham que fazer uma pesquisa perguntando se a pessoa responde pesquisa só de sacanagem. Lula ainda lidera? Bolsonaro em segundo? Como não ter vergonha desse país?

Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #876 Online: 30 de Junho de 2018, 12:25:11 »

HADDAD SE TORNA ADVOGADO DE LULA E PODERÁ VISITÁ-LO TODOS OS DIAS


SP 247 - O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, coordenador de campanha do ex-presidente Lula, foi constituído como advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está em prisão política desde 7 de abril em Curitiba.


Haddad é formado em Direito pela Faculdade Largo São Francisco, da USP, e tem registro regular na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Como advogado do ex-presidente, o ex-prefeito passa a poder visitar Lula todos os dias e, consequentemente, despachar assuntos da campanha eleitoral sem a ajuda de intermediários.

Responsável pelo programa de governo da pré-candidatura de Lula, o ex-prefeito vem representando o petista em debates e sabatinas pelo país - dividindo o papel com Gleisi Hoffmann, presidente do PT, e Emídio de Souza, tesoureiro da legenda e pré-candidato a deputado estadual.

O mais recente encontro entre o coordenador da campanha e o ex-presidente foi nesta quinta-feira, 28, junto com a senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT.

Inscreva-se na TV 247 e assista à declaração de Haddad e Gleisi:


https://www.brasil247.com/pt/247/sp247/360190/Haddad-se-torna-advogado-de-Lula-e-poder%C3%A1-visit%C3%A1-lo-todos-os-dias.htm

Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #877 Online: 30 de Junho de 2018, 12:25:36 »


Parece que será mesmo o novo poste.



Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #878 Online: 30 de Junho de 2018, 12:27:43 »
As pesquisas do poste de Lula

Brasil  06.06.18 08:55

O pessoal de Fernando Haddad anda plantando umas pesquisas em que ele aparece à frente de Marina Silva.

Fernando Haddad quer cavar uma candidatura presidencial ou uma vaguinha na chapa de Ciro Gomes, mas Lula só pensa em escapar da cadeia, e sua candidatura fantasma é a única arma que lhe resta.


https://www.oantagonista.com/brasil/pesquisas-poste-de-lula/



Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #879 Online: 30 de Junho de 2018, 12:42:05 »


Lula quer Haddad pronto para assumir candidatura


Wagner foi considerado dúvida; ex-presidente expôs preocupação com situação dos filhos


24.mar.2018 às 2h00


EDIÇÃO IMPRESSA (//www1.folha.com.br/fsp/fac-simile/2018/03/24/)

BRASÍLIA

Marina Dias

Foi há 11 dias, num encontro com três amigos e uma garrafa de uísque no instituto que leva seu nome, em São Paulo, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/03/policia-usa-gas-lacrimogeneo-paradispersar-manifestantes-anti-lula.shtml) falou pela primeira vez sem rodeios sobre o mapa de sobrevivência a ser implementado pelo PT caso sua candidatura ao Planalto seja barrada.


Para os interlocutores, que compõem a correia de transmissão de poder no partido, mostrava-se angustiado, principalmente com o futuro dos filhos, mas sobre política foi o pragmático de sempre.
Caso seus recursos no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e no STF (Supremo Tribunal Federal) (https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/03/liminar-para-lula-tem-peculiaridades-mas-stfja-concedeu-salvo-conduto-antes.shtml)não vinguem, e a Justiça Eleitoral o impeça de entrar na disputa de outubro, sentencia, Fernando Haddad (http://grosteinandrade.blogfolha.uol.com.br/2018/03/22/haddad-a-gente-nao-teve-a-grandeza-de-sentar-a-mesa-juntos-efalar-isso-aqui-poe-em-risco-o-brasil/) deve ir para o aquecimento.
Naquele 13 de março, o STF ainda não havia proibido a prisão de Lula até 4 de abril, quando a corte retomará o julgamento de seu habeas corpus, mas a hipótese cada vez mais concreta de que sua candidatura será barrada mostrava que seus caminhos estavam mais estreitos.


Lula usou de habitual metáfora para resumir como avalia hoje a situação de Jaques Wagner, seu preferido para substituí-lo nas urnas caso seja impedido de concorrer nas eleições. Disse que o ex-governador da Bahia levou um tiro, só não se sabe "se no peito ou na canela".


Baleado ele próprio pela Lava Jato, Lula referia-se à operação que investiga desvios na construção da Arena Fonte Nova, em Salvador. A Polícia Federal indiciou Jaques por suspeita de ter recebido R$ 82 milhões em propina do consórcio responsável pelo estádio, o que ele nega.


Colocar em marcha o plano C com Haddad não é o mundo ideal do expresidente, nem de dirigentes petistas que consideram o ex-prefeito de pouco traquejo político e quase nenhuma disposição de se envolver com os esquemas operacionais do partido.


