Autor Tópico: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.  (Lida 5489 vezes)

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Offline Roberto

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #50 Online: 19 de Abril de 2006, 08:42:18 »
Falou em guerra o Bush ja fica todo milhadinho...

Tomara q ataquem o irã e levem uma bomba atomica bem no meio de manhatan...
assim terminam o serviço q o osama começou

Se dois prédios derrubados levaram a duas guerras, no Afeganistão e no Iraque, imagine-se o que não aconteceria se uma bomba atômica explodisse em Manhattan...

Entre ser amado e ser temido, o príncipe deve escolher ser temido. Foi a grande lição (pros EUA) do 11/9.
Se eu disser ou escrever hoje algo que venha a contradizer o que eu disse ou escrevi ontem, a razão é simples: mudei de idéia.

Offline Diegojaf

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #51 Online: 19 de Abril de 2006, 09:18:46 »
Entre ser amado e ser temido, o príncipe deve escolher ser temido. Foi a grande lição (pros EUA) do 11/9.

Só que à época das torres gêmeas, os EUA não eram nem um nem outro...
Eles estavam sendo criticados pela política externa, extremamente protecionista e pela defesa dos interesses próprios em detrimento do resto do mundo... poucas semanas (ou meses) antes houve uma declaração do Bush, algo do tipo " Os Estados Unidos são os Estados Unidos, o resto é resto".

Eles pagaram caro pelo isolamento. Apesar do mundo inteiro se solidarizar com relação às mortes, o apoio às guerras posteriores foi mínimo.

 O que deve ter encarecido em muito a guerra pra eles...
"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto." - Rui Barbosa

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Offline HSette

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #52 Online: 19 de Abril de 2006, 09:39:10 »
Vcs precisam aprender a separar o Bush dos EUA. Seria a mesma coisa que julgar o Brasil inteiro pelo Lula


Ocorre que o expansionismo dos EUA, através de um belicismo nitidamente exacerbado não começou com o Bush.
É intrínseco à sociedade norte-americana. A eleição de Bush (Reagan e outros) é mero reflexo disso.
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Chaves

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #53 Online: 19 de Abril de 2006, 10:17:49 »
Ninguém é louco pra mexer assim com os:
A partir do momento em que existe alguém que se ofereça p/ morrer praticando um atentado terrorista, sua afirmação vai por terra. A maior prova disso foi o 11/09

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Offline FabioEmerim

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #54 Online: 19 de Abril de 2006, 16:52:46 »
Vcs precisam aprender a separar o Bush dos EUA. Seria a mesma coisa que julgar o Brasil inteiro pelo Lula


Você disse tudo, Lord! Pena que não notam uma coisa tão fácil.
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Offline FabioEmerim

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #55 Online: 19 de Abril de 2006, 16:55:20 »
Eu quero mil bombas nucleares em poder dos americanos e nem meia em poder dos muçulmanos.
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Offline Marcelo Terra

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #56 Online: 19 de Abril de 2006, 17:11:51 »
Vcs precisam aprender a separar o Bush dos EUA. Seria a mesma coisa que julgar o Brasil inteiro pelo Lula


Você disse tudo, Lord! Pena que não notam uma coisa tão fácil.

É mesmo? O governo Bush e qualquer outro antes dele age à revelia da vontade do povo americano? Tudo bem que ele não corresponde aos anseios de TODOS os americanos mas corresponde ao da MAIORIA. Não sei por que fazer essa contraposição entre povo e governo como se este não fosse manifestação daquele. Isso, obviamente, só não é verdade em ditaduras (ou qualquer outro tipo de governo não democrático). Então não se trata de julgar todos os indivíduos norte-americanos pelo Bush mas sim o povo norte-americano, considerado como um todo.

