Autor Tópico: Governo Bolsonaro  (Lida 99904 vezes)

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Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7300 Online: 28 de Novembro de 2019, 10:07:12 »

BC intervém, mas dólar sobe mais e quase chega a R$ 4,26


© Sputnik / Aleksei Sukhorukov

BRASIL
20:59 27.11.2019(atualizado 21:00 27.11.2019)


Apesar das medidas do Banco Central (BC), o dólar voltou a subir e a fechou nesta quarta-feira em nível recorde.

A moeda norte-americana encerrou a quarta-feira vendida a R$ 4,259, com alta de R$ 0,019 (0,44%). Essa é a maior cotação de fechamento desde a criação do real em valores nominais, sem considerar a inflação, informou Agência Brasil.

No início da tarde, o dólar encostou em R$ 4,27. O BC, para responder à situação, realizou um leilão de venda direta de dólares das reservas internacionais. A autoridade monetária não divulgou o quanto foi vendido, apenas que o leilão envolvia a venda de pelo menos US$ 1 bilhão.

Assim, o dólar acumula alta de 6,22% em novembro. Nas últimas semanas, o dólar tem subido em meio a questões políticas no Brasil e à continuidade das tensões comerciais entre Estados Unidos e China.


https://br.sputniknews.com/brasil/2019112714827173-bc-intervem-mas-dolar-sobe-mais-e-quase-chega-a-r-426/



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Cadê  o mundão de dólares que iriam vir para o Brasil  com o  governo  do  Nosso Senhor e Salvador Messias ?


 :biglol:


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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7301 Online: 28 de Novembro de 2019, 10:12:06 »
Ibovespa zera ganhos do mês em dia de disparada do dólar


Índice amargou queda de 1,26%, fechando aos 107.059 pontos, por conta da volatilidade da moeda estrangeira. No acumulado do mês, Ibovespa perde 0,15%
Por Isabel Filgueiras, Valor Investe — São Paulo

26/11/2019 18h57  Atualizado há 23 horas



A terça-feira foi marcada por alta do dólar que alcançou novo recorde nominal. A moeda passou a sessão praticamente inteira subindo mais de um ponto percentual. Já no fim do dia, após duas intervenções do Banco Central, que realizou leilão à vista da moeda, desacelerou e fechou a R$ 4,2394, 0,63% acima da sessão anterior. Nesse cenário, o Ibovespa fechou em queda de 1,26% no dia e acabou por zerar os ganhos no mês. Aliás, entrou em campo negativo de 0,15% no acumulado de novembro. No ano, entretanto, o índice retém alta de
21,81%.


O principal (mas não único) motivo da disparada do dolár foi a fala do ministro Paulo Guedes, de que o novo cenário brasileiro é de juros baixos e dólar alto. Para o ministro, a desvalorização do real era de se esperar e não causa preocupação.


A mensagem do ministro soa ao mercado como um sinal de que a cotação atual não incomoda, portanto não deverá haver políticas para tentar valorizar o real. A reação do presidente Jair Bolsonaro só reforçou o recado.

Ele disse que há prós e contas na alta do dólar, embora tenha mencionado o desejo de que a moeda sofresse desvalorização ante o real.

A volatilidade do dólar também pinta um cenário de incertezas no país. Para os investidores estrangeiros, que investem em dólar, os retornos em reais se tornam menores quando a moeda nacional perde valor, aponta enquete do Itaú BBA.

Para quem para investe na bolsa, essa escalada do dólar trouxe amargor. O Ibovespa caiu forte durante quase todo o pregão. Durante o dia, chegou a mínima de 106.413 pontos, mas se recuperou e fechou com queda de 1,26%, aos 107.059 pontos. O giro financeiro foi de R$ 19,3 bilhões, muito acima da média diária de R$ 12,5 bilhões


[...]


A volatilidade do dólar também pinta um cenário de incertezas no país. Para os investidores estrangeiros, que investem em dólar, os retornos em reais se tornam menores quando a moeda nacional perde valor, aponta enquete do Itaú BBA.


[...]




https://valorinveste.globo.com/mercados/renda-variavel/bolsas-e-indices/noticia/2019/11/26/ibovespa-zera-ganhos-do-mes-em-dia-de-disparada-do-dolar.ghtml




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Com o Messias a confiança dos investidores voltaria com força e altivez, e assim o Brazil teria um mundão de dólares de investimento de estrangeiros no novo paraíso do Capital.  :biglol:


 :'(


Como é que agora vão ficar as propagandas da Empiricus no Youtube ?            :?:


 :!:

« Última modificação: 28 de Novembro de 2019, 10:44:07 por JJ »

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7302 Online: 28 de Novembro de 2019, 10:35:10 »
O fogo amigo contra Onyx


Brasil 26.11.19 11:49


Aliados de Onyx Lorenzoni atribuem ao titular da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, a responsabilidade pela articulação para derrubar o chefe da Casa Civil, informa a Crusoé.

Pessoas próximas a Onyx dizem ter detectado movimentos de Ramos para “queimar” o colega de Planalto. Em reuniões reservadas, o general costuma falar mal do titular da Casa Civil.


https://www.oantagonista.com/brasil/o-fogo-amigo-contra-onyx/



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Instabilidade política é uma maravilha para a economia e para a confiança dos investidores.    :'(


« Última modificação: 28 de Novembro de 2019, 10:43:32 por JJ »

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7303 Online: 01 de Dezembro de 2019, 14:58:37 »
01 DE DEZEMBRO DE 2019, 08H17

Joice Hasselmann promete apresentar laudos que comprovariam que Carluxo comanda rede de fake news




Joice pretende expor toda a rede de fake news em um Power Point à la Dallagnol na próxima quinta-feira (5) quando vai depor na CPMI das Fake News




Mais discreta desde que rompeu definitivamente com o governo Jair Bolsonaro, Joice Hasselmann (PSL-SP) prepara uma artilharia contra os filhos do presidente para a próxima quinta-feira (5), quando está marcado seu depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News, no Senado Federal.


Segundo informações divulgadas por Lauro Jardim, na edição deste domingo (1º) do jornal O Globo, Joice tem dito a interlocutores que conseguiu laudos que comprovariam a participação de Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) na produção e distribuição de fake news nas redes de apoio ao pai.