Na conversa em sua sala, argumentou que educação será tema importante na eleição presidencial, o que foi visto como senha para manter Haddad nessa raia


O ex-prefeito foi ministro da Educação durante os governos Lula e Dilma Rousseff e responsável por implantar o ProUni (Programa Universidade Para Todos), que concede bolsas de estudos para alunos de baixa renda em universidades privadas.


MUITA CALMA


Na avaliação de assessores, Lula sabe que deverá indicar alguém para substituir seu nome na corrida eleitoral, mas é preciso impedir que ele adote esse discurso em público desde já e desmobilize sua própria candidatura.


A tese é a de que, mesmo preso, o ex-presidente tem que ser registrado candidato em 15 de agosto —fim do prazo para que isso seja feito— e aguarde que a Justiça Eleitoral barre seu nome com base na Lei da Ficha Limpa.


Em seguida, em meados de setembro, pelas contas do PT, Lula indicaria seu substituto. O fato é que o ex-presidente tem sentido o peso da condenação que pode levá-lo à cadeia para cumprir pena de 12 anos e 1 mês pelo caso do tríplex em Guarujá (SP).


Considera "uma grande bobagem" qualquer possibilidade de fugir do país e pedir asilo no exterior e demonstra vigor em enfrentar o que chama de injustiça, mas expressava preocupação, principalmente com os filhos.


Diz que eles têm sido perseguidos, não conseguem arrumar emprego e podem ficar em uma situação ainda pior se o pai for preso. Pelo menos dois dos cinco filhos do ex-presidente enriqueceram na gestão petista ao firmarem contratos com empresas que tinham negócios com o governo.


Os dois empresários, Fábio Luís e Luis Claudio, este dono da LFT Marketing Esportivo e alvo da Operação Zelotes, viram as firmas naufragarem após as investigações.


Já Marcos Cláudio, filho do primeiro casamento de Marisa Letícia e adotado por Lula, mudou-se com a mulher para Paulínia, no interior de São Paulo, e chegou a trabalhar com venda de carvão.



https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/03/lula-quer-haddad-pronto-para-assumir-candidatura.shtml


« Última modificação: 30 de Junho de 2018, 12:46:04 por JJ »

Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #880 Online: 04 de Julho de 2018, 09:27:53 »

DEM AVALIA TROCAR ALCKMIN E CIRO POR ALVARO DIAS



Do Blog do Esmael - O DEM não quer ser sócio na derrota de Geraldo Alckmin (PSDB), por isso o partido busca entendimento com Alvaro Dias (Podemos).

Segundo a Folha, os “demos” também não querem papo com Ciro Gomes (PDT) em virtude de sua “antipatia”.

O último Ibope não foi nada promissor para a trinca de presidenciáveis. Ciro e Geraldo têm 4% e Alvaro apenas 2%.

A soma dos três juntos dá 10% nas intenções de voto, ou seja, nem um Jair Bolsonaro (PSL) haja vista o ex-capitão do Exército ter alcançado 15%.

De acordo com o Ibope, Lula segue imbatível com 33%.


https://www.brasil247.com/pt/247/parana247/360194/DEM-avalia-trocar-Alckmin-e-Ciro-por-Alvaro-Dias.htm

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #881 Online: 04 de Julho de 2018, 10:06:07 »

Após declaração polêmica, Ciro tenta conter mal estar com DEM e PP


Pré-candidato falou em garantir hegemonia 'moral e intelectual' com partidos de esquerda antes de incluir centro-direita em aliança


Vera Rosa, O Estado de S.Paulo

10 Junho 2018 | 18h09
         


BRASÍLIA – O pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, tenta contornar o mal-estar causado por  declarações dadas por ele de que uma ampla aliança em torno de seu nome pode até incluir o DEM e o PP, partidos de centro-direita, desde que antes seja fechado acordo com o PSB e o PC do B para garantir a “hegemonia moral e intelectual” da chapa.


O comentário de Ciro foi feito na sexta-feira, em Buenos Aires – onde ele foi recebido pela vice-presidente da Argentina, Gabriela Michetti –, e provocou curto-circuito político. O clima esquentou porque, com a esperada desistência do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de concorrer ao Palácio do Planalto, o DEM e o PP estão justamente inclinados a apoiar a candidatura de Ciro.



BRASÍLIA – O pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, tenta contornar o mal-estar causado por  declarações dadas por ele de que uma ampla aliança em torno de seu nome pode até incluir o DEM e o PP, partidos de centro-direita, desde que antes seja fechado acordo com o PSB e o PC do B para garantir a “hegemonia moral e intelectual” da chapa.


Ciro Gomes


O pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, em entrevista ao 'Estado' Foto: TV Estadão
O comentário de Ciro foi feito na sexta-feira, em Buenos Aires – onde ele foi recebido pela vice-presidente da Argentina, Gabriela Michetti –, e provocou curto-circuito político. O clima esquentou porque, com a esperada desistência do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de concorrer ao Palácio do Planalto, o DEM e o PP estão justamente inclinados a apoiar a candidatura de Ciro.



