Autor Tópico: Governo Bolsonaro  (Lida 99913 vezes)

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Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7325 Online: 03 de Dezembro de 2019, 10:23:17 »

Governo Bolsonaro é denunciado na ONU por desmonte de política ambiental

2 de dezembro de 2019, 21:15


247 - Em documento encaminhado à alta comissária da ONU para Direitos Humanos, Michelle Bachelet, e outros seis relatores representantes de outros órgãos da ONU, o governo brasileiro foi denunciado pelo dematamento e a falta de política ambientais.

A denúncia foi apresentanda pelo PSOL, assinada por parlamentares como Fernanda Melchionna e Marcelo Freixo, que pedem que a entidade envie ao país uma missão de relatores para avaliar o que chamam de "alarmante desmantelamento do sistema de proteção ambiental no Brasil". A informação é do colunista Jamil Chade, do UOL.


"O governo de Jair Bolsonaro vem promovendo um alarmante desmantelamento do sistema de proteção ambiental no Brasil, agindo com extrema negligência diante de tragédias ambientais como os incêndios na Floresta Amazônica e o enorme derramamento de petróleo que vem contaminando a costa brasileira desde agosto deste ano", diz um trecho da denúncia.

O documento reforça que mesmo diante de graves fatos, como o aumento do desmatamento na Amazônia brasileira que cresceu 29,5%, destruindo 9.762 quilômetros quadrados de floresta e o derramamento de petróleo na costa brasileira que já atingiu 740 praias do Brasil, o "presidente brasileiro e seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, reduziram drasticamente o orçamento para políticas ambientais, promoveram o relaxamento das inspeções e incentivaram a impunidade dos crimes ambientais".



"O governo federal também avançou na perseguição e censura aos órgãos ambientais, desmantelando mecanismos de participação, atacando organizações não-governamentais (ONGs) e não protegendo a vida dos defensores do meio ambiente. Além disso, as unidades de preservação são constantemente ameaçadas e novas licenças são emitidas para pesticidas que antes eram proibidos pela legislação brasileira, colocando em risco o meio ambiente e a vida de milhões de brasileiros e, de fato, da população mundial em geral", enfatiza.


https://www.brasil247.com/brasil/governo-bolsonaro-e-denunciado-na-onu-por-desmonte-de-politica-ambiental?amp



Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7326 Online: 04 de Dezembro de 2019, 10:42:19 »
Se taxas forem mantidas, "me enganei sobre Trump", diz Bolsonaro ao comentar decisão


Presidente da República concedeu entrevista exclusiva à Record TV nesta segunda-feira


O presidente Jair Bolsonaro revelou durante entrevista exclusiva à Record TV, na noite desta segunda-feira, que o governo brasileiro está negociando com os Estados Unidos sobre o restabelecimento das tarifas sobre o aço e o alumínio, anunciado pelo presidente Donald Trump ainda nesta segunda-feira. O presidente norte-americano usou sua conta no Twitter para anunciar medida sobre o Brasil e a Argentina que, conforme ele, estão com suas moedas desvalorizadas. Bolsonaro afirmou que a decisão de Trump faz parte de uma "estratégia política" e que está confiante em uma negociação nos próximos dias. Quando questionado sobre a permanência da decisão, Bolsonaro disse que "caso não tenha sucesso, me enganei sobre Trump".

[...]

https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/pol%C3%ADtica/se-taxas-forem-mantidas-me-enganei-sobre-trump-diz-bolsonaro-ao-comentar-decis%C3%A3o-1.384297



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Trump irá corresponder ao amor  do  Bô  ? 


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Offline Geotecton

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7327 Online: 04 de Dezembro de 2019, 18:29:17 »
Se taxas forem mantidas, "me enganei sobre Trump", diz Bolsonaro ao comentar decisão


Presidente da República concedeu entrevista exclusiva à Record TV nesta segunda-feira


O presidente Jair Bolsonaro revelou durante entrevista exclusiva à Record TV, na noite desta segunda-feira, que o governo brasileiro está negociando com os Estados Unidos sobre o restabelecimento das tarifas sobre o aço e o alumínio, anunciado pelo presidente Donald Trump ainda nesta segunda-feira. O presidente norte-americano usou sua conta no Twitter para anunciar medida sobre o Brasil e a Argentina que, conforme ele, estão com suas moedas desvalorizadas. Bolsonaro afirmou que a decisão de Trump faz parte de uma "estratégia política" e que está confiante em uma negociação nos próximos dias. Quando questionado sobre a permanência da decisão, Bolsonaro disse que "caso não tenha sucesso, me enganei sobre Trump".

[...]

https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/pol%C3%ADtica/se-taxas-forem-mantidas-me-enganei-sobre-trump-diz-bolsonaro-ao-comentar-decis%C3%A3o-1.384297



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Offline -Huxley-

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7328 Online: 04 de Dezembro de 2019, 19:37:44 »
Jair Bolsocapacho.

Offline Gigaview

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7329 Online: 04 de Dezembro de 2019, 20:03:44 »
Acho que vocês estão sendo muito cruéis com o nosso capitão-presidente. É preciso entender que uma grande amizade não pode ficar abalada por pequenas contrariedades. Talvez Trump tenha ficado chateado com a ausência do Dudu em Washington mas isso passa.
Brandolini's Bullshit Asymmetry Principle: "The amount of effort necessary to refute bullshit is an order of magnitude bigger than to produce it".

Pavlov probably thought about feeding his dogs every time someone rang a bell.

Offline Sergiomgbr

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7330 Online: 04 de Dezembro de 2019, 20:20:26 »
O Trumpo  falou  pro Naro que era tudo jogo de cena para zoar com os opositores e rirem juntos depois dos sarcasminhos e ironias bobas deles.
Até onde eu sei eu não sei.

