Autor Tópico: Arquitetura Inca  (Lida 949 vezes)

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Offline Fenrir

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Arquitetura Inca
« Online: 17 de Fevereiro de 2019, 14:19:40 »
Tentei colocar isso no topico Alienigenas do passado. Mas foi trancado pouco antes de eu postar!

Achei isso:
Digital Inca: An Assembly Method for Free-Form Geometries
https://www.researchgate.net/publication/302544374_Digital_Inca_An_Assembly_Method_for_Free-Form_Geometries
"Heaven and Earth are not benevolent; They treat the myriad of creatures as straw dogs"
― Laozi

"No testimony is sufficient to establish a miracle, unless the testimony be of such a kind, that its falsehood would be more miraculous, than the fact, which it endeavors to establish"
― David Hume

“Never argue with an idiot. They will drag you down to their level and beat you with experience.”
― Mark Twain

Offline Gigaview

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #1 Online: 17 de Fevereiro de 2019, 14:34:42 »
Valeu! Já tinha postado esse paper e como sempre parece que ninguém lê ou ignora para ficar dizendo bobagens.

http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=27373.msg987700#msg987700
Brandolini's Bullshit Asymmetry Principle: "The amount of effort necessary to refute bullshit is an order of magnitude bigger than to produce it".

Offline Gigaview

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #2 Online: 17 de Fevereiro de 2019, 14:48:41 »
Dê uma olhada na página 176. As pedras só se encaixam perfeitamente na parte da frente, na parte de trás são inseridas cunhas de sustentação. Isso facilita o corte da pedra com um gabarito que postei lá. O acabamento, possivelmente era feito com aquela lama ácida, veja o paper postado e vídeo. A lama tem a propriedade de amolecer a junção das pedras e promover uma espécie de vitrificação (microcristalização) da rocha.

Não tem nada a ver com pressão/peso do bloco e muito menos com erosão que deve pressupor comprometimento da estrutura da rocha e ação da água e do vento.

Paro por aqui. Quero ver as observações do Geo e, se for o caso de ser refutado, reconhecerei sem problema algum o meu erro. Não vou  mais discutir com quem tem argumentos toscos baseados em fotos borradas tiradas sabe-se lá de onde.
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Offline Fenrir

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #3 Online: 17 de Fevereiro de 2019, 15:09:32 »
Valeu! Já tinha postado esse paper e como sempre parece que ninguém lê ou ignora para ficar dizendo bobagens.

http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=27373.msg987700#msg987700

Putz, não tinha visto!
Apenas googlei procurando por alguma coisa na academia que tivesse relação com o assunto.
Imaginei que alguem já tinham estudado a fundo o fenomeno e era só questão de ter paciencia para sair procurando.
Acho que busquei por "Incan masonry" ou coisa parecida.

Me ocorreu agora que os defensores da origem extraterrestre do conhecimento dos pedreiros de antigamente
podem bater justo nessa tecla: de que era algo muito a frente do tempo deles, que os artigos modernos são prova
de que não tinham este conhecimento na época e etc e tal.

So esquecem que a humanidade lida com pedras e construções desde que (uma parcela da) humanidade abandonou
a vida nomade há uns 10-12 K anos atrás. Eles tinham, de modo intuitivo e prático, conhecimento que agora
organizamos, explicamos e formalizamos. 10 K anos é tempo mais que suficiente para todo tipo de experimentação.
O fato de não conhecerem física dos materiais e coisa e tal não significa que não tivessem um corpo de conhecimento
adquirido através de uma longuissima prática...

Por exemplo, os Gregos intuiram conhecimentos de calculo já com Arquimedes, mais de um milênio antes de Fermat,
Newton ou Leibniz. Egípcios tinham conhecimentos de aritmética e geometria adquiridos na prática. Só não deram o passo
seguinte para abstrair a coisa: sabiam que um retangulo de lados 3,4,5 era retangulo mas não que hip^2 = cat1^2 + cat2^2,
para qualquer triangulo retangulo. Não precisou nenhum ET soprar isso no ouvido deles.