A cúpula dos dois partidos, porém, não escondeu a irritação com a frase do ex-ministro. Nos bastidores, a leitura foi a de que, com a ressalva feita por ele, ficou parecendo que essas siglas seriam um apêndice de segunda linha em uma eventual dobradinha.


Para conter o princípio de crise, o ex-governador do Ceará Cid Gomes – irmão de Ciro –  logo telefonou para dirigentes do DEM e do PP e procurou jogar água na fervura, sob o argumento de que tudo não passou de um mal-entendido. Cid desembarcará primeiro em Brasília. Nos próximos dias, terá conversas reservadas com políticos das duas legendas. A reunião de Ciro com eles será logo depois.


“Nesse primeiro momento, minha prioridade são o PSB e o PC do B. Se esta aliança se faz, posso avançar em partidos do centro à direita, porque a hegemonia moral e intelectual do rumo estará afirmada. Poderia incluir o PP e o DEM, desde que eu tenha o PSB e o PC do B”, afirmou Ciro em Buenos Aires, na sexta-feira, quando questionado por jornalistas sobre a possibilidade de coligação com o DEM de Rodrigo Maia e o PP do senador Ciro Nogueira (PI).



Com porcentuais que variam de 1% a 2% nas pesquisas de intenção de voto, Maia já disse a interlocutores que vai desistir de sua candidatura ao Planalto, como antecipou a Coluna do Estadão, e disputar novo mandato. Na prática, toda a estratégia do deputado é voltada para a construção de uma sólida base suprapartidária que permita a sua reeleição ao comando da Câmara. Nessa empreitada, Maia conta com a adesão de Ciro Nogueira, presidente do PP e, se avalizar a campanha do PDT, também exigirá como contrapartida o apoio na briga pela presidência da Câmara, em 2019.


Há no DEM quem pregue uma aliança com o pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, hoje estagnado nas pesquisas. Em recente entrevista ao Estado, Maia disse que o tradicional casamento entre o seu partido e o PSDB está perto do fim. A portas fechadas, no entanto, líderes das duas legendas argumentam que é preciso esperar mais um mês para o fechamento de qualquer acordo porque o cenário eleitoral ainda está muito indefinido.





Defensor do aval do PSB a Alckmin, o governador de São Paulo, Márcio França, concordou que será muito difícil para o partido tomar uma decisão antes de julho. "A disputa vai ser voto a voto na convenção, mas também pode haver neutralidade", ponderou ele. Além de Ciro, que precisa do PSB para aumentar o seu tempo no horário eleitoral de TV, a partir de agosto, o PT também negocia a união com os socialistas, mesmo que para isso tenha de sacrificar a candidatura da vereadora petista Marília Arraes, em Pernambuco.



https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,apos-declaracao-polemica-ciro-tenta-conter-mal-estar-com-dem-e-pp,70002345413



+ Avanço de Bolsonaro e Ciro assusta mercado



« Última modificação: 04 de Julho de 2018, 10:10:12 por JJ »

Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #882 Online: 04 de Julho de 2018, 10:10:21 »


Ciro acelera costura de alianças. Alvo número um: PSB


Nesta quarta-feira, um dos candidatos mais bem colocados nas pesquisas, Ciro Gomes, se reúne com o presidente do PSB, Carlos Siqueira, para falar de apoios

Por EXAME Hoje

access_time 4 jul 2018, 07h18 - Publicado em 4 jul 2018, 06h27


O deputado federal, Ciro Gomes fala com a imprensa após almoço reservado com a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff Ciro Gomes disputa com Alckmin tanto pelo PSB quanto pelos partidos do Centrão  (Roosewelt Pinheiro/Agência Brasil)


A três meses das eleições, um dos candidatos mais bem colocados nas pesquisas, Ciro Gomes (PDT), tenta acelerar o passo na formação de sua aliança. Nesta quarta-feira ele se reúne com o presidente do PSB, Carlos Siqueira, para falar de apoios. O PSB será uma bola dividida entre Ciro e Geraldo Alckmin (PSDB), que negocia com alas paulistas do partido, onde mantinha aliança em sua gestão como governador.


Desde as denúncias contra o presidente Michel Temer, no ano passado, o PSB rachou em dissidentes pró e contra o emedebista. A maior parte dos apoiadores do Planalto saiu da legenda em direção ao DEM. Quem ficou alinhou-se novamente a pautas mais à esquerda e rejeitou apoio a Alckmin. Está aí o foco de Ciro Gomes, que se apresenta como substituto natural de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


Ciro dará preferência ao partido na indicação de um vice-presidente de sua chapa, caso o PSB anuncie logo sua aliança com o PDT. Com uma chapa mais robusta e tempo de TV, o ex-governador do Ceará pretende se mostrar competitivo aos partidos do centrão, como DEM, PP, PRB e outros. Se trouxer tais partidos para seu entorno, Ciro aumenta seus recursos de campanha e terá mais aparições para mostrar suas ideias.