Carluxo apagou todos os seus perfis das redes sociais no mês passado, seguindo orientação de advogados, após também ser convocado para depor na CPMI.

Joice pretende expor toda a rede de fake news em um Power Point aos moldes do que foi produzido por Deltan Dallagnol para que as denúncias relacionadas ao ex-presidente Lula tivessem impacto na mídia.


https://revistaforum.com.br/politica/joice-hasselmann-promete-apresentar-laudos-que-comprovariam-que-carluxo-comanda-rede-de-fake-news/




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Eu tenho parente bolsonarista e em 2018 esta pessoa participava de grupos bolsonaristas no WhatsApp, e assim eu pude ver que choviam mensagens falsas.   Em 2018  mensagens falsas correram  soltas nas eleições, e foram propagadas em larga escala.

« Última modificação: 01 de Dezembro de 2019, 15:07:17 por JJ »

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7304 Online: 01 de Dezembro de 2019, 14:59:18 »
14 DE NOVEMBRO DE 2019, 07H50

Carluxo apagou redes sociais por orientação de advogados antes de depor à CPI das Fake News



Advogados acreditam que "power point" que está sendo preparado por Joice Hasselmann para ser apresentado na comissão deve expor ainda mais a ligação de Carlos com a milícia virtual bolsonarista


Os primos Léo Índio e Carlos Bolsonaro - Foto: Reprodução/Instagram
Por Redação 

Mais do que a irritação com a repercussão de suas publicações, o vereador licenciado Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) seguiu orientação dos advogados para apagar seus perfis em redes sociais antes do depoimento que deve prestar à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News no Congresso Nacional.

Segundo a coluna de Guilherme Amado nesta quinta-feira (14) no site da revista Época, Carlos atendeu a um conselho dos advogados, que acreditam que o “power point” preparado por Joice Hasselmann (PSL-SP) que será apresentado à CPI deve expor ainda mais a ligação dele com a milícia virtual bolsonarista. O depoimento do filho de Jair Bolsonaro deve acontecer nas próximas sessões.


Carluxo ainda estaria irritado pelas sucessivas reprimendas feitas pelo pai, que já havia pedido mais de uma vez que ele moderasse e até se retratasse por publicações nas redes.


https://revistaforum.com.br/noticias/carluxo-apagou-redes-sociais-por-orientacao-de-advogados-antes-de-depor-a-cpi-das-fake-news/

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7305 Online: 01 de Dezembro de 2019, 15:56:58 »
Associação de Empresários divulga nota contra ataques à democracia promovidos por Bolsonaro



O Grupo de Investidores Sociais do Brasil, que inclui organizações como a Fundação Lemann, do empresário Jorge Paulo Lemann, personagem que apoiou o golpe de 2016 contra a ex-presidente Dilma Rousseff, divulgou sua nota pública de 2019 com duras críticas à erosão do ambiente democrático brasileiro produzida pelo bolsonarismo
1 de dezembro de 2019, 04:57 h



 

247 – Associações empresariais como o GIFE – Grupo de Institutos Fundações e Empresas já começam a demonstrar insatisfação com a destruição da democracia no Brasil pelo bolsonarismo, mesmo tendo em seus quadros sócios que apoiaram o golpe de 2016, como o empresário Jorge Paulo Lemann, da Fundação Lemann. Abaixo, a nota de 2019 do Gife:



Nota pública: 2019, Cidadania e Estado de Direito


No marco da erosão crescente do nosso ambiente democrático, o ano de 2019 tem sido marcado pela profunda hostilidade oficial à atuação do terceiro setor e da sociedade civil no Brasil.


Desde o chamado ainda na campanha eleitoral para literalmente “botar um ponto final em todos os ativismos no país”, a atitude predominante do governo federal em relação às organizações de promoção da cidadania e da participação social na vida pública tem sido a de fomentar a desconfiança e desqualificação, quando não a sugestão recorrente de criminalização da atuação dos mais diversos atores na sociedade.


Sem que possa surpreender, essa atitude abre caminho para a escalada da estigmatização e intimidação em múltiplos níveis da nossa vida pública. De forma também crescente, professores, jornalistas, artistas, cientistas e outras vozes plurais têm sido alvo de censura e desqualificação por seus trabalhos. A ação voluntarista e nebulosa da Polícia Civil do Pará deflagrada na última terça-feira contra o Projeto Saúde e Alegria e outras organizações dedicadas à preservação ambiental e à provisão de serviços para a população do estado constitui assim um passo a mais nesse processo, trazendo a novo e grave patamar o ambiente de ameaças à ação cívica no país. A cadeia que leva da prática oficial à mobilização do aparelho de estado e de bases virtuais de apoio na sociedade para o cerceamento e perseguição da pluralidade já não tem como ser ignorada pelos que prezam a liberdade, a democracia e a possibilidade de construção de soluções públicas no país.


Atacar a sociedade civil e todos que nos vários âmbitos da cidadania dedicam suas vidas e melhores energias para contribuir com nossa existência coletiva é atacar a própria perspectiva de uma sociedade exitosa, inovadora, capaz de mobilizar ideias, recursos e competências para enfrentar seus desafios – sociais, econômicos, ambientais ou de qualquer natureza. Todos prezamos a ética, a transparência e a qualidade na ação pública – na política, na gestão governamental, no setor privado e assim por diante. O GIFE, ao lado de diversos outros parceiros na filantropia, no investimento social e na sociedade em geral, dedica-se ao longo dos seus 25 anos à promoção desses valores e práticas, como ilustram nos últimos anos nossos Indicadores de Governança, Painel de Transparência, ação pela qualificação do ambiente legal e a sustentabilidade econômica da sociedade civil, entre inúmeros outros esforços. Mas isso não se confunde com o endosso a práticas arbitrárias e obscuras por agentes públicos, voltadas antes à instrumentalização do aparato de poder para fins particulares do que para algo que se identifique com os objetivos esperados da ética e da justiça. A difusão de práticas com esse padrão tem também de forma inquietante tornado-se evidente no nosso cotidiano público, e é preciso lembrar com igual ênfase que não se coadunam em nada com a democracia, mas antes com regimes de exceção ou autoritários.


