Autor Tópico: MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?  (Lida 964 vezes)

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Offline Martinho Lutero

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #25 Online: 25 de Abril de 2018, 20:55:20 »
Não, porque não existem "faculdades psíquicas da mediunidade". Não existe telepatia, telecinesia, clarividência, comunicação com mortos, etc.
Como sabe? Como pode ter tanta certeza disso?

Ele foi muito enfático.

Eu responderia de maneira mais simples e sólida: Não existem evidências científicas que tais "fenômenos" ocorram. Por outro lado, o que tem aos borbotões é wishfull thinking.

Eu gostaria que ele me respondesse porque foi tão categórico em sua crença de que não existem tais prodígios.

Se a resposta for a mesma que a sua, Geotecton, de que carecem evidências científicas que comprovem tais ''fenômenos'', aí ele estaria cometendo um grave erro.

Alegar categoricamente que uma coisa não existe só porque não foi comprovada é se entregar em suas crenças céticas, senão vejamos:

Há anos que a humanidade fala e escreve sobre o amor. Mas o que é o amor? Temos comprovação de que ele é real, mesmo depois dos milhares de anos que as pessoas alegam tê-lo sentido? Seria alguém aqui capaz de provar que o amor é tão real quanto o ar que respiramos, a água que bebemos?

Mesmo assim, vocês, céticos, acreditam nessa coisa que ninguém jamais viu e nunca foi comprovada cientificamente, não é mesmo?

Amor é algo material per se ou é um dado sentimento que se manifesta por meio de reações físico-químicas, que alteram, por exemplo, o comportamento?

Eu não sei. Qual é a sua opinião?

As duas alternativas que você apresentou necessita de crença. O que leva a crer que existe um sentimento chamado amor que se manifesta como subproduto de reações químicas neurais? Ou mesmo se a ele fosse atribuído como a causa (e não o efeito) dessas alterações cerebrais e comportamentais, o que levaria a crer que o responsável por isso tudo é um sentimento a que chamamos de amor? Não poderiam haver outras causas e explicações, digamos, mais naturais e menos subjetivas?
« Última modificação: 25 de Abril de 2018, 20:58:40 por Martinho Lutero »

Offline Gigaview

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #26 Online: 25 de Abril de 2018, 22:12:49 »
Não, porque não existem "faculdades psíquicas da mediunidade". Não existe telepatia, telecinesia, clarividência, comunicação com mortos, etc.
Como sabe? Como pode ter tanta certeza disso?

Ele foi muito enfático.

Eu responderia de maneira mais simples e sólida: Não existem evidências científicas que tais "fenômenos" ocorram. Por outro lado, o que tem aos borbotões é wishfull thinking.

Eu gostaria que ele me respondesse porque foi tão categórico em sua crença de que não existem tais prodígios.

Se a resposta for a mesma que a sua, Geotecton, de que carecem evidências científicas que comprovem tais ''fenômenos'', aí ele estaria cometendo um grave erro.

Alegar categoricamente que uma coisa não existe só porque não foi comprovada é se entregar em suas crenças céticas, senão vejamos:

Há anos que a humanidade fala e escreve sobre o amor. Mas o que é o amor? Temos comprovação de que ele é real, mesmo depois dos milhares de anos que as pessoas alegam tê-lo sentido? Seria alguém aqui capaz de provar que o amor é tão real quanto o ar que respiramos, a água que bebemos?

Mesmo assim, vocês, céticos, acreditam nessa coisa que ninguém jamais viu e nunca foi comprovada cientificamente, não é mesmo?

Eu afirmo categoricamente que Papai Noel não existe porque nunca foi comprovada a sua existência e se isso é se entregar em minhas crenças céticas, estou pouco me lixando para o que você acha.

Acreditar na "possibilidade" da existência de um Papai Noel, por exemplo, num conjunto hipotético de universos possíveis, em dimensões quânticas da espiritualidade ou qualquer outra besteira que possa justificar uma "mente aberta" para a possibilidade do impossível é bullshit.