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7331 Online: 05 de Dezembro de 2019, 10:18:49 »

Desprezo pelo clima

Notas & Informações, O Estado de S.Paulo

19 de maio de 2019 | 03h00

Já deveria ter ficado claro para o governo de Jair Bolsonaro que sua hostilidade às iniciativas de organismos multilaterais para mitigar os efeitos das mudanças climáticas é contraproducente para o Brasil, não só do ponto de vista ambiental, mas também sob o aspecto econômico. Se não acredita nos estudos que indicam as nefastas consequências das mudanças climáticas, atribuindo-os a um conluio “globalista” contra a soberania nacional, o presidente deveria ao menos levar em conta que a deterioração da imagem internacional do Brasil nessa seara é péssima para os negócios. Ser visto como inimigo do meio ambiente pode custar caro para o País, na forma de barreiras tarifárias ou outras para produtos brasileiros, principalmente os agrícolas – sem mencionar o prejuízo nas relações políticas com o mundo desenvolvido em razão da grande sensibilidade suscitada por esse tema.


No entanto, o governo Bolsonaro continua a mostrar uma compreensão estreita da questão ambiental. O último exemplo disso foi a decisão de não sediar a Semana do Clima, prevista para acontecer entre os dias 19 e 23 de agosto, em Salvador, sob organização da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. O evento é uma das etapas preparatórias para a Conferência do Clima (COP25), a ser realizada em Santiago do Chile em dezembro.

Em novembro do ano passado, o Brasil já havia desistido de ser sede da própria COP25, a pedido do então presidente eleito, sob o argumento de que o País enfrentava “restrições fiscais e orçamentárias”.

O País havia sido escolhido para receber o encontro depois do interesse demonstrado pelo governo de Michel Temer, coerente com a boa imagem do Brasil na área ambiental, construída desde a Eco-92, um dos primeiros grandes encontros internacionais, sediado no Rio de Janeiro em 1992, para discutir medidas para o desenvolvimento sustentável do planeta.

O governo de Jair Bolsonaro não parece preocupado com a manutenção dessa reputação. Ao esclarecer os motivos pelos quais cancelou o encontro da Semana do Clima em Salvador, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse que “não faz sentido” realizar aquela reunião se o Brasil não será sede da COP25. “Não apoiamos uma reunião organizada antes de nossa gestão, com uma pauta distinta da que preferimos”, disse o ministro Salles ao jornal O Globo. Segundo ele, a “agenda principal” do atual governo em relação ao meio ambiente “é uma agenda ambiental urbana, do saneamento”.

O investimento em saneamento, de fato urgentíssimo, não justifica o abandono das políticas destinadas a enfrentar os efeitos das mudanças climáticas. Há dias, o governo anunciou o contingenciamento de nada menos que 96% das verbas destinadas a projetos que incluem, por exemplo, a recuperação de áreas de encostas afetadas por chuvas e uma ampla pesquisa para diagnosticar as condições do País para enfrentar enchentes e outros desastres ambientais. Restaram apenas R$ 500 mil para essas e outras iniciativas. É óbvio que esse montante inviabiliza completamente o trabalho.


Tudo isso é coerente com a visão de Bolsonaro da agenda das mudanças climáticas, que ele considera mero pretexto de grupos de interesse estrangeiros para ferir a independência do Brasil. Ainda como presidente eleito, Bolsonaro havia anunciado a intenção de denunciar o Acordo de Paris, que compromete os signatários a estabelecer metas de emissão de carbono com o objetivo de reduzir a temperatura global. Felizmente, já como presidente, disse que o Brasil permaneceria “por ora” no acordo.



Mas as atitudes do governo desde então têm sido pautadas pelo enfrentamento do que o chanceler Ernesto Araújo chamou de “climatismo” – uma trama marxista destinada a “sufocar o crescimento econômico dos países capitalistas democráticos e favorecer o crescimento da China”. Já o ministro Ricardo Salles preferiu ser menos teórico: disse ao site G1 que nada justifica realizar o encontro do clima em Salvador, a não ser “para a turma ter oportunidade de fazer turismo em Salvador” e “comer acarajé”.


https://opiniao.estadao.com.br/noticias/notas-e-informacoes,desprezo-pelo-clima,70002834362


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Obs: O  título adequado seria:


                                              Desprezo pela ciência e apreço por loucuras conspiratórias de um astrólogo e de semelhantes loucos.




Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7332 Online: 05 de Dezembro de 2019, 10:28:05 »
Presidente disse a empresários presentes no Fórum Econômico Mundial que o País não seguirá o exemplo dos Estados Unidos e sairá do acordo climático

Bolsonaro discursou no Fórum Mundial Econômico, em Davos ontem e não citou o Acordo de Paris, mas disse em particular a empresários que país não sairá do acordo climático
Alan Santos/PR - 22.1.19


Bolsonaro discursou no Fórum Mundial Econômico, em Davos ontem e não citou o Acordo de Paris, mas disse em particular a empresários que país não sairá do acordo climático "por ora"

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta terça-feira (22), em encontro com executivos no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que "por ora" o Brasil não vai deixar o Acordo de Paris sobre o clima. O tratado mundial prevê a redução da emissão de gases que aumentam a temperatura do planeta e foi assinado pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT) numa conferência das Nações Unidas realizada em 2015 em Nova Iorque, nos Estados Unidos.



A declaração de Bolsonaro sobre o Acordo de Paris foi dada em particular a empresários pouco depois de  realizar um discurso rápido na conferência em que o presidente disse que "nossa missão agora é avançar na compatibilização entre a preservação do meio ambiente e da biodiversidade com o necessário desenvolvimento econômico, lembrando que são interdependentes e indissociáveis".

Segundo jornalistas que acompanham o Fórum Econômico Mundial em Davos , a fala sobre o Acordo de Paris era aguardada pelos empresários presentes. Eles ficaram frustrados ao não ver Bolsonaro citar o acordo climático em seu discurso e consideraram a fala do presidente brasileiro rasa, superficial. Mesmo nas três perguntas realizadas pelo presidente do evento, Klaus Schwab, Bolsonaro não especificou nem se aprofundou nas medidas práticas que pretende tomar para atacar os problemas que ele mesmo citou no discurso como a corrupção.