Neles, não avançamos. Uma sociedade civil livre, dinâmica e forte é parte fundamental de toda sociedade bem-sucedida. Pela razão simples de que é dela, de sua vitalidade e pluralidade, que vêm antes de tudo as energias, engajamentos e ideias que nos movem na formação de soluções e caminhos públicos em todas as dimensões – do cotidiano comunitário nas ruas, bairros e cidades ao debate de ideias e à colaboração com as políticas públicas nos vários níveis, passando pelas capacidades para acompanhar, monitorar e garantir a qualidade e integridade da ação governamental. Nesse ano de 2019, procuramos renovar e aprofundar o compromisso com esses sentidos fundamentais, como sempre ao longo do tempo. O Censo GIFE 2018, que lançamos hoje, atualiza o panorama dos recursos mobilizados por cidadãos e atores privados para a promoção da cidadania e do bem público no país, nos múltiplos temas, regiões e públicos com que dialogam. Soma-se nesse espírito a 1ª Mostra GIFE de Inovação Social – que reuniu em setembro mais de 300 iniciativas ilustrando como essa contribuição se faz na prática todos os dias pelo país, combinando esforços de fundações, ONGs, grupos comunitários, empresas, universidades, governos, órgãos de cooperação internacionais e outros atores para a criação e materialização de respostas concretas para nossos múltiplos desafios coletivos – ao lado da afirmação de novos horizontes para a continuidade dessa contribuição nos vários temas que nos convocam na agenda pública, por meio da série “O que o ISP pode fazer por” e de todas as demais ações pela atuação sempre mais fortalecida, qualificada e plural do terceiro setor e da sociedade, com o arco pleno, plural e vibrante de todos os seus atores no país.


“Da calúnia, algo fica”, diz um ditado espanhol. Parece ser essa, se não aspirações autocráticas mais profundas, a lógica das ações oficiais de difamação e intimidação expostas aqui. Nos solidarizamos plenamente com o Projeto Saúde e Alegria e todos os demais agentes de cidadania vitimados por essa postura hoje no país, e convidamos todos a somar-se no empenho necessário para que possamos como sociedade defender nosso acúmulo democrático e construir de forma inclusiva e efetiva a partir dele, no rumo do país mais justo, dinâmico, sustentável e exitoso que precisamos e podemos ser.


https://www.brasil247.com/economia/associacao-de-empresarios-divulga-nota-contra-ataques-a-democracia-promovidos-por-bolsonaro



Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7306 Online: 01 de Dezembro de 2019, 20:28:35 »
“O presidente quer um pretexto para a adoção de medidas autoritárias”


Brasil 01.12.19 17:46

Gustavo Bebianno, filiado ao PSDB neste domingo, disse que Jair Bolsonaro põe a democracia em risco.

“O momento político que atravessamos hoje é grave, gravíssimo, nossa democracia está em risco”, afirmou em evento do partido no Rio. “Tudo que o presidente quer é um pretexto para a adoção de medidas autoritárias.”



O agora tucano também chamou os filhos de Bolsonaro de “debiloides”.

“Foi uma surpresa que ele permitisse que os dois filhos debiloides dele, pode botar aí, debiloides, assumissem um protagonismo tamanho na República brasileira”, disse em referência a Eduardo e Carlos Bolsonaro.

“São duas pessoas que não têm a menor expressão, nem intelectual nem política; dois seres inexpressivos, abaixo da crítica, que estão comandando as diretrizes do país de forma oficiosa.”


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Astroloides  e/ou  bolsoloides irão ficar  contrariados           



« Última modificação: 01 de Dezembro de 2019, 20:31:20 por JJ »

Offline Gigaview

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7307 Online: 01 de Dezembro de 2019, 20:41:51 »
As pessoas ainda não entenderam o compromisso divino do nosso capitão-presidente apesar dele ter Messias no nome.
Brandolini's Bullshit Asymmetry Principle: "The amount of effort necessary to refute bullshit is an order of magnitude bigger than to produce it".

Pavlov probably thought about feeding his dogs every time someone rang a bell.

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7308 Online: 01 de Dezembro de 2019, 20:57:24 »
As pessoas ainda não entenderam o compromisso divino do nosso capitão-presidente apesar dele ter Messias no nome.


O espírito de Pinochet  o entende e deve estar com ele tentando guiá-lo  nesta vida de modo a ascender em sua caminhada espiritual.


« Última modificação: 01 de Dezembro de 2019, 21:00:23 por JJ »

Offline Marciano

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7309 Online: 01 de Dezembro de 2019, 21:00:29 »
14 DE NOVEMBRO DE 2019, 07H50

Carluxo apagou redes sociais por orientação de advogados antes de depor à CPI das Fake News



Advogados acreditam que "power point" que está sendo preparado por Joice Hasselmann para ser apresentado na comissão deve expor ainda mais a ligação de Carlos com a milícia virtual bolsonarista


Os primos Léo Índio e Carlos Bolsonaro - Foto: Reprodução/Instagram
Por Redação 

Mais do que a irritação com a repercussão de suas publicações, o vereador licenciado Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) seguiu orientação dos advogados para apagar seus perfis em redes sociais antes do depoimento que deve prestar à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News no Congresso Nacional.

Segundo a coluna de Guilherme Amado nesta quinta-feira (14) no site da revista Época, Carlos atendeu a um conselho dos advogados, que acreditam que o “power point” preparado por Joice Hasselmann (PSL-SP) que será apresentado à CPI deve expor ainda mais a ligação dele com a milícia virtual bolsonarista. O depoimento do filho de Jair Bolsonaro deve acontecer nas próximas sessões.