E o povo brasileiro é a cara do governo Lula, FHC e Collor... mesmo que não seja o caso de todo e cada indivíduo brasileiro.
« Última modificação: 19 de Abril de 2006, 17:13:39 por Marcelo Terra »

Offline Diegojaf

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #57 Online: 19 de Abril de 2006, 17:26:19 »
Lembrando que antes das invasões, os norte americanos apoiam fortemente qualquer ação militar...
Depois que começam a morrer feito moscas e começa a faltar grana pra outra coisa senão a guerra, a coisa muda...
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Offline FabioEmerim

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #58 Online: 19 de Abril de 2006, 17:55:12 »
É um assunto muito complicado e ao mesmo tempo simples. O que complica é que se coloca uma carga passional muito forte em cima, daí acontece distorções. Virou discurso batido ser anti-americano, é quase lei em roda de boteco de universidade bradar algum impropério anti-ianque, é como se isso te desse uma pose intelectual. Eu mesmo já caí nessa. Só que comecei a perceber que eu não me convencia com os argumentos a favor do antiamericanismo. Separar governo, nação e povo é um exercício que faz sentido sim, pois não se esqueçamos que pouco mais da metade dos EUA votaram no Bush,  56 milhões de pessoas votaram no Kerry e não podem entrar no baile dos belicistas! Isso é no mínimo esquecer estatística! Virou lugar comum palavras de ordem ao estilo "forabushamericanosqueimemmacdonaldsbelicistas", só que argumentos não falaciosos por trás disso é a coisa mais difícil de achar.
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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #59 Online: 19 de Abril de 2006, 18:24:44 »
Pérola do Plano Estratégico Quadrienal de Defesa Nacional do EUA:

Citar
(...) qualquer inimigo em potencial será inapelavelmente abatido no momento, local e forma selecionados pelos EUA.


E uma curiosidade: fiz uma busca no Google com “Atividades Bélicas EUA” e Guerras EUA”. É espantoso! :o
Desde a Declaração de Independência, não houve um só intervalo entre o nascer e o pôr do sol em que os EUA não estivessem envolvidos em algum conflito bélico ao redor do planeta.

Isso deve dizer alguma coisa sobre a sociedade norte-americana. :no:
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Offline FabioEmerim

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #60 Online: 19 de Abril de 2006, 18:53:25 »
Eu não sou norte americano mas considero Irã um inimigo em potencial de toda a sociedade que não seja muçulmana. Não são os americanos que falam, mas os próprios iranianos, xiitas ou sunitas que afirmam querer converter o mundo ao islamismo na boa ou na base da porrada. Ao meu ver teocracias totalitaristas são n vezes mais perigosas que os EUA.
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Offline Camus

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #61 Online: 19 de Abril de 2006, 19:01:27 »
Irã não é ameaça para os Estates? Vamos la, um bando de mulçumanos fanaticos, que estão desenvolvendo um programa nuclear, que querem varrer Israel do mapa com ataques nucleares, mesmo que isso signifique bombas atomicas de israel explodindo no Irã?
Sendo ou não é assim que eles veem. Fora que os EUA atacaram O Saddam com o Pretexto das armas de destruição em massa que sequer foram achadas. Contra um país que esta CLARAMENTE desenvolvendo armamento nuclear, não haveria nem tanto problema dimplomatico.


Ops...Não é bem assim...

Na verdade os EUA querem manter o monopólio do "ciclo do combustível nuclear"...Esse assunto pode durar páginas...mas vou resumir...
Esse papo de fazer bomba  de urânio é pura balela...A Agência internacional de Energia atômica, também encheu o nosso saco querendo inspecionar nossa usina de enriquecimento de urânio em Resende-RJ.

Pra início de conversa, Para enriquecer urânio o sufuciente para fazer bomba, é preciso um enriquecimento absurdo da ordem de 80 %, praticamente impossível de fazer com a tecnologia brasileira, possivelmente a tecnologia Iraniana, pois estas não chegam aos 2% de enriquecimento, entretanto este enriquecimento é suficiente para alimenter uma Usina Nuclear...

Para um enriquecimento suficiente, é preciso  dezenas de ultra centrífugas uma série, que geraria um consuma absurdo de energia elétrica, proximo do consumo de uma metrópole...Este consumo seria facilmente detectado, se vc quisesse fazer uma "bomba" nas escondidas. Fora o Calor gerado pelo funcionamento da fábrica, que seria facilmente detectado por um satélite...Entretanto,

Um país que dominar o ciclo do combustível,  terá sua independência financeira conquistada, pois não precisará importar combustível dos países desenvolvidos (EUA), e também, poderá exportar combustível...Isto eles não querem !!!!