Acho que, de forma análoga, os pedreiros Incas e outros tinham um vasto corpo de conhecimento, mas que não sabiam
explicar as causas, organizar a formalizar como fazemos na ciência moderna. Sabiam bem como fazer, o que funcionava
e o que não funcionava.
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Offline Gigaview

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #4 Online: 17 de Fevereiro de 2019, 16:10:34 »
Valeu! Já tinha postado esse paper e como sempre parece que ninguém lê ou ignora para ficar dizendo bobagens.

http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=27373.msg987700#msg987700

Putz, não tinha visto!
Apenas googlei procurando por alguma coisa na academia que tivesse relação com o assunto.
Imaginei que alguem já tinham estudado a fundo o fenomeno e era só questão de ter paciencia para sair procurando.
Acho que busquei por "Incan masonry" ou coisa parecida.

Me ocorreu agora que os defensores da origem extraterrestre do conhecimento dos pedreiros de antigamente
podem bater justo nessa tecla: de que era algo muito a frente do tempo deles, que os artigos modernos são prova
de que não tinham este conhecimento na época e etc e tal.

So esquecem que a humanidade lida com pedras e construções desde que (uma parcela da) humanidade abandonou
a vida nomade há uns 10-12 K anos atrás. Eles tinham, de modo intuitivo e prático, conhecimento que agora
organizamos, explicamos e formalizamos. 10 K anos é tempo mais que suficiente para todo tipo de experimentação.
O fato de não conhecerem física dos materiais e coisa e tal não significa que não tivessem um corpo de conhecimento
adquirido através de uma longuissima prática...

Por exemplo, os Gregos intuiram conhecimentos de calculo já com Arquimedes, mais de um milênio antes de Fermat,
Newton ou Leibniz. Egípcios tinham conhecimentos de aritmética e geometria adquiridos na prática. Só não deram o passo
seguinte para abstrair a coisa: sabiam que um retangulo de lados 3,4,5 era retangulo mas não que hip^2 = cat1^2 + cat2^2,
para qualquer triangulo retangulo. Não precisou nenhum ET soprar isso no ouvido deles.

Acho que, de forma análoga, os pedreiros Incas e outros tinham um vasto corpo de conhecimento, mas que não sabiam
explicar as causas, organizar a formalizar como fazemos na ciência moderna. Sabiam bem como fazer, o que funcionava
e o que não funcionava.


É isso aí...

A maioria das pessoas não têm noção de nada e imaginam o homem antigo como um débil mental.
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Offline Pedro Reis

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #5 Online: 17 de Fevereiro de 2019, 18:21:02 »
Valeu! Já tinha postado esse paper e como sempre parece que ninguém lê ou ignora para ficar dizendo bobagens.

http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=27373.msg987700#msg987700

Putz, não tinha visto!
Apenas googlei procurando por alguma coisa na academia que tivesse relação com o assunto.
Imaginei que alguem já tinham estudado a fundo o fenomeno e era só questão de ter paciencia para sair procurando.


Caro Fenrir, o que eu especulei lá é que se você colocar um imenso bloco de pedra sobre outro mas as superfícies em contato tiverem pequenas irregularidades, então estas irregularidades evidentemente estarão sob gigantesca pressão e poderia consequentemente ocorrer um esmagamento ou esfacelamento imediato destas, ou mesmo um ajustamento ao longo do tempo das junções entre os blocos.

Bom, grandes gênios da engenharia se apressaram em declarar que era uma tremenda bobagem. Contudo apresentei duas imagens que parecem indicar claramente ocorrências de um tal fenômeno :  uma foto com duas pedras que foram acomodadas nas margens de um canal provavelmente lá pelos fins dos anos 60 do século passado, e os blocos de pedra bastante irregulares de alguma antiga construção na Índia que já se encontram perfeitamente justapostos.