Carluxo ainda estaria irritado pelas sucessivas reprimendas feitas pelo pai, que já havia pedido mais de uma vez que ele moderasse e até se retratasse por publicações nas redes.


https://revistaforum.com.br/noticias/carluxo-apagou-redes-sociais-por-orientacao-de-advogados-antes-de-depor-a-cpi-das-fake-news/

Uma dessas notícias falsas eu mesmo recebi. A de que o então candidato Jair Bolsonaro foi vítima de tentativa de homicídio por um militante da esquerda.
𝕸𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆𝖓𝖔

Offline Geotecton

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7310 Online: 01 de Dezembro de 2019, 22:55:28 »
Associação de Empresários divulga nota contra ataques à democracia promovidos por Bolsonaro



O Grupo de Investidores Sociais do Brasil, que inclui organizações como a Fundação Lemann, do empresário Jorge Paulo Lemann, personagem que apoiou o golpe de 2016 contra a ex-presidente Dilma Rousseff, divulgou sua nota pública de 2019 com duras críticas à erosão do ambiente democrático brasileiro produzida pelo bolsonarismo
1 de dezembro de 2019, 04:57 h



 

247 – Associações empresariais como o GIFE – Grupo de Institutos Fundações e Empresas já começam a demonstrar insatisfação com a destruição da democracia no Brasil pelo bolsonarismo, mesmo tendo em seus quadros sócios que apoiaram o golpe de 2016, como o empresário Jorge Paulo Lemann, da Fundação Lemann. Abaixo, a nota de 2019 do Gife:



Nota pública: 2019, Cidadania e Estado de Direito


No marco da erosão crescente do nosso ambiente democrático, o ano de 2019 tem sido marcado pela profunda hostilidade oficial à atuação do terceiro setor e da sociedade civil no Brasil.


Desde o chamado ainda na campanha eleitoral para literalmente “botar um ponto final em todos os ativismos no país”, a atitude predominante do governo federal em relação às organizações de promoção da cidadania e da participação social na vida pública tem sido a de fomentar a desconfiança e desqualificação, quando não a sugestão recorrente de criminalização da atuação dos mais diversos atores na sociedade.


Sem que possa surpreender, essa atitude abre caminho para a escalada da estigmatização e intimidação em múltiplos níveis da nossa vida pública. De forma também crescente, professores, jornalistas, artistas, cientistas e outras vozes plurais têm sido alvo de censura e desqualificação por seus trabalhos. A ação voluntarista e nebulosa da Polícia Civil do Pará deflagrada na última terça-feira contra o Projeto Saúde e Alegria e outras organizações dedicadas à preservação ambiental e à provisão de serviços para a população do estado constitui assim um passo a mais nesse processo, trazendo a novo e grave patamar o ambiente de ameaças à ação cívica no país. A cadeia que leva da prática oficial à mobilização do aparelho de estado e de bases virtuais de apoio na sociedade para o cerceamento e perseguição da pluralidade já não tem como ser ignorada pelos que prezam a liberdade, a democracia e a possibilidade de construção de soluções públicas no país.


Atacar a sociedade civil e todos que nos vários âmbitos da cidadania dedicam suas vidas e melhores energias para contribuir com nossa existência coletiva é atacar a própria perspectiva de uma sociedade exitosa, inovadora, capaz de mobilizar ideias, recursos e competências para enfrentar seus desafios – sociais, econômicos, ambientais ou de qualquer natureza. Todos prezamos a ética, a transparência e a qualidade na ação pública – na política, na gestão governamental, no setor privado e assim por diante. O GIFE, ao lado de diversos outros parceiros na filantropia, no investimento social e na sociedade em geral, dedica-se ao longo dos seus 25 anos à promoção desses valores e práticas, como ilustram nos últimos anos nossos Indicadores de Governança, Painel de Transparência, ação pela qualificação do ambiente legal e a sustentabilidade econômica da sociedade civil, entre inúmeros outros esforços. Mas isso não se confunde com o endosso a práticas arbitrárias e obscuras por agentes públicos, voltadas antes à instrumentalização do aparato de poder para fins particulares do que para algo que se identifique com os objetivos esperados da ética e da justiça. A difusão de práticas com esse padrão tem também de forma inquietante tornado-se evidente no nosso cotidiano público, e é preciso lembrar com igual ênfase que não se coadunam em nada com a democracia, mas antes com regimes de exceção ou autoritários.


Neles, não avançamos. Uma sociedade civil livre, dinâmica e forte é parte fundamental de toda sociedade bem-sucedida. Pela razão simples de que é dela, de sua vitalidade e pluralidade, que vêm antes de tudo as energias, engajamentos e ideias que nos movem na formação de soluções e caminhos públicos em todas as dimensões – do cotidiano comunitário nas ruas, bairros e cidades ao debate de ideias e à colaboração com as políticas públicas nos vários níveis, passando pelas capacidades para acompanhar, monitorar e garantir a qualidade e integridade da ação governamental. Nesse ano de 2019, procuramos renovar e aprofundar o compromisso com esses sentidos fundamentais, como sempre ao longo do tempo. O Censo GIFE 2018, que lançamos hoje, atualiza o panorama dos recursos mobilizados por cidadãos e atores privados para a promoção da cidadania e do bem público no país, nos múltiplos temas, regiões e públicos com que dialogam. Soma-se nesse espírito a 1ª Mostra GIFE de Inovação Social – que reuniu em setembro mais de 300 iniciativas ilustrando como essa contribuição se faz na prática todos os dias pelo país, combinando esforços de fundações, ONGs, grupos comunitários, empresas, universidades, governos, órgãos de cooperação internacionais e outros atores para a criação e materialização de respostas concretas para nossos múltiplos desafios coletivos – ao lado da afirmação de novos horizontes para a continuidade dessa contribuição nos vários temas que nos convocam na agenda pública, por meio da série “O que o ISP pode fazer por” e de todas as demais ações pela atuação sempre mais fortalecida, qualificada e plural do terceiro setor e da sociedade, com o arco pleno, plural e vibrante de todos os seus atores no país.


“Da calúnia, algo fica”, diz um ditado espanhol. Parece ser essa, se não aspirações autocráticas mais profundas, a lógica das ações oficiais de difamação e intimidação expostas aqui. Nos solidarizamos plenamente com o Projeto Saúde e Alegria e todos os demais agentes de cidadania vitimados por essa postura hoje no país, e convidamos todos a somar-se no empenho necessário para que possamos como sociedade defender nosso acúmulo democrático e construir de forma inclusiva e efetiva a partir dele, no rumo do país mais justo, dinâmico, sustentável e exitoso que precisamos e podemos ser.