De qualquer forma, a declaração dada por Bolsonaro adiciona mais um capítulo na relação inconstante do novo presidente com os termos do Acordo de Paris . Durante a campanha eleitoral, em setembro, Bolsonaro disse que, se eleito, poderia retirar o Brasil do tratado. No mês seguinte, no entanto, afirmou que não iria tira o País do tratado caso se tornasse presidente. Em dezembro, já eleito, afirmou que só sairia do acordo se este não fosse alterado. E agora, após tomar posse, não colocou condições para dizer que o Brasil não sairá mais do acordo "por ora".


Apesar de, no cenário nacional, os empresários brasileiros já estarem se acostumando com as idas e vindas do governo, no exterior, as mudanças constantes de opinião do presidente a respeito de temas sensíveis como este ainda assusta os empresários e comprometem os planos do governo de atrair mais investimentos estrangeiros no Brasil.


Um exemplo disso é a declaração dada pelo embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel, que na segunda-feira (21) disse que é preciso que o governo adote política públicas que expliquem melhor à comunidade internacional as intenções da nova gestão nas áreas de direitos humanos e clima.


Ao sair do Palácio do Planalto após uma reunião com o presidente em exercícido do Brasil, general Hamilton Mourão, Witschel disse achar "importante que o governo faça uma política pública que explique as intenções, as reformas e também explique que os direitos humanos, a luta contra a mudança climática continuará. Estou otimistas, mas temos afazeres juntos", afirmou o embaixador.

Agenda de reuniões de Bolsonaro em Davos


Fala de Jair Bolsonaro foi considerada vaga pelos empresários presentes no Fórum Econômico Mundial, mas participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, impressionou os presentes
Alan Santos/Presidência da República

Fala de Jair Bolsonaro foi considerada vaga pelos empresários presentes no Fórum Econômico Mundial, mas participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, impressionou os presentes
Após o discurso de ontem, no segundo dia de participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíca, a primeira viagem internacional do novo presidente, os ministros de Bolsonaro, Paulo Guedes e  Sérgio Moro tiveram outras reuniões na qual, segundo jornalistas que acompanham o evento de perto, deixaram boa impressão com o empresariado.


Em uma longa fala numa reunião mais fechada, o ministro da Economia, por exemplo, impressionou os presentes,  detalhou as propostas do governo na área econômica que eram tão aguardadas e disse ter o apoio necessário para aprovar a Reforma da Previdência, vista como fundamental pelo mercado para retomar o crescimento econômico do Brasil.


De qualquer forma, no terceiro dia em Davos, será o próprio presidente Jair Bolsonaro quem deverá retomar o protagonismo ao participar de reuniões sobre diversos temas, entre elas as perpectivas econômicas, políticas e sociais sobre o Brasil, as questões bilaterais, como a extradição do italiano Cesare Battisti, e o agravamento da crise social, econômica e humanitária na Venezuela, país vizinho que faz fronteira com a região norte do Brasil.


O presidente terá um almoço de trabalho denominado “O Futuro do Brasil” e, em seguida, se reúne com o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte. O encontro ocorre dez dias depois de Battisti ser capturado e preso, na Bolívia, para onde fugiu do Brasil, na tentativa de escapar da extradição decretada ainda pelo ex-presidente Michel Temer (MDB) após Jair Bolsonaro (PSL) fazer pressão pública sobre o tema.

Já o agravamento da situação na Venezuela e a crise humanitária ocuparão dois momentos distintos na agenda do presidente. Inicialmente, uma reunião diplomática, e depois um jantar com presidentes latino-americanos. No intervalo, é aguardada uma declaração à imprensa.

A conversa sobre a Venezuela ocorre no dia em que os opositores promovem, em Caracas, a chamada jornada anti-chavismo e em meio a protestos intensos nas principais cidades do país. Civis e militares entram em confronto, segundo imagens divulgadas por organizações não governamentais. Na véspera, Bolsonaro chegou a citar a Venezuela em seu discurso e na terça-feira (21) disse que irá liderar um movimento global para resolver a questão do país vizinho.

Em Davos, ontem (22) o presidente discursou na abertura do Fórum Econômico Mundial e jantou com empresários. Ele ressaltou a preocupação do governo federal em promover o desenvolvimento econômico associado à preservação do meio ambiente. Também defendeu valores e reiterou a preocupação em promover mudanças, a partir das reformas que pretende implementar.

"Minha equipe sabe o dever de casa que tem que ser feito e esperamos obter esse apoio do Parlamento", disse Bolsonaro. "Minha confiança nos senhores é muito grande e sei da minha responsabilidade", acrescentou em vídeo publicado em sua conta pessoal do Twitter.



O presidente Jair Bolsonaro reafirmou ainda os compromissos de campanha e sua preocupação com o combate à corrupção e o aperfeiçoamento da segurança pública no Brasil. Acrescentou que o país tem praias, flor estas e o pantanal, que precisam ser conhecidos, e convidou os presentes para vir ao Brasil.


Fonte: Último Segundo - iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2019-01-23/bolsonaro-acordo-de-paris.html




« Última modificação: 05 de Dezembro de 2019, 10:45:16 por JJ »

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7333 Online: 05 de Dezembro de 2019, 10:46:22 »
Nosso Senhor e Salvador  :

a) Arregão                  (  )

b) Vai e Vem               (  )

C) Bate e Volta            (  )

D) Todas as anteriores (  )

Offline Pedro Reis

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7334 Online: 05 de Dezembro de 2019, 10:51:54 »
Deve ter alguém com pelo menos meio cérebro nesse governo e o Bozo ouviu essa pessoa.

O Brasil, ao contrário dos EUA, ganha economicamente mais do que perde com o Acordo de Paris. Logo, era uma estupidez indefensável.

Na verdade, todos perdem com a crise climática. E em algum momento todas as economias irão perder também.

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7335 Online: 05 de Dezembro de 2019, 11:19:13 »
Deve ter alguém com pelo menos meio cérebro nesse governo e o Bozo ouviu essa pessoa.

O Brasil, ao contrário dos EUA, ganha economicamente mais do que perde com o Acordo de Paris. Logo, era uma estupidez indefensável.

Na verdade, todos perdem com a crise climática. E em algum momento todas as economias irão perder também.



