Autor Tópico: MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?  (Lida 1256 vezes)

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Offline O Babuíno de Madame Blavatsky

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #50 Online: 26 de Abril de 2018, 01:47:56 »
Existem relatos de grandes obras artísticas e científicas que foram inspiradas por sonhos, mas parece que você está querendo dizer que encontrou um meio de acessar espontaneamente seu inconsciente sem que tenha que enfrentar as amarras da vigília da mente consciente, embora ainda não tenha controle absoluto sobre o método, está correto? Trocando em miúdos, você alega que descobriu uma receita pra se auto hipnotizar à vontade, a hora que quiser. É isso mesmo?

E sua intenção é ''psicografar'' uma obra literária do seu inconsciente, usando o material disponível nele como conteúdo?
É isso mesmo! E essa é exatamente a minha intenção, mas demorou um bocado para chegar a este ponto. Até ano passado eu não conseguia nem sequer visualizar. Comecei a me dedicar intensamente e até o final do ano obtive minhas primeiras experiências. Fui aprofundando e adquirindo domínio sobre o transe. Já consegui chegar no ponto de provocar imagens vívidas e realistas. Este ano vou começar com a psicografia experimental. Estou praticando os exercícios espirituais de São João da Cruz e Santo Inácio de Loyola para acessar um estado místico de consciência. Sou minha própria cobaia para explorar as entranhas do potencial criativo humano e arrombar os limites do Ego e da Mente.
O Deus único escolheu para Si um único santuário: o coração do homem. Eis o templo onde este deve adorá-Lo; os templos exteriores são apenas as avenidas desse templo invisível. Não há necessidade de teurgia, de adesão a um culto exterior. Não é a mudança de lugar terrestre que nos é útil e sim a mudança de lugar espiritual. A evolução espiritual não requer deslocamento geográfico, mas deslocamento psíquico e o despertar de qualidades inerentes, as quais trazemos desde sempre em nós.

SURSUM CORDA

Offline Martinho Lutero

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #51 Online: 26 de Abril de 2018, 02:21:12 »
Defina real.

Primeiro gostaria de saber a tua definição para real. Daí depois discutimos.
Essa coisa toda é real enquanto experiência mental, apenas. São projeções psíquicas.

Então se trata de uma realidade subjetiva.


Existem relatos de grandes obras artísticas e científicas que foram inspiradas por sonhos, mas parece que você está querendo dizer que encontrou um meio de acessar espontaneamente seu inconsciente sem que tenha que enfrentar as amarras da vigília da mente consciente, embora ainda não tenha controle absoluto sobre o método, está correto? Trocando em miúdos, você alega que descobriu uma receita pra se auto hipnotizar à vontade, a hora que quiser. É isso mesmo?

E sua intenção é ''psicografar'' uma obra literária do seu inconsciente, usando o material disponível nele como conteúdo?
É isso mesmo! E essa é exatamente a minha intenção, mas demorou um bocado para chegar a este ponto. Até ano passado eu não conseguia nem sequer visualizar. Comecei a me dedicar intensamente e até o final do ano obtive minhas primeiras experiências. Fui aprofundando e adquirindo domínio sobre o transe. Já consegui chegar no ponto de provocar imagens vívidas e realistas. Este ano vou começar com a psicografia experimental. Estou praticando os exercícios espirituais de São João da Cruz e Santo Inácio de Loyola para acessar um estado místico de consciência. Sou minha própria cobaia para explorar as entranhas do potencial criativo humano e arrombar os limites do Ego e da Mente.

Tenho um colega de profissão que costumava alegar que o segredo dos autistas savants e também de alguns gênios da arte era uma disfunção cerebral que lhes permitia burlar facilmente a vigília do cérebro esquerdo e assim acessavam livremente o cérebro direito.

Há vários casos de escritores que diziam que em certas ocasiões experimentaram algo parecido com a escrita automática, como se num momento de iluminação ideias geniais iam fluindo e se concatenando com tanta espontaneidade que parecia que estavam sendo ditadas por uma ''entidade superior''. Foi o que relataram.
« Última modificação: 26 de Abril de 2018, 02:26:41 por Martinho Lutero »

Offline AlienígenA

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #52 Online: 26 de Abril de 2018, 08:06:33 »
Como não temos nenhuma capacidade de provar o que vem a ser o amor? É um fenômeno neurobiológico, resultado de reações químicas, envolvendo adrenalina, dopamina, norepinefrina e serotonina, muito bem compreendido, por sinal.  :hein:

Sei não...Complicado.

O ódio também é resultado de tudo isso. Qual é o "mix" dessas coisas no amor? E no ódio? Ninguém sabe nada além de serem considerados fenômenos neurobiológicos. Para complicar, o amor é a mesma coisa que a experiência do amor? Amor de quem? Por o que? Como definir amor para determinar o seu "mix"? Será que o "mix" é experimentado por todos da mesma forma?

Do que me lembro, resumidamente, das minhas leituras, o que diferencia o amor, na verdade, os amores, romântico, maternal, fraternal, do ódio e outros sentimentos são as regiões do cérebro estimuladas por essas reações e sensações por elas produzidas, através do sistema de recompensas. As experiências vão variar de um indivíduo para outro conforme suas próprias constituições cerebrais. É complexo, mas bem compreendido, ao que me consta. Não?  :hein:

Offline AlienígenA

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #53 Online: 26 de Abril de 2018, 08:08:43 »
Existem relatos de grandes obras artísticas e científicas que foram inspiradas por sonhos, mas parece que você está querendo dizer que encontrou um meio de acessar espontaneamente seu inconsciente sem que tenha que enfrentar as amarras da vigília da mente consciente, embora ainda não tenha controle absoluto sobre o método, está correto? Trocando em miúdos, você alega que descobriu uma receita pra se auto hipnotizar à vontade, a hora que quiser. É isso mesmo?