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Mesmo quando fornece informações verdadeiras, este site continua sendo um lixo absoluto.
« Última modificação: 02 de Dezembro de 2019, 08:35:54 por Geotecton »
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Offline Gigaview

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7311 Online: 01 de Dezembro de 2019, 23:31:22 »
Luxo do lixo.
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Offline Geotecton

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« Resposta #7312 Online: 02 de Dezembro de 2019, 08:35:32 »
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« Resposta #7313 Online: 02 de Dezembro de 2019, 11:23:48 »
Trump diz que vai retomar tarifas sobre importações de aço e alumínio de Brasil e Argentina




Puxa-saquismo de Jair Bolsonaro mais uma vez mostra não dar resultados na relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que acusou Brasil e Argentina nesta segunda-feira (2) pelo Twitter de desvalorizarem "maciçamente" suas moedas e anunciou a tarifação


2 de dezembro de 2019, 10:12 h Atualizado em 2 de dezembro de 2019, 10:31
 

247, com informações da Reuters - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira no Twitter que irá retomar imediatamente tarifas norte-americanas sobre importações de aço e alumínio do Brasil e da Argentina.

Trump também pediu que o Federal Reserve impeça que países tomem vantagem de um dólar mais forte, desvalorizando suas moedas. “Juros menores e afrouxamento-Fed!”, escreveu ele no Twitter.


"A desvalorização não é boa para os nossos fazendeiros", disse o chefe da Casa Branca, acrescentando que o que vem acontecendo com as moedas locais frente ao dólar causa dificuldades para as exportações americanas. "FED precisa agir para que países não tirem vantagem de nosso dólar forte", completou.

.....Reserve should likewise act so that countries, of which there are many, no longer take advantage of our strong dollar by further devaluing their currencies. This makes it very hard for our manufactures & farmers to fairly export their goods. Lower Rates & Loosen - Fed!

— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) December 2, 2019
U.S. Markets are up as much as 21% since the announcement of Tariffs on 3/1/2018 - and the U.S. is taking in massive amounts of money (and giving some to our farmers, who have been targeted by China)!

— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) December 2, 2019


https://www.brasil247.com/mundo/trump-diz-que-vai-retomar-tarifas-sobre-importacoes-de-aco-e-aluminio-de-brasil-e-argentina


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Pelo visto o Brasil não está obtendo vantagens  com o comportamento  lambe botas  dos  brazucas  verde amarelos   :brasil:   b  loides.     :biglol:   


Talvez se lamber 2x mais comece a dar certo.   :D



https://valorinveste.globo.com/mercados/brasil-e-politica/noticia/2019/12/02/trump-indica-aumento-de-tarifas-sobre-brasil-e-argentina.ghtml


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Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7314 Online: 02 de Dezembro de 2019, 11:30:13 »

E a chuva de dólares  de capitais externos continua firme, o Real só tá valorizando cada vez mais:


1 Dólar americano igual a  4,23 Real brasileiro 


 :biglol:

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7315 Online: 02 de Dezembro de 2019, 11:36:27 »
Sempre dá tempo de voltar a fazer negócios lucrativos com paises africanos como o Dilmão fazia nos bons tempos de governo PT.

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7316 Online: 02 de Dezembro de 2019, 11:40:35 »
Sempre dá tempo de voltar a fazer negócios lucrativos com paises africanos como o Dilmão fazia nos bons tempos de governo PT.


Tu quoque é divertido.    :ok:


Mas, infelizmente  não valoriza o Real.    :D



Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7317 Online: 02 de Dezembro de 2019, 11:50:20 »
Manifestantes contra o STF batem continência à estatua da Havan


Avatar    18 DE NOVEMBRO DE 2019


 
Manifestantes marchando em frente a estátua da Havan (Foto: Reprodução) ( imagem: veja no link)



Camisa verde e amarela, hino do Exército tocando e… continência à réplica da Estátua da Liberdade, símbolo da Havan de Luciano Hang

Uma cena inusitada aconteceu neste domingo 17 em meio a manifestações convocadas, por grupos bolsonaristas, para pedir pela prisão em 2ª instância.


Com a música do Exército ao fundo, um grupo vestido de verde e amarelo prestou continência à estátua da Havan, rede de lojas do empresário Luciano Hang. A estátua tenta imitar a Estátua da Liberdade, símbolo de Nova York. Os manifestantes parecem bem orgulhosos no gesto patriota.


 :brasil:


https://www.cartacapital.com.br/sociedade/manifestantes-contra-o-stf-batem-continencia-a-estatua-da-havan/



Muito comovente.   :ok:


Será que o Trump ficou sabendo ?   :D 


« Última modificação: 02 de Dezembro de 2019, 12:04:15 por JJ »

Offline Gorducho

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7318 Online: 02 de Dezembro de 2019, 12:02:05 »
Mas, infelizmente  não valoriza o Real.    :D
Logo logo vai ter a "necessidade" de "reajustar" combustíveis + energia elétrica por conta das desvalorizações da moeda...
E, claro: vai "$ubir" carne porcina & avícola + ovos; por causa-de-que tão consumindo em lugar da-de-boi
::)
« Última modificação: 02 de Dezembro de 2019, 13:04:55 por Gorducho »

Offline Arcanjo Lúcifer

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7319 Online: 02 de Dezembro de 2019, 13:48:58 »
Sempre dá tempo de voltar a fazer negócios lucrativos com paises africanos como o Dilmão fazia nos bons tempos de governo PT.


Tu quoque é divertido.    :ok:


Mas, infelizmente  não valoriza o Real.    :D




Só dizendo que a política de financiar caloteiros miseráveis era muito melhor para o país.

Não.perca a oportunidade de votar no Dilmão logo que puder.

Offline Gorducho

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7320 Online: 02 de Dezembro de 2019, 17:32:04 »

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7321 Online: 02 de Dezembro de 2019, 19:22:01 »
Mas, infelizmente  não valoriza o Real.    :D
Logo logo vai ter a "necessidade" de "reajustar" combustíveis + energia elétrica por conta das desvalorizações da moeda...
E, claro: vai "$ubir" carne porcina & avícola + ovos; por causa-de-que tão consumindo em lugar da-de-boi
::)



Os brazucas vão ter que se acostumar ...  :brasil:     Simples assim     :brasil:


    8-)


Talvez se os brazucas fizerem o gesto da arminha eles possam acostumar mais facilmente,  talvez  fiquem felizes e até esqueçam,  e  para ficarem mais felizes ainda  é só xingarem  quase todos ou todos os  opositores e críticos  de comunistas:

FHC, Comunista !