Todo esse bloco, contudo, ainda flerta com Alckmin. O PSDB tem naturalmente mais capilaridade e recursos de fundo eleitoral. Com o centrão ao seu lado, o tucano ganharia reforço para convencer o PSB de seu antigo vice, Márcio França, a embarcar na chapa. Líder do DEM, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), fala em quatro semanas para que o partido decida. É um tempo de barganha para esperar a melhor oferta. Se o PSB for com Ciro, ele sai em vantagem para levar consigo o centrão e dificultar a formação de alianças de Alckmin.



https://exame.abril.com.br/brasil/ciro-acelera-costura-de-aliancas-alvo-numero-um-psb/



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Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #883 Online: 05 de Julho de 2018, 11:55:53 »
PT vive disputa interna para escolher substituto de Lula


Nos bastidores, quatro nomes são cogitados caso petista não participe da eleição



1º.jul.2018 às 2h00


Catia Seabra

SÃO PAULO


A 98 dias do primeiro turno, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta, em vão, deter uma disputa entre petistas pelo direito de substituí-lo na corrida presidencial, diante do provável impedimento de sua candidatura. Por intermédio de bilhetes e mensagens, Lula busca manter o controle do partido.


Mas, à espera de uma definição do ex-presidente, potenciais candidatos e apoiadores já deflagraram suas batalhas pelo papel de reserva de Lula.


Hoje existem quatro nomes cogitados para incorporar o plano B: o ex-governador Jaques Wagner, o ex-prefeito Fernando Haddad, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e o ex-ministro Celso Amorim.


E uma amostra dessa rivalidade aconteceu no dia 8 de junho, data do lançamento oficial da pré-candidatura de Lula, em Contagem (MG). Apontado como preferido de Lula e dos governadores petistas, Wagner era o encarregado de ler uma mensagem enviada pelo ex-presidente.


Sob comando de Gleisi, os organizadores do ato decidiram, porém, montar um jogral para a leitura da carta. Descartada a ideia, a tarefa foi repassada à ex-presidente Dilma Rousseff.


No momento da leitura, Wagner já havia deixado o auditório onde se realizava o lançamento. A saída dele foi interpretada como mais um sinal de sua inapetência para a candidatura presidencial, especialmente após a realização de uma operação da Lava Jato em sua casa. Defensores de Wagner afirmam, no entanto, que ele aceitará concorrer se convocado por Lula, mas prefere ser discreto até lá.


Enquanto isso, Haddad tenta amenizar resistência interna. Para isso, se associou à maior corrente petista, a CNB (Construindo o Novo Brasil), tem viajado pelo Brasil e se reunido com petistas a pretexto da elaboração do programa de governo de Lula.


A disputa começou um dia depois da prisão de Lula, no dia 7 de abril. Contrariada com a veiculação de notícia segundo a qual Haddad dividiria com Gleisi a missão de falar em nome do ex-presidente, a senadora fez registrar em resolução do partido que ela foi a porta-voz designada por Lula.


Cada vez mais popular entre os militantes, Gleisi também tem interditado debate interno sobre o plano B, alimentando a suspeita de que busca se viabilizar para a disputa.


No último dia 18, durante reunião do conselho informal do PT, dirigentes petistas manifestaram apreensão quanto à falta de estratégia para depois da Copa do Mundo. A reunião foi gravada para que seu teor fosse enviado a Lula. Mas, por uma falha técnica, não chegou ao ex-presidente.


Na reunião, os ex-ministros Franklin Martins e Aloizio Mercadante se mostraram preocupados com a ausência de um porta-voz credenciado para representar Lula em atividades da pré-campanha. Mas a discussão sobre antecipação do nome do vice de Lula foi abortada.


Em meio a essa turbulência, um grupo de dirigentes do PT trabalha pela indicação de Celso Amorim para a execução do plano B. Há até slogan para o diplomata: "o chanceler da paz" ou "o embaixador da esperança".


Oficialmente, porém, o partido mantém o discurso de que Lula será candidato. Em evento na noite de sexta (29), em São Paulo, com representantes de pré-candidaturas de esquerda ao Planalto, Haddad repetiu que a sigla "não pode e não vai abrir mão" do ex-presidente.


"Nós não temos condições políticas, morais, intelectuais, programáticas de abrir mão do Lula", disse.