Finalmente solicitei aos grandes gênios da engenharia que explicassem. Ainda estou esperando...

Mas eu também disse, e mais de uma vez, "estas fotos talvez não expliquem a acomodação dos blocos nas imagens postadas pelo Metatron, mas PROVAM que isso pode ocorrer, que não é uma impossibilidade." Então o que eu especulei foi em relação ao conjunto que aparecia na imagem do post do Metatron, onde a comparação com os exemplos mencionados fazia sentido.

No entanto, estas minhas provocações intelectuais pareceram causar aguda excitação em grandes gênios da engenharia, que nas últimas 24 horas se puseram freneticamente ocupados destes estudos nos presenteando com farto e inédito material sobre o assunto. E ainda escrevendo, apagando e depois reescrevendo seus posts umas 30 vezes... aparentemente no afã de provarem seus pontos, e também, possivelmente, numa tentativa de desviar a atenção de uma ou outra tolice que eventualmente tenham dito.

Claro que é sempre gratificante saber que contribuímos para a evolução intelectual e cultural de alguém, e todos nós ganhamos quando somos capazes de produzir semelhantes estímulos em mentes preguiçosas porque acabamos aprendendo junto com eles. Com efeito, a grande quantidade de material compilado por estes gênios da engenharia nas últimas 24 horas lança uma grande luz sobre o fascinante tema dos intrincados processos construtivos utilizados pelas civilizações pré-colombianas. Quero registrar que o mistério se encontra razoavelmente esclarecido, na medida das possibilidades humanas.

Entretanto isto em nada contribui para sanar minhas divergências com estes assim auto considerados supra sumos da engenharia porque, embora se façam reiteradamente de desentendidos,  a questão que se coloca e permanece é sobre a patente incoerência de insistir-se em classificar como bullshit uma hipótese mesmo depois de apresentados registros de fatos onde tal hipótese se confirma.

O que nos leva a constatação de que bullshit mesmo seria o non sense de certas teses estapafúrdias, carecendo de competente substanciação teórica, pretendendo estabelecer uma suposta impossibilidade física de fenômenos para os quais se apresentam satisfatórias e suficientes provas de ocorrência.

Offline JJ

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #6 Online: 18 de Fevereiro de 2019, 12:21:15 »



Eu ainda não fiz as contas, mas  com certeza as forças de compressão,  para alterarem as formas das  rochas usadas nessas construções antigas, seriam muitíssimo maiores do que  a  relativamente pequena força de compressão  devida ao peso  (ou a componente do peso na direção  do encaixe).


A diferença deve ser de 1000 vezes para mais.


E sem falar  que  uma rocha quando super comprimida ao ponto de modificar a sua forma  apresentará  uma série de linhas de fraturas, ela não irá ficar com um lado bonitinho, lisinho. 

De forma meio popular podemos também dizer que a rocha ficará também com algumas partes meio que moídas/desagregadas.








« Última modificação: 18 de Fevereiro de 2019, 12:47:17 por JJ »

Offline Geotecton

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #7 Online: 18 de Fevereiro de 2019, 12:24:58 »
Tentei colocar isso no topico Alienigenas do passado. Mas foi trancado pouco antes de eu postar!

Achei isso:
Digital Inca: An Assembly Method for Free-Form Geometries
https://www.researchgate.net/publication/302544374_Digital_Inca_An_Assembly_Method_for_Free-Form_Geometries

Aquele tópico foi trancado para dar tempo aos foristas de respirarem fundo e aproveitar o domingo.
Foto USGS

Offline JJ

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #8 Online: 18 de Fevereiro de 2019, 12:34:10 »

Aliás, rochas são testadas (em laboratórios de engenharia civil)  para medir qual a sua resistência à compressão. Corpos de teste são colocados numa máquina com mecanismo hidraúlico, a qual vai paulatinamente aplicando compressão ao corpo de teste, e em dado momento o corpo se rompe,  e há a formação de claras  linhas de fratura, e um certo   "esfarelamento" ou "moagem"  em alguns pontos.  E para chegar a isso normalmente são necessárias forças de compressão enormes  ( a não ser que se estivesse testando rochas extremamente "fracas" como giz ou coisa parecida). São forças muitíssimo superiores as forças que existem nas superfícies  e/ou pontos de contatos entre as rochas das construções mostradas.