Maia, Comunista !

DEM, Comunistas !

Soros, Comunista !

Banqueiros Internacionais, Comunistas !

Fundação Lemann, Comunista !

ONGs, Comunistas !

UE, Comunista !

ONU, Comunista !


   :histeria:


E não esquecendo:


Ateus e Céticos, Comunistas !


Enfim, todos que não concordam com o mestre astrólogo e o Grande Führer Bô:  Comunistas !


 :histeria:


« Última modificação: 02 de Dezembro de 2019, 19:46:37 por JJ »

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7322 Online: 02 de Dezembro de 2019, 19:51:35 »
'Local de reunião de comunistas': o que Bolsonaro e aliados já disseram sobre a ONU


23 setembro 2019



Durante campanha, Bolsonaro chegou a dizer que Conselho de Direitos Humanos da ONU não servia 'para absolutamente nada'; ele discursa nesta terça na Assembleia Geral
Para Bolsonaro e bolsonaristas, a ONU é algo "mais aparelhado que universidade pública", serve de "trampolim" para aprovar "leis globalistas" no mundo e seu Conselho de Direitos Humanos é um "local de reunião de comunistas" que não serve "para absolutamente nada".

Criada em 1945 com o propósito de manter a paz entre nações depois da Segunda Guerra Mundial, a ONU já foi bastante criticada pelo presidente brasileiro e seus aliados.

Bolsonaro esteve na sede do órgão, em Nova York, para discursar em sua Assembleia Geral. Como é tradição com líderes brasileiros. Ele foi o primeiro a discursar na terça-feira (24/09).

Como Bolsonaro quer usar discurso na ONU para reposicionar Brasil no mundo

Bolsonaro falou sobre a Amazônia e defendeu a soberania brasileira — as queimadas que atingiram a floresta no Brasil foram tema da reunião do G7 no mês passado e viraram centro de uma crise internacional, com escalada de tensão entre Bolsonaro e o presidente francês, Emmanuel Macron.

Bolsonaro perdeu 'oportunidade de ouro' na ONU com discurso 'belicoso' para agradar base, dizem analistas

A BBC News Brasil resgatou frases de Bolsonaro e de seus apoiadores sobre a ONU em tuítes, vídeos e entrevistas.

Bolsonaro

'[Conselho de Direitos Humanos] Não serve para absolutamente nada' e é 'local de reunião de comunistas'

Durante a campanha presidencial, em agosto do ano passado, Bolsonaro chegou a dizer que, se eleito, retiraria o Brasil do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

"Aquele conselho não serve para absolutamente nada", afirmou. "Não é apenas porque vota contra Israel de forma corriqueira, porque estão sempre do lado de quem não presta..."

Sua afirmação foi feita quando o Comitê de Direitos Humanos da ONU, formado por peritos independentes, acolheu um pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ele pudesse disputar as eleições presidenciais no Brasil.

A instituição recomendou que o Estado brasileiro tomasse "todas as medidas necessárias" para garantir que Lula pudesse exercer seus direitos políticos na prisão como candidato às eleições presidenciais.

Questionado por um repórter se retiraria o Brasil do conselho caso fosse eleito presidente, respondeu: "Tiro, sim, para continuar funcionando dessa maneira, tiro, é economia para nós. Não serve para absolutamente nada o Conselho de Direitos Humanos da ONU". Disse, ainda: "Saio fora, não serve para nada, é um local de reunião de comunistas e de gente que não tem qualquer compromisso com a América do Sul pelo menos".

No Twitter, escreveu: "Há mais ou menos 2 meses falei em entrevista que já teria tirado o Brasil do conselho da ONU, não só por se posicionarem contra Israel, mas por sempre estarem ao lado de tudo que não presta. Este atual apoio a um corrupto condenado e preso é só mais um exemplo da nossa posição".

Em julho deste ano, Bolsonaro voltou a falar sobre o Conselho de Direitos Humanos. Desta vez, porém, abordou a candidatura à reeleição do Brasil a um dos 47 assentos do conselho. Disse que suas principais pautas seriam o "fortalecimento das estruturas familiares" e a "exclusão das menções de gênero", sem dar maiores detalhes.

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos do governo Bolsonaro, Damares Alves, discursou em fevereiro no Conselho de Direitos Humanos da ONU, defendendo a candidatura brasileira. Afirmou que o Brasil continuaria "plenamente engajado com o sistema internacional de direitos humanos".

'Quando tem gente que não tem o que fazer, vai lá para a cadeira de Direitos Humanos da ONU'

Mas Bolsonaro voltou a atacar o órgão, dessa vez criticando diretamente a ex-presidente chilena Michelle Bachelet, atual Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, o principal cargo da área nas Nações Unidas.

O episódio aconteceu no início de setembro, depois que Bachelet alertou sobre o que percebe como uma "redução do espaço democrático" no Brasil e criticou ataques e assassinatos de defensores de direitos humanos e comunidades indígenas.

"Dissemos ao governo que é preciso proteger os defensores dos direitos humanos e do meio ambiente, mas também examinar as medidas que podem desencadear violências contra esses defensores", disse Bachelet.

A jornalistas, Bolsonaro respondeu: "Senhora Michelle Bachelet, se não fosse o pessoal do Pinochet derrotar a esquerda em 1973, entre eles seu pai, hoje o Chile seria uma Cuba. Parece que quando tem gente que não tem o que fazer, como a senhora Michelle Bachelet, vai lá para a cadeira de Direitos Humanos da ONU".

Alberto Bachelet, pai da ex-presidente do Chile, era general e resistiu ao golpe militar de Augusto Pinochet. Ele foi preso, torturado e morto pela ditadura militar.

Pelo Twitter, junto a uma foto de Bachelet, Dilma Rousseff e Cristina Kirchner, Bolsonaro escreveu: "Michelle Bachelet, Comissária dos Direitos Humanos da ONU, seguindo a linha do Macron em se intrometer nos assuntos internos e na soberania brasileira, investe contra o Brasil na agenda de direitos humanos (de bandidos), atacando nossos valorosos policiais civis e militares".

'Não vou aceitar esmola de país nenhum'

No começo de setembro, a jornalistas, Bolsonaro afirmou que participaria da Assembleia Geral da ONU porque queria "falar sobre a Amazônia". Disse querer "mostrar para o mundo com bastante conhecimento, com patriotismo, falar sobre essa área ignorada por tantos governos que me antecederam".