Típica postura Imperialista !!!

Por enquanto falo só isto....

Qualquer coisa perquntem !!!

 
"...Pois um homem acredita mais facilmente no que gostaria que fosse verdade. Assim, ele rejeita coisas difíceis pela impaciência de pesquisar; coisas sensatas, porque diminuem a esperança; as coisas mais profundas da natureza, por superstição; a luz da experiência, por arrogância e orgulho; coisas que não são comumente aceitas, por deferência à opinião do vulgo..." Francis Bacon

Offline Barata Tenno

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #62 Online: 20 de Abril de 2006, 06:43:54 »
Irã não é ameaça para os Estates? Vamos la, um bando de mulçumanos fanaticos, que estão desenvolvendo um programa nuclear, que querem varrer Israel do mapa com ataques nucleares, mesmo que isso signifique bombas atomicas de israel explodindo no Irã?
Sendo ou não é assim que eles veem. Fora que os EUA atacaram O Saddam com o Pretexto das armas de destruição em massa que sequer foram achadas. Contra um país que esta CLARAMENTE desenvolvendo armamento nuclear, não haveria nem tanto problema dimplomatico.


Ops...Não é bem assim...

Na verdade os EUA querem manter o monopólio do "ciclo do combustível nuclear"...Esse assunto pode durar páginas...mas vou resumir...
Esse papo de fazer bomba  de urânio é pura balela...A Agência internacional de Energia atômica, também encheu o nosso saco querendo inspecionar nossa usina de enriquecimento de urânio em Resende-RJ.

Pra início de conversa, Para enriquecer urânio o sufuciente para fazer bomba, é preciso um enriquecimento absurdo da ordem de 80 %, praticamente impossível de fazer com a tecnologia brasileira, possivelmente a tecnologia Iraniana, pois estas não chegam aos 2% de enriquecimento, entretanto este enriquecimento é suficiente para alimenter uma Usina Nuclear...

Para um enriquecimento suficiente, é preciso  dezenas de ultra centrífugas uma série, que geraria um consuma absurdo de energia elétrica, proximo do consumo de uma metrópole...Este consumo seria facilmente detectado, se vc quisesse fazer uma "bomba" nas escondidas. Fora o Calor gerado pelo funcionamento da fábrica, que seria facilmente detectado por um satélite...Entretanto,

Um país que dominar o ciclo do combustível,  terá sua independência financeira conquistada, pois não precisará importar combustível dos países desenvolvidos (EUA), e também, poderá exportar combustível...Isto eles não querem !!!!

Típica postura Imperialista !!!

Por enquanto falo só isto....

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Qual seria a diferença entre o Irã e o Paquistão , tecnologicamente falando?Se o Paquistão conseguiu, nada impede o Irão de fazer tb.....
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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #63 Online: 20 de Abril de 2006, 08:31:13 »
Um grupo terrorista toma o poder e fica brincando com urânio, e ainda fica peitando os outros. Parece o Saddam de ontem.

Offline Camus

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #64 Online: 20 de Abril de 2006, 09:02:07 »
 
Citar

Qual seria a diferença entre o Irã e o Paquistão , tecnologicamente falando?Se o Paquistão conseguiu, nada impede o Irão de fazer tb.....

O Paquistão era  também Índia até 1947, tendo separado por guerras religiosas, é  fato que a ciência e a tecnologia da Índia são, em muitas áreas, bem mais avançadas que no Irã.  Desde 1817 existem colégios que ensinam a ciência ocidental, em língua inglesa. Por muito tempo mais da metado dos alunos do MIT são provenientes deste país. Quando em 1974 a Índia passou a integrar o restrito clube de países nucleares ao detonar uma bomba de fissão semelhante à de Hiroshima. Não passou nem uma semana, o Paquistão também detonou artefatos nucleares.

Ademais, o EUA não precisa de uma ação militar para impedir a criação de uma Bomba...Basta apenas fiscalizar as últimas partes do ciclo do combustível.