Sem a comprovação "oficial" através da Ciência, não é possível afirmar que Papai Noel existe. Isso não significa que a Ciência se fecha a analisar futuras evidências sobre a existência do Papai Noel e se um dia tais evidências conduzirem à prova de sua existência, Papai Noel vai existir oficialmente. A Ciência não é dogmática, portanto suas verdades devem ser consideradas provisórias em respeito à sua característica de refutabilidade.

O cético que é orientado pela consideração de evidências e metodologia científicas deve se ater ao que tem existência comprovada até o momento mesmo que isso possa resultar em afirmações categóricas de utilidade prática. Evidentemente, questões que envolvem subjetividade merecem tratamento adequado, o que não é o caso de Papai Noel nem dos fenômenos paranormais que apesar de alegações de subjetividade implícita podem ser submetidos a testes laboratoriais sob metodologias precisas e medidos objetivamente em resultados.

Portanto, meu caro, os fenômenos paranormais não existem até o momento presente. Quando surgirem evidências e a Ciência reconhecê-los como manifestações naturais seria burrice continuar negando-os, da mesma forma que é bobagem acreditar neles baseados na esperança de serem descobertos algum dia ou fundamentar essa crença em evidências anedóticas.
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Offline Martinho Lutero

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #27 Online: 25 de Abril de 2018, 22:38:33 »
Não, porque não existem "faculdades psíquicas da mediunidade". Não existe telepatia, telecinesia, clarividência, comunicação com mortos, etc.
Como sabe? Como pode ter tanta certeza disso?

Ele foi muito enfático.

Eu responderia de maneira mais simples e sólida: Não existem evidências científicas que tais "fenômenos" ocorram. Por outro lado, o que tem aos borbotões é wishfull thinking.

Eu gostaria que ele me respondesse porque foi tão categórico em sua crença de que não existem tais prodígios.

Se a resposta for a mesma que a sua, Geotecton, de que carecem evidências científicas que comprovem tais ''fenômenos'', aí ele estaria cometendo um grave erro.

Alegar categoricamente que uma coisa não existe só porque não foi comprovada é se entregar em suas crenças céticas, senão vejamos:

Há anos que a humanidade fala e escreve sobre o amor. Mas o que é o amor? Temos comprovação de que ele é real, mesmo depois dos milhares de anos que as pessoas alegam tê-lo sentido? Seria alguém aqui capaz de provar que o amor é tão real quanto o ar que respiramos, a água que bebemos?

Mesmo assim, vocês, céticos, acreditam nessa coisa que ninguém jamais viu e nunca foi comprovada cientificamente, não é mesmo?

Eu afirmo categoricamente que Papai Noel não existe porque nunca foi comprovada a sua existência e se isso é se entregar em minhas crenças céticas, estou pouco me lixando para o que você acha.

Acreditar na "possibilidade" da existência de um Papai Noel, por exemplo, num conjunto hipotético de universos possíveis, em dimensões quânticas da espiritualidade ou qualquer outra besteira que possa justificar uma "mente aberta" para a possibilidade do impossível é bullshit.

Sem a comprovação "oficial" através da Ciência, não é possível afirmar que Papai Noel existe. Isso não significa que a Ciência se fecha a analisar futuras evidências sobre a existência do Papai Noel e se um dia tais evidências conduzirem à prova de sua existência, Papai Noel vai existir oficialmente. A Ciência não é dogmática, portanto suas verdades devem ser consideradas provisórias em respeito à sua característica de refutabilidade.

O cético que é orientado pela consideração de evidências e metodologia científicas deve se ater ao que tem existência comprovada até o momento mesmo que isso possa resultar em afirmações categóricas de utilidade prática. Evidentemente, questões que envolvem subjetividade merecem tratamento adequado, o que não é o caso de Papai Noel nem dos fenômenos paranormais que apesar de alegações de subjetividade implícita podem ser submetidos a testes laboratoriais sob metodologias precisas e medidos objetivamente em resultados.