"Foi praticamente vendida para o mundo. E eu não vou aceitar esmola de país nenhum do mundo a pretexto de preservar a Amazônia, mas na verdade está sendo loteada e vendida. Uma chance que eu tenho de falar pro mundo sobre a nossa Amazônia, eu vou deixar essa oportunidade [passar]?", antecipou, sobre seu discurso.

Discurso 'conciliatório'

Bolsonaro também falou, na semana passada, sobre como será seu discurso, quando concedeu uma entrevista à TV Record. Na ocasião, disse que fará um discurso "conciliatório" e "diferente" dos discursos de líderes que o antecederam, reafirmando a soberania brasileira.

"Eu falei há um tempo atrás que iria de qualquer maneira, nem que fosse de cadeira de rodas, com todo respeito aos cadeirantes, e graças a Deus isso vai ser possível. Já comecei a rascunhar o discurso, um discurso diferente dos que me antecederam. É conciliatório, sim, mas reafirmar a questão da nossa soberania e do potencial que o Brasil tem e o que o Brasil representa para o mundo. Coisa que, pelo que me consta, pelo que eu estudei até agora, poucos ou quase nenhum presidente teve uma postura dessa natureza na ONU", afirmou na entrevista que foi ao ar na segunda-feira, 16.

'Vou ser cobrado'

A última vez que o presidente falou sobre a ONU e seu discurso na Assembleia Geral foi na quinta-feira, dia 19. "Tá na cara que vou ser cobrado", admitiu ele em uma live no Facebook, dizendo que sua fala em Nova York seria "objetiva"


"Nós iremos para Nova York, lá na ONU, para fazer um pronunciamento, e tá na cara que vou ser cobrado. Alguns países me atacam, de forma bastante virulenta, dizendo que sou responsável pelas queimadas no Brasil. Queimada tem todo ano, infelizmente. Quer que faça o quê? Tem. Até por questão de tradição, o caboclo toca fogo para plantar, o índio faz a mesma coisa... Tem aqueles que fazem de forma criminosa também", afirmou.

"Se Deus quiser, vou estar em Nova York na terça-feira. Estou me preparando para um discurso bastante objetivo, diferente de outros presidentes que me antecederam. Ninguém vai brigar com ninguém lá, pode ficar tranquilo. Vou apanhar da mídia, que sempre tem do que reclamar, e vou falar como anda o Brasil nesta questão. Eles querem desgastar a imagem do Brasil para ver se criam um caos aqui. Quem se dá bem? O pessoal lá de fora. Se a nossa agricultura cair, outros países que vivem disso vão se dar bem."

Eduardo Bolsonaro

'Nível de entorpecimento da ONU'

Na mesma época em que seu pai anunciava que o país sairia do Conselho de Direitos Humanos da ONU caso fosse eleito, no ano passado, seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, possível novo Embaixador brasileiro nos Estados Unidos, disse que a decisão do comitê de que o ex-presidente Lula deveria ter seus direitos políticos garantidos na prisão demonstrava "o nível de entorpecimento da ONU", "dominada por ideologias que não condizem com nossa cultura".

'Leis globalistas'

Já no começo deste ano, Eduardo disse que a ONU servia de "trampolim para leis globalistas que jamais seriam aprovadas nos Congressos Nacionais" de países.

Em 7 de dezembro de 2017, fez uma previsão: "Chegará um dia que EUA e Israel sairão da ONU. Anote aí".

Filipe Martins

O assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Filipe Martins, já disse que a ONU é "mais aparelhada que universidade pública" e que seria "jeca" citar o órgão "em argumento de autoridade".

Também colocou a ONU ao lado do ex-presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad, do ex-presidente de Cuba Raúl Castro, e do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, entre outros, como "representantes" enviado por "satanás" para apoiar o ex-presidente Lula.

'Mais aparelhado que universidade pública'

'Satanás'

'Organizações internacionais são aparelhadas por políticos de esquerda que perderam disputas eleitorais'

Em uma thread de agosto de 2018, quando Bolsonaro anunciou que o Brasil deixaria o Conselho de Direitos Humanos da ONU caso ele fosse eleito, Martins afirmou que isso seria "apenas um bom ponto de partida do qual se negociará a diminuição da interferência das agências, conselhos e comitês do Sistema ONU em nosso país".

"Há muito tempo, como ilustra o caso recente de Bachelet, as OIs [organizações internacionais] são aparelhadas por políticos de esquerda que perderam disputas eleitorais e que, sem recursos para levar sua agenda adiante, instrumentalizam essas OIs, valendo-se do verniz de autoridade que elas ainda carregam."

Segundo sua argumentação, agências da ONU são instrumentalizadas "para estabelecer critérios que determinarão se a educação, a saúde e a qualidade de vida serão consideradas boas ou ruins, empurrando no pacote vários itens da agenda progressista" sem contestação e com "verniz de autoridade".

Olavo de Carvalho

'Fomenta a nova ordem mundial'


O escritor Olavo de Carvalho, considerado guru do ideológico da família Bolsonaro, também já falou sobre a ONU diversas vezes. Em vídeos antigos encontrados no YouTube, ele aparece dizendo — sem apresentar qualquer prova — que a "100 ou 200 comissões da ONU" discutem "modificações políticas, culturais" para o que ele chama de "mundialização do poder", ou a formação de uma "nova ordem mundial".

"Neste mesmo momento, enquanto nós estamos discutindo e conversando sobre isso aqui, tem umas 100 ou 200 comissões da ONU, think tanks, elites universitárias etc discutindo novas modificações políticas, culturais etc. que resultarão na mundialização do poder. Eles fazem isso dia e noite. Praticamente não se faz outra coisa no mundo senão fomentar a tal da nova ordem mundial", disse ele em 2004.



Em outras duas ocasiões, falou que as leis aprovadas no Brasil vêm da ONU.

"Todas as leis politicamente corretas que são adotadas no Brasil, na Argentina, no Peru, na América Latina, na Zâmbia, na casa do c....., todas vêm prontas da ONU. É uma coisa de uma uniformidade extraordinária", afirmou.