O ciclo do combustível nuclear é o caminho seguido pelo material combustível em seus vários estados, da extração dos minérios até o descarte final dos rejeitos e, o reprocessamento dos elementos combustíveis, Esta última etapa é a mais crítica, pois poucos países dominam a tecnologia de reprocessamento dos combustíveis.
Uma que sobrou de uma célula combustível utilizada em um reator, contém vários elementos (radioisótopos produtos de fissão)  que são caríssimos no mercado acadêmico, com uma usina reprocessamento, estes podem ser separados e vendidos, gerando muitos $$$.

Neste mercado eles não querem mais concorrentes, alem do mais,  o Plutônio também é um dos produtos de fissão !!!

Com este dá pra fazer bomba... :P








« Última modificação: 20 de Abril de 2006, 18:04:38 por camus »
"...Pois um homem acredita mais facilmente no que gostaria que fosse verdade. Assim, ele rejeita coisas difíceis pela impaciência de pesquisar; coisas sensatas, porque diminuem a esperança; as coisas mais profundas da natureza, por superstição; a luz da experiência, por arrogância e orgulho; coisas que não são comumente aceitas, por deferência à opinião do vulgo..." Francis Bacon

Offline Felius

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Re: Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #65 Online: 21 de Abril de 2006, 01:17:14 »

Ademais, o EUA não precisa de uma ação militar para impedir a criação de uma Bomba...Basta apenas fiscalizar as últimas partes do ciclo do combustível.

Ai o Irã fala que não vai se submeter as fiscalizações e tão nem ai pros Estates, o que ele faz? Chupa o dedo e chora?
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Offline JJ

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Re:Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #66 Online: 13 de Maio de 2018, 09:53:37 »
EUA confirmam acordo com Israel contra o Irã


© AP Photo / Jacquelyn Martin, Pool
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA



17:36  29.12.2017   (atualizado 17:59 29.12.2017) URL curta131017
Um representante da Casa Branca confirmou o acordo firmado entre os Estados Unidos e Israel para se opor ao Irã.

Benjamin Netanyahu, premiê de Israel, em aperto de mãos com o presidente dos EUA, Donald Trump
© AFP 2018 / SAUL LOEB


Israel e Estados Unidos firmam acordo secreto para conter Irã


"As duas delegações chegaram ao consenso sobre o quadro geral da futura cooperação no âmbito das atividades de agressão por parte do Irã", disse o representante da Casa Branca à agência Sputink.
Mais cedo a imprensa divulgou informações de que os EUA e Israel chegaram ao acordo referente ao plano para contenção da influência iraniana no Oriente Médio. 


Segundo diversas informações divulgadas, uma reunião foi realizada na Casa Branca, em Washington, entre os representantes de Tel Aviv e da atual administração norte-americana, durante a qual as partes concordaram em conter as atividades e a influência do Teerã na região.



https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2017122910186227-eua-confirmam-acordo-israel-ira/

« Última modificação: 13 de Maio de 2018, 10:01:06 por JJ »

Offline JJ

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Re:Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #67 Online: 13 de Maio de 2018, 09:57:16 »
Vcs precisam aprender a separar o Bush dos EUA. Seria a mesma coisa que julgar o Brasil inteiro pelo Lula



Eu vou além e afirmo que é  preciso  aprender a  separar   a  elite  dirigente de um país,  que tem  significativo poder e dinheiro nas mãos,  do povo comum,  que quer apenas  viver  a sua  vida normal  do dia a dia, e que não  tem real  poder de decisão  sobre as ações  do Estado e do complexo industrial militar  dos Estados Unidos.


« Última modificação: 13 de Maio de 2018, 10:02:02 por JJ »

Offline JJ

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Re:Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #68 Online: 13 de Maio de 2018, 09:59:52 »
Israel pede que Europa trabalhe com Trump para reformar acordo nuclear iraniano


© AP Photo / Jim Hollander
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA
01:37 22.01.2018  URL curta715


"Sugiro que eles [os países europeus] levem as palavras do Presidente Trump a sério. Se quiserem preservar o acordo nuclear com o Irã, eles devem propor emendas ao acordo que irá impedir o Irã de ser nuclear, o que os ameaça e o mundo inteiro", disse Netanyahu em uma conferência de embaixadores no Ministério das Relações Exteriores em Jerusalém.