Portanto, meu caro, os fenômenos paranormais não existem até o momento presente. Quando surgirem evidências e a Ciência reconhecê-los como manifestações naturais seria burrice continuar negando-os, da mesma forma que é bobagem acreditar neles baseados na esperança de serem descobertos algum dia ou fundamentar essa crença em evidências anedóticas.

Só porque você falou ''não existem até o momento presente'' é que te darei um desconto.  :)

Senão você não seria o mesmo que fez a seguinte afirmação:

Portanto, oficialmente, viagens astrais ainda não foram comprovadas, o que não quer dizer que sejam inexistentes ou impossíveis de serem realizadas.

Eu a encontrei devido a um conselho que você deu a um forista para que usasse o mecanismo de busca pra encontrar um texto que você escreveu sobre Projeção Astral.

Claro que é fácil traçar todo o desenvolvimento histórico do mito Papai Noel para saber como, onde e quando ele surgiu. Já o mesmo, com algumas raras exceções, não se dá com a totalidade dos fenômenos ditos extra-sensoriais.   

Todos nós temos crenças. É impossível que alguém não tenha alguma crença em algo que (até o momento presente) não existe.

Basta analisar, como havia falado ao Geotecton, o caso do Amor. Não temos nenhuma capacidade (até o momento presente) pra provar o que vem a ser o Amor. Mesmo assim todo mundo, seja cético ou não, acredita e diz que ama seus pais, seus filhos, seus cônjuges, ou seja, acreditam em algo que não foi possível se comprovar cientificamente (até o momento presente). E este é só um dos exemplos.
« Última modificação: 25 de Abril de 2018, 22:45:58 por Martinho Lutero »

Offline Gigaview

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #28 Online: 25 de Abril de 2018, 22:53:09 »
Citar
As duas alternativas que você apresentou necessita de crença.


Penso que todos, inclusive os céticos, precisam de crenças.

Eu acredito que vai chover amanhã, apesar da minha análise das previsões da metereologia, e portanto, por motivos práticos, já coloquei o meu guarda chuva na pasta.

Se chover estarei protegido e o assunto morre aí.

Quando esse tipo de crença vem acompanhada de um pensamento "desejoso", e a pessoa torce para não chover amanhã e por conta dessa certeza, deixa de colocar o guarda chuva na pasta, tem alguma coisa esquisita aí.

É isso que diferencia a crença do cético da crença do crente religioso, apesar de ambos compartilharem inúmeras crenças práticas isentas de wishful thinking.

O crente religioso aposta que as suas convicções religiosas estão corretas e desenvolve um estilo de vida em torno disso. O cético, por outro lado, rejeita o pensamento mágico e mesmo quando manifesta algum pensamento desejoso este se revela de algum modo prático, que considera incertezas e prognósticos fundamentados.

O crente religioso acredita na "mão divina" sobre um acontecimento. O crente cético acredita em possibilidades estatísticas.
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Offline AlienígenA

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #29 Online: 25 de Abril de 2018, 23:08:26 »
Como não temos nenhuma capacidade de provar o que vem a ser o amor? É um fenômeno neurobiológico, resultado de reações químicas, envolvendo adrenalina, dopamina, norepinefrina e serotonina, muito bem compreendido, por sinal.  :hein:

Offline Gigaview

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #30 Online: 25 de Abril de 2018, 23:36:28 »
Como não temos nenhuma capacidade de provar o que vem a ser o amor? É um fenômeno neurobiológico, resultado de reações químicas, envolvendo adrenalina, dopamina, norepinefrina e serotonina, muito bem compreendido, por sinal.  :hein:

Sei não...Complicado.