E sua intenção é ''psicografar'' uma obra literária do seu inconsciente, usando o material disponível nele como conteúdo?
É isso mesmo! E essa é exatamente a minha intenção, mas demorou um bocado para chegar a este ponto. Até ano passado eu não conseguia nem sequer visualizar. Comecei a me dedicar intensamente e até o final do ano obtive minhas primeiras experiências. Fui aprofundando e adquirindo domínio sobre o transe. Já consegui chegar no ponto de provocar imagens vívidas e realistas. Este ano vou começar com a psicografia experimental. Estou praticando os exercícios espirituais de São João da Cruz e Santo Inácio de Loyola para acessar um estado místico de consciência. Sou minha própria cobaia para explorar as entranhas do potencial criativo humano e arrombar os limites do Ego e da Mente.

Você é o Criso, Saint-Martin? Fiquei um tempo ausente, não acompanho as mudanças de nick e avatar.

Offline Gigaview

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #54 Online: 26 de Abril de 2018, 09:05:18 »
Como não temos nenhuma capacidade de provar o que vem a ser o amor? É um fenômeno neurobiológico, resultado de reações químicas, envolvendo adrenalina, dopamina, norepinefrina e serotonina, muito bem compreendido, por sinal.  :hein:

Sei não...Complicado.

O ódio também é resultado de tudo isso. Qual é o "mix" dessas coisas no amor? E no ódio? Ninguém sabe nada além de serem considerados fenômenos neurobiológicos. Para complicar, o amor é a mesma coisa que a experiência do amor? Amor de quem? Por o que? Como definir amor para determinar o seu "mix"? Será que o "mix" é experimentado por todos da mesma forma?

Do que me lembro, resumidamente, das minhas leituras, o que diferencia o amor, na verdade, os amores, romântico, maternal, fraternal, do ódio e outros sentimentos são as regiões do cérebro estimuladas por essas reações e sensações por elas produzidas, através do sistema de recompensas. As experiências vão variar de um indivíduo para outro conforme suas próprias constituições cerebrais. É complexo, mas bem compreendido, ao que me consta. Não?  :hein:

Muito vagamente compreendido. A ciência ainda está engatinhando nesse assunto.

Offline Gigaview

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #55 Online: 26 de Abril de 2018, 09:15:36 »
Não há nada de paranormal. A clarividência é a experiência das visões astrais, que você pode chamar de sonhos ou o que quiser. Quando em ambientes escuros e calmos, a pineal começa a secretar melatonina, que por sua vez te induz a abandonar o estado objetivo e cotidiano de consciência.

Você faz uma salada de termos e conceitos. Uma confusão total. Mistura psicologia com esoterismo, chama papagaio urubu pintado de verde e luta para parecer lógico e racional num mar de maionese. Lá no fundinho se percebe que predomina o autoengano, aquela vontade de tirar magicamente alguma coisa do nada como se isso fosse a coisa mais natural do mundo.

Meu diagnóstico é intoxicação intelectual por indigestão de bullshit mofado. Venda todos os seus livros e vá para a praia antes que seja tarde demais.
« Última modificação: 26 de Abril de 2018, 09:18:48 por Gigaview »

Offline Gorducho

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #56 Online: 26 de Abril de 2018, 11:50:53 »
Mesmo assim tem algo que me agrada na postura intelectiva dele que é não se apegar a linhas dogmáticas ("doutrinas") tipo kardecistas, chiquistas, &c...
Ele se mantém aberto.
E.g.: no espiritismo a pineal é uma antena de telecomunicações c/o ultramundo dos "espíritos". Já ele formula tese própria, dele.

ACHO que ele é o Sr. criso.
Sou grato ao Sr. criso por ele ter me feito notar o martinismo lionês misticizando o mesmerismo como a origem do espiritismo.
Com toda minha jactância de pós-Ph.D. em Espiritismo e tudo eu nunca tinha me apercebido desses eventos ½+ século ANTES do Cahagnet/Adèle Maginot &c.  :!:
« Última modificação: 26 de Abril de 2018, 11:53:12 por Gorducho »

Offline AlienígenA

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Re:MEDIUNIDADE EXPERIMENTAL - Por que não?
« Resposta #57 Online: 26 de Abril de 2018, 19:25:21 »
Como não temos nenhuma capacidade de provar o que vem a ser o amor? É um fenômeno neurobiológico, resultado de reações químicas, envolvendo adrenalina, dopamina, norepinefrina e serotonina, muito bem compreendido, por sinal.  :hein:

Sei não...Complicado.

O ódio também é resultado de tudo isso. Qual é o "mix" dessas coisas no amor? E no ódio? Ninguém sabe nada além de serem considerados fenômenos neurobiológicos. Para complicar, o amor é a mesma coisa que a experiência do amor? Amor de quem? Por o que? Como definir amor para determinar o seu "mix"? Será que o "mix" é experimentado por todos da mesma forma?

Do que me lembro, resumidamente, das minhas leituras, o que diferencia o amor, na verdade, os amores, romântico, maternal, fraternal, do ódio e outros sentimentos são as regiões do cérebro estimuladas por essas reações e sensações por elas produzidas, através do sistema de recompensas. As experiências vão variar de um indivíduo para outro conforme suas próprias constituições cerebrais. É complexo, mas bem compreendido, ao que me consta. Não?  :hein:

Muito vagamente compreendido. A ciência ainda está engatinhando nesse assunto.

Meu "conhecimento" se resume a uma meia dúzia de livros sobre neurociências e artigos variados, por curiosidade, talvez por isso essa minha "visão reducionista".

 

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