Bandeiras de Israel e dos EUA

© AP PHOTO / JACQUELYN MARTIN, POOL


EUA confirmam acordo com Israel contra o Irã


No começo de janeiro, o governo de Trump anunciou que iria não iria adicionar novas o Irã, como exigido pelo Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA), também conhecido como o acordo nuclear do Irã. No entanto, o líder dos EUA disse que seria a última vez que renovaria o texto sem que ele tenha sido modificado. Trump também anunciou sua intenção de endurecer as sanções pelos testes de mísseis balísticos de Teerã.


O Serviço Europeu para a Ação Externa (SEAE) anunciou que os países da UE preparariam uma avaliação conjunta das declarações dos EUA, mas pretendiam continuar a cumprir obrigações mesmo com as reclamações de "falhas significativas" de Trump JCPOA.


O primeiro-ministro israelense, que tem sido um opositor ao acordo nuclear e do governo iraniano, elogiou repetidamente os esforços de Trump em desafiar o JCPOA. Netanyahu acredita que o acordo nuclear com o Irã oferece oportunidades para que Teerã adquira armas nucleares.


https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2018012210330596-israel-europa-trump-acordo-ira/


Offline JJ

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Re:Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #69 Online: 13 de Maio de 2018, 10:04:10 »

EUA confirmam acordo com Israel contra o Irã


© AP Photo / Jacquelyn Martin, Pool
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA


17:36 29.12.2017  (atualizado 17:59 29.12.2017) URL curta131017


Um representante da Casa Branca confirmou o acordo firmado entre os Estados Unidos e Israel para se opor ao Irã.

Benjamin Netanyahu, premiê de Israel, em aperto de mãos com o presidente dos EUA, Donald Trump
© AFP 2018 / SAUL LOEB


Israel e Estados Unidos firmam acordo secreto para conter Irã


"As duas delegações chegaram ao consenso sobre o quadro geral da futura cooperação no âmbito das atividades de agressão por parte do Irã", disse o representante da Casa Branca à agência Sputink.


Mais cedo a imprensa divulgou informações de que os EUA e Israel chegaram ao acordo referente ao plano para contenção da influência iraniana no Oriente Médio. 


Segundo diversas informações divulgadas, uma reunião foi realizada na Casa Branca, em Washington, entre os representantes de Tel Aviv e da atual administração norte-americana, durante a qual as partes concordaram em conter as atividades e a influência do Teerã na região.


https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2017122910186227-eua-confirmam-acordo-israel-ira/


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Re:Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #70 Online: 13 de Maio de 2018, 10:56:15 »






Israel x Irã - Síria: Os piores ataques nos últimos 45 anos!

 
Hoje no Mundo Militar




Offline JJ

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Re:Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #71 Online: 05 de Maio de 2019, 08:52:27 »
Até hoje a  ação militar contra  o  Irã  está   ganhando   força   nos  EUA ? 

Acho que já deve ter dado para fazer uma grande poupança de força, afinal de contas  já  são  treze anos  (ou mais)  ganhando força...



 :biglol:
« Última modificação: 05 de Maio de 2019, 08:57:38 por JJ »

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Re:Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #72 Online: 06 de Maio de 2019, 12:31:22 »

Bolton diz que envio de porta-aviões dos EUA é mensagem para o Irã

 © AP Photo / Cliff Owen
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA

23:04 05.05.2019(atualizado 02:02 06.05.2019) URL curta8311


Os Estados Unidos estão enviando seu grupo de porta-aviões para perto do Irã com o objetivo de enviar uma mensagem a Teerã, disse o assessor de segurança nacional dos EUA, John Bolton.

"Em resposta a várias advertências e alertas preocupantes, os Estados Unidos estão enviando o porta-aviões USS Abraham Lincoln e uma força-tarefa de bombardeiros à região do Comando Central dos EUA para enviar uma mensagem clara e inequívoca ao regime iraniano de que qualquer ataque aos interesses dos Estados Unidos ou dos nossos aliados será recebido com força implacável", disse o comunicado.

