As empresas...?
Ignore.
Em 2008 o resgate americano foi feito justamente para compensar a o erro que foi deixar o mercado financeiro agir livremente.
Foi feito para evitar uma desgraça monumental.
Você está errado.
"A causa da crise que vivemos foi o desequilíbrio na maior economia do mundo, os Estados Unidos. E os ataques de 11 de setembro têm a ver com isso. "Depois da ofensiva terrorista, o governo americano se envolveu em duas grandes guerras, no Iraque e Afeganistão, e começou a gastar mais do que deveria", diz Simão Davi Silber, professor do departamento de economia da Universidade de São Paulo (USP). Para piorar a situação, ao mesmo tempo em que o país investia dinheiro na guerra, a economia interna já não ia muito bem - uma das razões é que os Estados Unidos estavam importando mais do que exportando. Em vez de conter os gastos, os americanos receberam ajuda de países como China e Inglaterra. Com o dinheiro injetado pelo exterior, os bancos passaram a oferecer mais crédito, inclusive a clientes considerados de risco. Aproveitando-se da grande oferta a baixas taxas de juros, os consumidores compraram muito, principalmente imóveis, que começaram a valorizar. "A expansão do crédito financiou a bolha imobiliária, já que a grande procura elevou o preço dos imóveis", diz Silber. Porém, depois disso, chegou uma hora em que a taxa de juros começou a subir, diminuindo a procura pelos imóveis e derrubando os preços. Com isso, começou a inadimplência - afinal, as pessoas já não viam sentido em continuar pagando hipotecas exorbitantes quando as propriedades estavam valendo cada vez menos.
Nesse momento, faltou dinheiro aos bancos, que em um primeiro momento foram ajudados pelo governo americano. Só que, ao mesmo tempo, surgiram críticas a essa política de socorro aos banqueiros. Frente à pressão política, a Casa Branca decidiu que não ia mais interferir, deixando o banco Lehman Brothers quebrar. O fechamento do quarto maior banco de crédito dos Estados Unidos causou pânico e travou o crédito. Chegou a crise, que prejudica também o nosso país. "Sem crédito internacional, também diminui o crédito no Brasil, caem as exportações e o preço das nossas mercadorias aumenta o risco e a taxa de juros", explica Silber. O economista também afirma que as recessões são recorrentes, mas essa é maior do que de costume. "Uma crise dessa intensidade não é comum, a mais parecida com ela foi a de 1929", afirma Silber."
http://revistaescola.abril.com.br/geografia/fundamentos/causou-crise-economica-mundial-470382.shtmlE é difícil existir essa separação completa mercado/governo que você prega porque o mercado atua no governo via lobby e via doação de dinheiro.
Não interessa se é fácil ou difícil, o que interessa é que tem que ser feito. Seja dando autonomia ao mercado, acabando com o governo ou fazendo uma chacina.
essa separação não ocorrerá nunca nas democracias para bozos rirem.
http://www.ordemlivre.org/2012/09/a-melhor-vacina-contra-a-corrupcao-e-a-liberdade/http://www.ordemlivre.org/2012/05/quer-diminuir-a-corrupcao-no-brasil-tire-poder-das-maos-de-politicos/Se não houver separação pode haver uma excelente delimitação, esta existe.
Você concorda que vivemos numa plutocracia descarada?
Sim. O que é inevitável nos atuais moldes da política.
E a catastrofe previsível não é somente do aquecimento global. É o esgotamento da vida marinha por pesca predatória, é o uso indiscriminado de fertilizantes à base de petróleo que acabam com o solo e são prejudiciais à saúde, a monocultura, que para ficar em um exemplo somente, está acabando com a Amazônia, são os rios como o Tietê e o Ganges são as megalópoles...
Todos podem ser relacionados com o capitalismo e com o socialismo. Nenhum é inocente.
E você ainda é contra a existência do governo? Não precisa responder.
Sim, estes problemas existem, o governo pode mecher-se e agir a favor do bem público e empresas privadas podem se motivar a lucrar sobre a resolução de problemas deste porte, basta poucas mudanças graduais na sociedade e, principalmente, no povo.