O ódio também é resultado de tudo isso. Qual é o "mix" dessas coisas no amor? E no ódio? Ninguém sabe nada além de serem considerados fenômenos neurobiológicos. Para complicar, o amor é a mesma coisa que a experiência do amor? Amor de quem? Por o que? Como definir amor para determinar o seu "mix"? Será que o "mix" é experimentado por todos da mesma forma?
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Offline O Babuíno de Madame Blavatsky

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #31 Online: 25 de Abril de 2018, 23:41:35 »
O homem não experimenta o mundo unicamente por meio dos sentidos físicos. Experimenta por meio da mente e dos sentidos. O amor é uma experiência mental simultânea a essas reações químicas que se processam no organismo. Da mesma forma, há atividade cerebral enquanto alguém sonha, o que não quer dizer que o sonho se resuma à atividade cerebral, e sim que esta acontece no organismo ao mesmo tempo em que a mente experimenta a subjetividade do sonho. A clarividência, por exemplo, é outro fenômeno mental, com seus próprios processos biológicos e químicos como a atividade da glândula pineal etc.
« Última modificação: 25 de Abril de 2018, 23:49:21 por Saint-Martin »
O Deus único escolheu para Si um único santuário: o coração do homem. Eis o templo onde este deve adorá-Lo; os templos exteriores são apenas as avenidas desse templo invisível. Não há necessidade de teurgia, de adesão a um culto exterior. Não é a mudança de lugar terrestre que nos é útil e sim a mudança de lugar espiritual. A evolução espiritual não requer deslocamento geográfico, mas deslocamento psíquico e o despertar de qualidades inerentes, as quais trazemos desde sempre em nós.

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Offline Martinho Lutero

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #32 Online: 26 de Abril de 2018, 00:16:55 »
Citar
As duas alternativas que você apresentou necessita de crença.


Penso que todos, inclusive os céticos, precisam de crenças.

Eu acredito que vai chover amanhã, apesar da minha análise das previsões da metereologia, e portanto, por motivos práticos, já coloquei o meu guarda chuva na pasta.

Se chover estarei protegido e o assunto morre aí.

Quando esse tipo de crença vem acompanhada de um pensamento "desejoso", e a pessoa torce para não chover amanhã e por conta dessa certeza, deixa de colocar o guarda chuva na pasta, tem alguma coisa esquisita aí.

É isso que diferencia a crença do cético da crença do crente religioso, apesar de ambos compartilharem inúmeras crenças práticas isentas de wishful thinking.

O crente religioso aposta que as suas convicções religiosas estão corretas e desenvolve um estilo de vida em torno disso. O cético, por outro lado, rejeita o pensamento mágico e mesmo quando manifesta algum pensamento desejoso este se revela de algum modo prático, que considera incertezas e prognósticos fundamentados.

O crente religioso acredita na "mão divina" sobre um acontecimento. O crente cético acredita em possibilidades estatísticas.

Este é o ponto. Algumas crenças são saudáveis e úteis para nossa adaptação e sobrevivência, enquanto que outras podem até ser nocivas. Realmente pode haver uma discrepância entre crença religiosa e outras crenças, mas algumas crenças que não são religiosas também podem nos fazer desenvolver todo um estilo de vida em torno delas.
« Última modificação: 26 de Abril de 2018, 00:20:12 por Martinho Lutero »

Offline Gigaview

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #33 Online: 26 de Abril de 2018, 00:18:50 »
O homem não experimenta o mundo unicamente por meio dos sentidos físicos. Experimenta por meio da mente e dos sentidos.

Diretamente por meio da mente? Como? Prove.

Citar
A clarividência, por exemplo, é outro fenômeno mental, com seus próprios processos biológicos e químicos como a atividade da glândula pineal etc.

Bullshit.

Clarividência nunca foi comprovada. Nem essa bobagem de atividade paranormal da "pineal" (nomenclatura em desuso).

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Offline Gigaview

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #34 Online: 26 de Abril de 2018, 00:24:58 »
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As duas alternativas que você apresentou necessita de crença.


Penso que todos, inclusive os céticos, precisam de crenças.

Eu acredito que vai chover amanhã, apesar da minha análise das previsões da metereologia, e portanto, por motivos práticos, já coloquei o meu guarda chuva na pasta.

Se chover estarei protegido e o assunto morre aí.

Quando esse tipo de crença vem acompanhada de um pensamento "desejoso", e a pessoa torce para não chover amanhã e por conta dessa certeza, deixa de colocar o guarda chuva na pasta, tem alguma coisa esquisita aí.