« Última modificação: 18 de Fevereiro de 2019, 12:40:35 por JJ »

Offline JJ

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #9 Online: 18 de Fevereiro de 2019, 12:57:43 »


Fazendo algumas contas rápidas:

Considerando a  média  do valor para uma  rocha classificada como   rocha  pouco resistente = 450 kg/cm² isso dá uma força de compressão de 4.500 toneladas por m²


Grau de resistência à compressão simples

Rocha Resistência (kg/cm2)
muito resistente > 1.200
resistente 1.200 – 600
pouco resistente 600 – 300
branda 300 – 100
muito branda < 100


http://www.ufjf.br/nugeo/files/2009/11/Geologia-Cap8.pdf     (página 5) 




Offline Pedro Reis

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #10 Online: 18 de Fevereiro de 2019, 13:08:39 »
Ninguém falou em compressão JJ. Isso é loucura.

Deve haver uma explicação para isso aqui, e não é a rocha se deformando como uma esponja.



Ali a chuva e o vento estão batendo, erodindo a rocha.


Offline JJ

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #11 Online: 18 de Fevereiro de 2019, 13:13:08 »
Ninguém falou em compressão JJ. Isso é loucura.

Deve haver uma explicação para isso aqui, e não é a rocha se deformando como uma esponja.



Ali a chuva e o vento estão batendo, erodindo a rocha.





1) Não há chuva e  vento  batendo  nas faces encaixadas;


2) Mesmo em partes expostas a chuva e ao vento, certamente seriam necessários centenas de milhares de anos  (ou milhões ?)  para haver erosão significativa.



Offline Sergiomgbr

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #12 Online: 18 de Fevereiro de 2019, 13:15:17 »
Ou pode ter sido uma trinca da propria rotcha.
Até onde eu sei eu não sei.

Offline Pedro Reis

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #13 Online: 18 de Fevereiro de 2019, 13:28:07 »


Dá uma olhada na junção entre as pedras marcada com o triângulo vermelho.

Note que é um "serrilhado" da de cima que se molda ao "serrilhado" da de baixo. Parece improvável que elas já estivessem assim quando erguida a parede. Se você prestar atenção na parte de baixo, onde há uma pequena abertura, vai notar que há o mesmo serrilhado, como se a pedra tivesse sido cortada grosseiramente.

Qual a sua explicação para esse tipo de ajustamento?

Offline Gorducho

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #14 Online: 18 de Fevereiro de 2019, 14:22:53 »
São forças muitíssimo superiores as forças que existem nas superfícies  e/ou pontos de contatos entre as rochas das construções mostradas.
:?:
É muito difícil avaliar as pressões ("tensões" nesse ramo da resistência dos materiais) efetivas pois dependem do contado real entre as asperezas.
A forma de estudar isso é como naquela simulação suíça cuja pus na outra rubrica.
Ademais tem-se o fator tempo, es decir: a parte da deformação plástica que vai agindo ao longo dos séculos. Mesmo calculando via análise dimensional essa variável tempo, é complicado pois todo modelo é... modelo.

Offline Gigaview

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #15 Online: 18 de Fevereiro de 2019, 15:31:45 »
Outra teoria...com muita maionese mas que endossa a hipótese da lama ácida que postei anteriormente.