Se o aumento da temperatura média global atingir um ponto em que comece a haver uma retroalimentação positiva certamente haverão sérias consequências para a grande maioria dos países da Terra.
« Última modificação: 05 de Dezembro de 2019, 11:28:02 por JJ »

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7336 Online: 05 de Dezembro de 2019, 11:19:38 »


Parlamentares veem denúncia do Financial Times como gravíssima: 'o que Guedes quer esconder?'



Após o Financial Times apontar falhas nos dados estatísticos do governo, o ministro Paulo Guedes (Economia) encontra-se sob pressão. "O que Paulo Guedes tenta esconder?", questionou Sâmia Bomfim (PSOL-SP). "Bolsonaro terá elevado a fake news à condição de política econômica", disse Orlando Silva (PCdoB-SP). "Vergonha internacional", afirmou Erika Kokay (PT-DF)
4 de dezembro de 2019, 13:20 h Atualizado em 4 de dezembro de 2019, 15:17
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(Foto: Isac Nóbrega/PR)
 

247 - Parlamentares criticam duro o ministro da Economia, Paulo Guedes, após uma reportagem do jornal Financial Times apontar que dados econômicos do governo Jair Bolsonaro têm falhas sobre as exportações. A matéria trouxe como título "Falha nos dados econômicos brasileiros desperta preocupações entre analistas".

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De acordo com o texto do jornal britânico, as estatísticas econômicas do governo brasileiro têm falhas nos números sobre as exportações, que influenciam a cotação da moeda, e superfaturado o pibinho para 0,6%. O FT registra que o IBGE admite que pode ter que revisar os dados do terceiro trimestre, o que normalmente seria feito em apenas um ano.

"Sabemos que transparência e verdade nunca importaram para esse governo", afirmou a deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP). "Ainda assim, a suspeita levantada pelo jornal Financial Times de que informações sobre a atividade econômica brasileira foram manipuladas é algo surpreendente e muito grave. O que Paulo Guedes tenta esconder?", questionou.

Para a deputada Erika Koaky (PT-DF), a reportagem demonstra que o Brasil passa "vergonha internacional". "Jornal inglês Financial Times questiona dados apresentados pelo governo Bolsonaro sobre crescimento de 0,6% do PIB no último trimestre. O jornal questiona estatísticas econômicas e aponta falhas nos números apresentados, entre outras dúvidas de analistas", destacou.

A deputada Margarida Salomão (PT-MG) ressaltou que é "questionada a própria qualidade do governo, a competência mínima de saber coligir dados".

De acordo com o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), "se confirmada a desconfiança do Financial Times, sobre maquiagem nos números da economia brasileira, estaremos diante de fato gravíssimo, com potencial para ferir de morte a confiabilidade do governo". "Bolsonaro terá elevado a fake news à condição de política econômica".


A deputada Maria do Rosário (PT-RS) questionou: "Este era o governo q iria 'recuperar' confiança dos investidores estrangeiros?".

Em um post na rede social, Jandira Feghali (PCdoB-RJ) viu "sinal de fumaça que vem do Financial Times!". "Se Bolsonaro maquiou dados econômicos sobre exportações vai levar o Brasil para o isolamento no mundo, prejudicando diretamente a população brasileira. Gravíssimo e mostra que Paulo Guedes entende mais de AI-5 do que de economia".

Sabemos que transparência e verdade nunca importaram para esse governo. Ainda assim, a suspeita levantada pelo jornal Financial Times de que informações sobre a atividade econômica brasileira foram manipuladas é algo surpreendente e muito grave. O que Paulo Guedes tenta esconder?


— Sâmia Bomfim (@samiabomfim) December 4, 2019
VERGONHA INTERNACIONAL

Jornal inglês Financial Times questiona dados apresentados pelo governo Bolsonaro sobre crescimento de 0,6% do PIB no último trimestre. O jornal questiona estatísticas econômicas e aponta falhas nos números apresentados, entre outras dúvidas de analistas.

— Erika Kokay (@erikakokay) December 4, 2019
Nesse texto da Folha, a versão traduzida do artigo do Financial Times que detona o governo Bolsonaro e as estatísticas por ele divulgadas.

Reparem: é questionada a própria qualidade do governo, a competência mínima de saber coligir dados.https://t.co/R9R4ikvjE3

— Margarida Salomão (@JFMargarida) December 4, 2019
O Financial Times está questionando dados econômicos q o governo apresenta. Um analista ouvido pelo veículo conclui q a alteração nos dados seria "incompetência ou negligência". Este era o governo q iria "recuperar" confiança dos investidores estrangeiros?https://t.co/mo6mHgFnXW

— Maria do Rosário (@mariadorosario) December 4, 2019
Sinal de fumaça que vem do Financial Times! Se Bolsonaro maquiou dados econômicos sobre exportações vai levar o Brasil para o isolamento no mundo, prejudicando diretamente a população brasileira. Gravíssimo e mostra que Paulo Guedes entende mais de AI-5 do que de economia.

— Jandira Feghali (@jandira_feghali) December 4, 2019



https://www.brasil247.com/poder/parlamentares-veem-denuncia-do-financial-times-como-gravissima-o-que-guedes-quer-esconder
« Última modificação: 05 de Dezembro de 2019, 11:23:24 por JJ »

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7337 Online: 05 de Dezembro de 2019, 11:22:56 »

Financial Times levanta dúvidas sobre dados econômicos brasileiros e aponta preocupação dos analistas


Mudanças no dado de exportação impactou o mercado e gerou dúvidas sobre as até então exemplares estatísticas da economia brasileira, aponta jornal britânico


Por Lara Rizério
4 dez 2019 14h20 - Atualizado 19 horas atrás
reply



[...]

As dúvidas surgiram na semana passada, quando o real foi atingido por números do Banco Central que mostraram uma acentuada deterioração do saldo da conta corrente do Brasil no período de janeiro a outubro, impulsionada por uma queda nas exportações. Mas a moeda se recuperou na quinta-feira, quando o Ministério da Economia revelou que as exportações nas quatro primeiras semanas de novembro não foram, como afirmado anteriormente, de decepcionantes US$ 9,7 bilhões, mas de US$ 13,5 bilhões, um resultado muito melhor.