É isso que diferencia a crença do cético da crença do crente religioso, apesar de ambos compartilharem inúmeras crenças práticas isentas de wishful thinking.

O crente religioso aposta que as suas convicções religiosas estão corretas e desenvolve um estilo de vida em torno disso. O cético, por outro lado, rejeita o pensamento mágico e mesmo quando manifesta algum pensamento desejoso este se revela de algum modo prático, que considera incertezas e prognósticos fundamentados.

O crente religioso acredita na "mão divina" sobre um acontecimento. O crente cético acredita em possibilidades estatísticas.

Este é o ponto. Algumas crenças são saudáveis e úteis para nossa adaptação e sobrevivência, enquanto que outras podem até ser nocivas. Realmente pode haver uma discrepância entre crença religiosa e outras crenças, mas algumas crenças que não são religiosas também podem nos fazer desenvolver um estilo de vida todo em torno delas.

Citei religiosas querendo me referir à místicas em geral, não necessariamente atreladas a uma religião, mas com conteúdo de pensamento mágico.

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Offline Martinho Lutero

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #35 Online: 26 de Abril de 2018, 00:30:15 »
Citar
As duas alternativas que você apresentou necessita de crença.


Penso que todos, inclusive os céticos, precisam de crenças.

Eu acredito que vai chover amanhã, apesar da minha análise das previsões da metereologia, e portanto, por motivos práticos, já coloquei o meu guarda chuva na pasta.

Se chover estarei protegido e o assunto morre aí.

Quando esse tipo de crença vem acompanhada de um pensamento "desejoso", e a pessoa torce para não chover amanhã e por conta dessa certeza, deixa de colocar o guarda chuva na pasta, tem alguma coisa esquisita aí.

É isso que diferencia a crença do cético da crença do crente religioso, apesar de ambos compartilharem inúmeras crenças práticas isentas de wishful thinking.

O crente religioso aposta que as suas convicções religiosas estão corretas e desenvolve um estilo de vida em torno disso. O cético, por outro lado, rejeita o pensamento mágico e mesmo quando manifesta algum pensamento desejoso este se revela de algum modo prático, que considera incertezas e prognósticos fundamentados.

O crente religioso acredita na "mão divina" sobre um acontecimento. O crente cético acredita em possibilidades estatísticas.

Este é o ponto. Algumas crenças são saudáveis e úteis para nossa adaptação e sobrevivência, enquanto que outras podem até ser nocivas. Realmente pode haver uma discrepância entre crença religiosa e outras crenças, mas algumas crenças que não são religiosas também podem nos fazer desenvolver um estilo de vida todo em torno delas.

Citei religiosas querendo me referir à místicas em geral, não necessariamente atreladas a uma religião, mas com conteúdo de pensamento mágico.

Sim, sim, não discordo de você, só quis abrir um leque pra complementar.

Offline O Babuíno de Madame Blavatsky

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #36 Online: 26 de Abril de 2018, 00:31:58 »
Não há nada de paranormal. A clarividência é a experiência das visões astrais, que você pode chamar de sonhos ou o que quiser. Quando em ambientes escuros e calmos, a pineal começa a secretar melatonina, que por sua vez te induz a abandonar o estado objetivo e cotidiano de consciência.
O Deus único escolheu para Si um único santuário: o coração do homem. Eis o templo onde este deve adorá-Lo; os templos exteriores são apenas as avenidas desse templo invisível. Não há necessidade de teurgia, de adesão a um culto exterior. Não é a mudança de lugar terrestre que nos é útil e sim a mudança de lugar espiritual. A evolução espiritual não requer deslocamento geográfico, mas deslocamento psíquico e o despertar de qualidades inerentes, as quais trazemos desde sempre em nós.

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Offline Martinho Lutero

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #37 Online: 26 de Abril de 2018, 00:33:33 »
O homem não experimenta o mundo unicamente por meio dos sentidos físicos. Experimenta por meio da mente e dos sentidos.

A clarividência, por exemplo, é outro fenômeno mental, com seus próprios processos biológicos e químicos como a atividade da glândula pineal etc.