Citar
Following J. Davidovits' discovery of ancient concrete (reconstituted limestone) used in Egyptian pyramids some years back, we may now be confronted with a similar discovery regarding the construction of megalithic Inca walls at Sacsayhuaman in Peru.

In 2012, a team of Russian geologists was asked by the Peruvian Ministry of Culture to inspect several megalithic blocks at the fortress of Sacsayhuaman near Cuzco. The request was made in order to determine why certain blocks started to shift away from their original position, a circumstance which the geologists interpreted as the result of hollow cavities underneath the wall. Astonishingly, their analysis also revealed that the blocks were made of limestone that, at some point, had been dissolved and reconstituted during the course of construction.


http://www.abovetopsecret.com/forum/thread1116489/pg1

Neste vídeo geólogos russos discutem o assunto e preliminarmente concluem que ocorreu alguma espécie de tratamento químico para o encaixe perfeito dos blocos. A evidência é a diferença na análise da composição química de amostras coletadas na pedreira original e as amostras coletadas nos muros.







Sobre as evidências  que o palestrante mencionou na Grande Pirâmide:

Citar
Microstructural Evidence of Reconstituted Limestone Blocks in the Great Pyramids of Egypt

Abstract
How the Great Pyramids of Giza were built has remained an enduring mystery. In the mid‐1980s, Davidovits proposed that the pyramids were cast in situ using granular limestone aggregate and an alkali alumino‐silicate‐based binder. Hard evidence for this idea, however, remained elusive. Using primarily scanning and transmission electron microscopy, we compared a number of pyramid limestone samples with six different limestone samples from their vicinity. The pyramid samples contained microconstituents (μc's) with appreciable amounts of Si in combination with elements, such as Ca and Mg, in ratios that do not exist in any of the potential limestone sources. The intimate proximity of the μc's suggests that at some time these elements had been together in a solution. Furthermore, between the natural limestone aggregates, the μc's with chemistries reminiscent of calcite and dolomite—not known to hydrate in nature—were hydrated. The ubiquity of Si and the presence of submicron silica‐based spheres in some of the micrographs strongly suggest that the solution was basic. Transmission electron microscope confirmed that some of these Si‐containing μc's were either amorphous or nanocrystalline, which is consistent with a relatively rapid precipitation reaction. The sophistication and endurance of this ancient concrete technology is simply astounding.

https://ceramics.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/j.1551-2916.2006.01308.x

Depois dessa estamos quase concluindo que os deuses eram mesmo astronautas... :histeria:
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Offline Gigaview

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #16 Online: 18 de Fevereiro de 2019, 15:42:28 »
São forças muitíssimo superiores as forças que existem nas superfícies  e/ou pontos de contatos entre as rochas das construções mostradas.
:?:
É muito difícil avaliar as pressões ("tensões" nesse ramo da resistência dos materiais) efetivas pois dependem do contado real entre as asperezas.
A forma de estudar isso é como naquela simulação suíça cuja pus na outra rubrica.
Ademais tem-se o fator tempo, es decir: a parte da deformação plástica que vai agindo ao longo dos séculos. Mesmo calculando via análise dimensional essa variável tempo, é complicado pois todo modelo é... modelo.

Essas fotos borradas com o serrilhado "misterioso" é muito parecida com aquelas fotos de materialização de espíritos com "ectoplasma".

A hipótese é "maravilhosa", mas precisa ter muita fé para ficar convencido.
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Offline Gorducho

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #17 Online: 18 de Fevereiro de 2019, 16:09:07 »
A hipótese é "maravilhosa", mas precisa ter muita fé para ficar convencido.
"Maravilhosa" no sentido do merveilleux francês mesmo :lol:
Brincadeirinha Sr. Reis  ✌️ Só pra não perder a associação pois o termo em francês tem uma associação clássica c/o sobrenatural/espiritismo que o vernáculo de cá parece-me não ter... 