Refinarias de gás natural na costa norte do Golfo Pérsico, em Asaluyeh, Irã.
© AP PHOTO / VAHID SALEMI~
Vice-ministro: Irã vende petróleo em 'mercado cinza' para combater as sanções dos EUA
A força militar dos Estados Unidos está presente no Oriente Médio, incluindo o Egito na África e a Ásia Central, especialmente no Afeganistão e no Iraque. Suas forças são participam de campanhas militares na região.
Bolton acrescentou que Washington não está "buscando a guerra" com o Irã, mas está totalmente preparado "para responder a qualquer ataque, seja por procuração, pela Guarda Revolucionária Islâmica ou por forças iranianas".

As tensões entre Irã e Estados Unidos cresceram desde maio de 2018, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abandonou o acordo nuclear iraniano. Em menos de um ano, Washington lançou diversas sanções contra a República Islâmica, visando as esferas financeira, de transporte, militar e outras do país.


https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2019050513815889-john-bolton-eua-ira-ataque-militar/


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Re:Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #73 Online: 07 de Maio de 2019, 09:31:38 »


Como o Irã poderia afundar um porta-aviões dos EUA em batalha




Como a Coréia do Norte demonstrou habilmente, um adversário motivado acabará por melhorar sua capacidade de se defender dos Estados Unidos – e o Irã tem muito mais recursos do que a Coréia do Norte. Um avanço na capacidade, seja mísseis balísticos antinavio, armas nucleares ou alguma tecnologia similar, poderia permitir que o Irã alcançasse rapidamente e desafiasse efetivamente o poder militar americano. O Irã é atualmente incapaz de afundar uma transportadora da Marinha dos EUA, mas isso não é uma vantagem que o Pentágono possa contar para desfrutar para sempre.


Os Estados Unidos e o Irã estão em más condições – ocasionalmente transformando-se em hostilidade aberta – desde a Revolução Iraniana de 1979. Um instrumento de política e prestígio norte-americano na região do Oriente Médio são os porta-aviões da Marinha dos EUA. O governo iraniano é conhecido por desprezar essas plataformas offshore do poder americano, e isso nos leva a essa pergunta: se os dois lados chegam a um golpe, o Irã tem poder de fogo para afundar uma companhia aérea americana?


Especialistas e observadores externos acreditam que o Irã pensou muito em derrotar um porta-aviões americano. Em janeiro de 2015, Adm. Ali Fadavi da Guarda Revolucionária Islâmica Marinha Corps do Irã afirmou que sua força era capaz [3] de afundar porta-aviões americanos em caso de guerra. Um mês depois, durante os exercícios do Nobre Profeta 9 realizados no Estreito de Hormuz, o Irã construiu um portaaviões falso e atacou-o. O ataque foi realizado com mísseis antinavio, minas e um ataque de comando simulado, que envolveu tropas aterrissando no convés de vôo via helicóptero e atacando a superestrutura da transportadora.


De acordo com o Escritório de Inteligência Naval, as forças navais iranianas estão divididas entre duas organizações, a Marinha da República Islâmica do Irã (IRIN) e a Marinha do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGCN). A primeira é uma marinha mais tradicional, com um papel mais tradicional de guardar os interesses navais iranianos e projetar poder nas regiões exteriores do Golfo Pérsico e do Oceano Índico, com grandes navios de guerra do tamanho de uma fragata. O IRGCN, por outro lado, concentra-se mais em navios menores, rápidos e fortemente armados para um antiacesso, o papel de negação de área no interior do Golfo Pérsico contra os vizinhos do Irã e os Estados Unidos. O IRGCN também controla os mísseis antiancos
terrestres do Irã.


Há muitas razões para duvidar da afirmação do Almirante Fadavi. A primeira é que as forças iranianas têm um problema de alcance. As forças dos EUA, particularmente aquelas em porta-aviões, têm um alcance operacional muito maior do que as forças iranianas. O míssil de defesa costeira iraniana de maior alcance, o míssil de cruzeiro antinorteio Ghader [6] , tem um alcance de 186 milhas – menos da metade do Super Hornet F / A-18E / F. O mesmo vale para o poder aéreo iraniano, onde aviões de guerra iranianos e suas armas são ultrajados pelas defesas americanas. Grandes navios de guerra dos EUA, como porta-aviões, podem ficar fora do alcance das forças iranianas e operar com impunidade.