Não há nada de paranormal. A clarividência é a experiência das visões astrais, que você pode chamar de sonhos ou o que quiser. Quando em ambientes escuros e calmos, a pineal começa a secretar melatonina, que por sua vez te induz a abandonar o estado objetivo e cotidiano de consciência.

Você já experimentou todas essas coisas ou só está repetindo o que leu num livro?

Como Psicólogo, gostaria muito que dissecasse mais tais ''atividades mentais'' para eu melhor entender.

Offline O Babuíno de Madame Blavatsky

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #38 Online: 26 de Abril de 2018, 00:35:12 »
Já. É mais uma diferença de termos. Um ateu-materialista pode passar pelos mesmos fenômenos, só vai dar outros nomes e dizer que é coisa da cabeça dele.
O Deus único escolheu para Si um único santuário: o coração do homem. Eis o templo onde este deve adorá-Lo; os templos exteriores são apenas as avenidas desse templo invisível. Não há necessidade de teurgia, de adesão a um culto exterior. Não é a mudança de lugar terrestre que nos é útil e sim a mudança de lugar espiritual. A evolução espiritual não requer deslocamento geográfico, mas deslocamento psíquico e o despertar de qualidades inerentes, as quais trazemos desde sempre em nós.

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Offline Martinho Lutero

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #39 Online: 26 de Abril de 2018, 00:39:36 »
Não há nada de paranormal. A clarividência é a experiência das visões astrais, que você pode chamar de sonhos ou o que quiser.


Só para entender melhor, você está afirmando que sonhos e visões astrais são a mesma coisa? 

Citar
Quando em ambientes escuros e calmos, a pineal começa a secretar melatonina, que por sua vez te induz a abandonar o estado objetivo e cotidiano de consciência.

Existe prova que a melatonina age na mente como você assim disserta?

Já experimentou na prática o que escreveu? Como foi?

Offline Martinho Lutero

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #40 Online: 26 de Abril de 2018, 00:42:30 »
Já. É mais uma diferença de termos. Um ateu-materialista pode passar pelos mesmos fenômenos, só vai dar outros nomes e dizer que é coisa da cabeça dele.

''Já'' não é uma resposta que satisfaça. Explique com detalhes o que experimentou e como foram as suas impressões.

Offline O Babuíno de Madame Blavatsky

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #41 Online: 26 de Abril de 2018, 00:44:30 »
Nomes diferentes para a mesma coisa. Plano Astral é um nome esotérico para o Reino Onírico. A mente está o tempo todo à procura de estímulo. Melatonina é um hormônio que a glândula pineal começa a secretar quando você não recebe estímulos sensoriais fortes. Como a mente não para, começa a utilizar a informação que circula em seu próprio sistema como estímulo para interpretação. Nada demais. O Sonho Lúcido, por exemplo, é uma habilidade que qualquer ateu-materialista pode aprender e uma excelente forma de refutar empiricamente ao espiritismo, já que o mesmo toma as experiências oníricas por vivências objetivas do plano espiritual.
O Deus único escolheu para Si um único santuário: o coração do homem. Eis o templo onde este deve adorá-Lo; os templos exteriores são apenas as avenidas desse templo invisível. Não há necessidade de teurgia, de adesão a um culto exterior. Não é a mudança de lugar terrestre que nos é útil e sim a mudança de lugar espiritual. A evolução espiritual não requer deslocamento geográfico, mas deslocamento psíquico e o despertar de qualidades inerentes, as quais trazemos desde sempre em nós.

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #42 Online: 26 de Abril de 2018, 00:58:54 »
Nomes diferentes para a mesma coisa. Plano Astral é um nome esotérico para o Reino Onírico.

Tipo o Inconsciente Coletivo de Jung? É isso que quer dizer?

Mas, pelo que eu entendi, você falou que sonhos e a clarividência são uma mesma coisa. Clarividência - me corrijam se eu estiver errado - não é a capacidade extra-sensorial de enxergar acontecimentos futuros e longínquos? Seguindo este parâmetro, o que você afirmou não está longe de dizer que sonhos proféticos existem, correto?