Mas da m/parte, colega Gigaview, só não acho absurdo que possa haver deformações plásticas que acabem acomodando em certa medida o contato. Só Isso: sem fé nem fervor religioso aí |(
« Última modificação: 18 de Fevereiro de 2019, 16:41:27 por Gorducho »

Offline Pedro Reis

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #18 Online: 18 de Fevereiro de 2019, 17:09:46 »

"Maravilhosa" no sentido do merveilleux francês mesmo :lol:


Só para esclarecer: a ironia nessa insinuação de que a imagem foi borrada para produzir um efeito enganoso é que essa imagem é um instantâneo de um vídeo que o próprio Sr. Giga postou aqui semana passada.

Só se foi ele que manipulou.

A qualidade poderia ser melhor, mas dá para ver suficientemente bem o que está sendo indicado.

Offline Metatron

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #19 Online: 19 de Fevereiro de 2019, 13:37:29 »
Depois dessa estamos quase concluindo que os deuses eram mesmo astronautas... :histeria:
Sim, os deuses eram astronautas...
"Faça amor, não faça a guerra."

Offline Sergiomgbr

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #20 Online: 19 de Fevereiro de 2019, 13:57:44 »
Todo mundo é astronauta, tripulantes dessa nave em forma de bolota que viaja ininterruptamente rumo ao infinito a milhares de quilômetros por hora.
Até onde eu sei eu não sei.

Offline JJ

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #21 Online: 19 de Fevereiro de 2019, 14:27:58 »
Todo mundo é astronauta, tripulantes dessa nave em forma de bolota que viaja ininterruptamente rumo ao infinito a milhares de quilômetros por hora.



OK. 


Agora,  volta lá para  a primeira fase do ensino fundamental para  você aprender as diferenças  entre um planeta e uma nave espacial.



 :hihi:



Offline Sergiomgbr

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #22 Online: 19 de Fevereiro de 2019, 14:40:53 »
Todo mundo é astronauta, tripulantes dessa nave em forma de bolota que viaja ininterruptamente rumo ao infinito a milhares de quilômetros por hora.



OK. 


Agora,  volta lá para  a primeira fase do ensino fundamental para  você aprender as diferenças  entre um planeta e uma nave espacial.



 :hihi:
Possivelmente viajar pelo espaço através de espaçonaves impelidas por foguetes é a forma mais tosca de explorar o universo jamais posta em prática. Até um místico fazendo viagem astral tem solução melhor.
« Última modificação: 19 de Fevereiro de 2019, 14:44:27 por Sergiomgbr »
Até onde eu sei eu não sei.

Offline JJ

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #23 Online: 19 de Fevereiro de 2019, 14:57:38 »

Possivelmente viajar pelo espaço através de espaçonaves impelidas por foguetes é a forma mais tosca de explorar o universo jamais posta em prática. Até um místico fazendo viagem astral tem solução melhor.



Pois é :



Quase todas as culturas nativas têm tradições de viagens astrais, que muitas vezes são apontadas como uma experiência fora do corpo físico.

A viagem astral é percebida quando seu espírito “se separa” de seu corpo, o que geralmente ocorre durante o sono.

É diferente de sonhar, sendo uma experiência tangível e muito mais palpável do que simplesmente uma imagem emergente em sua mente durante o sono REM.

Além de uma sensação de separação do corpo físico, há uma autoconsciência extremamente vívida que acompanha a viagem astral. Portanto, acompanhe os apontamentos abaixo e saiba mais sobre o assunto, entendendo seu funcionamento!


 
Viagem astral - Como fazer e técnicas
As viagens astrais não são incomuns nos países ocidentalizados. Muitas vezes, pessoas que vivem experiências fora do corpo ainda não conseguem recuperá-las na memória e acabam nem sabendo de suas ocorrências.

Inclusive durante o sono, a sensação de um instante rápido fora de si e de forma consciente pode ser indicativa de uma escapada astral rápida de seu corpo. Aprenda a fazer e confira as melhores técnicas!