Contudo, aponta o FT, a controvérsia seguiu. Na segunda, o Ministério da Economia disse que o erro foi causado por uma falha no registro de um grande volume de declarações de exportadores nos últimos meses. Assim, setembro e outubro também tiveram números subestimados e revisados posteriormente.


[...]


https://www.infomoney.com.br/economia/financial-times-levanta-duvidas-sobre-dados-economicos-brasileiros-e-aponta-preocupacao-dos-analistas/

Offline JJ

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« Resposta #7338 Online: 05 de Dezembro de 2019, 11:31:57 »

Saída de dólares no Brasil atinge US$ 27,16 bilhões, maior valor em 38 anos

Novembro teve saldo negativo

BC liquida a venda de US$ 4,4 bi


(Foto) Sede do Banco Central, em Brasília; em novembro, instituição fez leilões de moeda estrangeira 
Sérgio Lima/Poder360


HAMILTON FERRARI

04.dez.2019 (quarta-feira) - 20h17


A saída de dólares do Brasil superou a entrada em US$ 27,156 bilhões no acumulado de janeiro a novembro, de acordo com o Banco Central. Este é o maior valor da série histórica da instituição, iniciada em 1982.

Só em novembro, o saldo ficou em US$ 5,691 bilhões negativos. É o 4º resultado consecutivo no vermelho. O movimento coincidiu com a alta do dólar, que encostou em R$ 4,28 na última semana.


Na 2ª feira (25.nov) da semana passada, o ministro Paulo Guedes (Economia) disse, em viagem a Washington, que o Brasil passaria a ter uma taxa cambial mais alta e juros mais baixos.

A fala provocou uma desvalorização do real. Do dia 25 a 29 de novembro, a saída da moeda norte-americana atingiu US$ 4,531 bilhões.

O Banco Central teve que intervir para segurar a valorização do dólar, realizando leilões do câmbio no mercado à vista. Em novembro, o BC liquidou a venda de US$ 4,461 bilhões no mercado físico.

No ano, o volume alcançou US$ 27,276 bilhões de dólares, o que corresponde US$ 100 milhões a mais que a saída da moeda no período.

Autores
HAMILTON FERRARI


https://www.poder360.com.br/economia/saida-de-dolares-no-brasil-atinge-us-2716-bilhoes-maior-valor-em-38-anos/

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7339 Online: 05 de Dezembro de 2019, 23:16:51 »
Joice garante: Eduardo é líder das milícias


5 de dezembro de 2019, 09:53 , por Altamiro Borges


Em seu tão esperado depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News nesta quarta-feira (4), a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) detonou o filho 03 do “capetão”, o que pode colocar em risco o seu mandato. “Eduardo Bolsonaro está amplamente envolvido” nas milícias digitais, garantiu a ex-líder do laranjal na Câmara Federal, que hoje está em guerra contra o clã fascista, sofrendo ferozes ataques virtuais e correndo até risco de agressões. Ela ainda afirmou que assessores parlamentares, outros deputados federais e estaduais e membros do Palácio do Planalto fazem parte do “gabinete do ódio” montado para atacar opositores.
Antes de ser questionada pelos integrantes da CPMI, Joice Hasselmann exibiu uma apresentação com dados levantados nas redes do deputado Eduardo Bolsonaro e do seu pai-presidente por uma ferramenta criada na Universidade de Indiana (EUA), chamada Botometer, que identifica robôs no Twitter. “O que eu vou mostrar aqui é fruto da investigação que eu comecei a fazer com muito mais intensidade depois que eu virei o alvo de ataques coordenados na internet. Inclusive os laudos são assinados por um perito renomado”, explicou.

Entre os diversos dados, a deputada exibiu na tela reproduções de um grupo chamado “SECRETO2 G.O”, no qual os seus integrantes coordenam os ataques nas redes sociais. O levantamento apresentado aponta que, somadas, as redes de Eduardo e de Jair Bolsonaro são seguidas por mais de 1,8 milhão de robôs, que seriam usados para impulsionar as informações falsas e difamatórias. “Nós temos quase dois milhões de robôs em apenas duas contas de Twitter. Eu quero crer que o presidente não sabe disso. Mas pelo que vocês vão ver nas conversas do grupo do gabinete do ódio, o deputado Eduardo Bolsonaro está amplamente envolvido e é um dos líderes desse grupo que chamamos milícia digital”.
A deputada informou que Carlos Bolsonaro, o outro filhote do “capetão”, também esteve envolvido com esse grupo, mas se afastou. Ela garantiu que os ataques virtuais são orquestrados. As postagens são programadas em dia e hora por uma agenda. “As instruções são passadas por um grupo. São vários deles, mas um vou abrir para vocês. É um grupo do gabinete do ódio que tantos dizem que não existe. Vocês vão ver prints das conversas desses grupos. As instruções são passadas, principalmente pelo Eduardo e assessores ligados a ele. O Carlos também teve muita atividade, mas agora ele está mais com o freio de mão puxado”.


Diante das provas apresentadas, Joice Hasselmann propôs que a CPMI siga “o rastro do dinheiro” para saber quem está envolvido na milícia digital. “De onde vem o dinheiro? Não estamos falando de trocado, estamos falando de milhões”. Questionada sobre qual sugestão daria para ajudar nas investigações, a deputada disse que a CPMI deveria convidar o ex-ministro Gustavo Bebianno. “Ele acompanhou de perto o modus operandi que se desenrolava dentro desse núcleo de comunicação. Inclusive ele me deu a informação de que houve uma tentativa do Carlos Bolsonaro de montar uma ‘Abin paralela’ para que houvesse grampo de celular, dossiês feitos. E isso teria criado um atrito”.



https://www.brasil247.com/blog/joice-garante-eduardo-e-lider-das-milicias?amp




Offline Pedro Reis

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7340 Online: 06 de Dezembro de 2019, 00:01:32 »
Não é um governo. É um sanatório.


Offline Pedro Reis

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7341 Online: 06 de Dezembro de 2019, 00:09:54 »
Não adianta chorar, então vamos rir.