Citar
O Sonho Lúcido, por exemplo, é uma habilidade que qualquer ateu-materialista pode aprender e uma excelente forma de refutar empiricamente ao espiritismo, já que o mesmo toma as experiências oníricas por vivências objetivas do plano espiritual.

De vez em quando eu experimento esses sonhos lúcidos.

Offline O Babuíno de Madame Blavatsky

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #43 Online: 26 de Abril de 2018, 01:09:06 »
Liberta da experiência sensorial, a mente pode projetar situações passadas bem como possibilidades futuras. Daí a crença espírita de que no desdobramento o espírito pode vasculhar no tempo e no espaço. Se você se vê diante de onde morou na infância, pode acabar acreditando que foi literalmente parar lá geograficamente, como se o espírito tivesse saído de seu corpo ou algo assim, quando na verdade se trata de uma experiência inteiramente mental. O espiritismo veio do experimento do sonambulismo lúcido, isto é, sonhos lúcidos provocados por meio de mesmerismo (hipnose). Para cada 1 que acerta algo, deve ter uns 99 que erram. Engraçado também que nunca vemos um budista encontrando as colônias espíritas, ou um espírita encontrando o reino dos Asuras e Devas, ou santos místicos católicos falando de daemons. O que é revelado no astral é o conteúdo do inconsciente coletivo do qual aquele sujeito participa. Católicos vão para um céu católico, espíritas vão para suas colônias, teósofos veem seus reinos dévicos, e cada um volta acreditando que conheceu o verdadeiro mundo espiritual. Na verdade, encontraram apenas aquilo com o que possuem afinidade. Sem falar que a mesma informação pode ser traduzida diferentemente de acordo com a cultura. Em um sonho de medo, por exemplo, um ocultista budista pode ver um Asura, enquanto um cristão vê um Demônio e um umbandista vê um egum ou qualquer coisa assim. O Astral é a morada de todos os céus e entidades de todos os panteões.
O Deus único escolheu para Si um único santuário: o coração do homem. Eis o templo onde este deve adorá-Lo; os templos exteriores são apenas as avenidas desse templo invisível. Não há necessidade de teurgia, de adesão a um culto exterior. Não é a mudança de lugar terrestre que nos é útil e sim a mudança de lugar espiritual. A evolução espiritual não requer deslocamento geográfico, mas deslocamento psíquico e o despertar de qualidades inerentes, as quais trazemos desde sempre em nós.

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #44 Online: 26 de Abril de 2018, 01:12:50 »
Estou experimentando com técnicas mediúnicas e gnósticas para fins artísticos e criativos. A primeira maravilha que consegui foi criar uma música em uma experiência onírica. Tudo que precisei foi ter a intenção. Apareceram imediatamente a melodia, a harmonia, a letra e tudo o mais. Foi incrível conhecer a infinita capacidade criadora do meu inconsciente. Forcei o despertar imediatamente para pegar o violão e gravar. Também consegui fazer uma peça em sonho, mas a memória se esvaiu muito rapidamente depois de acordar e não consegui registrar a criação. Meu próximo passo é com escrita automática. Quero psicografar minhas próprias obras literárias.
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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #45 Online: 26 de Abril de 2018, 01:21:30 »
Liberta da experiência sensorial, a mente pode projetar situações passadas bem como possibilidades futuras. Daí a crença espírita de que no desdobramento o espírito pode vasculhar no tempo e no espaço. Se você se vê diante de onde morou na infância, pode acabar acreditando que foi literalmente parar lá geograficamente, como se o espírito tivesse saído de seu corpo ou algo assim, quando na verdade se trata de uma experiência inteiramente mental. O espiritismo veio do experimento do sonambulismo lúcido, isto é, sonhos lúcidos provocados por meio de mesmerismo (hipnose). Para cada 1 que acerta algo, deve ter uns 99 que erram. Engraçado também que nunca vemos um budista encontrando as colônias espíritas, ou um espírita encontrando o reino dos Asuras e Devas, ou santos místicos católicos falando de daemons. O que é revelado no astral é o conteúdo do inconsciente coletivo do qual aquele sujeito participa. Católicos vão para um céu católico, espíritas vão para suas colônias, teósofos veem seus reinos dévicos, e cada um volta acreditando que conheceu o verdadeiro mundo espiritual. Na verdade, encontraram apenas aquilo com o que possuem afinidade. Sem falar que a mesma informação pode ser traduzida diferentemente de acordo com a cultura. Em um sonho de medo, por exemplo, um ocultista budista pode ver um Asura, enquanto um cristão vê um Demônio e um umbandista vê um egum ou qualquer coisa assim. O Astral é a morada de todos os céus e entidades de todos os panteões.