O segundo problema iraniano é um problema de poder de fogo. Embora o Irã tenha dezenas de navios armados com mísseis antinatrizes, poucos possuem uma ogiva poderosa o suficiente para danificar seriamente uma transportadora norte-americana. O chinês C-802 mísseis antinavio de cruzeiro [8] , a partir do qual os mísseis antinavio iranianos são derivados, tem uma ogiva pesa pouco menos de quatro centenas de libras. Durante a Guerra Fria, a Marinha Soviética e as Forças Aéreas projetadas para o papel anticarrier normalmente tinham uma ogiva de 1.600 a 2.200 libras. A maioria dos mísseis soviéticos projetados para o papel anticarrier, como o AS-4 Kitchen [9] , foram opcionalmente armados com ogivas nucleares, que falam sobre a dificuldade que
os soviéticos achavam que seria afundar um transportador de maneira confiável. Felizmente, o Irã não possui armas nucleares.



O terceiro problema é um problema de oportunidade. Mesmo que o Irã adquirisse de alguma forma os recursos para afundar uma companhia aérea, os Estados Unidos poderiam simplesmente evitá-lo e escolher outro meio de ataque. Os Estados Unidos nunca colocarão um porta-aviões com 5.500 militares americanos dentro do alcance de uma força inimiga em risco a menos que houvesse pouca ou nenhuma alternativa – e o Pentágono tem muitas alternativas ao poder de fogo de uma transportadora, incluindo mísseis de cruzeiro lançados de
navios de guerra e bombardeiros estratégicos de longo alcance.


O quarto problema é a esmagadora superioridade das forças dos EUA na defesa. Os porta-aviões dos EUA são tipicamente escoltados por um cruzador de mísseis guiados da classe Ticonderoga e um ou dois destróieres de mísseis guiados da classe Arleigh Burke, todos com o sistema de combate Aegis. Esses navios foram projetados especificamente para proteger os porta-aviões contra ataques em massa de ar e mísseis. As patrulhas aéreas de combate da F / A-18E / F Super Hornets poderão levar aviões e navios de guerra a longas distâncias. Finalmente, Phalanx metralhadoras de grande porte, metralhadoras de cinco polegadas, vinte e cinco milímetros e calibre .50 espalhadas por todo um grupo de ataque de porta-aviões podem fazer o trabalho de
qualquer drone, helicóptero ou barco de ataque rápido que de alguma forma o atravesse parede de poder aéreo.

Um quinto e último problema? A esmagadora superioridade das forças dos EUA na ofensiva. Qualquer campanha contra o Irã quase certamente veria os Estados Unidos serem os primeiros a atacar e atacar todos e quaisquer navios e aviões iranianos que sejam uma ameaça às forças americanas. Bases navais, bases aéreas, defesas aéreas, navios IRIN e IRGCN no mar, instalações portuárias, baterias de mísseis antipânico e bases seriam todos atacados por aeronaves terrestres e aéreas, bombardeiros de longa distância operando a partir de bases como Diego Garcia, e navios e submarinos disparando mísseis de cruzeiro. As forças navais iranianas sofreriam desgaste pesado com os ataques, o que seria implacável até que a inteligência indicasse que elas não
eram mais uma ameaça.


Tudo isso dito, há pontos brilhantes no arsenal iraniano. Tomando uma sugestão da China e de seus mísseis balísticos anti- dump DF-21D (ASBMs), o Irã afirmou recentemente ter testado ASBMs por conta própria. Os mísseis balísticos antitanque Hormuz 1 e 2 guiados por radar [10] teriam atingido alvos em distâncias de até 155 milhas. Embora isso não seja o bastante para extrapolar um porta-aviões, os iranianos estão no caminho certo. Outra ameaça substancial são os três submarinos de ataque diesel-elétrico Kiloclass [11] comprados da Rússia no início dos anos 90. Construído para águas rasas e operações costeiras, a classe Kilo é teoricamente altamente capaz de submarinos. Os barcos iranianos, de acordo com as confiáveis Frotas de Combate do Mundo, sofria de problemas de bateria, treinamento deficiente e manutenção inadequada. Ainda assim, devidamente tripulados e equipados, os submarinos e seus torpedos poderiam infligir
grandes danos em um porta-aviões.