Offline Gigaview

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7342 Online: 06 de Dezembro de 2019, 02:15:36 »
Citar
Não é um governo. É um sanatório.

Na verdade é um "dream team" de gênios de mentes abertas, comprometido com mudanças difíceis. Eles são guerreiros incansáveis, perseverantes e obstinados pelos desejos de servir a Pátria, fortalecer a família brasileira e liquidar o comunismo.

« Última modificação: 06 de Dezembro de 2019, 08:56:40 por Gigaview »
Brandolini's Bullshit Asymmetry Principle: "The amount of effort necessary to refute bullshit is an order of magnitude bigger than to produce it".

Pavlov probably thought about feeding his dogs every time someone rang a bell.

Offline Geotecton

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7343 Online: 06 de Dezembro de 2019, 09:19:13 »
Não é um governo. É um sanatório.


E os três anteriores eram centrais de criminosos.
Foto USGS

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7344 Online: 06 de Dezembro de 2019, 10:10:30 »
Barraco entre Joice Hasselmann e Carla Zambelli explode no Twitter


A briga entre duas parlamentares atingiu níveis de extrema violência retórica no Twitter. Carla Zambelli (PSL-SP) havia insinuado que Joice Hasselmann (PSL-SP) debochara de seu aborto espontâneo, ao que Joice retrucou com uma foto de Zambelli com a camisa do Femen
5 de dezembro de 2019, 23:20 h

 

247 - A briga entre duas parlamentares atingiu níveis de extrema violência retórica no Twitter. Carla Zambelli (PSL-SP) havia insinuado que Joice Hasselmann (PSL-SP) debochara de seu aborto espontâneo, ao que Joice retrucou com uma foto de Zambelli com a camisa do Femen.




Veja o Twitter de Joice Hasselmann:

Só gente suja como você e ela fazem esse tipo de ilação. Não debochei de nada, mas conheço essa senhora e o teatro que ela faz. Meu riso foi por ver o teatro e lembra da cena abaixo. Não foi ela que jurou que NUNCA foi do Fêmen? Ainda bem que tem Google né... https://t.co/3rcXafBG9G pic.twitter.com/jqS3K5IVSC

— Joice Hasselmann (@joicehasselmann) December 5, 2019


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Extremistas de direita e/ou bolsonaristas  atacando uma a outra é uma coisa linda de se ver.     :biglol:



 8-)



Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7345 Online: 06 de Dezembro de 2019, 10:17:12 »

Joice a Carla Zambelli: “Quem me perguntou se você era prostituta foi o presidente”

5 de dezembro de 2019, 10:49
                               

Da revista Fórum – As deputadas federais Joice Hasselmann (PSL-SP) e Carla Zambelli (PSL-SP), apesar de serem do mesmo partido, trocaram farpas de forma intensa na noite desta quarta-feira (4), já no final da sessão da CPMI das Fake News no Congresso.

De acordo com o jornalista George Marques, que acompanhou toda a sessão, Hasselmann disparou para Zambelli: “Quem me perguntou se você era prostituta foi o presidente”.



https://www.brasil247.com/regionais/sudeste/joice-para-zambelli-quem-me-perguntou-se-voce-era-prostituta-foi-o-presidente?amp_js_v=a2&amp_gsa=1&amp&usqp=mq331AQCKAE=#ampshare=https%3A%2F%2Fwww.brasil247.com%2Fregionais%2Fsudeste%2Fjoice-para-zambelli-quem-me-perguntou-se-voce-era-prostituta-foi-o-presidente

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 :hihi:

Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7346 Online: 06 de Dezembro de 2019, 11:20:04 »



E o desprezo da inteligente neo direita brazuca pelo meio ambiente e pelo social continua  sendo mostrado e aplicado:




Ricardo Salles sepulta Política Nacional de Resíduos Sólidos ao incentivar incineradores



Salles praticamente esquartejou artigos que tratam da elaboração do Plano Nacional e estaduais de Resíduos Sólidos ao excluir os catadores de materiais recicláveis das ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos para eliminação e recuperação de lixões

6 de dezembro de 2019, 09:13 h

(imagem) Jair Bolsonaro e o Ministro de Estado do Meio Ambiente, Ricardo Salles (Foto: Marcos Correa/PR)
 


Rede Brasil Atual - Prestes a completar dez anos, a Lei 12.305 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNSR), está cada vez mais longe de sair do papel. A legislação que não avançou no sentido de transformar o resíduo sólido reutilizável e reciclável em um bem econômico e de valor social reconhecido, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania para os catadores, é descaracterizada em seus princípios e objetivos sob a gestão do ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles. Na agenda de desmonte do serviço ambiental e redução da participação social não há espaço para metas como a não geração, a redução, a reutilização, a reciclagem e o tratamento dos resíduos.


Salles praticamente esquartejou artigos que tratam da elaboração do Plano Nacional e estaduais de Resíduos Sólidos ao excluir os catadores de materiais recicláveis das ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos para eliminação e recuperação de lixões.


E enterrou a possibilidade de inclusão social e emancipação econômica ao estimular a instalação de incineradores em detrimento da coleta seletiva com a participação de cooperativas ou outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis, tal como previsto na Política Nacional.


No final de abril, assinou uma portaria que disciplinou a recuperação energética dos resíduos sólidos urbanos. Ou seja, as chamadas usinas de recuperação energética de resíduos sólidos urbanos, que na verdade são incineradores de lixo que produzem energia térmica ou elétrica durante o processo de queima.


Ricardo Salles MMA✔@rsallesmmaInacreditável! Um dia depois de ter presenciado o vergonhoso lixão em Santo Amaro, desembarco em Paço do Lumiar e me deparo com outro !

Programa Lixão Zero vai acabar com tudo isso ai: coleta seletiva, reciclagem, incineração etc. Faremos de tudo para acabar com essa tristeza!
15,3 mil13:01 - 21 de abr de 2019Informações e privacidade no Twitter Ads
3.310 pessoas estão falando sobre isso



Usina em Mauá


Aguardada por empresas interessadas no negócio da incineração, a medida integra o carro-chefe da sua gestão, o Programa Nacional Lixão Zero. Entre os efeitos está o projeto de uma dessas usinas em Mauá, no ABC paulista. Em meados de agosto, a Lara Central de Tratamento de Resíduos entrou com pedido de licença prévia na Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).