Relaxe

Enquanto você está adormecido, relaxe e entre no espaço entre a consciência acordada e sonolenta. Este é um equilíbrio muito delicado. É aquele momento onde você ainda não está dormindo, mas não está mais acordado.

Foco

Enquanto você está neste lugar equilibrado e relaxado, com os olhos fechados, concentre sua consciência fora de seu corpo. Imagine que você está fora dele tocando uma parede distante.

- Se você sentir uma sensação de formigamento ou ouvir uma vibração, simplesmente permita que as vibrações aumentem de frequência.

- Isso ocorrerá até que a frequência seja tão alta que você será quase incapaz de perceber. Não se preocupe se você não sente uma vibração, nem todo mundo o faz.

Imagine

Imagine empurrar-se suavemente contra a parede. Em seguida, comece a aumentar a pressão até sentir como se sua mão ou braço realmente atravessasse a parede. Finalmente, permita-se deslizar para o estado de dormência.

Explore

Uma vez que você aprendeu a deixar seu corpo enquanto você está dormindo, você pode explorar e examinar qualquer coisa e qualquer lugar que desejar.

- Basta dirigir sua consciência para uma área ou uma pessoa e você pode encontrar-se lá.

- Quando você desejar retornar ao seu corpo, simplesmente imagine-se movendo seus dedos das mãos ou dos pés nos seus corpos físicos. Isso trará imediatamente seu espírito de volta ao seu corpo.

Seja gentil consigo mesmo

Às vezes, após longos períodos de prática sem atingir resultados, ou naquele momento em que menos se espera, você experimentará sua primeira jornada consciente fora do corpo.

Projeção astral - Técnicas para iniciantes
Iniciantes podem seguir as recomendações acima, cientes de que, com o tempo e com a prática, se tornarão cada vez mais rápidos em seu processo de projeção astral.

Projeção astral consciente
Alguns membros na comunidade científica explicam a viagem astral como uma memória ancestral dos dias em que - de acordo com a teoria de Darwin - nossos predecessores eram criaturas aquáticas ou aerotransportadas. Atualmente, a projeção astral é vista como um fenômeno que usa de todos os sentidos corporais.

- Os psicólogos referem-se a sonhos astrais como um tipo de despersonalização, ou um meio de evitar ser fundamentado na realidade normal. No entanto, os antropólogos descobriram que a viagem astral é um evento comum, profundamente enraizado nas culturas indígenas.

- As crenças do viajante astral determinam o padrão de sua experiência. Por exemplo, no leste do Peru, o xamã imagina que ele está deixando seu corpo na forma de um pássaro.

Enquanto algumas tribos asiáticas veem o suposto fio de prata que se cria como uma fita ou arco-íris, os africanos percebem isso como uma corda ou escada. Ou seja, é uma experiência muito pessoal.

Independentemente de como o fenômeno é definido, parece comum entre os viajantes astrais que um tipo de cordão seja visto como uma conexão entre o corpo astral e físico, sendo pautado na consciência. Por isso o nome “projeção consciente”.

Viagem astral – Relatos
Existem vários relatos de pessoa que experimentaram sensações comuns de uma viagem astral.

Alguns relatos demonstram adaptar padrões que contam uma espécie de cordão de cor prata que liga o corpo físico ao corpo astral durante as experiências noturnas.

Outros relatos indicam a presença de uma luz ou subida em direção a essa luz como os primeiros sintomas de experiências de viagem astral em iniciantes.

Viagem astral - Perigos
Parece não haver nenhuma pesquisa indicando o dano resultante de abandonar conscientemente seu corpo. Na verdade, é uma ocorrência muito natural.

- É interessante notar que, quando você está tendo uma experiência fora do corpo, você não experimenta o tempo e o espaço como você geralmente o faz. Você pode encontrar-se ligeiramente à frente ou atrás do espaço temporal.