Como a Coréia do Norte demonstrou habilmente, um adversário motivado acabará por melhorar sua capacidade de se defender dos Estados Unidos – e o Irã tem muito mais recursos do que a Coréia do Norte. Um avanço na capacidade, seja mísseis balísticos antinavio, armas nucleares ou alguma tecnologia similar, poderia permitir que o Irã alcançasse rapidamente e desafiasse efetivamente o poder militar americano. O Irã é atualmente incapaz de afundar uma transportadora da Marinha dos EUA, mas isso não é uma vantagem que o
Pentágono possa contar para desfrutar para sempre.


Kyle Mizokami é um escritor de defesa e segurança nacional baseado em San Francisco que apareceu no Diplomat, Foreign Policy, War is Boring e the Daily Beast. Em 2009, ele fundou o blog de segurança e defesa Japan Security Watch.


The National Interest


http://navalbrasil.com/como-o-ira-poderia-afundar-um-porta-avioes-dos-eua-em-batalh/




*Transportadora = Navios Aeródromos do EUA (ou mais conhecidos como porta-aviões).

« Última modificação: 07 de Maio de 2019, 09:33:54 por JJ »

Offline JJ

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Re:Ação militar contra o Irã ganha força nos EUA.
« Resposta #74 Online: 07 de Maio de 2019, 14:20:56 »
WSJ: Irã planeja ofensiva contra forças dos EUA no Oriente Médio

 © AP Photo / Vahid Salemi
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA

04:07 07.05.2019URL curta385


A inteligência dos EUA obteve informações de que o Irã planeja atacar as forças dos EUA no Oriente Médio, o que, por sua vez, fez Washington aumentar sua presença militar na região, escreve a mídia americana, citando funcionários dos EUA.

Segundo as fontes do The Wall Street Journal, os serviços de inteligência dos EUA descobriram que o Irã "planeja atacar as forças dos EUA no Iraque e, possivelmente, na Síria, bem como organizar ataques no estreito de Babelmândebe, perto do Iêmen, graças às forças sob seu controle" nessa área.

Além disso, o Irã supostamente tentou atacar os militares dos EUA no Kuwait e também no golfo Pérsico usando drones armados.

As fontes do jornal afirmam ter ficado surpreendidas "pelo grande detalhe dos planos iranianos e do fato de que os americanos são mencionados como possíveis alvos".

Conforme indicam as fontes, o chefe do Comando Central dos EUA, general Kenneth McKenzie, solicitou tropas adicionais depois de receber informações sobre a ameaça às forças dos EUA. Em resposta ao pedido, a Administração dos EUA decidiu enviar para a região um grupo de combate aéreo, composto por cerca de seis caças e provavelmente sistemas antiaéreos Patriot.


Porta-aviões norte-americano Abraham Lincoln ao lado de caças F-18 durante exercícios no golfo Pérsico
© AP PHOTO / HASSAN AMMAR, FILE

Especialista revela como Irã pode se proteger de porta-aviões americanos

Anteriormente, foi relatado que os Estados Unidos estão enviando o porta-aviões USS Abraham Lincoln e uma força-tarefa de bombardeiros para perto do Irã. Segundo declarou o assessor de segurança nacional dos EUA, John Bolton, o objetivo dessa medida é enviar "uma mensagem clara e inequívoca" a Teerã.

Em meados de abril, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a decisão de classificar o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) como organização terrorista,

Em resposta, o Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã classificou o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) como organização terrorista e designou os EUA como país patrocinador do terrorismo



https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/2019050713823658-ira-planeja-atacar-tropas-eua-oriente-medio/


« Última modificação: 07 de Maio de 2019, 14:23:58 por JJ »

 

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