Esse seu texto está tão impregnado de uma confusão de crenças que é melhor deixar ele pra depois.

O que me interessa de ti é saber sobre suas experiências de ''clarividência''.

Já teve visões de objetos ou acontecimentos reais que independessem dos sentidos físicos? Já teve sonhos proféticos? Poderia, por gentileza, contar detalhadamente alguma dessas experiências?     

Offline O Babuíno de Madame Blavatsky

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #46 Online: 26 de Abril de 2018, 01:23:50 »
Defina real.
O Deus único escolheu para Si um único santuário: o coração do homem. Eis o templo onde este deve adorá-Lo; os templos exteriores são apenas as avenidas desse templo invisível. Não há necessidade de teurgia, de adesão a um culto exterior. Não é a mudança de lugar terrestre que nos é útil e sim a mudança de lugar espiritual. A evolução espiritual não requer deslocamento geográfico, mas deslocamento psíquico e o despertar de qualidades inerentes, as quais trazemos desde sempre em nós.

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Offline Martinho Lutero

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #47 Online: 26 de Abril de 2018, 01:33:56 »
Estou experimentando com técnicas mediúnicas e gnósticas para fins artísticos e criativos. A primeira maravilha que consegui foi criar uma música em uma experiência onírica. Tudo que precisei foi ter a intenção. Apareceram imediatamente a melodia, a harmonia, a letra e tudo o mais. Foi incrível conhecer a infinita capacidade criadora do meu inconsciente. Forcei o despertar imediatamente para pegar o violão e gravar. Também consegui fazer uma peça em sonho, mas a memória se esvaiu muito rapidamente depois de acordar e não consegui registrar a criação. Meu próximo passo é com escrita automática. Quero psicografar minhas próprias obras literárias.

Existem relatos de grandes obras artísticas e científicas que foram inspiradas por sonhos, mas parece que você está querendo dizer que encontrou um meio de acessar espontaneamente seu inconsciente sem que tenha que enfrentar as amarras da vigília da mente consciente, embora ainda não tenha controle absoluto sobre o método, está correto? Trocando em miúdos, você alega que descobriu uma receita pra se auto hipnotizar à vontade, a hora que quiser. É isso mesmo?

E sua intenção é ''psicografar'' uma obra literária do seu inconsciente, usando o material disponível nele como conteúdo?   

Offline Martinho Lutero

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #48 Online: 26 de Abril de 2018, 01:36:04 »
Defina real.

Primeiro gostaria de saber a tua definição para real. Daí depois discutimos.

Offline O Babuíno de Madame Blavatsky

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #49 Online: 26 de Abril de 2018, 01:42:14 »
Defina real.

Primeiro gostaria de saber a tua definição para real. Daí depois discutimos.
Essa coisa toda é real enquanto experiência mental, apenas. São projeções psíquicas.
« Última modificação: 26 de Abril de 2018, 01:49:41 por Saint-Martin »
O Deus único escolheu para Si um único santuário: o coração do homem. Eis o templo onde este deve adorá-Lo; os templos exteriores são apenas as avenidas desse templo invisível. Não há necessidade de teurgia, de adesão a um culto exterior. Não é a mudança de lugar terrestre que nos é útil e sim a mudança de lugar espiritual. A evolução espiritual não requer deslocamento geográfico, mas deslocamento psíquico e o despertar de qualidades inerentes, as quais trazemos desde sempre em nós.

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