Segundo o estudo e relatório de impacto ambiental (EIA/Rima) apresentados, o empreendimento tem capacidade de queimar diariamente 3 mil toneladas de resíduos que virão de Diadema, Ferraz de Vasconcelos, Itanhaém, Juquiá, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Bernardo Campo e São Caetano – que atualmente os encaminham para o aterro sanitário da Lara em Mauá, próximo da divisa com Ribeirão Pires. A compensação ambiental prevista é de R$ 2.640.000.


Como determina a legislação, os estudos ambientais da Lara foram colocados em consulta pública e serão submetidos à aprovação do Conselho de Meio Ambiente do Estado de São Paulo (Consema). Para subsidiar sua decisão, o colegiado convocou  audiência pública para a próxima quinta-feira (12), às 17 horas, no Teatro Municipal de Mauá.


Para o mesmo dia, às 15 horas, o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) está organizando manifestação diante da estação da CPTM próxima ao local da audiência pública. “Eles colocam os incineradores porque, dizem, os lixões na suportam mais. Mas eles não cumpriram a legislação, não investiram na coleta seletiva e são poucos os municípios que remuneram o trabalho de coleta dos catadores”, afirma a catadora Francisca Maria Lima Araújo, da Cooperativa Reluz, de São Bernardo, e integrante da coordenação estadual do Movimento.


“Os catadores, que já enfrentam uma situação muito difícil com a queda nos incentivos municipais ao trabalho das cooperativas, deverão ficar sem trabalho, sem emprego, com fome. Vai é faltar lixo para um incinerador com essa capacidade. Sem contar a poluição do ar, das águas e as doenças que virão”, diz a liderança, que considera ajuizar ação popular para barrar o empreendimento com tamanho impacto socioambiental.


Câncer

Segundo a Aliança Resíduo Zero Brasil, a instalação de incineradores e o envio de resíduos sólidos urbanos para os fornos de fábricas de cimento representam violação à ordem preferencial fixadas pela PNRS. “Com a queima os resíduos não retornam para o processo produtivo, desrespeitando premissa básica do processo de reciclagem, o que implica na maior extração de recursos naturais, para serem utilizados como matéria-prima”, destacaram integrantes da coalizão em setembro, durante encontro latino-americano contra a destruição de resíduos sólidos urbanos.


Além disso, o processo de queima de alguns materiais produz uma classe de substâncias cancerígenas, as dioxinas. Segundo estudos, a inalação dessas partículas causa diversos tipos de câncer, além de problemas no sistema imunológico.


A incineração é condenada por procuradores e promotores de Justiça do Meio Ambiente. No 13º Congresso Brasileiro do Ministério Público, realizado em Vitória (ES), em abril de 2003, a Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa), se posicionou de maneira contrária.


Um parecer técnico apresentado ao Ministério Público Federal (MPF) em 2013 traz diversos argumentos científicos que apontam para os malefícios causados no processo de incineração. Embora os defensores da tecnologia, como a Lara, afirmem que há filtros capazes de eliminar as substâncias resultantes da queima e que a energia produzida com a combustão dos resíduos é fonte de receita para municípios, a realidade é bem diferente.


A energia elétrica gerada por incineradores não pode ser considerada limpa, segundo o parecer, “pois lança na atmosférica gases com elevado poder de poluição e gera resíduos sólidos com alta concentração de metais pesados”. E para reduzir a poluição com esses agentes nocivos, conforme exigência da legislação ambiental, são necessários equipamentos de tratamento dos poluentes ambientais de alto custo.


E, segundo seus autores, “é questionável o argumento de que a geração de energia compensará os custos necessários e ainda resultará em receita para os municípios. Deveria ser ainda contabilizado o aumento dos custos municipais com a saúde pública, para tratamentos de bronquites, asmas e doenças alérgicas e do trato respiratório. Em síntese, o processo de incineração de resíduos demanda alto custo de implantação, operação, manutenção dos equipamentos de combustão e de controle de poluição e do monitoramento das emissões poluentes (gás carbônico, dioxinas e furanos, entre outros)”.


E mais: resíduos remanescentes contêm metais pesados, o que exige aterro sanitário ou aterro para específico para resíduos perigosos. “Muitos poluentes não são retidos nos filtros, como por exemplo o mercúrio (70% do que entra na câmara de combustão é liberado). No controle das emissões gasosas, pode-se gerar efluentes líquidos em sistemas de lavagem de gases, demandando a implantação de estações de tratamento específicas para não contaminar as águas ou solos. É uma fonte potencial de dispersão de poluentes gasosos ou de cinzas leves lançados no ambiente. As emissões podem ultrapassar fronteiras, sendo transportadas a longas distâncias por correntes atmosféricas ou até mesmo por rios e mares, onde se depositam ou são carreadas”.


Do ponto de vista operacional, há exigência de mão de obra especializada; o processo de incineração com fins de aproveitamento da energia térmica não permite reaproveitamento de materiais como plásticos, matéria orgânica e papeis de alto poder calorífico; e o reaproveitamento do calor da combustão para gerar energia elétrica vai na contramão do controle das dioxinas: São recomendadas temperaturas entre 1.000°C e 1.450°C para evitar a formação dos chamados Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs), o que exige rigoroso controle da temperatura para que não ocorra resfriamento brusco dos gases após a queima e propicie a formação de dioxinas.