Em outro vídeo, diz, também sem apresentar qualquer prova, que "todas as leis que foram promulgadas no Brasil nos últimos 10 ou 15 anos, todas vieram prontinhas da ONU".


https://www.bbc.com/portuguese/brasil-49796517


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E tem gente que ainda espera que tais tipos governem como pessoas mentalmente sãs.   


« Última modificação: 02 de Dezembro de 2019, 19:56:05 por JJ »

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7323 Online: 03 de Dezembro de 2019, 09:58:47 »
Por que investidores estrangeiros retiram cada vez mais dinheiro do Brasil


Com recursos que poderiam ajudar a tirar o país da crise, os "gringos" estão céticos quanto ao governo e se afastam cada vez mais

Por Machado da Costa

access_time15 nov 2019, 11h27 - Publicado em 15 nov 2019, 06h00


No começo da década, o mundo acreditava que o Brasil continuaria a crescer a um ritmo digno das economias mais pujantes do planeta. O aclamado Nobel de Economia americano Paul Krugman reforçou o otimismo ao afirmar que a expansão média do país poderia ser de 5% nos anos seguintes. Com o otimismo tomando conta também de Rússia, Índia e China, o termo Bric, cunhado pelo economista britânico Jim O’Neill, impulsionou de vez o marketing que colocava o Brasil como um dos grandes vetores de dinamismo econômico do planeta. Como se sabe, deu tudo errado. O governo Dilma foi um desastre, terminou em um impeachment traumático e na drástica queda do PIB. Temer começava a engrenar uma agenda de reformas quando foi sugado por escândalos que impediram o avanço. Não admira, portanto, que os “gringos”, como analistas do mercado gostam de chamar os investidores estrangeiros, estejam ressabiados com o país. Acreditava-se que, após entregar as primeiras reformas, principalmente a da Previdência, Paulo Guedes recuperaria a confiança necessária para que os dólares voltassem a aportar na economia. Puro autoengano, pois, quando se trata de investimento externo, a situação só piora.


A mais recente revoada de dinheiro estrangeiro aconteceu no último dia 7, quando financistas do mundo todo retiraram 533 milhões de reais da Bolsa de Valores de São Paulo. Desde então, seu principal índice, o Ibovespa, amargou quedas em sequência. Daquela quinta-feira ao fechamento de quarta-feira passada, 13, o indicador caiu 3,5%, na direção oposta à dos mercados internacionais. Como comparação, o Dow Jones, o principal índice da Bolsa de Nova York, subiu 0,3%. O movimento de fuga se soma à frustrante tentativa de venda de campos de petróleo a petroleiras globais e à baixa participação do capital internacional nos negócios fechados no Brasil. O temor aparece num momento em que se espera maior participação da iniciativa privada na retomada econômica. Sem o ingresso de dólares no país, isso fica mais difícil. As privatizações e as concessões, por exemplo, correm o risco de micar. E o país não consegue se virar sem os gringos. Somente para explorar o pré-sal no ritmo esperado pelo governo é necessária a injeção de 2,3 trilhões de reais nos próximos dez anos.



Alex Agostini, economista-chefe da agência de avaliação de crédito Austin Rating, diz que, ao avaliar a performance de uma nação para seus clientes, todo o contexto é analisado. Região geográfica, grupo de países a que a nação pertence — desenvolvido, emergente ou subdesenvolvido —, situação política, pauta econômica, histórico, uma variedade enorme de indicadores entra no cálculo. Obviamente, a pauta do governo agrada aos forasteiros. A agenda de reformas, a venda de estatais, a abertura do mercado de gás e a negociação de acordos comerciais com os Estados Unidos e o de livre-comércio com a China — anunciado nesta semana — são positivas e recebem aplausos lá fora. Mas isso não basta. “O contexto no qual o Brasil está inserido não ajuda”, afirma Agostini. “Além disso, não há segurança jurídica para investir. Na área de energia, por exemplo, a cada novo governo muda o marco regulatório”, critica.




Pioram essa avaliação episódios de comédia pastelão como o protagonizado em maio por Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores, e Letícia Catelani, então diretora da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) — os grandes responsáveis por vender o país mundo afora. Letícia, que foi indicada para o cargo pelo clã Bolsonaro, entrou em rota de colisão com diretores da agência ao denunciar, sem detalhes nem provas, que “contratos espúrios” estavam sendo mantidos pela Pasta. Foi exonerada e impedida de entrar no edifício, criando uma enorme saia-justa para o Itamaraty. Não há confiança que resista.




https://veja.abril.com.br/economia/por-que-investidores-estrangeiros-retiram-cada-vez-mais-dinheiro-do-brasil/



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O que os bolsominions e/ou simpatizantes do atual governo  tem para  falar sobre isso ?   



« Última modificação: 03 de Dezembro de 2019, 10:08:07 por JJ »

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7324 Online: 03 de Dezembro de 2019, 10:20:57 »
Frota ironiza Bolsonaro e “liga” para Trump durante discurso na Câmara


2 de dezembro de 2019, 22:21


247 - O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) ironizou as declarações de Jair Bolsonaro que disse que vai ligar para o presidente Donald Trump para resolver a questão da sobretaxa do aço e alumínio.

“A que ponto nós chegamos. O presidente Bolsonaro acha que com apenas um telefonema para o presidente Trump, dos Estados Unidos, vai resolver a situação que nós estamos atravessando nesse momento”, diz Frota, que em seguida tira o celular do bolso e começou uma “conversa” com o presidente norte-americano.


“Alô, Trump. É o Alexandre Frota, deputado. É pra avisar que o presidente Bolsonaro vai te ligar. Ele quer resolver o problema… O dólar tá em alta. Bolsonaro, aquele que te deu a base de Alcântara, que queria colocar o filho como embaixador. Esteve aí, na sala com você. Você deixou o chanceler do lado de fora e ficou com o filho aí dentro. O filho dele é amigo do teu filho... Trump, ele vai te ligar entre hoje e amanhã. Com um telefonema ele resolve a parada com você. Pelo menos é o que ele tem falado”, encenou Frota.


https://www.brasil247.com/brasil/frota-ironiza-bolsonaro-e-liga-para-trump-durante-discurso-na-camara?amp&amp_js_v=0.1


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 :histeria:




 

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