- Outro fenômeno único que você pode notar quando você deixa seu corpo pela primeira vez, é que você parece permanecer muito na sua forma física atual.

- No entanto, quanto mais você estiver separado do seu corpo físico, menor será o delineamento dos limites do corpo e seu "ser" parecerá se transcender em um vapor de nuvem ou alguma outra substância amorfa.

- Um dos maiores bloqueios para a viagem astral é o medo. O primeiro e mais importante é o medo da morte - a noção assustadora de que, se estivermos separados do nosso corpo físico, talvez morramos.

- Nossa reação automática pode ser retornar dentro do corpo físico rapidamente, porque é aí que a nossa vida é física.

- Outro medo comum é "Será que vou poder voltar ao meu corpo?" Ou "Será que algo ocupará meu corpo enquanto viajo?". Há evidências abundantes de que aqueles que experimentam viagens astrais são sempre capazes de retornar com segurança.

Por isso, não existem perigos reais na aposta da viagem astral que não os próprios medos gerados pela mente. Tente se acalmar e viver ao máximo sua experiência.

Viagem astral - Livro
Livro Viagem Espiritual - A Projeção da ConsciênciaUm interessante livro a ser exemplificado como tópico da viagem astral é o “Viagem Espiritual - A Projeção da Consciência”, que foi lançado pelo autor Wagner Borges e com ilustrações de Leonardo Dolfini.

Você já despertou durante a noite e descobriu que não podia se mover? Nessa hora, você tentou desesperadamente gritar, mas não conseguiu? A sensação era a de que uma força invisível imobilizava os seus movimentos e calava a sua voz? Você chegou até a imaginar que um espírito havia lhe dominado?

Saiba que esses momentos de terror e agonia foram motivados pelo seu desconhecimento sobre o assunto. Com o conteúdo revelado neste livro, você terá as ferramentas para passar por essa experiência sem nenhum risco. Você terá acesso a informações que ficaram ocultas durante muito tempo e que vão lhe ajudar a entender mais sobre a projeção consciencial.

Conheça o livro Viagem Espiritual - A Projeção da Consciência.

Projeção astral – Sintomas
Confira algumas maneiras de saber se você vivenciou uma viagem astral ou se está pronto para aprofundar-se em seu processo:

- Voando: Muitas vezes, os momentos de viagem astral apontam um padrão de voos em meio a suas sensações.

Os sonhos de voo com os braços abertos ou a sensação de estar flutuando sobre um terreno podem ser indícios de um sonho astral. Os sonhos de estar em um avião frequentemente ou voar com frequência acompanham experiências fora do corpo.

- Acreditando que você poderia voar quando criança: a pesquisa indica que as pessoas que, quando crianças, acreditavam que podiam voar ou gostavam de saltar de árvores ou telhados, tendem a reportar viagens astrais com mais frequência do que outros.

- Linhas de energia: o corpo astral parece ser afetado por fluxos eletromagnéticos.

Um tipo muito incomum de "sonho", que normalmente é um sonho astral, é quando você se vê flutuando acima ou abaixo das linhas de energia, especialmente quando você não consegue ficar acima ou abaixo delas.

- Vibração: você está ciente de uma espécie de vibração, som ou sensação de formigamento, especialmente quando você está adormecido.

Conhecendo os sintomas e o panorama geral da prática, viva intensamente sua experiência de viagem astral e conecte-se melhor com sua mente e com o universo em torno de você!



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Offline Sergiomgbr

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Re:Arquitetura Inca
« Resposta #24 Online: 19 de Fevereiro de 2019, 15:00:57 »
Viagem astral só tem um porém, objetivamente não passa de só mera especulação. Desculpa ai cortar o barato, JJ.
« Última modificação: 19 de Fevereiro de 2019, 15:04:02 por Sergiomgbr »
Até onde eu sei eu não sei.

 

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