Saiba mais:


https://www.brasil247.com/brasil/ricardo-salles-sepulta-politica-nacional-de-residuos-solidos-ao-incentivar-incineradores

« Última modificação: 06 de Dezembro de 2019, 11:24:10 por JJ »

Offline Agnoscetico

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7347 Online: 06 de Dezembro de 2019, 16:38:33 »
Presidente da Biblioteca Nacional associa Caetano Veloso ao analfabetismo

Seguidor de Olavo de Carvalho, Rafael Nogueira foi escolhido pelo governo para estar à frente do órgão


https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2019/12/presidente-da-biblioteca-nacional-associa-caetano-veloso-ao-analfabetismo.shtml


Citar

Não é simples descobrir o que Rafael Nogueira pensa sobre o universo do livro e da literatura.
Escolhido nesta segunda-feira (2) pelo governo de Jair Bolsonaro como novo presidente da Biblioteca Nacional, Nogueira fala em seus vídeos no YouTube e em suas redes sociais sobre José Bonifácio, a saída do presidente do PSL, supostas fraudes nas urnas eletrônicas e passa adiante as palavras de Olavo de Carvalho, de quem o autointitulado "aspirante a filósofo" se diz aluno.
À frente agora de uma das principais instituições culturais do país, com acervo de livros que remonta à chegada da família real ao Brasil, em 1808, ele traz raras reflexões sobre livros e literatura em suas redes. Ao buscar esses termos em seu perfil no Twitter, que conta com 40 mil seguidores, os resultados são poucos.

Um deles é uma mensagem de 2011: "Cadê nossa literatura? Quem é o herdeiro atual de Machado de Assis? Cadê a nossa filosofia? Espero que o legado de Olavo de Carvalho resolva..."
Outro é de 2010: " A justificação dos crimes alheios pela pobreza, constante em nossa literatura e cinema, é uma mentira insultuosa aos pobres honrados."
No ano passado, ele se queixou de perder livros em sua biblioteca: "Não aguento mais perder livros na minha biblioteca. O problema de ter muitos é que, se não estiverem muito bem organizados, quando você quer um livro e não o acha, pensa até em comprar outro para não ter que persegui-lo por todos os cantos, estantes e móveis."
Procurado para comentar o seu projeto à frente da Biblioteca, Nogueira preferiu não dar entrevista e disse que só falaria com a reportagem depois de tomar posse.
ESPAÇO PAGO
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Se é pouco conhecido do mercado editorial, o novo presidente da instituição mostra em suas redes sociais ser mais próximo do universo da música.
Em 2017, Nogueira associou Caetano Veloso, Legião Urbana e Gabriel O Pensador ao analfabetismo. "Livros didáticos estão cheios de músicas de Caetano Veloso, Gabriel O Pensador, Legião Urbana. Depois não sabem por que está todo mundo analfabeto", escreveu
Já neste ano, ele lamentou a morte do músico André Matos. Vocalista de bandas como Angra e Shaman, Matos morreu aos 47 anos após uma parada cardíaca.
Nogueira conta que começou a fazer aulas de canto após escutar o músico, tratado como seu vocalista favorito. Ele também se disse fã de Angra e de Shaman —no Twitter, o novo presidente da Biblioteca Nacional diz que o melhor show de sua vida foi a gravação do DVD desta última banda.
Além da música, ele também se mostra atento ao audiovisual. Nogueira é próximo da produtora Brasil Paralelo, que se firmou como referência na difusão de ideias de direita no primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro.
No seu canal no YouTube, ele incentiva seus seguidores a apoiarem o financiamento coletivo do filme "A Última Cruzada". A obra, prevista para o ano que vem, promete mostrar eventos que teriam sido negligenciados pela historiografia de esquerda.
Além disso, em outro de seus vídeos, ele passa nove minutos atacando um crítico da produtora, a quem define como "um careca que parece uma barriga de chope depilada falando".

Nogueira assume a Biblioteca Nacional no lugar no lugar de Helena Severo, que colocou o cargo à disposição na sexta-feira (29), em uma carta enviada ao secretário de Cultura, Roberto Alvim. "Essa é uma instituição bicentenária com mais de 400 servidores. Qualquer governo tem o direito de trocar cargos de confiança a qualquer momento. Mas não concordo com a forma como isso tem se dado", disse ela à Folha.
Graduado em filosofia e em direito e com mestrado em educação em faculdades de Santos (SP), Nogueira também é professor e já deu aulas particulares de humanidades e de redação para o Enem.
Ele também está à frente do Ciclo de Estudos Clássicos, projeto pelo qual dá palestras em diferentes cidades sobre temas como Independência e Primeiro Reinado, fundação dos Estados Unidos e livros de Olavo de Carvalho.
Seguidor de Carvalho, Nogueira esteva nos últimos dias em Portugal por causa do Colóquio Olavo de Carvalho. Já cotado para assumir a Biblioteca Nacional, ele visitou durante a viagem a Biblioteca Nacional portuguesa, em Lisboa.
Além de Nogueira, o governo Bolsonaro nomeou também nesta segunda (2) o novo presidente da Funarte (Fundação Nacional de Artes), seguindo uma reforma volumosa no quadro da Secretaria Especial da Cultura e órgãos subordinados à subpasta do Ministério do Turismo, hoje sob comando do dramaturgo e diretor Roberto Alvim.






Os comentários são um show a parte:

https://comentarios1.folha.uol.com.br/comentarios/6121040?skin=folhaonline



« Última modificação: 06 de Dezembro de 2019, 16:50:49 por Agnoscetico »


Offline JJ

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Re:Governo Bolsonaro
« Resposta #7349 Online: Ontem às 09:30:40 »

“Conta das fotos, Bolsonaro”


Brasil 13.11.19 07:04

Jair Bolsonaro se arrependeu de ter escolhido como vice-presidente o general Hamilton Mourão, em vez de Luiz Philippe de Orleans e Bragança.

Alexandre Frota insinuou que isso só ocorreu na última hora, por causa de “fotos”, sem explicar do que se trata:



“O Bolsonaro podia pelo menos falar para o Brasil porque na madrugada da convenção do PSL decidiu não levar o Príncipe como vice. Me ligou às 5 da manhã do aeroporto do Rio, me pediu o celular do Levy Fidelix para poder ligar para o Mourão. Conta das fotos, Jair Bolsonaro.”

A campanha eleitoral vai ser uma farra.


https://www.oantagonista.com/brasil/conta-das-fotos-bolsonaro/



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Um grande colaborador e defensor  traído  pode trazer muitas revelações  interessantes. 


 8-)

 

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