QUEM SÃO OS PLANOS B DO PT
Jaques Wagner


O ex-governador da Bahia é o preferido de Lula para substituí-lo; porém, pode sofrer desgaste com a Lava Jato


Fernando Haddad


O ex-prefeito de SP é o coordenador do programa de governo de Lula, mas seu nome enfrenta resistência na sigla


Gleisi Hoffmann


Presidente do PT, assumiu o papel de porta-voz do petista e tem vetado discussões internas sobre plano B


Celso Amorim


Apelidada de 'plano C', indicação do ex-chanceler, que não tem experiência eleitoral, é defendida por grupo do partido


https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/07/pt-vive-disputa-interna-para-escolher-substituto-de-lula.shtml


Offline Geotecton

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #884 Online: 05 de Julho de 2018, 16:40:38 »
Citar
[...]
Hoje existem quatro nomes cogitados para incorporar o plano B: o ex-governador Jaques Wagner, o ex-prefeito Fernando Haddad, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e o ex-ministro Celso Amorim.
[...]

Estou torcendo por qualquer um deles, porquê o PT sofrerá uma derrota mais acachapante do que em 2016.
Foto USGS

Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #885 Online: 06 de Julho de 2018, 12:17:01 »
Marina Silva, candidata à rainha dos nanicos


Até agora, somente PHS, PMN e PPL demonstraram interesse em se unir à Rede

Por Gabriel Mascarenhas

access_time 29 maio 2018, 13h27


Pouco apelo (Ueslei Marcelino/Reuters)


Marina Silva quase chegou ao segundo turno das eleições presidenciais de 2014 numa coligação que tinha seis partidos, entre eles PSB, ao qual ela estava filiada.

Na disputa deste ano, a cabeça de chapa da Rede vem patinando para encontrar legendas dispostas a robustecer seu palanque.

Até agora, somente os nanicos deram esperanças a Marina: PHS, PMN e PPL estão conversando com a Rede.

Marina, porém, ainda não desistiu de atrair o PSB, o único com tamanho suficiente para fazer alguma diferença na candidatura dela.


https://veja.abril.com.br/blog/radar/marina-silva-candidata-a-rainha-dos-nanicos/


Offline Cinzu

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Meirelles diz que, se eleito, fará "ampla" reforma tributária com adoção do IVA
« Resposta #886 Online: 06 de Julho de 2018, 23:50:39 »
Meirelles diz que, se eleito, fará "ampla" reforma tributária com adoção do IVA

Meirelles parece ser o cara certo no lugar errado.

Ele é competente, mas não dá pra engolir o PMDB. Deveria ter continuado fazendo seu trabalho no ministério da economia. O próximo presidente eleito, se fosse coerente manteria-o lá.
O verdadeiro inferno está em nossas mentes. Cabe a nós libertá-lo ou não.

Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #887 Online: 07 de Julho de 2018, 08:51:59 »

O  mister  Boston  é outro politicamente insignificante (em termos presidenciais).








Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #888 Online: 07 de Julho de 2018, 09:31:40 »

Alckmin na marca do pênalti


POR FERNANDO BRITO · 06/07/2018


Imagem: meu garoto


Coroando a série de reportagens desta semana, dando conta de que Geraldo Alckmin habita uma ilha que está se desfazendo no oceano, a Veja que vai para as bancas amanhã diz que a substituição do ex-governador pelo ambicioso João Doria Jr tem agora um aliado sem voto, mas com poder.


Michel Temer, segundo a revista, trata do tema aberta e pessoalmente, segundo a revista, com o próprio Doria, com Fernando Henrique e com a cúpula do PMDB: Romero Jucá e Carlos Marum, além o adesivo Gilberto Kassab, especialista em ir onde a “boquinha” está.


Doria, nos bastidores, diz que pode mobilizar recursos para a campanha de maneira mais efetiva que Alckmin, com vários escândalos de corrupção batendo na sua turma.


E, mesmo sem chances de vencer, isso é um bom argumento com parlamentares que ficaram restritos ao dinheiro do Fundo Eleitoral: muito, mas nada perto do que estavam acostumados a ter como doações empresariais.


Doria costuraria um acordo que permitiria a manutenção dos tucanos em seu ninho paulista, porque deixaria, com seu apoio, a eleição para o governo bem próxima para Paulo Pato da Fiesp Skaf.


Há um cheio de chuchu queimado no ar, cada vez mais indisfarçável.


http://www.tijolaco.com.br/blog/alckmin-na-marca-do-penalti/



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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #889 Online: 07 de Julho de 2018, 10:02:04 »
2 meses atrás a situação  já não estava boa:


Aliados tradicionais já pulam fora da candidatura Alckmin


10 de maio de 2018



Aliado ao PSDB em todas as eleições desde 1994, o DEM já trava negociações com outros partidos devido, basicamente, à fragilidade da candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência, que não decola


Na tentativa de acalmar os ânimos do DEM, Geraldo Alckmin (PSDB-SP) visitou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na manhã desta quarta (9). Foi a primeira conversa entre os dois pré-candidatos ao Planalto desde o breve flerte do paulista com o MDB de Michel Temer –o aceno irritou o democrata.


Horas depois do papo, num sinal de que não fará reserva de mercado, Maia se reuniu com dirigentes do PRB, do PP e do SD que articulam bloco alternativo ao do tucano na eleição.


Na residência de Maia, Alckmin ressaltou a afinidade histórica das duas siglas, que foi parceira do PSDB nas últimas eleições. O assunto parou por aí.


Presidente do DEM, ACM Neto (BA) estabeleceu como limite para definição do cenário nacional o dia 15 de junho. Até lá, o partido manterá a candidatura de Maia.


https://blogdacidadania.com.br/2018/05/aliados-tradicionais-ja-pulam-fora-da-candidatura-alckmin/


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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #890 Online: 07 de Julho de 2018, 11:00:06 »

As coligações são bastante importantes  para  esta eleição presidencial, por isto segue a atual composição da Câmara Federal, para que se possa saber quais as maiores bancadas:



Partido/Bloco                   Bancada   Líder / Representante   Nome do Partido / Bloco
Bloco PP, PODE, AVANTE   70   ARTHUR LIRA   Bloco Parlamentar PP, PODE, AVANTE
PT                                   61   PAULO PIMENTA   Partido dos Trabalhadores
MDB                                   51   BALEIA ROSSI   Movimento Democrático Brasileiro
PSDB                                 49   NILSON LEITÃO   Partido da Social Democracia Brasileira
DEM                                   43   RODRIGO GARCIA   Democratas
PR                                   40   JOSÉ ROCHA   Partido da República
PSD                                   38   DOMINGOS NETO   Partido Social Democrático
Bloco PTB, PROS            26   FELIPE BORNIER   Bloco Parlamentar PTB, PROS
PSB                              26   TADEU ALENCAR   Partido Socialista Brasileiro
PRB                                   21   CELSO RUSSOMANNO   Partido Republicano Brasileiro
PDT                                   19   ANDRÉ FIGUEIREDO   Partido Democrático Trabalhista
SD                                   11   WLADIMIR COSTA   Solidariedade
PCdoB                           10   ORLANDO SILVA   Partido Comunista do Brasil
PSC                                     9   GILBERTO NASCIMENTO   Partido Social Cristão
PSL                                     8   DELEGADO FRANCISCHINI   Partido Social Liberal
PPS                                 8   ALEX MANENTE   Partido Popular Socialista
PSOL                                   6   CHICO ALENCAR   Partido Socialismo e Liberdade
PATRI                                  5   JUNIOR MARRECA   Patriota
PHS                                   4   MARCELO ARO   Partido Humanista da Solidariedade
PV                                4   LEANDRE   Partido Verde
REDE                           2   JOÃO DERLY   Rede Sustentabilidade
PPL                                   1   ULDURICO JUNIOR   Partido Pátria Livre
PRP                                   1   NIVALDO ALBUQUERQUE   Partido Republicano Progressista

Total                           513    (*) Não está em exercício



http://www.camara.leg.br/Internet/Deputado/bancada.asp



Offline Cinzu

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #891 Online: 07 de Julho de 2018, 12:29:42 »
2 meses atrás a situação  já não estava boa:


Aliados tradicionais já pulam fora da candidatura Alckmin


10 de maio de 2018



Aliado ao PSDB em todas as eleições desde 1994, o DEM já trava negociações com outros partidos devido, basicamente, à fragilidade da candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência, que não decola


Na tentativa de acalmar os ânimos do DEM, Geraldo Alckmin (PSDB-SP) visitou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na manhã desta quarta (9). Foi a primeira conversa entre os dois pré-candidatos ao Planalto desde o breve flerte do paulista com o MDB de Michel Temer –o aceno irritou o democrata.


Horas depois do papo, num sinal de que não fará reserva de mercado, Maia se reuniu com dirigentes do PRB, do PP e do SD que articulam bloco alternativo ao do tucano na eleição.


Na residência de Maia, Alckmin ressaltou a afinidade histórica das duas siglas, que foi parceira do PSDB nas últimas eleições. O assunto parou por aí.


Presidente do DEM, ACM Neto (BA) estabeleceu como limite para definição do cenário nacional o dia 15 de junho. Até lá, o partido manterá a candidatura de Maia.


https://blogdacidadania.com.br/2018/05/aliados-tradicionais-ja-pulam-fora-da-candidatura-alckmin/

Não sei o que se passa pelo PSDB para insistirem em ter o Alckmin como candidato. A fita do partido já é queimada, e a do Alckmin mais ainda.
O verdadeiro inferno está em nossas mentes. Cabe a nós libertá-lo ou não.

Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #892 Online: 08 de Julho de 2018, 07:53:37 »
MARINA NÃO CONSEGUE ALIANÇAS E FAZ ARTICULAÇÕES SIMBÓLICAS

5 DE JULHO DE 2018 ÀS 07:30



247 – Sem capital político-partidário e longe dos holofotes, ainda que tenha performance de dois dígitos nas pesquisas de intenção de voto, Marina Silva caminha sozinha para mais uma eleição majoritária. Suas alianças são simbólicas e, ainda assim, incertas: Agora!, Acredito, Brasil 21 e Frente Favela Brasil estão entre os grupos que o entorno da ex-senadora considera peças importantes na candidatura.


“Na prática, a parceria com as organizações de renovação é diferente da união com siglas. Alianças formais em âmbito nacional seriam importantes para o tempo de TV. Sozinha, a presidenciável tem 8 segundos. Nos movimentos, Marina encontrará principalmente apoios individuais. Dos coletivos que se aproximaram dela, só o Brasil 21 fechou apoio à candidatura. Nos demais, o esperado é que alguns membros se engajem na campanha.


O Agora!, que tem entre os participantes o apresentador Luciano Huck, decidiu que só tomará partido de algum candidato no segundo turno. Neste ano, a Rede fez acordo com os quatro grupos para filiar membros interessados em disputar vagas no Legislativo. Parte dos novatos entrou na cota de candidaturas cívicas, uma categoria prevista no estatuto da legenda para abrigar integrantes independentes.”


https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/360687/Marina-n%C3%A3o-consegue-alian%C3%A7as-e-faz-articula%C3%A7%C3%B5es-simb%C3%B3licas.htm


« Última modificação: 08 de Julho de 2018, 08:06:28 por JJ »

Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #893 Online: 08 de Julho de 2018, 09:22:33 »



Eu duvido muito que essa Marina chegue no  2° turno,  a  "cara"  parece ser péssima para articular alianças. 

Offline Cinzu

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #894 Online: 09 de Julho de 2018, 23:43:19 »

Mais um liberal na disputa. Mas este, demonstra mais inteligência e conhecimento em relação aos demais, apesar de provavelmente ser só mais um desses que vai somar 1%.

De qualquer forma, a entrevista é produtiva. Vale a pena assistir.
« Última modificação: 11 de Julho de 2018, 10:45:09 por Cinzu »
O verdadeiro inferno está em nossas mentes. Cabe a nós libertá-lo ou não.

Offline FZapp

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #895 Online: 11 de Julho de 2018, 09:17:38 »
Citar
[...]
Hoje existem quatro nomes cogitados para incorporar o plano B: o ex-governador Jaques Wagner, o ex-prefeito Fernando Haddad, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e o ex-ministro Celso Amorim.
[...]

Estou torcendo por qualquer um deles, porquê o PT sofrerá uma derrota mais acachapante do que em 2016.

Eu diria até que o PT e o PSDB merecem uma derrota total e consistente para ver se acordam.
--
Si hemos de salvar o no,
de esto naides nos responde;
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tierra adentro hay que tirar;
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Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #896 Online: 12 de Julho de 2018, 17:28:34 »
“Bizarro é Bolsonaro aceitar apoio do PR”, diz Chinaglia

Brasil  12.07.18 16:26

Por Diego Amorim


Arlindo Chinaglia negou a O Antagonista que tenha sido designado pelo PT para negociar uma chapa com Valdemar Costa Neto, mas disse que, sim, tem conversado com lideranças de vários partidos sobre o cenário eleitoral.

O deputado reforçou que, hoje, a tendência é mesmo que o PR apoie Jair Bolsonaro.

“Ainda tem um pouco de água para passar embaixo das pontes, mas se fôssemos analisar o cenário atual, o PR está mais próximo do Bolsonaro do que de qualquer outra candidatura.”


Chinaglia acredita que Valdemar tem optado por colar em Bolsonaro como “estratégia para aumentar a bancada federal”, de olho, principalmente, no potencial de votos do deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidenciável, em São Paulo.

“Ele [Eduardo], possivelmente, terá uma votação maior do que já teve e isso ajudaria a sigla [o PR]. Se projetarmos para o Rio de Janeiro, a força da família [Bolsonaro] é ainda maior.”

Se não é estranho o partido do mensaleiro apoiar Bolsonaro?

“O bizarro é o contrário: Bolsonaro aceitar esse apoio.”


https://www.oantagonista.com/brasil/bizarro-e-bolsonaro-aceitar-apoio-pr-diz-chinaglia/


Offline Gauss

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #897 Online: 12 de Julho de 2018, 18:37:09 »
Bolsonaristas usam o argumento da Realpolitik e do pragmatismo como malabarismos mentais para manter o voto ao Mito.
“A matemática é a rainha das ciências.”
Carl Friedrich Gauss.

Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #898 Online: 14 de Julho de 2018, 13:48:56 »


Desistência de Rocha marca movimento da centro-direita rumo a Alckmin


Por Helena Chagas - julho 13, 2018, 18:24


Alguns setores da centro-direita começam a se render à constatação inevitável de que não têm alternativa melhor do que Geraldo Alckmin e se movimentam para tentar fortalecer sua candidatura. É nesse contexto que podem ser entendidos o anúncio do PSD de formalizar coligação com o tucano e a desistência, hoje, do candidato do PRB, Flávio Rocha.


 
Acima de tudo, essas forças aceitaram participar de uma articulação do próprio candidato para mostrar, neste momento decisivo, que é viável. Seu objetivo é, a partir desses apoios ainda incertos e rarefeitos, mostrar aos partidos do chamado Centrão que o tucano está agregando forças e tempo na TV, tornando-se mais competitivo. Alckmin espera, a partir disso, atrair o DEM, o PP e o Solidariedade, que hoje oscilam entre ele e Ciro Gomes.


Geraldo Alckmin


Nessa linha, Geraldo Alckmin pode agradecer ao Planalto a pressão em torno dos pepistas, que praticamente estavam nos braços de Ciro e agora pensam duas vezes depois de ameaçados de perder seus ministérios e cargos no governo. O mais engenhoso dessa operação é que Michel Temer e os planaltinos estão ajudando o candidato do PSDB e, ao mesmo tempo, mantendo o seu – Henrique Meirelles.


Ou seja, só os bônus, sem os ônus: Alckmin se beneficia do apoio dos aliados do Planalto sem o risco de ter que carregar Temer em seu palanque.


Se a manobra para criar um clima favorável ao ex-governador de São Paulo vai convencer de verdade os outros a se chegaram, ninguém sabe. Mas a maré melhorou um pouco para o tucano.


https://osdivergentes.com.br/helena-chagas/desistencia-de-rocha-marca-movimento-da-centro-direita-rumo-a-alckmin/




Offline JJ

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Re:Eleições presidenciais de 2018
« Resposta #899 Online: 15 de Julho de 2018, 12:15:04 »
“Comunista maldita”: o apedrejamento de Marina por seus irmãos evangélicos. Por Kiko Nogueira


Publicado por Kiko Nogueira -  12 de julho de 2018


Se Marina Silva for depender do voto evangélico para se eleger, tudo indica que vai pagar seus pecados.



No papel, Marina tem 18% de preferência entre seus pares, segundo o Datafolha.

Na vida real, Marina virou uma ovelha negra para esse pessoal.

Parte disso é culpa do seu vai e vem eterno. Na campanha de 2010, questionada sobre o aborto, ela sugeriu um plebiscito.

Em 2014, Marina abraçou Malafaia e acabou mudando seu plano de governo com relação à defesa dos direitos LGBT.

Por essas e outras está sendo massacrada há mais de um mês no Facebook por causa de um testemunho na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, IPP, em São Paulo.

De acordo com a Folha, Marina frequenta semanalmente a Assembleia de Deus do Plano Piloto, em Brasília, e congrega de maneira “itinerante”.



Numa dessas incursões, foi a um culto para mulheres de um pastor amigo.

Falou durante 30 minutos. Uma lenga lenga sobre sua avó, como Cristo a salvou, sua infância pobre etc.

Mas enfiou no sermão elogios ao “feminismo” de Rute e de como Deus não queria que seus filhos fossem pobres.

Tem proselitismo político? Sim. Em muitos momentos, porém, soa sincera e espontânea. Se emociona ao lembrar do pai. Há uma certa delicadeza na narrativa.

A ira divina dos fieis, no entanto, se abateu sobre ela.

A reação furibunda diz mais sobre o que a comunidade evangélica se tornou do que sobre Marina Silva.

Alguns comentários no YouTube:

Essa desgraçada infiltrando na igreja presbiteriana.

Já vou sair do canal. Essa comunista maldita.

Quer enganar quem Marina, com essas palavras? Quem ficou em cima do muro na questão de aborto, agora vem com essa cara lavada pra tentar enganar trouxa.

Tá de gozação neh? Marina lixo? Eu não acredito que a Igreja Presbiteriana tá apoiando essa bosta! Que decepção!

Desde quando uma apoiadora do aborto pode ser considerada cristã? Ela é uma infiltrada na igreja para enganar o povo de Deus. É Globalosta/ Comunista.


O Facebook da IPP vai na mesma toada.

“Uma mulher que defende o aborto, união homoafetiva, o feminismo, promove a agenda da ONU para a América Latina, é convidada da Igreja Presbiteriana de Pinheiros para um evento voltado para as mulheres?!? É no mínimo contraditório ou a liderança da igreja está de acordo com a agenda socialista e distante do que a Bíblia ensina”, reclama uma moça.

E por aí vai. Há centenas de comentários impublicáveis.

Jesus não tem dentes no país dos bolsonaros.


https://www.diariodocentrodomundo.com.br/comunista-maldita-o-apedrejamento-de-marina-por-seus-irmaos-evangelicos-por-kiko-nogueira/




 

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